[Ana de Armas] alto, quem vem lá? oh, só podia ser [Danielle Aldana Leblanc], a [psicóloga] de [32] anos que veio de [d’aubelac]. você quase se atrasou hoje, hein? eu sei que você é normalmente [compreensiva & bondosa], mas também sei bem que é [misteriosa & sonsa], então nem tente me enganar. ande, estão te esperando; entre pela porta de trás.
about her ,
Danielle é filha de um imigrante cubano, que decidiu tentar a sorte na França. Seu plano inicial era mudar de vida, fazer algum dinheiro vivendo daquilo que sempre soube fazer: plantar e colher. O que ele não esperava, era acabar se apaixonando pela camponesa francesa que morava ao seu lado. Um típico romance entre vizinhos que começam amigos e logo viram algo mais. Apaixonados, não demoraram a ter sua primeira e logo única filha: Danielle.
Os primeiros anos se passaram sem muita dificuldade. A mulher havia se dedicado completamente a maternidade, enquanto o marido pegava trabalho atrás de trabalho, apenas para não deixar que nada faltasse à pequena Dani. Não existiam muitas regalias em sua casa, e ela aprendeu a crescer com o pouco, considerando-o muito. Com o passar dos meses seu vocabulário fora ficando mais forte do que o de qualquer outra criança em sua idade. Ela era literalmente a criança prodígio, e assistir a luta de seus pais intensificava isso. Danielle sonhava com um futuro melhor para si, onde ela pudesse ter uma vida confortável, e dar para aqueles que tanto amava, uma vida confortável.
Empenhada e focada em seus objetivos, Danielle sempre enfiou a cara nos estudos em paralelo, ajudava nos afazeres da casa e na plantação do pai, sempre fazendo o possível para ajudar a família. Os pais reconhecendo a garra da garota, juntaram o pouco dinheiro que tinham e a mandaram para concluir os estudos fora. Como eles não tinham muito, o que Dani conseguiu foi bancar a passagem e ao chegar nos Estados Unidos, ela arrumou um trabalho de meio período e deu seu jeito de se manter até que terminasse os estudos.
Danielle vivia um sonho, na medida do possível. Sempre preocupada com o lar e seu regresso, quase não tinha tempo para outras interações sociais até que tudo mudou. Ela conheceu o amor e ele tinha cabelos loiros, um sorriso irresistível e um olhar meio morto, mas ainda assim adorável. Sempre sonhou em viver um amor como o dos pais e acreditou fielmente que o tinha encontrado. Casaram dentro de poucos meses, e o que começou como um furacão, também terminou como um. Não tardou para que as brigas começassem, ciúmes de ambos os lados, conflitos, abajures arremessados... Estava terminado.
Decidida a nunca mais passar por uma relação que considerou como tóxica e abusiva (dos dois lados), Dani regressou para o seu lar, só estava mudada. A mulher focada e meticulosa, havia dado espaço para uma que era jogada, queria viver até o limite, sentir tudo que não tinha sentido e simplesmente se jogar de cabeça. Obviamente, escondeu esse modo impulsivo ao fazer entrevista para a vaga de psicóloga no castelo. Um emprego que traria renome e uma boa condição financeira para que vivesse a vida confortável que tanto almejada. E claro, de quebra ela saberia algumas fofocas reais, quem não gostava disso?
A mulher está no cargo há seis anos. Tempo suficiente para saber como seguir aquela dança com a monarquia, em largos sorrisos, acenos gentis e modos recatados.
CONEXÕES BÁSICAS:
muse a: desenvolveram uma boa amizade dentro do castelo. Como uma pessoa leal, Elle sempre estará disposta a ajudar o/a amigo/a em qualquer empreitada;
muse b: Elle vê a pessoa como alguém completamente infantil, e não consegue passar muito tempo perto dessa pessoa sem perder a cabeça, tudo vira um jogo de provocações e ironias;
emilia inarssdóttir: como filha única, Danielle nunca experienciou um laço fraternal antes de conhecer muse, com quem nutre um carinho de irmã;
muse d: tem alguma coisa nessa pessoa que instiga Elle. Ela não sabe dizer ao certo o que é, mas sempre que se encontram ela se sente tomada e envolvida, suas paredes internas chegam a estremecer na presença desta pessoa
















