Elixir do azar: OLHA A BOLA! CUIDADO!
“Ai!" Gritou ao ser acertado, um pouco tonto por causa do impacto do objeto em sua cabeça. “Droga, por que essas coisas só acontecem comigo? Eu devo ter jogado pedras no tridente de Poseidon, só pode.”

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@pxcxfc
Elixir do azar: OLHA A BOLA! CUIDADO!
“Ai!" Gritou ao ser acertado, um pouco tonto por causa do impacto do objeto em sua cabeça. “Droga, por que essas coisas só acontecem comigo? Eu devo ter jogado pedras no tridente de Poseidon, só pode.”
Elixir da Euforia: vai ter bolo
Bolo?! Eu quero bolo. Nós podemos achar algum aniversariante e cantar parabéns, o que acha? Adoro ver as pessoas fazendo aniversário, é tão divertido.
Soro da Verdade: tem algum crush?
Até alguns dias atrás eu era extremamente apaixonado pela Giovanna mas... passou, tipo, do nada. Agora estou dando um tempo dos crushs.
Elixir da Juventude: o que mais gosta de fazer na escola?
Ficar perto dos meus amigos. Wait, você está falando sobre aulas? Eu adoro estudos naúticos como é de se esperar.
✧・゚accidentally in love 「pacific&giovanna」! ❜
{FLASHBACK}
giovannalefxy:
Aquela sensação estranha que dominava seu peito não queria passar de jeito nenhum. O que havia acontecido com Naena não poderia se repetir, mas o que poderia fazer? Só conseguia pensar nela, em seus lábios macios e nos olhos claros como as águas dos oceanos. Giovanna não fazia ideia do que estava acontecendo, sentia-se como uma boba apaixonada e logo por quem, pela garota com quem mal tinha uma amizade, as duas praticamente só implicavam uma com a outra, tinham seus momentos de paz mas não eram muitos.
Cansada, a Le Fay lutou contra todas as suas vontades de ir atrás de sua paixão e não desgrudar de seu lado nunca mais para caminhar lentamente até seu quarto, onde pôde notar uma visita um tanto estranha bem em frente à sua porta. O garoto não era desconhecido para si, mas Giovanna não sabia como ele havia chegado ali, provavelmente procurava outra pessoa.
“Posso lhe ajudar, criança?” Perguntou ao cruzar os braços, seus olhos viajando dos pés à cabeça de Pacific e então notando o buquê. “Acho que você errou de porta, por falar nisso. As garotas da sua idade ficam no outro corredor… Ou melhor, em outra casa. O que faz aqui na Ostium?”
Pacific sentiu o peito apertar ao perceber quem era a pessoa do corredor, suas mãos soavam frio e sentiu seu rosto queimar, provavelmente estava mais vermelho que os tapetes que cobriam os corredores de Ostium. Além de tudo isso, o mesmo problema de sempre atrapalhava a resposta: as palavras se recusavam a sair, pareciam estar entaladas em sua garganta. Ficou encarando o chão até se acalmar, o que deixou um momento de silencio constrangedor no ambiente.
A palavra criança fez o filho de Ursula considerar fingir que errou a porta mas, não, tinha que honrar a casa em que foi colocado e ter a característica principal: coragem. “Na verdade, pode.” Conseguiu juntar forças para dizer, ainda com o rosto corado. “Só apareci para te trazer esse presente. É uma lembrancinha, nada demais, mas espero que goste.” Se abaixou pegando o buque do chão e erguendo em direção a Giovanna, esperando que ela pegasse. “As garotas de Armis não me interessam e nem as da minha idade, para ser sincero, só consigo pensar em uma pessoa que consegue me despertar algum sentimento.”
Reparou que o bilhete havia se desprendido do buque e tentou esconde-lo com o pé, seria muito vergonhoso para ele que a estudante lesse o que estava escrito na sua presença. Se arrependeu de não ter conseguido fazer um recado elaborado mas, se tivesse sorte, a menina nunca saberia da existência daquele pedaço de papel e o daria uma chance. “Você quer fazer alguma coisa comigo qualquer dia?” Estava impressionado por conseguir dizer algo do tipo, normalmente gaguejaria ou acabaria se perdendo no meio da frase mas, para sua surpresa, aquela saiu certa.
venus-teach:
Por mais que sempre mantesse o ato de garota forte que não sentia falta de casa, Venus sonhava todas as noites com sua vida de pirata, onde tinha amigos e diversão sem limites. Ali, em Ethereal se sentia cada vez menos parte de algo grupal, e cada vez mais solitária. Por mais que a companhia de seu irmão sempre a revigorasse, podia perceber que precisava de algo além daquilo e o seu lado negativo tendia a alerta-la de que o que queria jamais aconteceria. Sabia que provavelmente sua crise era apenas uma dificuldade de adaptação que logo passaria, então sempre que se sentia triste - o que acontecera numa base diária desde a sua chegada à escola na semana passada - caminhava até o lago, onde podia sonhar acordada com os dias no mar alto. Seu susto ao levar um banho d’água, no entanto, foi a coisa mais distante da paz que tivera ali. Um grito alto irrompeu por sua garganta, mais pelo choque do que pelo acidente, e então, assim que secou seus olhos e os abriu deu de cara com o causador daquilo. Respirou fundo e sorriu. “Tudo bem, gritei pelo susto, mas sei que não foi tua culpa.” Respondeu, já tremendo todo o corpo de frio.
“Tá treinando o quê?” Disparou, curiosa.
O grito fez o garoto franzir o cenho, encarando a pirata por pouco tempo com receio de que aquilo tivesse sido um sinal de raiva. No entanto, a preocupação não durou muito, era como se a explicação de que teria feito isso pelo susto tirasse um peso dos ombros do sereiano. “Você não sabe como me sinto aliviado em ouvir isso.” Comentou, dando um suspiro logo em seguida. Assim como a preocupação, o alivio também foi ligeiro e passou quando viu que a garota tremia por estar molhada. “Está com frio, uh?” A resposta era óbvia mas isso não impediu o moreno de perguntar. “Estava treinando para dominar melhor a água mas, como você pode perceber, não está dando muito certo.” Era muito comum as pessoas dizerem o quão incrível era o dom de Pacific mas tudo que o menino conseguia fazer era se questionar para que servia ter nascido com um poder tão incrível se não conseguia controla-lo. “Para sua sorte, já acabei o treino. Agora não precisa mais ter medo de sair daqui encharcada.”
dxmmief:
A água o surpreendeu totalmente, fazendo congelar em seu local. Buscava ali esvaziar sua mente e, assim, utilizou-se do sempre tradicional lago para fazê-lo. O cérebro de Domhnall, quando o rapaz estava acordado, era uma máquina que trabalhava incansavelmente, levando-o a exaustão mental completa. Sendo assim, a calmaria das águas e dos animais que ali navegavam era altamente capaz de lhe relaxar completa. Estava enganado por imaginar que estaria completamente sozinho, pois muitos seres marítimos estudavam em Ethereal e, com isso, aqueles seres gostavam tanto do local aquático quanto o flautista. ❛ Mas quê…? ❜ Bradou, irado com a situação. Seus olhos acompanharam o culpado, sua expressão se intensificado. Estava começando a mudar de cor, indo do pálido tradicional para o vermelho raivoso. ❛ Você molhou meu portfólio!? ❜ A criatura era sinônimo de interesse para Domhnall, mas quando se tratava de seus desenhos, qualquer pessoa que fosse minimamente interessante, passava a ser mero coadjuvante. Pegou sua pasta, buscando um local seco que pudesse utilizar para apoiar as folhas. ❛ Caramba, Pacific! Olha só a merda que tu fez! Eu vou ter de refazer tudo! Você não tem qualquer poder pra secar ai, não? Mas que merda! ❜ Olhava para a criatura aquática e para suas folhas úmidas e perdidas. Se fosse um pouquinho mais idiota, atacaria o sereiano, mas teria uma morte por afogamento quase certa e, portanto, decidiu apenas gritar com o outro.
A situação parecia cada vez pior para Pacific, não tinha a intenção de prejudicar o outro mas as vezes o poder saia do controle. Se sentou na beira do lago com um pouco de receio, sentia que Domhnall lhe atacaria a qualquer momento então deixou a cauda preparada para nadar em caso de necessidade. Ainda não havia tomado coragem o bastante para observar o estrago que a água tinha feito nos desenhos do flautista, era bastante frustrante saber que sempre se metia em confusões do tipo por ser atrapalhado. “Eu sei que não vai adiantar de nada pedir mais desculpas mas saiba que não foi por querer.” Tentou se justificar mesmo com o rosto vermelho do colega comunicando que o perdão estava fora de cogitação. Observou enquanto o prejudicado tentava achar um lugar seco, era quase impossível encontrar algum perto do lago já que não era incomum que o tritão molhasse os arredores enquanto tentava aperfeiçoar suas técnicas. “Acho que você já notou como não sou bom com isso.” Falou, apontando com cabeça para as pequenas poças de água que havia feito sem querer. “Saiba que se eu pudesse ajudar de qualquer forma, eu ajudaria.” Tentou de novo alcançar se desculpar, era tão desagradável saber que havia irritado alguém que acabava absorvendo a energia negativa que se instalava no local.
fairystime:
A resposta surpreendeu a fada. Não esperava que alguém fosse defender o que acontecia ali, e não esperava que quem o fizesse fosse um menino. Um sorriso divertido brotou em seus lábios, fazendo-a rir por um instante. “Ora, ora… Acho que temos um romântico por aqui.” Ela exclamou, se ajeitando mais confortavelmente em sua cadeira. “— Amortentia. O amor verdadeiro em mililitros. Você devia tentar.”
Pacific sempre se considerou romântico, adorava o amor e as coisas que ele levava para a vida das pessoas, por isso deu um sorriso leve com o comentário da menina. “Um pouquinho de romantismo sempre é bom, não?” Agora seu olhar se virava para a fada, surpreso que uma poção era a culpada por toda a confusão. “Não preciso, já tenho a minha garota. Quero dizer, ela não me corresponde mas também não quero que ela me note só por causa de uma poção."
✧・゚accidentally in love 「pacific&giovanna」! ❜
Amor, amor, amor. Era só o que via ao olhar para os corredores da escola, aquilo não o incomodava já que sentia a mesma coisa. No café da manhã havia encontrado a garota de seus sonhos, não conseguia tirar a os cabelos castanhos e o rosto delicado da mente, podia afirmar com toda a certeza do mundo: estava amando. Depois de ter visto tais feições esqueceu completamente das pessoas em volta, até mesmo da ex namorada de quem ainda sentia saudades uma vez ou outra. Passou a manhã inteira tentando acumular coragem para falar com ela, descobriu seu nome e até a casa a qual pertencia. Era de Ostium e, pela primeira vez não sentiu medo de que alguém lhe mostrasse seu lado ruim, pelo contrário, estava disposto a se tornar um vilão por aquela pessoa pela qual estava apaixonado.
Comunicação nunca foi seu forte, o tritão falava demais e acabava sempre se atrapalhando com as palavras, por isso precisou arranjar um outro jeito de mostrar o que sentia. Pegou do jardim algumas flores de cor azul bebê, montando um pequeno buquê e amarrou um pedaço de papel. Pensou por muito tempo no que escreveria, como já sabia, as palavras escritas também não eram sua especialidade. Optou pelo simples, escrevendo: te ver fez meu dia melhor, obrigada.
Agora o problema principal se tornou fazero buquê chegar nas mãos da garota, teria que entrar em território inimigo. Perguntou para as pessoas de Ostium qual era o dormitório e apenas obteve respostas de uma pessoa, que não conteve o olhar desconfiado ao conversar com o sereiano. Conseguiu entrar escondido na área da casa dos vilões, seu estomago estava embrulhado com o medo de ser descoberto, deixando o pequeno presente lá. Percebeu que talvez tivesse sido um erro fazer isso tudo ao ouvir passos no corredor, que fizeram o menino rezar mentalmente para Poseidon ter misericórdia. “Isso não é o que parece” As palavras saíram tremulas e rápidas de sua boca, antes mesmo de ver quem estava próximo.
@giovannalefxy
O lago estava vazio, Pacific gostava de visitar o lugar sozinho. Claro, a calma do lago nem se comparava com o movimento e a presença do mar, mas por enquanto aquilo era o bastante. Sentir a água encostar na sua pele o fazia sentir que pertencia a algum lugar, sentimento que era raro para o garoto que frequentemente se sentia perdido — mesmo que considerasse Ethereal sua casa temporária, ainda não se igualava a um lar. Sua calda preta de tritão só confirmava o que seu nome já dizia: o garoto pertencia ao oceano. Tentava treinar sua hidrocinese, que só parecia funcionar nos momentos raros de concentração, mas logo se distraiu a ouvir passos se aproximando de onde estava, fazendo uma pequena quantidade de água voar para cima da pessoa que agora se encontrava em frente ao menino. “Me desculpa.” A voz soava um pouco assustada ao ver que, como sempre, acabou se metendo em uma situação constrangedora. “Ainda não aprendi muito bem a controlar essa coisa, a intenção nunca foi te molhar.”
Que atirassem a primeira pedra quem nunca pensou em colocar um pouco de amortentia na bebida do seu interesse romântico. Pode ser que alguns poucos nunca tivessem chegado a cogitar a ideia, mas esse alguém não era Autumn. A ideia de colocar uma gota ou duas na refeição de certos príncipes vez por outra cruzava a mente da garota, porém ela nunca teve coragem… Melhor, ela estava presa demais a ideia de ter um final feliz para correr o risco de arruinar tudo antes mesmo de começar. Obviamente, essa preocupação não incomodava o autor da brincadeira já que metade da escola corria atrás um dos outros, choravam copiosamente pelos cantos, ou pareciam quase drogados. Como uma bela dama que havia se tornado, a fada fez sua melhor cara de reprovação, julgando a todos que ali passavam. “— Isso é patético.” Ela comentou para ninguém em especial, enquanto beliscava um pedaço de pão, sem nem conseguir tirar os olhos do que acontecia em volta. Patético ou não, ela estava completamente vidrada, hipnotizada… Era impossível não olhar já que a qualquer instante algo imprevisível podia acontecer.
Pacific não entendia o comportamento estranho de todos, isso tinha afetado até mesmo ele. Mesmo assim não considerava a paixão uma coisa ruim, era até legal ver todos se dando bem e as declarações exageradas que aconteciam a todo momento. Não podia negar, era demasiado estranho ver aqueles que não demonstravam ter sentimentos se dizendo perdidamente apaixonados ou alguns casais um tanto improváveis fazendo juras de amor eterno. “Concordo, é um pouco, mas não de um jeito ruim.” Comentou, sem tirar os olhos da multidão de pessoas apaixonadas. “O que está acontecendo com eles?”
“Fala sério, essa roupa é maravilhosa, estilo é o meu nome do meio.”
“Não disse que está ruim, só que...” Pacific exitou por um momento antes de continuar, não queria falar nada que machucasse os sentimentos da garota. “Eu aprendi a fazer pequenas ondas na água, não é grande coisa mas pretendia te mostrar. Infelizmente essa sua roupa é muito bonita para se molhar, fica para a próxima.”
{FLASHBACK}
cora-triton:
O problema do dom de Cora era que coisas aconteciam o tempo todo, por isso sua sensibilidade era algo constante, como uma dor de cabeça que nunca passava. Estremeceu com as palavras da Fada Madrinha, pressentindo ali um mau agouro. “Sim…” Murmurou baixo e insegura para seu colega de Armis. “Não vamos pensar nisso agora, o que acha de irmos comer algo? Não quero acabar passando mal por não estar me sentindo bem”.
Ao perceber que a resposta da colega de casa havia sido um tanto desanimada se arrependeu de ter perguntado, odiava sentir que fez alguém desconfortável de alguma maneira. “ Está tudo bem?” Resolveu se certificar, a menina parecia um pouco afetada pelo discurso feito mais cedo. “Uma ótima ideia, estou morrendo de fome e vai te ajudar a se sentir melhor.”
dxsdemona:
( flashbak )
Era irritante escutar a voz da Fada Madrinha, falando tão pomposamente e com um sorriso na cara. Desdemona não queria nem estar ali para início de conversa, não queria olhar na cara enjoada dos heróis, mas pelo menos reconhecia algumas faces dos que pertenciam à casa Ostium. Ao escutar uma voz masculina ao seu lado, falando sobre Armis. Ah, um mocinho. ❝ — Os fracos vão para Armis. Os fortes vem para Ostium. ❞ Respondeu, sem olhá-lo na face. ❝ — Claro que não. Por que eu me arrepiaria por uma coisa que eu já esperava?❞
Pacific não pôde conter uma pequena risada que insistiu em sair quando ouviu as palavras proferidas tão secamente de um jeito que só as pessoas de Ostium conseguiam. Preferia se manter afastado dos estudantes da casa, lhe traziam a sensação de estar novamente em contato com os vilões, sentimento que lutou tanto para evitar. “Se você considerar que o bem sempre acaba vencendo o mal, sua afirmação se torna completamente sem sentido.” A mania de não controlar as palavras que saiam de sua boca mais uma vez fez o garoto dizer coisas que seriam melhores não serem ditas. “Porque hoje foi a confirmação de que é real, um conflito vai realmente acontecer.”
{FLASHBACK}
missxalina:
Sim, apesar de eu estar gostando imenso das férias, é bom estar de volta aqui e rever alguns amigos. Este ano foram vários os que entraram na Armis, o que é ótimo! - Ela sorriu largamente para o moreno. - Sim… não deixo de estar preocupada com isso, é bom ficarmos alertas mas não nervosos, para não assustarmos os mais pequenos.
“Minhas férias não fazem tanta falta, me sinto bem melhor quando estou em Ethereal. Mal posso esperar para ver os pequenos crescendo, com certeza vão ser grandes heróis.” Deu um pequeno sorriso para retribuir o da loira. “É difícil não ficar nervoso mas prometo que vou tentar, seria péssimo fazer com que as crianças tivessem esse tipo de susto no primeiro ano de estudo.”
{FLASHBACK}
laurxl:
“É incrível.” Laurel comentou bobamente, encantada demais para processar corretamente tudo o que a circundava. Um sorriso animado preenchia-lhe a face, e a garota virou na direção do rapaz após ouvir a pergunta. “Nah, eu estou acostumada com gente pessimista… Sabe como é, pai super protetor.” A última frase veio acompanhada a um desdenhoso rolar de olhos. “De qualquer forma, o mal sempre rondou Iraz. Isso não é, bom, exatamente uma novidade.” O dar de ombros que se sucedeu foi uma maneira de demonstrar que aquilo não valia tanta preocupação assim.
“Não é? Acho que fico até mais animado que eles.” Deu uma risada baixa ao ver a animação da outra, era bom ver que não era o único que se entusiasmava com aqueles momentos. "Minha mãe também costumava ficar bastante no meu pé, agora tenho um pouquinho mais de espaço.” Não queria entrar no complicado assunto de como ele teria cortado relações com Ursula, então preferiu omitir essa informação. “Mas dessa vez parece mais serio, a Fada Madrinha até nos alertou. Ela não faria isso se a situação não estivesse um pouco preocupante, faria?”
{FLASHBACK}
khadcheshire:
“ Com certeza me arrepiei, o que será que está acontecendo?…não me ache medrosa please, eu só tenho curiosidade. ” Era evidente notar que a loira realmente tinha medo de que seu primeiro ano fosse um desastre, ainda mais após tal anúncio feito pela Fada Madrinha. “ É minha primeira vez aqui no ensino superior…com os alunos mais velhos, mas devo admitir, estou adorando tudo isso, e aliás prazer sou a Khad. ”
“Estou tão desinformado quanto você, passei minhas férias viajando de um lado para o outro, estou por fora de qualquer novidade. Mas fique tranquila, com certeza daqui a algumas horas todos nos corredores irão comentar sobre isso, não será muito difícil se informar.” Comentou, lembrando de como as noticias corriam rápido em um lugar cheio de adolescentes curiosos. “E como está se sentindo sobre tudo isso? Te prometo que nada vai mudar muito, talvez só as novas amizades. Prazer, Khad, sou Pacific.”