𝒓͟𝒖͟𝒏 fast for your mother, run fast for your father. l͟e͟ɑ͟v͟e͟ all your 𝓁𝑜𝓋𝑒 and your longing behind ( you can't carry it with you if you want to survive ). ⊰ 𔘓 ⊱ the dog days are over. 𝑚𝑎𝑟𝑖𝑎 𝑗𝑢𝑙𝑖𝑎 𝑝𝑟𝑎𝑑𝑜 — quebra-galho da cidade.
꒰ ouvi dizer que existe paraíso na terra. . . 𔘓 ꒱ — foi feito um novo registro nos arquivos do centro comunitário, é sobre MARIA JULIA “MAJU” PRADO ! ela tem 26 anos e atualmente trabalha como FAZ TUDO. mora na região DAS FAZENDAS da vila pelicanos desde DOIS ANOS. e o que eu vou falar agora não está escrito aqui… mas ouvi dizer que ela é ALTRUÍSTA & CORAJOSA, só que também é muito PETULANTE & EVASIVA. será se é verdade?
o errado se acerta, o quebrado conserta e assim, tudo muda, mesmo sem mudar! a paz se multiplicou, que bom que você chegou pra somar. . .
about conexões pinterest musing
headcannons:
maria julia prado ( ela gosta que a chamem de maju ) nasceu e cresceu em barcelona, na espanha. não pertencia a uma família rica e influente, tampouco de uma família pobre — ela cresceu na classe média, sendo a filha única num lar de muito amor e união. a primeira vez que pisou nos estados unidos foi para o clássico aniversário de quinze anos, uma viagem apenas entre ela, duas amigas e a mãe para ser a responsável. maju nao ficou encantada com o país, porém sempre pensou que um dia voltaria. ela quase não conseguiu voltar.
alerta de gatilho. menção leve a relacionamento tóxico ( não há detalhes nem descrições de qualquer tipo de agressão ).
casar-se com o primeiro namorado, um amor de ensino médio, não estava exatamente em seus planos e ela estaria mentindo se dissesse que a ideia não a assustava, mas aconteceu. o casamento começou às mil maravilhas e juan, seu marido, era como um príncipe encantado — ela era tão sortuda, certo?! errado. o príncipe não virou um sapo, ele virou o pior pesadelo dela após um ano. foram dois anos pensando que ela era a errada, que poderiam fazer dar certo se ela fizesse as coisas do jeito que juan queria. ela se fechou, se privou, se podou a cada dia ao ponto de sequer ir ao funeral dos próprios pais, pois o marido ( a única pessoa que tinha ) queria que ela ficasse em casa.
fim do alerta de gatilho.
apesar de tardio, aquele foi o click que ela precisava para perceber onde estava. e foi assim que ela decidiu fugir, levando apenas as roupas que estavam em seu corpo naquela noite, seus documentos e o desejo de um recomeço. não poderia ficar em barcelona, nem na espanha ou pela europa. maju acreditava que era um espaço fácil para juan encontrá-la novamente se perguntasse às pessoas certas e ela sabia que ele tinha esse tipo de contato. os estados unidos veio em mente enquanto estava no táxi e a vila pelicanos pareceu o lugar perfeito, pois lembrava-se de uma amiga que conheceu em sua viagem de quinze anos dizer que era uma cidade pacata e muito amigável, simples e íntima. era perfeito.
chegou na cidade há dois anos, utilizando o dinheiro recebido na herança de seus pais para viajar e tentar legalizar seus documentos, pedir o divórcio de juan e pagando por um casamento em troca do famoso green card. queria ter certeza que teria paz, sem ser perseguida; fosse por seu ex-marido, fosse por autoridades. mas isso a quebrou financeiramente e infelizmente ela não tinha um diploma que fosse ajudá-la onde estava. apostou no que poderia: trabalho manual em troca de dinheiro, comida e moradia. apesar de difícil, era gratificante ser dona da própria vida. e a vila pelicanos pareceu o lugar ideal para recomeçar e se descobrir melhor.
precisa de ajuda para pintar a casa? chame a maju! entregar jornais? chama, liga, que eu sou tua amiga! cuidar de seus bebês ( humanos ou de quatro patas )? está olhando para a pessoa certa! a melhor quebra-galho da vila pelicano — segundo ela mesma em sua mais perfeita humildade.
aesthetic. fairy lights, macacão sujo de tinta, galochas coloridas, cabelo bagunçado, inspiração 2 da manhã, perfume frutado, caixa de ferramentas, café, mãos sujas de terra, livros, cestas de piquenique, noites mal dormidas, travesseiro molhado de lágrimas, pés descalços, ligações de madrugada, coração bondoso, tropeçar no nada
˚ㅤ𝅄 um jogo de argolas amigável acaba se tornando uma competição mais séria do que o necessário depois de apostarem uma bebida w./ @pradosefazendinhas 𝅄
não lembrava direito em que momento a brincadeira tinha virado aposta. só deu por si quando já estava com a argola na mão, o corpo curvado quase invadindo a barraca. bennie podia ser um pouco competitivo de vez em quando. a expressão divertida e, ao mesmo tempo, focada em seu rosto denunciava o quão disposto estava a acertar todas aquelas argolas. soltou um riso curto, baixo, ajeitando o boné na cabeça antes de falar. — 'cê sabe que eu não fujo de aposta, né maju? nossa, já consigo sentir o gostinho da minha cerveja. — lançou a primeira argola enquanto terminava de falar, errando o alvo por pouco. seu rosto se contorceu numa careta enquanto os punhos fechados se levantavam junto das argolas que segurava. — porra, que merda! mas as próximas eu vou acertar! você vai ver!
˓ ꪆ᷼ 𔘓 ۫ ࣭ não era competitiva, mas uma cerveja gelada naquele calorzinho que fazia pareceu tão convidativo e olhe só, ela estava de folga! poderia se dar esse luxo, definitivamente. estava tão concentrada quanto benjamin, havia até tirado o casaco e o amarrado por cima do macacão jeans. “ que falta de cavalheirismo não deixar a esposa ganhar numa barraquinha de argolas, hein. bem que eu tô precisando de uma cervejinha! ” apelou, mas na verdade era o costumeiro humor que cercava a situação dos dois. no momento que ele errou houve uma sincera e espontânea comemoração vinda de maria julia, com direito a palmas e um grito vitorioso como se ela mesma já tivesse jogado e ganhado. “ apenas observe como se faz, porque só vou fazer uma vez. ” se enfiou na frente do homem, pegando uma argola e se preparando de maneira teatral apenas para errar com uma margem enorme. “ ah, qual é? os alvos estão se mexendo! ” reclamou para o dono da barraquinha, cruzando os braços. “ se fosse uma competição de tiro ao alvo eu ganhava fácil. ” era mentira, ela nunca tinha tocado em uma arma na vida e só estava testando para ver se mudariam o jogo antes de benjamin tentar novamente e conseguir. “ quer apostar? ” se virou para o marido, encostando a cintura na bancada da barraquinha. o olhar era desafiador, divertido e ao mesmo tempo um pouquinho desesperado.
@eopintinhopiu said : ❛ what do you want in exchange for it? ❜
˓ ꪆ᷼ 𔘓 ۫ ࣭ ponderava sobre a pergunta; apesar de não ser algo grandioso, era interessante receber a opção de pedir o que quisesse em troca de uma tarefa tão fácil — em partes era o que a mantinha no emprego de faz tudo na cidade. “ olha… eu aceitaria um pintinho de estimação. sempre quis um pra chamar de meu. ” imaginou que não seria pedir muito em troca de ajudá-lo por alguns dias em seu trabalho. não estava mentindo quando mencionou aquilo, mas o que a impedia de começar seu pequeno sonho era o medo de não saber o que estava fazendo com uma vida. mas ali, poderia ter a segurança de aprender. “ prometo cuidar bem dele! ainda vou estar aprendendo com você, que é o melhor. ” não era uma puxa saco, mas nada a impediria de usar todos os artifícios possíveis para conseguir ter um pinto de estimação. “ fica tranquilo que eu vou lá pra você ligar as incubadoras. e quando um nenenzinho chocar você me chama que eu vou lá adotar. fechado? ” estendeu a mão em um acordo.
˓ ꪆ᷼ 𔘓 ۫ ࣭ a pergunta a pegou de surpresa, considerando que sequer havia percebido que estava sorrindo durante esse tempo. tão pensativa sobre a situação, o ambiente, sobre si mesma. " ah... eu só estou feliz. " apesar de barcelona ser seu lar e todas as coisas boas que viveu antes do inferno que um dia chamou de casamento, maju nunca se sentiu tão verdadeiramente feliz apenas por estar vivendo, sem um motivo material ou por ter outra pessoa envolvida. era apenas sobre ela estar sendo livre para fazer o que quisesse. " não é a minha primeira vez aqui, mas acho tão bonito como a comunidade se reúne e trabalha junto. " era como uma grande família e, considerando que ela já não mais possuía uma, era reconfortante. " tá sentindo cheiro de algodão doce? nossa, me deu vontade agora. " fazia anos que não saboreava o doce. enroscou o braço no de gwen, puxando-a por entre as barraquinhas com um sorriso travesso que só poderia significar uma coisa: fofocas quentinhas. " vem, vamos procurar enquanto eu te conto a fofoca nova dos johnson. a mulher dele tá suspeitando que ele tá tendo um caso. acho que tá começando a ficar difícil pra ela passar pela porta de casa com os chifres. "
@junothesinger said : ❛ i could show you the way. ❜
˓ ꪆ᷼ 𔘓 ۫ ࣭ " por favor então! " estava há uns bons minutos procurando a barraca de corndog que haviam lhe prometido e começava a se perguntar se era uma mentira apenas para enganar seu pobre coraçãozinho. seguia a figura feminina, o olhar de interesse perante ao tópico que iniciou em seguida. " mas e ai, como está a carreira? queria ter ido no seu último show, mas fiquei atolada com o trabalho pintando um celeiro. " imagina que era difícil seguir nesse ramo considerando o quão fechada a cidade parecia para profissões que não serviam a comunidade de maneira mais convencional (alimentação, roupas, serviços manuais etc). por isso procurava apoiar os artistas que conhecia, sabendo o quão importante era ter alguém lhe apoiando. " no próximo pode contar que estarei bem na frente cantando todas. " garantiu com convicção. " e se precisar de ajuda com algo, já sabe! só não prometo tocar nenhum instrumento. e eu pareço uma galinha desesperada quando tô cantando... mas se for pra carregar equipamento ou panfletar os shows, pode contar comigo! "
˓ ꪆ᷼ 𔘓 ۫ ࣭ " sou toda ouvidos! " garantiu enquanto saboreava um pedaço de torta de morango. havia uma curiosidade genuína sobre o trabalho de theodore, o gosto que ela mesma tinha por decorações e estilos mais rústicos com muita personalidade. mas o que maju entendia de renovações? ela pintava o móvel e dava como terminado, bem sabendo que só estava mascarando um possível grande problema que teria, como sua cadeira favorita que quebrou mesmo após ela ter se esforçado tanto para pintar de amarelo! queria saber de um profissional e ao mesmo tempo gostava de ouvir as pessoas falando sobre suas paixões. " achava que era só invernizar e pintar. talvez lixar quando tá difícil de manusear quando tá muito áspero?! me diz, como vocês fazem? " parecia uma criança ouvindo uma grandiosa história de heróis. " tem algum segredo? "
eles nunca mudam o cardápio e o planejamento sabe ? isso é confortável e estranho ao mesmo tempo . as palavras são ditas enquanto carrega uma pequena cumbuca com doces . não pode se dizer viciada em açúcar , mas talvez devesse se definir como momentaneamente adicta — não é como se fosse sua culpa que o estresse lhe deixasse tão imersa naquela necessidade . as vezes , se afundar em doces era melhor e , provavelmente mais saudável do que lidar com a vontade de se jogar de algum lugar . oficinas , comida e cinema . será que ano que vem eles entendem que podem fazer algo diferente ? é mais uma confissão do que definitivamente uma pergunta . em alguns momentos , compreende o motivo da fuga de sua própria mãe — quiçá , se sente tentada a fugir junto . já fez sua pulseira de miçangas ? minha prima fez tipo , umas cinco para mim . acho que isso já virou um vício .
˓ ꪆ᷼ 𔘓 ۫ ࣭ “ é muita gente idosa na cidade. imagina quantas vezes iriamos ouvir um ‘na minha época era assim’ se mudassem alguma coisa. ” respondeu em tom humorado, com uma leve e caricata expressão de pavor diante da possibilidade. se desafia e cumpre ao estender a mão e pescar — lê-se roubar — um doce aleatório das mãos de mabel. “ pelo jeito é realmente chato viver isso todo ano, hm? ” era apenas seu segundo ano vivendo aquele festival, mas imaginou como era para a outra ter de ver a mesma coisa sempre. parecia realmente assustador. “ acho que os mais jovens poderiam se reunir e criar algo diferente pro ano que vem. não necessariamente na mesma data, mas quem sabe um festival musical? ” conhecia alguns artistas pela cidade. seria legal vê-los tendo mais espaço para se apresentarem. “ ah, não, mas ganhei algumas ” ergue a destra, mostrando o pulso rodeado por uns quatro braceletes diferentes. “ os pimpolhos que eu tomo conta às vezes fizeram pra mim. ” ponderou por longos segundos a respeito da reclamação anterior. uma ideia estranha e talvez tola a atingiu, um jeito diferente de aproveitarem a situação segundo o dilema de: se não pode vencê-los, junte-se a eles. estalou o dedo e segurou o braço de mabel, a puxando por entre as pessoas. “ vem, podemos tentar criar uma vibe diferente esse ano mesmo sendo as mesmas coisas de sempre. tá afim de sabotar algumas tentativas de tiro ao alvo da galera? ”
❛ bet you can't beat me at this game. i'm a pro. ❜ + @pradosefazendinhas
"como é que é?!" perguntou alto, incrédula . normalmente angel nao era tão competitiva, mas talvez fosse o excesso de doces, o responsável por estar tão eufórica, tal qual uma criança. "eu nasci com o dom de acertar o buraco do aneu." a frase soou mais estranha do que ela tinha imaginado, mas acreditava que a outra garota havia entendido o seu ponto. com a primeira jogada a argola passou voando longe da garrafa. "essa foi só pra medir o vento." garantiu. na segunda tentativa, quase acertou e aproveitou pra ajustar o cabelo como se isso fosse parte da concentração. na terceira, a argola encaixou perfeitamente. angel virou-se lentamente pra quem tinha apostado contra ela e disse: "se quiser aposta de novo, eu aceito pix como recompensa."
˓ ꪆ᷼ 𔘓 ۫ ࣭ não era competitiva, mas gostava de provocar os outros ( em outras palavras, perturbar ) e estando num ambiente de jogos era o momento ideal para desafiar a primeira pessoa que visse. riu ao acompanhar o carisma de quem queria muito provar um ponto e apesar de ter sido um breve desafio, aplaudiu a terceira tentativa de angelica. “ realmente, você tem o dom. tô até com medo de tentar ” porque, fosse sincera, ela tinha um total de zero skill com aquele tipo de jogo. mas se posicionou, concentrando-se e… “ merda! opa, desculpa. ” tampou a boca ao ver uma criança ao lado, acompanhando a cena. tentou novamente e errou. talvez fosse a ajeitada de cabelo — e tal como sua companhia, ajeitou os fios bagunçados, colocando-os atrás da orelha. “ agora vai ” prometeu para não entregar nada, dando um leve tapa na testa. “ certo, você venceu. mas não tenho como pagar com dinheiro, pode ser uma coca? ” muitas pessoas da cidade lhe deviam favores e ela certamente poderia descolar uns refrigerantes de graça em meio a tantas barraquinhas.
" que que 'cê 'tá rindo , hein ? " quem conhece sabe o quão rabugento taylan é por natureza ; quase sempre com uma expressão zangada que camufla parte da fadiga do dia a dia . porém , quando se trata de figuras pequeninas , leia-se crianças adoráveis com tinta guache , o turco esbanja um quê de rejúbilo e certa graça desmedida . " 'cê não está pensando em fugir , né ? olha só a carinha dela ! prefere que ela desenhe em ti ou ou quer que eu faça uma borboleta em @você ? " não é taylan quem ostenta de olhos brilhantes e carismáticos , porém , o sorriso que expõe tem um quê de felicidade e certa audácia . " se liga só no desenho no meu rosto ... " ele sequer havia reparado em qual a arte as crianças haviam feito . " aceita logo , vai . eu te pago , sei lá , uma pipoca ? " cochichou para muse quando observa os pulinhos de empolgação da criança .
˓ ꪆ᷼ 𔘓 ۫ ࣭ “ olha eu não vou mentir, isso tá muito engraçado… ” os lábios comprimidos tentavam, em vão, esconder a risada que quis se soltar ainda mais após ser pega. não era pra tanto, maju! não saberia dizer se o desenho era um dinossauro ou o tio narigudo daquela criança, mas fez um joinha de apoio ao ver o olhar orgulhoso do pequeno. a risada, porém, sumiu após seu próprio rostinho ser colocado para um jogo tão perigoso quanto servir de tela em branco para criancinhas. “ você não é nem maluco… como vou confiar que você não vai desenhar um… objeto fálico no meu rosto? ” a última parte saiu em um sussurro, levando em consideração que não haviam apenas adultos na conversa. entortou a cabeça, tal qual um cachorrinho. “ é um desenho… inspirador. temos o próximo picasso aqui. ” novamente, o joinha para apoiar o moleque, a todo custo querendo empurrar o inevitável. se sentar naquela cadeira e permitir que marquem seu rosto permanentemente… por uma noite respirou fundo, olhando para taylan como se quisesse esganá-lo. “ vai me pagar o dobro na próxima vez que sua torneira entupir. ” se sentou de frente para o pequeno. “ certo, já que vou virar uma obra de arte, que tal o bob esponja? gosto muito dele. e você trate de vigiar isso. ” o olhar para o amigo era ameaçador e ao mesmo tempo suplicante.
oiee pessoas incríveis! segue algumas ideias de conexões que preparei para a maju. lembrando que iei adicionar mais com o tempo, mas já temos conexões de amizades, rivalidades, romance e até casamento falso ( alguém dá o green card da minha filha por favor ). interessade? like ou vem de chat pra combinarmos direitinho tudo. lembrando que no fixado tem a bio da maju pra quem quiser dar uma olhadinha também. obrigada pela atenção!
OO1. aberto para [ f / m / nb ] — uma amizade de dez anos atrás, quando maju viajou para os estados unidos pela primeira vez. não especifiquei onde foi a viagem para deixar mais em aberto para plots mesmo. a cidade onde se conheceram podemos combinar! muse comentou sobre a vila dos pelicanos para maju na época e ela nunca esqueceu. como é a relação delus agora também deixei em aberto, mas tenho ideias!
OO2. aberto para [ f / m / nb ] — muse e maju estão casades! tenho duas possibilidades aqui: muse poderia estar precisando de dinheiro e aceitou ajuda a maju com um green card ou muse e maju tiveram um bom relacionamento ( amizade ou algo mais ) e muse quis ajudá-la. pensei em vários momentos de piada entre elus sobre estarem casades, mas também sempre temos como enfiar um angst no meio ( arrependimento, interesse em se casar com outras pessoas… o céu é o limite aqui! )
OO3. aberto para [ f / m / nb ] — yuri e maju trocam mensagens/e-mails/cartas há anos! talvez até antes mesmo dela se mudar para os estados unidos. conversam sobre tudo, bem confidentes e que sabem os maiores segredos de outre. o lance é que nunca disseram onde moravam, então agora estão na mesma cidade e só descobriram com uma situação específica ( que podemos combinar para ficar melhor para ambes! )
OO4. aberto para [ f / m / nb ] — marie e maju moram juntes no pequeno chalezinho de uma fazenda local. duas pessoas pagando o aluguel é melhor que uma só, certo? elus tem uma relação divertida de companheirismo ao melhor estilo monica e rachel de friends ( ou joey e chandler, se preferir ).
OO5. aberto para [ f / m / nb ] — taylan está sempre precisando de uma ajudinha ( seja em negócios, seja dentro de casa, seja pra ir até o centro buscar uma encomenda etc ) e maju está sempre prestando esses serviços. acabam conversando muito sobre a vida e o que começou como serviços prestados, hoje em dia é uma amizade. mas, cê sabe… no que precisar: chama, liga que eu sou tua amiga!
OO6. aberto para [ f ] — muse tem capacidade de despertar algo dentro de maju sempre que ambas se encontram. nossa querida galho-breaker não sabe que tem interesse em mulheres também ( ela achando que é normal mulher hétero querer beijar uma amiga e descobrindo numa roda de conversa que ah... não é? ) então há uma relutância que pode ou não ser superada. se é amor ou apenas físico? bom, isso fica para elas decidirem.
OO7. aberto para [ f / m / nb ] — muse e maju não se dão de jeito algum ( e talvez nem saibam o motivo, apenas o famoso meu santo não foi com o seu ). farpas, brigas, discussões em locais públicos… as pessoas da cidade sabem bem que quando elus estão no mesmo lugar acaba a paz. essa conexão deixei bem em aberto, mas tenho sugestões e sempre estou disponível para ouvir ideias também!
OO8. aberto para [ f / m / nb ] — muse e maju vivem em um relacionamento de ida e volta. embora haja a química e o sentimento, algo parece dar errado quando estão juntes e por isso nunca dura muito tempo, mesmo que os términos sejam amigáveis. muitas possibilidades para angst, soft… novamente, o céu é o limite!
OO9. aberto para [ f / m / nb ] — muse e maju são amigues, mas há quem diga que existe um enorme sentimento entre os dois que ultrapassa a linha da amizade. embora sintam que realmente existe algo diferente, nenhum dos dois até o momento descobriu o que é exatamente.
O1O. aberto para [ f / m / nb ] — muse e maju tiveram um relacionamento no passado que não terminou da melhor forma possível e hoje em dia mal conseguem ficar no mesmo espaço sem iniciarem uma briga ou trocarem farpas. talvez haja algum sentimento reprimido, mas é difícil saber se é bom ou ruim.
O11. aberto para [ f / m / nb ] — muse e maju costumavam ser muito amigues no passado, mas após uma desavença entre elus as coisas viraram de ponta cabeça e agora estão à beira do ódio. existe uma enorme mágoa e rancor, mas o futuro da relação depende apenas delus.