@rxnniebriel

JVL
Sweet Seals For You, Always
hello vonnie
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Jules of Nature
Stranger Things

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Discoholic 🪩
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cherry valley forever

titsay

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Andulka

@theartofmadeline
Lint Roller? I Barely Know Her

Love Begins
Three Goblin Art

⁂
d e v o n
he wasn't even looking at me and he found me

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@rxnniebriel
@rxnniebriel
Mantinha seus olhos atentos ao primeiro artigo que o grupo de ciências recebera para leitura semanal. Era absolutamente incrível a existência de uma lua em Saturno que exalava vapor de água, se a ciência continuasse naquele ritmo, em 2020 as pessoas teriam suas próprias casas em Marte ou planeta do tipo. Atentava-se aos detalhes da leitura, vez ou outra pesquisando no dicionário o significado de algumas palavras até então desconhecidas pela alemã, ou mesmo comendo um saco de biscoitos escondido em seu casaco, a fim de que a responsável pela biblioteca não a visse comendo próxima de livros centenários e no horário de trabalho. O fato é que os fins de tarde eram quase todos ocupados por horários fixos na principal biblioteca do campus, o que parecia ser ótimo e, mesmo sendo apenas seu segundo dia, se sentia a maior conhecedora do ambiente. A morena estava com seus olhos azuis tão focados na leitura e na receita bem executada de biscoitos que mal percebeu a presença de alguém em sua frente. Ao finalmente notar a sombra, ergueu seu olhar lentamente até se deparar com alguém que não se tratava de sua supervisora, o que fez com que soltasse um longo suspiro aliviada. “Oi, eu sou a Lina” apontou para o crachá prateado “Posso te ajudar com alguma coisa? Ah e se veio pela leitura e interpretação de Sonho de uma Noite de Verão, foi atrasado em…” virou de costas para elx por um instante, com a finalidade ver o relógio pendurado na parede atrás de si, confirmando o que precisava e que além daquilo, seu turno encerrava em cinco minutos “Uma hora. Vai começar as 19h15, não mais 18h15 como marcado.”
Curiosamente, a Briel havia achado uma mais nova vítima para torturar maldosamente e, para sua sorte, ela era caloura e aparentemente ingênua. Pois bem, a razão do desejo repentino? Lina havia roubado seu holofote durante a reunião do clube de ciência e não ser o centro das atenções realmente a irritava; para liberar a tensão, necessitava fazer alguém chorar. Não foi difícil alcançar seu propósito, apenas precisou sorrir simpaticamente e proferir cinco palavras cruéis para uma esquisitona qualquer e voilà, lá estavam as lágrimas salgadas escorrendo. Em questões de poucos segundos já sentia-se revigorada, ser má não era tão ruim quanto parecia. Contudo, a feição alegre em seu rosto caiu ao avistar a estrangeira ocupando uma das mesas da biblioteca. Embora pretendesse passar o resto de suas horas estudando, sabia que não conseguiria concentrar-se nas anotações, sua cabeça não a deixaria em paz. Escutando os saltos contra o chão, Ronnie caminhou até a outra, se não pode vencê-los, junte-se a eles. Entretanto, era óbvio que poderia vencer qualquer um, só queria conhecê-la melhor antes. Surpreendeu-se ao não ser notada automaticamente, será que estava perdendo o posto de pessoa mais influente, bonita e inteligente do campus? Limpou a garganta delicadamente, tentando chamar a atenção alheia e magoando o próprio orgulho. ‘ Eu sei. ’ Sequer esperou o convite, a universitária logo tratou de puxar uma cadeira para si, marcando o território. ‘ Não! Nós estamos no clube de ciências juntas, lembra? ’ Colocou um sorriso falso no rosto, esforçando-se para disfarçar a revolta. ‘ Veronica Briel. ’ Estendeu a mão direita para cumprimentá-la, mas antes que pudesse fazê-lo, a recolheu, preferindo vasculhar a bolsa em busca do panfleto de ciências. ‘ Aqui. ’ Chacoalhou levemente o pedaço de papel, depositando-o sobre a mesa logo em seguida. ‘ Pensei em conversarmos sobre e em te fazer companhia. Ser caloura é péssimo, você deve estar super solitária. ’
xamelynx·:
Amelyn culpava seu tempo no reformatório por seu defeito em querer ser competitiva contra pessoas que não havia a mínima chance. Durante os dois anos que passara em LaGrange, as mais duronas valentonas se aproveitavam das fraquzas da fazendeira e ela aprendera com o tempo a defender-se apenas utilizando as palavras, afinal, não tinha força física. Entrou na universidade torcendo para que aquilo pudesse ser utilizado como uma vantagem sobre os conflitos que imaginou que teria com garotas mais populares e bem vestidas que ela, mas na realidade, toda vez que encontrava-se com Veronica, parecia que até mesmo sua mais maldosa fala não fazia nem cócegas na garota. Era por isso que encontrava-se ali, parada, e sem palavras após a última frase e toque inapropriado dela em seu cabelo. Ela conseguia sentir toda a maldade sendo transmitida apenas pelas pontas dos dedos que haviam tocado nos fios negros de seu cabelo. Afastou-se um pouco e assentiu. “Tudo bem, se é assim que quer que seja, veremos amanhã. Mais pessoas usando salto ou mais pessoas usando camisa xadrez? Que vença a melhor.”, comentou, tendo absoluta certeza de que a primeira coisa que faria naquela noite era pedir encarecidamente para que todos da sororidade trajassem-se com a camisa no dia seguinte. “Deixo até você escolher o que o perdedor terá de fazer.”, arriscou-se, sabendo que as chances de perder eram grandes, porém, para ela, a esperança era a última que morria.
Observando o afastamento, a Briel comemorou internamente, experimentando uma espécie de vitória. Conseguia ser uma verdadeira megera, porém, havia sido criada para a perfeição; sendo assim, jamais aceitaria que roubassem sua coroa. Por trás do semblante maldoso escondia-se uma menina amedrontada e sozinha, poucos eram aqueles que a conheciam verdadeiramente. ‘ Que vença a melhor. ’ Concordou, sempre caía de cabeça nas competições, mesmo que fossem extremamente irrelevantes. Mas, precisava demonstrar para a fazendeira o quão perigoso era adentrar em seu território. ‘ Está tão confiante assim, Amy? ’ Os lábios de Veronica curvaram-se em um sorriso simpático, entretanto, apenas idiotas deixariam de notar o resquício de maldade em sua voz. Jogos eram sua especialidade; nem sempre fazia questão de jogar limpo, pois bem, era um lobo em pele de carneiro. ‘ O perdedor terá que fazer as vontades do vencedor por três dias completos. ’ Estendeu a mão novamente, como se estivessem prestes a firmar um contrato.
runningbackalex·:
Aproximou-se do balcão retribuindo o sorriso gentil da atendente, que não fazia ideia da gorjeta gorda que ganharia ao final do atendimento devido a desculpa perfeita por sair das garras de Briel. Não é que ela fosse uma pessoa insuportável de se conviver, a não ser que você tenha algo que ela quer e se recusa a dar. O que era exatamente o caso. Abriu a boca para fazer seu pedido, mas a0ntes de ter a morena se aproximara novamente, sorriu como quem pedia desculpa para a atendente virando-se para - O que? - Riu da pergunta feita, percebendo que era uma dúvida legítima - Não acho que a Christy precise de plástica. E pra deixar bem claro ela não fez. - Apoiou no balcão virando-se para ela enquanto falava, vendo os rostos nervosos e murmúrios se formando na fila atrás deles. - Já que está aqui, porque não faz seu pedido também, por minha conta. - Olhou dela para a atendente. - Quero um Machiatto e dois donuts. E você? - Esperou que ela fizesse o pedido e realizou o pagamento ainda sim deixando gorjeta para a moça, ela não tinha culpa da persistência de verônica.
Arrancando um riso de Alexander, sorriu simpática. Não esperava outra reação senão aquela, sua pergunta havia sido um tanto estúpida, porém, encaixava-se na narrativa. ‘ Bem, eu não tenho uma bola de cristal. ’ Deu de ombros, por pouco não rolando os olhos de forma dramática. Como iria saber? Plásticas estavam em alta e, querendo ou não, nem todos possuíam dinheiro para pagar um bom cirurgião. Mas, de acordo com o rapaz, Christy não precisava de alterações. Pois bem, cada um com sua opinião. ‘ E há quem fale que o cavalheirismo está morto. ’ Elogiou, quase tocada com a gentileza alheia. Talvez aprendesse que nem todas relações humanas eram baseadas em trocas. ‘ Um suco de melancia e gengibre. ’ Deixando a cafeína para trás, a Briel pediu. Sequer sabia se o estabelecimento possuía aquele tipo de bebida, porém, ela queria. Por razões de pura paranoia e repressão materna, jamais seria vista com donuts em mãos, sua luta contra os carboidratos era extensa — embora roubasse, às vezes, os biscoitos da dispensa. ‘ Como consegue comer essas coisas, Neumann? ’ Questionou, esperando pelo pedido. Porém, não foi preciso aguardar muito pelo suco, os atendentes haviam sido rápidos, certamente queriam evitar a fúria dos outros clientes. Bebericou levemente da bebida, deparando-se com um gosto... exótico. E não poderia reclamar, a culpa era sua por ter pedido algo tão estranho.
FLASHBACK.
@rxnniebriel
mccoyt·:
Em meio ao vapor e os próprios respingos provindos do cabelo úmido, Tyler apertou os olhos na tentativa de localizar a direção de onde estava vindo a voz de sua carrasca. Apesar do timbre quase melodioso da Briel poder ser confundido em algum momento com qualquer um que já ouvira no campus, com certeza aquele tom seguia um caminho completamente contrário. Não que a conhecesse tão bem; estava longe disso, com toda a sinceridade. Para homens práticos e não muito preocupados com profundidade interpessoal como o McCoy, entender Veronica era como uma trilogia literária de setecentas páginas: muitas nuances, figuras de linguagem, sequências e detalhes para analisar. Necessita-se de tempo e dedicação, o que dificilmente sentia que a estudante permitia-se dar aos outros. Dessa forma, preferia manter-se tranquilo quanto à relação superficial que tinham, apesar de gostar de graça da outra, já que não tinha motivo algum para fazê-lo. Talvez Veronica despertasse em Tyler uma curiosidade da qual os livros de administração faziam questão de afastá-lo com conteúdos muito mais complexos. Ela ainda seria apenas ela, em sua forma mais simples e malvada de ser, e ele estranhamente parecia gostar. Os olhos azuis finalmente captaram uma silhueta atrás da pilastra da lateral esquerda, e foi onde fixou-os ao rir em apenas um sopro, escorando a mão na batente da divisória após desligar o chuveiro. “’Diabólica’ não é um termo meio antiquado pra 2005? É o que consideram vintage hoje em dia?” Indagou, arqueando uma das sobrancelhas. “Por que não tenta ‘cruel’?” A irritação parecia ter sumido de seu estado de espírito por saber quem era, mas não podia baixar a guarda, porque Veronica não era previsível. Muito pelo contrário, apesar da aparência. Mesmo com a modificação lasciva na voz feminina, devolveu a pergunta com outra, num tom que acompanhava-a à altura. “Por que você não vem até aqui pra descobrir? Aproveita e traz a minha roupa. Não sou um homem tão bom com palavras, mas com ações é outra história.”
Distanciou-se da pilastra que antes a escondia, dando passos delicados até a fonte de luz mais próxima, permitindo que fosse vista. Ronnie, por mais que trajasse seu uniforme de vôlei, ainda parecia apresentável, com os cabelos ligeiramente selvagens e bochechas avermelhadas. Embora duvidassem, não era um robô, pelo contrário, possuía pouquíssimos defeitos. ‘ Cruel... ’ batendo o dedo indicador contra os lábios, ponderou. De certa forma, diabólica parecia um termo ultrapassado e não condizente com sua essência; remetia à uma imagem demoníaca e a morena estava longe de ser algo do tipo, do contrário, era extremamente angelical. ‘ Soa mais sensual. ’ Ronnie comportava-se como uma serpente ágil e peçonhenta, prestes à abater suas vítimas. Não era próxima de Tyler, porém, querendo ou não, sentia-se atraída pela presença masculina. Eles eram simplórios, a relação resumia-se em amassos esporádicos e às vezes, provocações; não poderia pedir mais que aquilo, ela jamais saberia como gostar de alguém. Mas, embora não demonstrasse, as carnalidades pareciam incapazes de preencher o vazio em seu peito. ‘ McCoy, o título de capitão realmente te mudou. ’ comentou, andando em direção ao espaço em que o rapaz residia. ‘ Por favor, sem provocações. Nós sabemos o quão perigoso é brincar com fogo. ’ quase especialista naquela arte, a Briel possuía o dom para a sedução, atrelado, talvez, às suas crueldades. Com uma das mãos balançou as vestes alheias, como se o chamasse para um desafio. ‘ Você quer, Ty? Faça por merecer. ’ iniciando uma brincadeira, jogou uma peça aleatória sobre a batente, dando-o a oportunidade para pegá-la. Não era tão ruim quanto aparentava, em questão de minutos já encerraria as provocações, precisava estar impecável para a grande abertura.
xamelynx·:
Que droga. Esse era o único pensamento na cabeça de Amelyn. Mais uma vez ela não havia conseguido se segurar e comprara briga com Veronica. O único problema é que a garota era péssima com conflitos e suas palavras as quais julgava “más”, para uma garota como Veronica não faziam nem cócegas. Ao ouvir o comentário dela em resposta a sua provocação, Amy comprimiu os lábios e assentiu, uma leve expressão de falsa impressão aparecendo em seu rosto. “Será que é mesmo? Vamos contar quantas pessoas à nossa volta estão usando botas como eu e quantas estão usando saltos desse tamanho como os seus.”, olhou envolta e apontando para os pés das pessoas, foi contado. Sorriu triunfante quando o número de botas era maior que o de saltos. “Parece que sua ditadura da moda realmente não está dando certo.”, deu de ombros. Atreveu-se até mesmo a aproximar dela. “Existem alguns cavalos que não podem ser domados, Ronnie. Você tem de aceitar isso.”, comentou, por dentro quase soltando fogos. Na visão dela, estava arrasando contra a outra garota, mas sabia que Veronica não desistiria fácil daquele jeito.
Olhou ao redor com uma expressão desinteressada, escondendo a irritação crescente. Por mais que odiasse a audácia da outra, não conseguia evitar que um sorriso se pendurasse no canto de seus lábios, a ideia de competir com mais alguém era estonteantemente boa. Conseguia ser até um pouco sádica, porém, por influência de seus pais, havia crescido com um enorme ímpeto por competição. ‘ Não seja por isso, amanhã todos estarão usando saltos. ’ arqueou uma das sobrancelhas ao perceber a aproximação, quase como se a desafiasse. Achando graça do termo ditadura da moda, permitiu-se dar uma pequena risada ácida, por pouco não sentiu o veneno escorrer de suas presas. ‘ É uma democracia, na verdade. Pois bem, você persiste em ser terrivelmente brega, é sua escolha. Entende? ’ surpreendentemente, o rostinho amigável e delicado da morena não condizia com seus comentários ásperos. Ela era uma caixinha de surpresas. ‘ Farmsville, suas referências equestres são adoráveis. ’ investida na intimidação, deu um passo para frente, encurtando ainda mais a distância entre os corpos. ‘ Existem cavalos que apenas não foram domados corretamente. ’ estendeu levemente a mão na direção de Amelyn, deslizando os dígitos por uma mecha de seu cabelo, varrendo-a com superioridade.
“what motivates you?”
Seu pai já havia lhe ensinado uma vez na rotina da fazenda: se tudo está perfeito, é porque algo de mal estava para vir. E ali naquele momento a frase se concretizava. Os olhos da morena estreitavam-se para ver se realmente quem estava em sua frente era @rxnniebriel. Amelyn não costumava julgar as pessoas e nem competir com elas, mas desde que descobrira a verdadeira personalidade maléfica de Veronica, fazia questão de tentar ser melhor que ela em tudo. Naquele dia, infelizmente, trajava uma de suas piores roupas após uma aula prática, acreditava que conseguiria correr pelo câmpus sem ser notada, mas estava errada. Torceu para que ela não se aproximasse, mas errou. Pensou rapidamente em um corte, as palavras cortando sua garganta de quem costumava falar apenas coisas boas. “Essas botas eram a moda de ontem e não de hoje, já está desatualizada, Ronnie?”, sim, aquilo era o pior que podia fazer. Cruzando os braços, esperou a resposta dela, ainda planejando o que mais diria dali para frente.
Enquanto digitava em seu celular, atravessava o campus com pressa, ou melhor, tentava; embora fossem extremamente bonitos, os saltos não em seus pés não eram práticos e com isso, impossibilitando uma rápida locomoção e corroborando para o seu atraso. Por mensagem, pedia cobertura ao colega de classe, por puro orgulho, não queria sujar o histórico exemplar de frequências; possuía uma espécie de relação tóxica com seu consciente, precisava, sempre, ser a melhor. Deu mais alguns passos antes de desviar os olhos do aparelho cor-de-rosa, para sua infelicidade, notando a presença de Amelyn em seu caminho. Por mais que amasse esmagá-la como se fosse um inseto insignificante, naquele momento, não estava disposta a iniciar uma discussão, chocante. Diferente da Briel, a outra parecia alegre em incitar discórdia. Suspirou, deixando os lábios formarem um sorriso ardiloso, não deixaria a irritação transparecer; mas, em hipótese alguma, insulte o senso de moda de Veronica Jean. Cruzando os braços em frente ao corpo, de maneira explícita, a analisou por inteiro, reparando nas roupas alheias. Ugh, nojento. ‘ Engano seu, Farmsville. ’ encurtou um pouco mais a distância entre os corpos, enquanto mantinha contato visual. ‘ Quem dita a moda sou eu. É uma pena não poder dizer o mesmo sobre você. ’ zombou, jogando o cabelo escuro por cima do ombro. ‘ Assim é a vida, alguns nascem para liderar e outros para serem liderados. ’
runningbackalex·:
Com muito custo convenceu os pais de que não precisava o acompanhar no primeiro dia de faculdade em troca teve que participar de um jantar chique de despedida com todos os mimos possíveis. Obviamente obras da mãe, que havia ficado de fora dos acontecimentos recentes do qual o próprio Alexander se esforçava para esquecer e fazer o pai esquecer também, porém este, infelizmente tinha uma memória muito boa , para tudo , principalmente as coisas ruins e despesas decorrentes delas. O jantar teve a presença de Christy e os pais dela também. Alex tentou convencer a namorada de voltar, dizendo que seria bom para ela ocupar a mente, voltar a ver os amigos… Mas ela fora irredutível. Talvez fosse melhor mesmo, ainda mais com o fato de estarem voltando a etapa do não contato físico, uma pequena distância faria bem. A única coisa que a moça pedira, foi não falar nada com os amigos sobre o porque ela não queria voltar. Disse que poderia inventar qualquer desculpa, ela não se importaria. Acabaram conversando até tarde na noite, apenas abraçados na sala dos Anderson sob a supervisão de Camila, a irmã do meio, apenas um ano mais velha que Christy. A companhia não era tão ruim assim, até se divertiam falando sobre coisas engraçadas que fizeram como calouros. Essa conversa animada que extrapolou os horários planejados fora a culpada por ter que sair correndo de casa, por sorte já tinha arrumado as coisas no dia anterior , e agora estava no café próximo ao campus para tomar seu café da manhã. Estava ainda com sono e faminto. Alexander era mais um cara noturno, embora conseguisse acordar cedo para treinos e corridas matinais, preferia passar esse tempo nos braços de Morfeu e não no campo de futebol. Escutava Guns N’ Roses no seu mais novo iPod de tela colorida, num volume consideravelmente alto focado somente no cardápio suspenso pensando no que tomaria de café da manhã. Aproveitando ainda o fato de não ter começado a treinar para tomar um café da manhã digno sem contagem de proteínas, calorias e gorduras. E por isso agradecia por Chrity não estar no seu pé. Ouviu uma voz distante e abafada pela música nos ouvidos. Fechou os olhos no solo da guitarra, tocando discretamente o instrumento imaginário como se fosse o próprio Slash. Porém ao abir os olhos deparou-se com Veronica, pela leitura labial dizia seu nome e logo sorria simpática. Tinha esperanças de que ela não tivesse notado a empolgação do rapaz na música. - Oi Veronica. - Cumprimentou tirando o fone de ouvido para conseguir escutá-la melhor. Abriu a boca para responder a pergunta, mas a mesma continuou a falar sem pausa. Como ela conseguia dizer tantas palavras sem respirar? Por fim desistiu de interromper e só esperou ela acabar de falar o que quer que fosse. E para dizer bem a verdade, não tinha prestado muito atenção. - Ham… sinto lhe informar mas até onde eu saiba ela não vai fazer esse semestre. - Disse com cautela, porque por algum motivo sentia-se intimidado por ela. - Tenta ligar de novo.. talvez tenha mais sorte. - Por sorte do destino, a atendente chamou pelo próximo da fila e o próximo era ele. - Com licença. - Sorriu simpático desviando dela para fazer seu pedido.
Suspirou, percebendo a falta de atenção do outro, uma atitude extremamente audaciosa, Ronnie odiava ser ignorada. Mas, por ora, não levaria para o coração, o Neumann jamais compreenderia a urgência, os anabolizantes certamente estavam derretendo seu cérebro. ‘ Como assim? ’ desviou os olhos castanhos do celular, direcionando-os para o rosto do rapaz, tentando analisar suas expressões faciais. Curiosamente, a Briel era boa em ler pessoas, menos seus pais, que pareciam robôs. Antes que pudesse protestar, Alexander já caminhava para longe, salvo pela a atendente do estabelecimento. Contudo, para a infelicidade de muitos, a morena possuía uma determinação monstruosa, não o deixaria escapar tão facilmente. Andou atrás dele, tomando, descaradamente, um lugar que não era seu. Escutando murmúrios, virou-se e encarou os universitários cansados, imediatamente, as reclamações cessaram. Satisfeita, sorriu levemente, ser poderosa, bonita, inteligente e incansavelmente amedrontadora era magnífico. ‘ Meu Deus! ’ como se uma lâmpada acesa surgisse sobre sua cabeça, entreabriu os lábios e simulando um espanto, colocou as mãos sobre o peito. ‘ Ela fez plástica com um péssimo cirurgião e acabou ficando a cópia da Michaela Romanini. ’ em seguida, levou as mãos até a boca, talvez devesse largar a engenharia química e investir nas artes cênicas. Veronica não era estúpida, agia daquela maneira para tentar extrair mais informações de Alex. ‘ Christy deve estar devastada! E eu me preocupando com essas banalidades... ’
O treino da apresentação para o evento de abertura da temporada dos jogos de basquete havia arrebatado Tyler de jeito. Como capitão da formação atual – título recebido no início do ano pela performance notável ao decorrer do mesmo seguida da formatura do ex-capitão –, o McCoy tinha um peso e tanto nas costas no que dizia respeito a fazer melhor do que o líder anterior. O motivo de estar moído (e consequentemente, ter deixado os membros do time moídos também) fora a série de acrobacias com cama elástica que havia tido a brilhante ideia de introduzir no show, já que queria estrear em grande estilo. Haviam sido quatro horas de treino pesado. Por mais que usualmente enxergassem Tyler como o garoto bacana e despreocupado do basquete, era bastante respeitoso para com o esporte e a responsabilidade que vinha junto a ele, e não só porque seu pai fazia questão de ir à todos os jogos: também era porque gostava de estar no topo. Era por isso que fora o último a sair da quadra, pra dar exemplo e ser seguido. Apressou-se para o chuveiro assim que terminara de organizar o espaço utilizado (podia ser considerado estúpido, mas nunca relaxado). Estava cantando More Than a Feeling a plenos pulmões quando ouviu um ruído onde deveria estar sozinho, e um tufo de cabelo passar rente à porta da divisória do chuveiro. “Deus, não.” A última palavra chegou a tremer no tom e nos lábios quando a proferiu, os olhos azuis arregalados. Não. Não naquele dia. Era o dia do marco do homecoming. O desespero bateu quando percebeu que suas roupas não estavam ali. “Tá legal, quem foi o otário? Aparece, porque se eu não souber agora e descobrir depois vai ser muito pior! Vou acabar com você!”
Os inícios dos semestres eram sempre daquela forma, seguiam uma fórmula simplória, porém, para pessoas como ela, a simplicidade era substituída por uma grande agitação; uma das consequências por ser tão integrada em suas atividades extras. De certa maneira, não precisava agregar ainda mais prestígio ao currículo, seu sobrenome possuía uma enorme potência, mas, por mais que não admitisse, queria impressionar os pais. Sendo assim, tentava ao máximo ser a melhor em tudo, embora o esforço não parecesse surtir efeito nos mais velhos, em contrapartida, seus colegas, se necessário, lamberiam o chão que pisa. Durante as partidas de vôlei, a Briel era quase como um animal selvagem, já que não podia ser amada, optou por ser temida, fazendo jus à sua reputação. Seus tênis novos, ao deslizarem pela quadra, faziam aquele barulho tão característico, causado pelo ar preso entre as camadas. Após passar as férias de verão tão ocupada em shoppings e clubes noturnos, Ronnie sentia-se levemente enferrujada, para sua infelicidade. Jogar vôlei era uma das coisas que, genuinamente, gostava; as mãos vermelhas deixavam claro, pois bem, descontava toda sua irritação nas bolas. E, assim, praticando defesas e ataques, foi como passou os quarenta e cinco minutos de treino. Despediu-se das outras meninas, embora fosse encontrá-las depois para a apresentação, por sorte, ainda possuía algumas horas para se arrumar; não disputaria atenção com as líderes de torcida desmioladas, para ela, era tudo ou nada. Caminhava silenciosamente, pouquíssimos sons ousavam interromper sua plenitude, bem, até passar pelos vestiários masculinos e escutar uma voz tão conhecida. Ponderou por alguns instantes, mas, como se um diabinho sussurrasse maldades em seu ouvido, sorrateiramente, a morena adentrou no ambiente. Suprimindo uma risadinha, Ronnie foi rápida em coletar as roupas alheias e esconder-se atrás de uma das pilastras, para a sorte de Tyler, não possuía nada contra ele, senão, aqueles tecidos já estariam em uma lata de lixo qualquer. ‘ Que medo. ’ seu tom era irônico, impossível não notar. ‘ Prefiro ser chamada de diabólica, otária não combina muito comigo. ’ com as ameaças alheias, permitiu-se rir baixinho. ‘ Como você vai acabar comigo? Gostaria de saber. ’ as palavras saíram de seus lábios com luxúria, jamais perderia a oportunidade de provocá-lo, de vez em quando, a Briel conseguia ser um verdadeiro demônio.
lowise·:
Entreteu-se com as reações e a passivo-agressividade de Veronica, no entanto o gostinho de vitória ao atingi-la era sempre passageiro, porque logo em seguida a cobra tratava de dar o bote. Integrante do Kiss? O sorriso ladino desapareceu e Louise tomou fôlego para respondê-la. — É a estética de um movimento cultural crítico, Briel, mas sei que é algo difícil de compreender, tendo essa sua visão limitada de mundo e o comportamento de manada. — Soltou rispidamente, sem alterar o volume de voz, mas também sem disfarçar que o comentário da outra havia ofendido. Por desatenção, o filtro do cigarro já estava queimando e perto de se apagar sozinho, então jogou a bituca no chão desleixadamente e torceu para que acertasse os sapatos de seu desafeto. — Se você chama isso de diversão… — Rolou os olhos ao falar, pensando que pelo menos era um indicativo de que não se encontrariam tão fácil nos mesmos espaços de lazer. — De qualquer jeito, podemos concordar que é bom você ser bem diferente de mim. — Disse, para dar a impressão de que a conclusão manjada aproximava as duas de alguma conciliação real.
Entreabriu os lábios, deixando a expressão de choque ocupar espaço em seu rosto. Porém, em seguida, reprimiu ao máximo a vontade de rir. Um movimento cultural crítico, sim, de maquiagem criticamente feitas. Ronnie não possuía visão de mundo limitada, ugh, Louise não precisava ter falado daquela maneira, nem todos conseguiam seguir as tendências da passarela, como ela e aqueles integrantes bárbaros do Kiss. Em um mundo com Britney Spears, quem ligaria pra um conjunto de barulhos grotescos e perturbadores? Limitou-se a revirar os olhos, entendendo o recado; sendo assim, naquele dia, não comentaria mais sobre as escolhas alheias, bem, talvez por suas costas. Desviou os pés da guimba de cigarro, cruzando as pernas com elegância, jamais deixaria que seus saltos da Burberry fossem atingidos. ‘ Um pouco de competição sempre é interessante. ’ deu de ombros, desinteressada na opinião alheia. Competir, para a Briel, era terapêutico. E também, não costumava perder, deixando-a ainda mais animada com a ideia de esmagar os oponentes. ‘ Com toda certeza. ’ concordou com a cabeça, aquela universidade já estava repleta de cópias dela, não precisava de mais uma. ‘ Ainda mais que nós somos representantes do grêmio estudantil, não conseguiria viver com todos concordando comigo, sabe? É chato, preciso de dinamismo no meu cotidiano. ’
Ronnie possuía um cotidiano atarefado, porém, não poderia reclamar. E também, precisava lidar com a inveja alheia; era surpreendente o quão as pessoas conseguiam ser gananciosas, pois bem, pouquíssimos, em um futuro próximo, seriam como ela. Todos os dias, sem exceção, precisava acordar às cinco da manhã para correr e após os exercícios, era necessário esperar seis minutos para que sua banheira enchesse completamente, não usava qualquer produto, óbvio, uma pele sensível como a sua jamais sentiria a textura de cosméticos baratos. Durante o processo de embelezamento, a Briel tentava ao máximo responder as inúmeras mensagens em seu celular, bem, ela não podia evitar de ser tão popular. Ah! Combinar as peças de roupas era uma tarefa difícil, embora todos achassem que Ronnie fosse naturalmente estilosa, — uma verdade, mas sua enorme humildade a impedia de admitir — era preciso que se esforçasse. Resumidamente, a vida da moça não era perfeita como parecia. Mas, ainda assim, arruma alguns minutos de sua agenda para beber um café; sem açúcar, zero lactose e descafeinado, óbvio. Enquanto caminhava até a cafeteria mais próxima, mantinha-se inteiramente vidrada em seu celular rosa e inteiramente encrustado de cristais, talvez, só aquele aparelho conseguisse pagar a mensalidade inteira de algum bolsista. Os dedos teclavam furiosamente e mentalmente, ela xingava a pessoa atrás da tela. Como assim os copos de plástico cor-de-rosa haviam acabado? Um insulto, sim. Antes que pudesse ligar para aquele imbecil e ameaçá-lo impiedosamente, chegara em seu destino, a cafeteria. Empurrou, delicadamente ou não, outros dois universitários, tomando seus lugares na fila. Ronnie levantou os olhos para ler o cardápio suspenso, embora já soubesse exatamente o que compraria, porém, seu campo de visão foi coberto por um rapaz bem maior que ela. ‘ Ei! Você é cego, por acaso? Não está me vendo? ’ esbravejou, contornando o corpo alheio e para a sua surpresa, deparando-se com @runningbackalex. ‘ Ah, Neumman. ’ sussurrou, deixando os lábios formarem um pequeno sorriso. Em seguida, franziu o cenho e estreitou os olhos, desconfiada. ‘ Quando a Christy chega? Nós temos que organizar as celebrações de boas-vindas na Zeta e também, selecionar as nossas novas irmãs. E, sem ela, eu não conseguirei administrar tudo sozinha, cá entre nós, as outras meninas são imprestáveis. ’ a Briel parecia uma metralhadora de informações, o mais impressionante era a habilidade de criticar terceiros com uma espécie de doçura exalando de sua voz. ‘ Já liguei para ela um milhão de vezes, não é possível que esteja sem celular. Não irei mandar emails, ugh, coisa mais brega. ’ comentou, voltando a atenção para o próprio telefone e respondendo a mensagem pendente. Alex escondia algo que ela. certamente, descobriria. Aquele brutamontes falaria por bem ou por mal. ‘ Enfim, preciso dela hoje. ’ enfatizou a última palavra, aplicando pressão no rapaz em sua frente.
Costume appreciation series: Blair Waldorf’s outfits in season 1 of Gossip Girl
Costume Design by Eric Daman
ivznkas·:
Ivanka não esperava que as suas irmãs da Zeta Phi Beta se interessassem por participar do clube — e nem sabia o motivo de ainda continuar naquela casa. Bem, um exagero, já que o motivo era, exatamente, porque sua mãe e avó foram zetas. E esse era um fardo que Ivy carregaria por todos os seus anos seguintes de universitária. ❝ Eu entendo, não tem problema. ❞ E não mentira; ela mesma não sabia como manteria a sua atividade nos diversos clubes, os trabalhos que viriam, os dias no estágio, o tênis… era muita coisa. Harmonizar tudo aquilo seria uma tarefa que valeria sua sanidade mental. ❝ Olha, temos uma lista de voluntários para serem fotografados, se é isso que prefere. ❞ Estranhamente, sim, isso existia. ❝ O clube tem uma conta no MySpace e um blog onde postamos as fotos dos voluntários que os membros tiram, por isso precisamos de pessoas dispostas a terem suas fotos publicadas. ❞ Gesticulou no que explicava, hora ou outra acenando para os conhecidos que passavam.
Mesmo que não houvesse nenhum problema com sua decisão, a Briel não poderia se importar menos com o comentário tranquilizante, porém, encenou uma espécie de preocupação. ‘ Certeza? ’ Encarou a loura com doçura, uma expressão completamente ardilosa. Por mais que fossem integrantes da Zeta Phi Beta e, em determinadas situações, tentassem se ajudar sempre que possível, a morena não participaria de uma atividade insignificante como aquela. ‘ Voluntários, sim... ’ Disse, a voz exalando repulsa. Jamais, em hipótese alguma, se voluntariaria para aquilo. Pois bem, as pessoas, geralmente, a chamavam para modelar em seus projetos, nunca precisou se oferecer. Com uma das mãos, jogou os cabelos escuros para trás, uma típica reação de patricinha nojenta. ‘ Darei uma olhadinha por lá. ’ Mentiu, em questão de minutos, a ideia já seria esquecida por ela. ‘ Ah! Preciso da opinião de uma irmã. ’ Dessa vez, deixou os lábios formarem um sorriso verdadeiro. ‘ Estava pensando em organizar uma pequena celebração em nossa casa. Sabe, para receber as calouras. ’ Para Ronnie, pequena celebração não passava de um eufemismo descarado, queria dar uma festa memorável. E claro, recrutar novas integrantes para fazer de empregadas.
lowise·:
Ter contato com alguém não era em si um problema, mesmo quando estava mal dormida como era o caso, mas bastava perceber que a figura se vestia como se fosse importante e pagava mais de cinquenta dólares em uma peça de roupa para Louise perder o mínimo de disposição para conversar amigavelmente. Não moveu nem a mochila da mesa e nem uma linha de expressão com a resposta que recebera. — Consegue ser ainda pior. Fico aliviada de estar longe do seu nível, comissária. — Levou o cigarro à boca e, sem tragar a fumaça, soltou uma nuvem espessa na direção de Veronica. Estendeu a mão livre até os panfletos que a outra tinha e puxou uma cópia para analisar o texto de recepção e as dicas “quentíssimas” dos veteranos, vendo que nenhuma das suas sugestões dadas na reunião do grêmio estudantil foi publicada, nem mesmo o importante aviso de que os estudantes da Alpha Sigma Chi comem cérebros. — Então, quantos coitados você espantou do campus hoje? — Alfinetou, esboçando um sorriso no canto dos lábios. — Quanto menos concorrentes, melhor para o seu povo, não é mesmo?
Por pouco não engasgou-se com o café, surpresa com a crítica. Pior? Louise, certamente, estava louca, a Briel jamais poderia ser comparada aos nerds esquisitos daquele campus. Ignorou o comentário insignificante, evitaria ao máximo se estressar, possuía inúmeras outras atividades para realizar durante o dia. ‘ Sempre simpática e...’ antes que pudesse dar continuidade à fala, surpreendeu-se com a fumaça sendo soprada em sua direção. Chacoalhou, desesperadamente, uma de suas mãos, dispersando a nuvem incômoda. ‘ Ugh, não acredito que fez isso! Agora meu cabelo vai ficar com esse cheiro horroroso. ’ choramingou, deslizando os dígitos pelos fios escuros. Se pudesse, teria avançado na garota em sua frente, porém, não era uma selvagem. ‘ Como se eu pudesse espantar alguém com esse rostinho meu. ’ ergue-se da cadeira, estendendo o braço, levemente, para recolher o panfleto das garras mal-intencionadas de Louise, puxando-o com força. ‘ Este já é o seu trabalho, querida. Nós estamos em 2005, não precisa mais se vestir como um integrante do Kiss. ’ ofereceu-a um sorriso doce, contrariando o carácter ácido de suas palavras. ‘ Meu povo? Quando se é tão inteligente como eu, concorrentes se tornam apenas uma mera diversão. ’