(Natasha Liu Bordizzo, 29, ela/dela) Era Uma Vez… Uma pessoa comum, de um lugar sem graça nenhuma! HÁ, sim, estou falando de você, GINEVRA “GINNY” LIAO. Você veio de FLORENÇA, ITÁLIA e costumava ser ACOMPANHANTE/MODELO por lá antes de ser enviado para o Mundo das Histórias. Se eu fosse você, teria vergonha de contar isso por aí, porque enquanto você estava VENDO REACT DE MANSÕES/LENDO FOFOCAS NO TMZ, tem gente aqui que estava salvando princesas das garras malignas de uma bruxa má! Tem gente aqui que estava montando em dragões. Tá vendo só? Você pode até ser SIMPÁTICA, mas você não deixa de ser uma baita de uma EGOÍSTA… Se, infelizmente, você tiver que ficar por aqui para estragar tudo, e acabar assumindo mesmo o papel de PRIMEIRA PRINCESA na história MULAN… Bom, eu desejo boa sorte. Porque você VAI precisar!
Headcanons:
Apesar de ter vindo de uma família humilde, Ginevra sempre achou ter sido destinada à grandiosidade. Isso não era uma característica mal vista por seus pais, que sempre quiseram que suas filhas conquistassem o melhor, mas ela nunca quis lutar por esse destino de maneira convencional. Não gostava muito de estudar, e portanto nunca demonstrou interesse em fazer faculdade, não queria nada que tivesse que se esforçar demais. Vivia em constante mudança de empregos, fazendo bicos de modelo e tentando engatar uma carreira de atriz, mas perdia o interesse fácil na maioria das coisas.
Quem lhe conhecia, no entanto, jamais imaginaria que ela não vinha de uma família rica e renomada, afinal, ela sempre foi muito vaidosa, procurando a companhia de pessoas influentes e sempre muito capaz de se misturar a eles sem dificuldades. Foi nesse meio que descobriu uma forma de ganhar dinheiro muito eficiente – ser bancada por homens ricos. Era fácil convencê-los a abrir a carteira em troca de alguns sorrisos, alguns mais que outros.
Quando as coisas com um de seus patrocinadores começaram a ficar muito sérias, porém, Ginny só queria pular fora – e descobriu que talvez aquilo fosse ser mais difícil do que pensava. Estava sendo perseguida há semanas por contratados do último rico influente com quem se envolvera quando recebeu o estranho livro pelo correio, e julgou sua chegada como uma ótima oportunidade de se distrair da nova realidade assustadora. Tinha acabado de ouvir batidas apressadas na porta do seu apartamento quando o livro a transportou para outro universo, livre de tudo aquilo, mas sem saber se era uma solução definitiva.
[odile]: de acordo com o seu currículo, você soa como a pessoa perfeita para o papel de anfitriã, ginny. carisma, charme, desenvoltura e beleza são essenciais nesse ramo. já teve experiência com plateias amplas antes? o quão bem sucedida era essa sua banda?
"claro, com certeza. fui extremamente bem sucedida, tocávamos para multidões... só não acho uma pena que meus colegas de banda atrapalhavam meu futuro porque eu sou melhor solo."
“não, não, tudo bem”, abanou uma das mãos gentilmente, dando pouca importância para questão. “demorei pra conhecer outras princesas e eu gostei da maioria, mas é uma posição, sabe... não sei, dependente? às vezes. me pergunto o que aconteceu com as outras assistentes pessoais ou acompanhantes delas, né? ou será que vão ter mais que uma?” considerou com curiosidade. “eu te faria minha acompanhante, @princesaginny, se eu quisesse uma.”
"sim... deve ser meio triste ser gostado pelas pessoas só por status..." ponderou por um momento, refletindo sobre as palavras de odile e não sentindo nenhuma tristeza genuína com a ideia. "nah, besteira." deu de ombros. "é um emprego fácil dependendo de quem me contrata, gente privilegiada tende a ser insuportável." a careta que se seguiu foi inevitável, ela estava falando igual a irmã. "ew." disse em voz alta, esquecendo que não estava sozinha. "enfim.... não faço ideia do que aconteceu com as outras, mas eu ganho de qualquer uma com as mãos amarradas." a postura arrogante combinava com ginny, pelo menos no ponto de vista dela. afinal, era tudo verdade. "hm..." inclinou-se na direção de rapunzel, aproximando o rosto do alheio o suficiente pra quase invadir o espaço pessoal dela. "como que você e seu... marido... estão?"
um leve sorriso adornava os lábios de ginny, sendo ocultado momentos depois para que a perdida levasse a xícara de chá para a boca, sorvendo o líquido e saboreando o sabor delicado do jasmim. assim que repousou a porcelana na mesa novamente, voltou o olhar para as duas mulheres que a acompanhavam. "vocês viram o tanto de vaga pra acompanhante ou assistente pessoal de princesa?" a expectativa em seus olhos era inconfundível. "é meu momento de conquistar uma delas!"
como gostaria de ser tratado: por ginny, adjetivos carinhosos só quando tivermos intimidade. exijo ser bem tratada.
área de atuação no outro mundo: modelo, acompanhante social e ex cantora/guitarrista de uma banda.
habilidades extras: carisma, charme, desenvoltura, beleza. sou ótima entretendo pessoas e ganhei minha vida toda com minha lábia e beleza. sou perfeita mandando e liderando pessoas, consigo fazer com que qualquer um faça o que eu digo e com um sorriso no rosto. sou discreta e observadora. a melhor companhia que você vai encontrar.
adaptação com a magia, até então, em uma escala de 0 a 10: 8.
"e quem não quer trabalhar?" bufou, levando os dedos até a testa para a massagear em uma tentativa de impedir que sua testa franzida pelo descontentamento causasse rugas. "eu vou ser uma princesa, não vou precisar disso!"
❝ Dois tipos de pessoa né? Os extremos da alta autoestima e a baixa autoestima aí... complexo... os psicólogos iriam à loucura analisando, com certeza. ❞