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E SAUDADES DE TURNAR COM VCS
ENTREI SÓ PRA DIZER QUE
SAUDADES DEMAIS DOS MEUS POSTS OOC ALEATÓRIOS
ooc: Bom gente, acho que é isso. Vamos ser honestos que mesmo com todas as tentativas de animar o rp (que não estão funcionando), as coisas já não são as mesmas faz muito tempo. Eu só queria dizer que além dos jogos, a parte mais importante e que fez o rp funcionar por “”“”tanto”“”” (sim, porque a maioria dos rps flopa em 2 meses) tempo, foi o laço que a gente criou. O que resta agora é ver alguma solução, ou simplesmente, nao sei, acabar? Talvez seja hora. Mas o que a gente criou aqui, os laços, nunca vão se perder, e podemos daqui a muito tempo nem mais conversar uns com os outros, mas tenho certeza absoluta que NUNCA iremos esquecer. E é isso que eu queria dizer.
AH E EU TAMBÉM QUERIA DIZER QUE se alguém tiver uma boa sugestão, de como mudar isso, uma sugestão realmente fucking great, eu estou MUITO disposta a tentar. Sei que nao tenho passado mto tempo ultimamente, mas logo acostumo com a escola e tudo melhora.
ooc: SIIIIIIM CAMIS SIMMMMM!!!!!!!!! MOSTRE-ME!
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ooc: me sinto a pior pessoa do mundo quando vejo as manips de vcsporque nem em sonho sei fazer essas porras
FICOU ÓTIMO *-*
Tanto faz, você sabe que vai perder do incrível Amycus.
As pessoas convivem com você e dizem que eu sou egocêntrico.
Enfim. Você viu a Emma por aí? Tava precisando falar com ela, hm, e se você não souber onde ela está, ela definitivamente morreu.
ooc: SIIIIIIM CAMIS SIMMMMM!!!!!!!!! MOSTRE-ME!
E o que te impede? Não é como se fosse algo difícil de se fazer.
A preguiça me impede, Amycus. E a pessoa mais perto de mim agora é você, quer testar?
ooc: apenas dizendo
SACANAGEM PQ EU QUANDO EUZINHA USAVA O GASPARD N TINHA NEM FOTO DELE DIREITO NA TAG. #SOFREDORA
#BOLADA
Vamos começar com os sangues ruins então, depois a gente trata do resto.
Pois é. Não que o Amycus vá gostar muito da notícia, mas acontece…
Tem muitos, mas o custo-benefício é satisfatório.
Hm. É. Acho que ele vai ficar feliz, vocês são sobrenaturalmente grudados, então... É.
the-carrow-girl said: Claro, ótima ideia, Avery. Alguém que se candidate?
Tem tanta gente que fica difícil escolher.
Olha aí. Você tá viva.
Parece engraçada a ideia de jogar alguém nessa fogueira, hm.
Tem o meu se você quiser, deve estar jogado em algum lugar por ai.
Somos dois, e isso vai parecer muito gay, porém eu sonhei que estava com essa fantasia toda preta com uma mascara bizarra e ela era muito foda, e antes disso eu estava com uma gostosa com roupas estranhas e eu estava com uma roupa estranha. Acho que vou pedir pra minha mãe mandar roupas parecidas.
Se o Evan estivesse vivo ou por aqui, poderíamos ir de três mosqueteiros como sempre.
Certo, valeu.
Muitas roupas estranhas pra pouco você, mas devia ser uma fantasia exagerada e isso é a sua cara, então... Espera, volta um minuto. Voltou a fase dos sonhos molhados?
O Evan. É. Hm, falando no Evan, teve noticias dele ou...? E Por mim eu iria de um mosqueteiro solitário por falta de vontade de procurar alguma fantasia.
Hm, não, não vejo ela faz tempos, por que pergunta?
E ah, já escolheu sua fantasia? Não tenho a minima ideia do que vestir pra essa porra.
Nada. Nada demais. Só saber porque... Eu preciso de um livro dela, de poções.
Ah, é Halloween... Tinha esquecido. Eu não, cara. A preguiça de pensar é grande demais.
Desde sempre? Embebedar as meninas e cuidar delas depois, o de sempre.
E que dessa vez o senhor não seja um boiola fracote que eu tenha que cuidar ao invés delas.
Ah. Certo. É. Isso.
Foi um acidente, da outra vez, prometo não obrigar você a bancar a babá, tá bom? E eu já agradeci por isso.
Pergunta aleatória. Viu sua irmã por aí?
Não sei se você sabe, mas temos uma missão a cumprir lá.
Hm, oi.
Temos? Desde quando?
Nobody said it was easy, no one ever said it would be so hard... I'm going back to the start | @Cavery
Apesar da ansiedade de saber se ele a seguiria para fora do Salão Comunal e posteriormente das masmorras fora findado. Alecto continuava extremamente apreensiva. Ela sabia que a pior parte viria agora. Sua mão que a apoiou poucos segundos na parede de pedra ao sair para o corredor escuro e frio do castelo, agora se encontrava trêmula e com sorte fora do alcance da visão de Sam. A escuridão intermitentemente cortada por fachos de luar era a esperança da sonserina de não parecer tão assustada e amedrontada quanto se sentia naquela situação. Os passos de Sam foram se amenizando até emparelharem com os seus perfeitamente. Tudo que se podia ouvir eram os passos ritmados dos dois. Como se nada mais no castelo inteiro estivesse vivo nessa hora, apenas os dois. Agora que caminhavam juntos a um compasso mais leve, a ruiva tomava coragem de iniciar novamente diálogo com o amigo. – Avery… Eu, eu tenho pensado muito sobre tudo que aconteceu. As palavras saíram calmas e cadenciadas dos lábios da moça, de quem se via apenas o perfil sério, com o olhar fixo no caminho à frente. – Quero dizer, sobre você, eu, Evan e.. Nessa hora a voz antes calme de Alecto falhou um pouco e se se pudesse notar, vería-se que ela agora mordia as bochechas por dentro da boca discreta mas nervosamente. Em sua mente cenas seguidas passavam como filmes rápidos e embolados. Um sobre o outro, eventos que ela refletira durante tantos dias antes. – Anh. Ela tomava coragem de novo. Impondo a própria voz a sair firme e decidida. – Tenho, tenho pensado muito sobre todas essas coisas e, Os maxilares cerravam-se assim como seus punhos magros. – E eu sei que não tenho falado com você. Sei que tenho te evitado, evitado até mesmo meu irmão, Emma e nossos amigos. Mas… Então um longo e penoso suspiro desprendeu-se do peito para os lábios da ruiva. E aí ela soube que tinha perdido toda a compostura e controle que esperava manter. Mas falava mais alto o desespero de ouvir uma redenção da boca de Sam. Algo que lhe desse carta branca. Algo que a salvasse de lhe fazer o que lhe era mais custoso: dizer toda a verdade a ele.
Não controlando suas palavras muito menos sua respiração, Alecto estancou no corredor, não olhava para Sam, mas seu pequeno corpo parecia rígido como um cadáver. – Sam, diz, Fechou os olhos com força, se desespero havia aumentado ao se dar conta que ambos estavam a alguns metros do jardim interno. – Diz que você tá bem. Diz que tudo vai voltar ao normal. Que o que eu fiz não vai acabar com nossa amizade pra sempre. Podia-se divisar os arcos que davam para o jardim, comumente usados de bancos nos dias letivos. A corrente gelada do ar que vinha de fora entrava por eles assim como uma intensa luz do luar daquela noite.
Ele sentia como se seu estômago tivesse ido dar um passeio em algum lugar bem longínquo. Não era diferente de como ficava sempre que Alecto aparecia, mas naquele momento, a sensação era duas vezes mais forte, porque havia algo estranho ali. Alecto não o chamaria pra conversar por motivo nenhum, chamaria? Bem… Talvez finalmente eles pudessem dar um jeito naquilo, talvez ela… Fosse dizer que “sim”. Ou que não. Voltando no tempo, ele nunca se imaginaria numa situação daquelas, preocupado com o que ela poderia dizer, ou sentir sobre ele. Há algum tempo, não se preocuparia como qualquer pessoa se sentiria sobre ele. Porque sentir era algo fora de questão pra Sam. E era irônico, irônico demais, que tudo que ele quisesse naquele momento era que ela sentisse algo por ele. Conforme seus passos diminuíam, ele mesmo conseguia ouvir seu coração batendo rápido, rápido demais, e controlar sua respiração era algo definitivamente complicado. - É. - Fora a única coisa conexa capaz de ser proferida por ele naquele momento. Ele e Alecto mal se falavam desde aquele dia do baile, e toda vez que a via nas aulas, ou no salão comunal, a vontade de ir até ela ia até seus ossos. Mas como iria? O que diria? E é aí que vinha o problema, porque ele não conseguia dizer absolutamente nada. Ela sempre o deixava daquele jeito, perdido, sem palavras, e para um cara como Sam, isso era desarmador. - Sei como é isso de evitar o seu irmão - Brincou sem humor, rindo um tanto debochado. Não era a hora certa pra usar deboche, ele sabia que não, mas era tanta raiva, tanta confusão, tanta dor, tanta mistura de sentimentos e dores que o único modo de agir que conseguia achar era aquele, o seu. Sua garganta já estava seca, e enquanto a ouvia falar, suas mãos suavam gelado. Enfiou-as rapidamente nos bolsos e continuou a ouvi-la, com os olhos pregados no chão. - Eu sinto muito - A frase escorreu com um tom profundo de ironia - As coisas não vão voltar ao normal. - Disse devagar, mais para si mesmo do que pra ela - Eu não vou conseguir mais olhar pra você sem desejar que eu estivesse morto. Eu nunca mais vou conseguir olhar pro Evan sem me sentir um bosta. Eu nunca mais vou conseguir falar com o seu irmão sem me sentir um mentiroso. E você sabe que as coisas nunca mais vão ser como eram antes - O tom de ironia deixara espaço pro desespero, amargura. Amargo. Ele se tornara não mais frio, distante, e sim amargo. Que remoía suas dores, e sentia pena de si mesmo. Patético - E eu não estou bem - Levantou as mãos no ar, apenas pra enfatizar, mostrando as ataduras em volta dos machucados e cortes que haviam aberto - Eu nunca vou estar bem de novo, se as coisas continuarem assim. Nunca. E você também sabe disso. E também sabe que você não vai ficar bem.