âĂ fĂĄcil amar o outro na mesa de bar, quando o papo Ă© leve, o riso Ă© farto, e o chope Ă© gelado. Ă fĂĄcil amar o outro nas fĂ©rias de verĂŁo, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendĂĄrio de vez em quando. DifĂcil Ă© amar quando o outro desaba. Quando nĂŁo acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerĂȘncia. O rebolado.â
â Ana JĂĄcomo.


















