Matheus Moreira Brito de Andrade - 241042121
Fala, pessoal! Tudo certo? Eu sou o Matheus, tenho 23 anos e sou natural de Aracaju - SE. Apesar de ter nascido lá, já moro em Brasília há 10 anos.
A minha história com a saúde e com os princípios da Atenção Primária à Saúde (APS) começa ainda na infância. Quando morei no interior de Sergipe, em Boquim, minha avó materna, Dona Raimunda, foi diretora da Maternidade local. Acompanhar a minha avó lidando com a gestão e o atendimento direto à comunidade foi o que despertou meu interesse pela área.
Apesar dessa bagagem, confesso que iniciei a disciplina com um certo receio, sem saber exatamente o que esperar da dinâmica das aulas. No entanto, ao longo do ano e com o desenvolvimento das atividades, fui surpreendido positivamente. Minhas expectativas não só foram atingidas, como foram superadas.
Foi enriquecedor ter esse contato direto com os cenários da APS, o que expandiu minha visão sobre uma Medicina focada no vínculo e na integralidade. Para fechar, atuar no grupo dos “REAIS” foi excelente; apesar de já sermos amigos, o semestre proporcionou ótimos momentos e aquelas resenhas (não fracas), o que acabou nos unindo ainda mais.
Arthur Hozana Alves - 242020183
Olá, me chamo Arthur, mas todos chamam pelo meu sobrenome Hozana. Tenho gostado muito desse semestre e a matéria de APS é parte importante disso, pois tem sido muito maneira e muito prática, o que deixa tudo mais divertido.
Nasci em Águas Claras, mas minha família vem do Gama, cidade onde fui criado e fiz o ensino médio. Meu avô veio de Goiás a Brasília em busca de emprego, trabalhou como candango e, posteriormente, ingressou no Ministério da Saúde, órgão onde trabalhou até a aposentadoria. Todos os seus sete filhos seguiram seus passos se tornando servidores públicos. Minha tia Hercilene seguiu sua carreira como enfermeira na UBS 1 do Gama e minha tia Anelina como enfermeira no Hospital Regional do Gama. Minha mãe, Alcinda, ingressou no Ministério da Saúde e conheceu meu pai, seu colega de trabalho Hamilton. Os dois continuam trabalhando no Ministério até hoje, construindo uma história de 40 anos no SUS. Acredito que toda essa vivência tenha sido determinante na minha construção como pessoa e tenha acendido um amor pelo SUS e pelo trabalho em saúde.
Gustavo Rocha Furtado - 242007010
E aí rapaziada, tudo bem? Sou o Gustavo, mas podem me chamar de Gugu. Tenho 19 anos e sou aqui de Brasília mesmo, morei boa parte da vida no Guará e em Taguatinga, mas fiz parte do ensino médio em Ribeirão Preto no interior de São Paulo.
Eu sempre fui muito ligado ao esporte, o que me ajudou a fazer muitas amizades e entender a importância da saúde no dia a dia. Escolhi a medicina porque quero poder ajudar as pessoas em grande escala.
Vejo na APS o cenário ideal para aplicar o que me motivou a fazer medicina: o cuidado próximo e longitudinal. Minha percepção sobre o sistema de saúde foi moldada pelo meu próprio território, vivendo ao lado do Centro de Saúde nº 2 do Guará. Essa experiência de 'vizinho do SUS' despertou meu interesse em entender como os serviços de saúde se integram à realidade da população, algo que pretendo explorar durante esta disciplina.
Arthur Osório de Souza Dias - 242006934
Meu nome é Arthur Osório, atualmente tenho 19 anos, sou natural de Brasília, e morei aqui minha vida toda me formei no CMB. Meus interesse são amplos além da medicina, como por exemplo ouvir música e jogar basquete. Sou competitivo e gosto de temas difíceis, e ciência. Cursar medicina é um sonho se realizando por me dar a oportunidade de entender o corpo humano
Nesse semestre na Atenção Primária à Saúde, minha expectativa é traduzir o rigor técnico da matéria busquei para a realidade prática do cuidado. O objetivo é compreender como a ciência se materializa no cotidiano da comunidade escolar, saindo da abstração teórica para entender a complexidade social e humana que sustenta o SUS. Busco, acima de tudo, aprender a ouvir e a intervir com a mesma precisão que dedicava às competições, mas agora com um foco inteiramente voltado para o bem-estar coletivo.
Luís Felipe Nogueira Roberti - 242041700
Olá, sou o Luís Felipe, tenho 23 anos e sou conhecido também como Pipe, Luís ou Lipe. Sou natural de Resende, cidade do interior do Rio de Janeiro. Ao longo da minha vida, morei em diversos estados e cidades brasileiras, mas atualmente vivo em Brasília pela quarta vez, especificamente na Asa Norte, com meus pais e meu irmão.
Minha jornada na medicina teve início em 2019, quando morava em São Paulo. Nessa época, tive grande proximidade com meu primo que, então, cursava o 6º ano de medicina. Sendo ele o único familiar na área da saúde, tornou-se meu principal incentivador ao me apresentar a rotina e os detalhes do curso. Após um período intenso de estudos em cursos preparatórios e vestibulares, tive a oportunidade de residir no exterior por dois anos, na Guatemala.
Na Guatemala, iniciei a graduação em medicina em uma universidade pública. Foi uma experiência onde pude aprender sobre a saúde pública local e compreender o funcionamento da atenção à saúde em diferentes etnias e culturas (tema que posso aprofundar em outra oportunidade).
Ao retornar ao Brasil, consegui a transferência para a Universidade de Brasília (UnB). Agora, no segundo semestre, fui introduzido ao cenário da Atenção Primária à Saúde (APS). Admito que, anteriormente, meu conhecimento sobre essa área limitava-se às informações veiculadas em jornais e programas televisivos.
Tenho evoluído bastante com o conteúdo e estava com expectativas muito positivas para a matéria de APS, compreendendo melhor sua estrutura e modos de operação. Acredito ser fundamental que todas as pessoas aprofundem seus conhecimentos sobre esse nível de atenção, que é um sistema impressionante e serve de modelo para diversos outros países.
Eduardo Rodrigues Marciano Silva - 241041868
Fala rapaziada, eu sou o Eduardo, ou Dudu, e tenho 20 anos. Sou natural de Brasília e atualmente moro no Cruzeiro Velho. Gosto muito de arte, música, cinema, esportes e cultura, e inclusive sou guitarrista de uma banda. Sempre me interessei pela medicina, pois gosto dos assuntos e tenho a vontade de ajudar o próximo. Espero que o curso ainda ofereça muitas experiências enriquecedoras. Minhas expectativas para a matéria eram que ela contribuísse para que eu pudesse aprofundar meus conhecimentos e desenvolver habilidades para que, futuramente, eu possa atuar profissionalmente, aplicando a teoria aprendida em benefício da comunidade e contribuindo para a melhoria do sistema de saúde.