As pessoas são tão vazias, que precisam prometer coisas que nunca irão cumprir, só pra ter alguém do lado naquele momento para passar o tempo.
Anna Paula Varella. (via discursou)
Show & Tell
$LAYYYTER
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Jules of Nature
wallacepolsom
d e v o n
occasionally subtle
Sweet Seals For You, Always
I'd rather be in outer space 🛸
Xuebing Du
Claire Keane
Game of Thrones Daily

#extradirty

JBB: An Artblog!

izzy's playlists!

Love Begins

★
sheepfilms
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

if i look back, i am lost
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Nepal

seen from Colombia

seen from Bangladesh
seen from Oman
seen from Oman

seen from Malaysia
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
@poetnostalgic
As pessoas são tão vazias, que precisam prometer coisas que nunca irão cumprir, só pra ter alguém do lado naquele momento para passar o tempo.
Anna Paula Varella. (via discursou)
Ninguém é a resposta. Nem o sofá, nem a festa, nem ficar em casa, nem a água com gás, nem olhar com nojo para o grupo e piriguetes vips que não prestam pra nada a não ser frequentar festas para sair em revistas e angariar empresários. Finalmente já tenho o que esperar: o carro. Finalmente já tenho o que fazer: ir embora. Na verdade a única coisa que estou sempre esperando e querendo é ir embora. De todos os lugares, de todas as pessoas. Eu não estou esperando nada a não ser o tempo todo sair de onde eu estou.
Tati Bernadi (via elucubrar)
Vê se aparece, já enjoei de ouvir essa play minúscula.
Oi?
see you again lyrics heders // se usar dá like
Fast and Furious 7
Sou um animal sentimental. Esqueça a razão, sou inteiro sentimentos. Quando algo me toca, toca fundo, como se tivessem enfiado uma faca em meu peito. Meu coração sangra dia após dia por pensar que no mundo pessoas assim são raras exceções. Minha alma chora em saber que quase ninguém me entenderá. É triste ser inteiro sentimentos, em um mundo onde qualquer demonstração de afeto é visto como fraqueza.
Pedro Peixoto.
Célio era novo em Ribeirão Preto. Recém-chegado do Rio de Janeiro, tudo na cidade era novidade, até mesmo a maneira como as pessoas ser portavam. Em seu segundo dia, ele decide conhecer um bar, não era lá grande coisa, parecia mais um boteco qualquer, frequentado por bêbados sem limite e garotas em busca de um dinheiro extra. - Uma cerveja, por favor. – pede Célio, meio perdido. Apesar de frequentar muitos bares no Rio, aquele tipo de bar e pessoas era novo para ele, o que estranhamente o fez querer beber ainda mais. Na quinta cerveja entra uma mulher, aos olhos de Célio escultural. Já meio alegre e descontraído, ele pergunta ao garçom: - Nossa, amigo! Que mulher é essa? Vem sempre aqui? - Olha, campeão, vem sim. Mas posso dar um conselho? O pessoal daqui não arrisca sair com ela, devido um “problema” da cintura para baixo. Célio fica intrigado com isso, ele imaginava o que era, mas não teve a cara de perguntar, recém-chegado no bar, não queria parecer inocente. Isso ficou na cabeça do rapaz o restante da noite. Cerveja vai, cerveja vem, a troca de olhares entre Célio e a bela moça é constante, ele decide ir embora, afinal não estava afim de descobrir a tal surpresa que imaginava. Não ainda. No outro dia ele só pensava na bela moça e se o tal “problema” é o que ele realmente imaginava. Enfim, se fosse, o que que tem? “Estou em uma cidade nova, conhecendo sensações e pessoas. Que mal há em experimentar?” Era o pensamento constante em sua cabeça. O que, às vezes, parecia errado para si mesmo. Outro dia no bar, Célio chega e pede ao garçom uma dose de vodka, o garçom serve e essa cena se repete pelo menos 10 vezes. A essa altura ele já está completamente bêbado e falando abobrinhas. É nesse exato momento que a moça chega e ele paralisa, acredite, a mão ficou até tremula, o efeito dessa mulher é inacreditável. Cerca de 40 minutos se passaram, a troca de olhares é tão intensa que não há mais escapatória, ele se levanta e vai até a moça: - Boa noite! – fala em tom galanteador. - Boa noite! – responde a moça, dando abertura. - Qual seu nome? - Bruna, é o seu? - Prazer, Célio. Mas, deixa te perguntar: o que traz uma mulher tão incrível a um boteco como esse? Ela ri. Ponto positivo. - Não sei, talvez seja o ambiente ou os rapazes, mas gosto daqui. - E eu gostei de você. – responde Célio, quase atropelando a frase da moça. Ela ri novamente. Mais um ponto. Os assuntos variam entre viagens, bebidas, filmes e séries, nada muito particular, Célio não tinha coragem de fazer perguntas tão íntimas, apesar de ter certeza que Bruna estava afim. Ela levanta, despedindo-se. - Amei conhecer você, mas preciso ir. Amanhã acordo cedo. - Tudo bem! Pode me passar seu número? – pergunta ele, já ansioso pela resposta. - Acho melhor nos encontrarmos aqui. Gosto desses encontros à moda antiga. - Ok. Tudo bem. – responde, desanimado. Ela se levanta e vai embora. Todos a volta de Célio o encaram, não acreditam no que acabaram de ver. Ele fica constrangido, paga o que bebeu e vai para casa. Sua cabeça parece girar, tanto pelo álcool como por essa mulher. “O que é isso? Nunca estive tão interessado por uma mulher, ou quase mulher, não sei mais. Mal sei o que eu gosto” pensa, confuso. O dia segue comum e Célio está ansioso pela noite. Será que Bruna estaria no bar? Seu maior desejo era que sim. Ok. 20 horas de uma quinta-feira, hora de ir e esperar por ela. Chegando no bar ele não tem coragem de perguntar ao garçom, ou para qualquer pessoa, por ela, então decide apenas sentar e esperar. 22 horas e nada. É quando o garçom, irônico, pergunta a Célio: - Percebeu que ela, a Bruna, só vem de calça né? Célio ri sem graça. - E percebeu também que ela nunca usa salto alto? - Cara, onde você quer chegar? Que perguntas mais bestas. - Nada cara. Esquece. Só repare na maneira como ela anda. Célio dá de ombros, suas suspeitas estão confirmadas e isso o deixa ainda mais excitado e empolgado com a situação. O que, até mesmo para Célio, é uma novidade e confessa para si mesmo não estar sabendo lidar com isso, apesar de estar gostando. “Talvez ela não venha, melhor ir para casa.” pensa aflito. Quando, de repente, ela entra no bar e vai direto à sua mesa, como se estivesse predestinada a isso. - Boa noite! – Fala Bruna, com a voz meio mole. - Boa noite, tudo bem? – responde Célio, assustado. - Não, nada bem na verdade. Vamos para casa? Preciso conversar com alguém. Foi exatamente nesse momento que Célio sentiu seu coração saindo pela boca, as pernas bambas e a língua travada. Em um movimento súbito só conseguiu responder: - Claro, vamos. No meu carro? - Sim, no seu. Vim de táxi. “Veio de táxi? Então já sabia que me encontraria aqui e veio com um propósito.” pensa Célio. Saindo do bar ele percebe os olhares cruzados de todos. Não havia um no bar que não o olhavam, a situação era desconfortável e excitante ao mesmo tempo. No carro, Célio percebe algo estranho em Bruna. Ela está falando umas frases sem sentidos, mal respondendo suas perguntas. “Só pode estar bêbada, ou bêbado? Ahhhh, não sei. Mas é a minha chance.” pensa Célio. - Pronto, chegamos. Minha casa é aquela ali, a azul bebê, número 112. Célio estaciona o carro, a tensão sexual pode ser sentida a metros dali. Ao entrar na casa Bruna em um movimento tão rápido que Célio mal pode acompanhar, o agarra e joga na parede. Ele não responde, só continua o que a moça começou. - Vem, vamos para a minha cama. Melhor lá. – fala Bruna, claramente excitada. Ambos vão para cama, chegou a hora tão esperada para Célio. Bruna, da maneira mais sexy que qualquer homem possa imaginar, começa a tirar a camisa e o sutiã. “Nossa, parecem reais. Que maravilha.” pensa Célio ao ver os peitos de Bruna. Bruna começa a tirar sua calça meio sem graça. Célio, com o olhar safado, fala: - Não precisa ter vergonha, meu doce. Eu já sabia. Bruna aliviada tira a calça, Célio quase cai de costas. O susto foi maior do que ele poderia imaginar. Bruna desencaixa sua perna mecânica. - HOOOOOLY SHIT. – solta Célio.
Pedro Peixoto.
Não seja tola, é só mais um cara qualquer. Ele te enganou, e daí? Você imaginou um futuro ao lado dele, o que que tem? A cada 10 palavras, 11 eram mentiras, o que isso importa? Ele é só mais um. Quando o cara certo chegar, você saberá. As sensações, o toque e até mesmo o aroma será diferente. O homem da sua vida fará você esquecer os meninos do dia a dia.
Pedro Peixoto.
Quando estiver bem alto, lembre-se de quem te deu asas para alçar o primeiro voo.
Pedro Peixoto.
Se vocês pudessem ouvir os pensamentos dos outros, escutariam coisas que são verdadeiras, assim como coisas que são completamente sem sentido. E não saberiam distinguir uma das outras. Isso levaria vocês à loucura. O que é verdade? O que não é? Um milhão de ideias, mas o que elas significam?
Os 13 porquês.
Não preciso de opiniões furadas sobre a minha vida, meu trabalho, meus amores, minha forma de conduzir as coisas. Eu tenho o meu jeito que, errado ou certo, é muito meu.
Clarissa Corrêa.
Amadurecer é deixar ir embora o que já tivemos medo de perder.
Bruna Lima.
Sou o que sinto, sinto muito.
Desconhecido.
Eu não preciso de um mundo inteiramente melhor e cheio de promessas, não preciso de pessoas sorrindo todos os dias de manhã e dizendo bom dia. Na realidade, quase ninguém nesse mundo precisa da porra do bom dia da atendente na padaria, só querem seus pães, café e seu troco. O que quase todas as pessoas desse mundo precisam, é de amor e carinho. E eu, só preciso de paz.
Cuidei.