Blog principal: Letras e Cenas
No title available

ellievsbear
Monterey Bay Aquarium
occasionally subtle
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
I'd rather be in outer space 🛸
One Nice Bug Per Day
cherry valley forever
Keni

JBB: An Artblog!
🪼

Janaina Medeiros
hello vonnie
Misplaced Lens Cap
Game of Thrones Daily

Kaledo Art

roma★
YOU ARE THE REASON

#extradirty
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

seen from T1

seen from Hong Kong SAR China

seen from United States
seen from United States
seen from Poland
seen from France
seen from Malaysia

seen from United States
seen from Malaysia

seen from United States

seen from Malaysia

seen from United States

seen from Austria
seen from France
seen from France
seen from Germany

seen from Malaysia
seen from Netherlands
seen from United States
seen from United Kingdom
@que-tal-ler
Blog principal: Letras e Cenas
Commando - Johnny Ramone - 2013
A incrível história de Johnny Ramone, punk até depois de morto! Calça jeans surrada, camiseta do Mickey, jaqueta de couro perfecto, tênis, a franja cortada impecavelmente. Os Ramones subiam e faziam história no palco sob o comando de John Cummings, que muito cedo largou esse nome para se tornar o legendário guitarrista Johnny Ramone. Lançada oito anos após a sua morte, a obra mostra como o menino considerado o delinquente do bairro, que bebia o dia inteiro e nem queria fazer parte de uma banda, se tornou referência na história da música para sempre. Da preferência por Elvis Presley, filmes de terror, o seriado “Jeannie é um gênio” ao amor inegável por sua banda, Commando é um convite irrecusável para entrar na vida e na cabeça do cara que escreveu a cartilha do punk.
O PROCESSO - J. W. Rochester // Arandi Gomes Teixeira - 2003
Partindo de um julgamento supostamente injusto, Rochester aproveita para desenvolver em profundidade a filosofia das múltiplas vidas.
Através da personagem Juan Gadelha, analisando o seu passado, ao lado de tantos outros envolvidos no processo natural da reencarnação (que nos alcança a todos, queiramos ou não), neste planeta que nos serve de morada, hospital e escola, nosso caro autor vai desenvolvendo de forma objetiva, romântica e romanceada, mais uma história, levando-nos por caminhos nos quais deparamos conosco mesmos inúmeras vezes...
Mais uma vez, ao seu lado, sorrindo, complacente, nossa carissima Fata Morgana permite-lhe o providencial acesso a arquivos tão antigos quanto valiosos...
Carlos Drummond de Andrade - Seus Ombros Suportam o Mundo
(...) O Buda falou às crianças sobre a amizade que havia entre um cervo, uma ave pega - um pequeno corvo de riachos - e uma tartaruga. Ele contou a elas que a história havia se passado há vários milhares de anos, quando, numa vida prévia, ele fora um cervo. As crianças olharam-se surpresas, mas ele explicou: "Em vidas anteriores, nós todos já fomos terra, pedras, orvalho, vento, água e fogo. Temos sido musgos, capins, árvores, insetos, peixes, tartarugas, pássaros e mamíferos. Vi isto, com toda clareza, em minhas meditações. Assim, em uma certa vida, fui um cervo. É algo absolutamente comum. Também posso lembrar-me de uma vida na qual fui uma rocha, entalhada no pico de uma montanha e de outra em que fui uma ameixeira. É assim com cada um de vocês. A história que lhes vou contar é sobre um cervo, uma ave, uma tartaruga e um caçador. Talvez uma de vocês tenha sido a ave, outra a tartaruga...
"Nós todos já vivemos em eras nas quais ainda não existiam seres humanos, ou mesmo pássaros e mamíferos sobre a Terra. Havia somente plantas marinhas, árvores e vegetais cobrindo a superfície da Terra. Naqueles tempos, podíamos ter sido pedras, sereno ou plantas. Depois disso, experimentamos vidas como pássaros ou todos os tipos de animais e, finalmente, como seres humanos. Neste momento, somos mais do que apenas seres humanos. Nós somos arroz, tangerinas, rios e ar, pois, sem cada uma destas coisas não poderíamos existir. Quando vocês, crianças, virem o arroz cultivado, cocos, tangerinas e água, lembrem-se de que, nesta vida, vocês dependem de muitos outros seres vivos para a sua própria existência. Estes outros seres são parte de vocês. Se puderem enxergar isto, experimentarão a compreensão e o amor verdadeiros. (...)
Livro: Velho Caminho, Nuvens Brancas
Autor: Thich Nhat Hanh
Capítulo 20: O Cervo
Página: 112 e 113
VELHO CAMINHO, NUVENS BRANCAS - 1987
Considerada a melhor e mais fidedigna biografia jamais escrita sobre a vida do príncipe Sidarta Gautama, o Buda Sakiamuni, narrando os fatos e acontecimentos históricos desde o seu nascimento até seu passamento, tornou-se um best-seller mundial irreprimível, com milhões de exemplares vendidos somente nos Estados Unidos.
Encontramos, aqui, o contexto histórico detalhado, os acontecimentos e as condições que produziram um dos maiores sábios da humanidade, além de ensinamentos espirituais que, desde dois milênios atrás, ainda hoje, continuam a inspirar pessoas em todo o mundo.
Thich Nhat Hanh, em seu inigualável estilo poético, dotado de uma simplicidade profunda e comovente, além de reconstituir e narrar a vida de um dos maiores mestres da humanidade, ele transmite ao leitor a essência viva destes ensinamentos maravilhosos, voltados à compreensão, à paz, à alegria e ao amor.
Thich Nhat Hanh (1926-2022), foi um monge budista vietnamita e um dos maiores mestres budistas de todos os tempos. Nos seus últimos anos, passou a trabalhar ao lado de S.S. o Dalai Lama em favor da paz, do amor, da generosidade e da compaixão. Poeta, pacifista, um dos escritores mais lidos e vendidos mundialmente, por sua vida dedicada à paz e à reconciliação, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz, em 1967, por Martin Luther King Jr. Com esta obra, “Velho Caminho, Nuvens Brancas”, críticos literários especializados, colocaram Thich Nhat Hanh como pertencente ao rol dos vinte maiores escritores da história da humanidade, juntamente com William Shakespeare, Lev Tolstói, Vítor Hugo, Fiódor Dostoiévski, Miguel de Cervantes, Charles Dickens, Luís de Camões, Dante Alighieri, Mark Twain, Marcel Proust, etc. É autor de livros magníficos, tais como: “Ação Pacífica, Coração Aberto – As Lições do Sutra do Lótus”; “O Coração da Compreensão” e “Transformação e Cura – Os Quatro Estabelecimentos da Mente Atenta”, todos publicados e disponíveis pela Editora Bodigaya, além de mais de cem outras obras traduzidas para praticamente todos os idiomas do planeta.
“Inclui muitas das dificuldades que o Buda enfrentou durante sua vida, sejam elas provenientes da sociedade em geral ou da sua comunidade de discípulos. Se o Buda aparece neste livro como um homem próximo de nós, isso é, em parte, graças a tais dificuldades aqui recontadas.” – Thich Nhat Hanh.
Mordaça: Histórias de música e censura em tempos autoritários - 2021
O livro reúne alguns dos casos mais emblemáticos sobre o incessante embate entre música e censura, arte e autoritarismo, no Brasil. Escrito a partir de depoimentos exclusivos de alguns dos nomes mais importantes da música brasileira, colhidos pelos autores entre 2018 e 2021, Mordaça é um registro amplo e contundente.
Recheado de personagens marcantes e casos surpreendentes, dramáticos, trágicos ou até engraçados, mas sempre narrados com uma linguagem leve, o livro demonstra como artistas foram perseguidos e silenciados e como fizeram para burlar os absurdos impostos pela censura.
Nas páginas de Mordaça, histórias de personagens de gerações e gêneros musicais tão distintos quanto Chico Buarque (que explica, por exemplo, como o samba "Apesar de Você", aprovado por engano, foi o estopim de seus problemas com a Censura nos Anos de Chumbo) e Philippe Seabra (da banda Plebe Rude, que, já no período de abertura política, teve a audácia de escrever uma música intitulada "Censura"); Paulo César Pinheiro (que misturava suas letras às de outros autores da gravadora para conseguir as liberações) e Leo Jaime (que fala sobre sua hilária relação com a censora Solange Hernandes, a Dona Solange); Beth Carvalho (em uma de suas últimas entrevistas) e Jorge Mautner (que conta que, quando esteve preso, os militares tentaram lhe dar LSD como parte de um "experimento"); Geraldo Azevedo (que dá a sua visão sobre o que aconteceu com outro Geraldo, o Vandré, além de relatar as diversas torturas que sofreu enquanto esteve preso pelos militares) e o ex-funcionário da RCA, Genilson Barbosa (que diz como fazia para subornar censores); Gilberto Gil (que compara os censores a guardas de fronteira) e BNegão (que, fazendo uma ponte com o presente, denuncia um caso de censura ao seu show no Mato Grosso do Sul, em 2019).
Muitas vozes saem das páginas deste valioso registro histórico-musical. Vozes que servem como alerta para todas as gerações e que devem ser escutadas em tempos de censura velada ou no caso de a censura oficial voltar a assombrar o Brasil.
Depoimentos Exclusivos
"Acho que toda aquela marcação com o meu nome começou mesmo quando aprovaram a letra de ʻApesar de Vocêʼ" - Chico Buarque
"As pessoas mais inteligentes não entram na atividade da censura porque é uma atividade bastante ridícula" - Caetano Veloso
"Ele não resistiu e morreu por lá mesmo, do nosso lado. Estávamos encapuzados, não víamos nada, mas ouvimos a conversa dos torturadores" - Geraldo Azevedo
"Lembro que, no dia do golpe, os vizinhos acenderam velas em apoio aos militares. Engraçado como o Brasil não muda mesmo" - Joyce Moreno
Personagens Marcantes
Chico Buarque, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Ivan Lins, Paulinho Da Viola, Beth Carvalho, Caetano Veloso, João Bosco, Nelson Motta, Carlos Lyra, Marcos Valle, Jards Macalé, Edu Lobo, Ricardo Vilas, Geraldo Azevedo, Joyce Moreno, Solano Ribeiro, Paulo César Pinheiro, Eduardo Gudin, Martinho Da Vila, Leo Jaime, Bnegão, Alceu Valença, Clemente Nascimento, Rildo Hora, Genilson Barbosa, Jorge Mautner, Odair José, Evandro Mesquita, Philippe Seabra, João Carlos Muller.
Para ampliar o envolvimento com as histórias, o leitor poderá desfrutá-las ao som da playlist que preparamos com todas as músicas citadas no livro.
Nos Bastidores do Reino - 1995
Este livro volta às livrarias 25 anos depois de sua proibição e de ter sido liberado pela mesma juíza que o proibiu. Mais que revelar os incômodos e chocantes segredos da Igreja Universal do Reino de Deus, ele relata de forma literária, humana e comovente a história de um jovem menino negro que se tornou um dos mais carismáticos pastores da instituição, conheceu dentro dela a opulência e a glória, sonhou com o paraíso, caiu em desgraça e tornou-se um marginal drogado em Nova York, de cujas ruas se ergueu, renovado, depois de ter comprado uma arma e planejado matar Edir Macedo. Teve-o na mira, mas não apertou o gatilho.
Despido de dor e ressentimento, exilado na mesma cidade onde quase se perdeu, ele voltou de sua descida ao inferno e, pacificado, já não pensa em vingança, mas apenas em reeditar seu testemunho, como um alerta para todos.
Não é apenas um livro-denúncia. A própria teologia está em debate. Estamos em frente à pureza e à verdade do ideal cristão. São escritores como ele que podem nos salvar e iluminar caminhos. Faça bom fruto das palavras de um homem que viu de tudo, viveu os extremos, e pode ser considerado, em teoria, um heroi. (Marcelo Rubens Paiva - escritor).
"Sexo, dinheiro e drogas se confundem, no mesmo púlpito, com orações e salmos de Davi." No final, a redenção. É disso que trata este livro. É com o mesmo orgulho que o relanço, 25 anos depois. Que cumpra com sua função. (Luiz Fernando Emediato - editor).
SOBRE O AUTOR: MÁRIO JUSTINO nasceu em São Gonçalo, RJ, em 1965. Foi colunista freelancer do jornal “The Brasilians”, voltado para a comunidade brasileira em Nova York, onde ainda vive e trabalha na área social.
"De quantos tormentos se poupa aquele que sabe se contentar com o que tem, que vê sem inveja o que não tem, que não procura parecer mais do que é. Ele está sempre rico porque, se olha para baixo de si, em lugar de olhar acima, verá sempre pessoas que têm menos ainda; é calmo, porque não cria para si necessidades quiméricas, e a calma, no meio das tempestades da vida, não será felicidade?"
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo 5
Parágrafo 23
ENTRE DOIS MUNDOS (A história da Atlântida e da Lemúria perdida) - 2006
Entre as civilizações perdidas do planeta, não há outra que desperte mais fascínio que a Atlântida, seguida de perto pela Lemúria. Esta obra contém dois livros que constituem a mais autêntica e fascinante descrição, já reunida, da Atlântida. Não se trata de pesquisas convencionais, ou especulações, mas de depoimentos reais de um clarividente de reconhecida seriedade, e de um ex-habitante de Poseidônis, a última ilha atlante.
O texto de W. Scott-Elliot é um clássico: o mais abrangente e esclarecedor sobre a totalidade da civilização atlante, a quarta raça raiz planetária. Sua descrição das sub-raças, suas características, localização e expansão; a cronologia exata, pela primeira vez devidamente esclarecida, dos quatro sucessivos afundamentos do continente atlante; os mapas que caracterizam cada um dos períodos respectivos; as migrações que vieram a originar culturas tão diversas como a dos egípcios, gregos, maias, incas, peles-vermelhas, e as inúmeras informações sobre a magia e a decadência daquela grande raça etc., tudo permite qualificá-lo como o painel definitivo mais importante da literatura espiritualista sobre a civilização atlante. O autor é um clarividente inglês reconhecido no meio teosófico, e sua pesquisa foi feita diretamente nos registros akáshicos (a memória da natureza), uma garantia de autenticidade e sobriedade.
O texto do espírito Phyllos traz o depoimento real e emocionante de um atlante da última fase; um habitante de Poseidonis que relata suas aventuras e desventuras, amores e dramas em paralelo à mais precisa e detalhada descrição do último reino atlante seus costumes, tecnologia, sistema educacional e político, arquitetura e urbanismo, espiritualidade, naves aéreas, suas colônias americanas - e sua decadência e catástrofe derradeira. Essa obra, inspirada a um jovem sensitivo de 17 anos, tornou-se um clássico da literatura da nova era de lingua inglesa, e pela primeira vez surge no Brasil.
Rom, Cavaleiro do Espaço - Revista 26 (Outubro de 1981)
Consolo na praia - Carlos Drummond de Andrade - 1945
Monstro do Pântano 6 - Fevereiro de 1980
(...)
"Ora, se o próprio Deus não impede o homem em sua evolução positiva ou negativa nem extermina nenhum mau por ser mau, como poderia o homem fazer o que Deus não faz? Verdade é que o próprio homem livremente mau pode auto-exterminar-se, se não se tornar bom antes do termo final do seu ciclo evolutivo; mas esse extermínio não deve vir de fora dele. Tamanha é a insipiência de certos homens que tentam arrancar o joio do meio do trigo para que morram todos os maus e sobrevivam tão-somente os bons - os bons matadores! Segundo essa filosofia, devia a terra ser habitáculo exclusivo dos bons matadores, livre dos maus matados. Se é grande a boa vontade desses 'bons', nula é sua sabedoria."
Livro: A Sabedoria das Parábolas
Autor: Humberto Rohden
Capítulo: Parábola do joio e do trigo
Páginas 44 e 45
🦉