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Oiii gente!! Voltei ❤️
“Preciso de amor próprio. Eu perdi enquanto doava meus órgãos para alguém que tanto me prometeu, e nada cumpriu, enquanto eu muito fazia e pouco recebia, mendiguei. Deliberadamente eu chorei. Ejaculei verbalmente minha saudade. Sentir na pele como é alguém desistir de você. Sou um imaturo que ainda faz aviõezinhos de papeis de egocentricidade. Ando sozinho com o vinculo de alguém que só me trouxe tristeza, veio bagunçou tudo e foi embora. Vou me policiar e subornar meus sentimentos para me abster de você. Queria ti mandar uma carta, mas não sei onde tu moras. Mas você é criança e vai chorar, e vai compreender que muito amor eu dei. Sim, palavras poderão te abalar, e então em suas bochechas lamberei algumas de suas lagrimas. A falta, é a esperança da morte. A cada fins de relacionamentos, diferentes historias morrem. Torço para que vá embora, mesmo torcendo para que volte logo, ou talvez amanha tudo isso passe, mas continue a mesma coisa. Afinal só você sabe que no fundo, enganou-se com teu sentimentos, mas uma vez e que outras vezes não era amor, nunca foi. Procrastinei o fim, porque eu sofro de abulia.”
— Caim, diagnosticado.
“Preciso de amor próprio. Eu perdi enquanto doava meus órgãos para alguém que tanto me prometeu, e nada cumpriu, enquanto eu muito fazia e pouco recebia, mendiguei. Deliberadamente eu chorei. Ejaculei verbalmente minha saudade. Sentir na pele como é alguém desistir de você. Sou um imaturo que ainda faz aviõezinhos de papeis de egocentricidade. Ando sozinho com o vinculo de alguém que só me trouxe tristeza, veio bagunçou tudo e foi embora. Vou me policiar e subornar meus sentimentos para me abster de você. Queria ti mandar uma carta, mas não sei onde tu moras. Mas você é criança e vai chorar, e vai compreender que muito amor eu dei. Sim, palavras poderão te abalar, e então em suas bochechas lamberei algumas de suas lagrimas. A falta, é a esperança da morte. A cada fins de relacionamentos, diferentes historias morrem. Torço para que vá embora, mesmo torcendo para que volte logo, ou talvez amanhã tudo isso passe, mais continue a mesma coisa. Afinal só você sabe que no fundo, enganou-se com teu sentimentos, mas uma vez e que outras vezes não era amor, nunca foi. Procrastinei o fim, porque eu sofro de abulia.”
— Caim, diagnosticado.
“Adeus, meu amor, logo nos desconheceremos. Mudaremos os cabelos, amansaremos as feições, apagarei seus gostos e suas músicas. Vamos envelhecer pelas mãos. Não andarei segurando os bolsos de trás de suas calças. Tropeçarei sozinho em meus suspiros, procurando me equilibrar perto das paredes. Esquecerei suas taras, suas vontades, os segredos de família. Riscarei o nosso trajeto do mapa. Farei amizade com seus inimigos. Sua bolsa não se derramará sobre a cadeira. Não poderei me gabar da rapidez em abrir seu sutiã. Vou tirar a barba, falar mais baixo, fazer sinal da cruz ao passar por igrejas e cemitérios. Passarei em branco pelos aniversários de meus pais, já que sempre me avisava. O mar cobrirá o desenho das quadras no inverno. As pombas sentirão mais fome nas praças. Perderei a seqüência de sua manhã - você colocava os brincos por último. Meus dias serão mais curtos sem seus ouvidos. Não acharei minha esperança nas gavetas das meias. Seus dentes estarão mais colados, mais trincados, menos soltos pela língua. Ficarei com raiva de seu conformismo. Perderei o tempo de sua risada. A dor será uma amizade fiel e estranha. Não perceberei seus quilos a mais, seus quilos a menos, sua vontade de nadar na cama ao se espreguiçar. Vou cumprimentá-la com as sobrancelhas e não terei apetite para dizer coisa alguma. Não olharei para trás, para não prometer a volta. Não olharei para os lados, para não ameaçá-la com a dúvida. Adeus, meu amor, a vida não nos pretende eternos. Haverá a sensação de residir numa cidade extinta, de cuidar dos escombros para levantar a nova casa. Adeus, meu amor. Não faremos mais briga em supermercado, nem festa ao comprar um livro. Não puxaremos assunto com os garçons. Não receberemos elogios de estranhos sobre nossas afinidades. Não tocaremos os pés de madrugada. Não tocaremos os braços nos filmes. Não trocaremos de lado ao acordar. Não dividiremos o jornal em cadernos. Não olharemos as vitrines em busca de presentes. O celular permanecerá desligado. Nunca descobriremos ao certo o que nos impediu, quem desistiu primeiro, quem não teve paciência de compreender. Só os ossos têm paciência meu amor não a carne, com ânsias de se completar. Não encontrará vestígios de minha passagem no futuro. Abandonará de repente meu telefone. Na primeira recaída, procurará o número na agenda. Não estava em sua agenda. Não se anota amores na agenda. Na segunda recaída, perguntará o que faço aos conhecidos. As demais recaídas serão como soluços depois de tomar muita água. Adeus, meu amor. Terá filhos com outros homens. Terá insônia com outros homens. Desviará de assunto ao escutar meu nome. Adeus, meu amor.”
— Fabrício Carpinejar.
“Me recuso a ser infeliz.”
— Caio F. Abreu.
“Eu espero, se você esperar comigo.”
— Gabito Nunes.
“Primeiro você cai num poço. Mas não é ruim cair num poço assim de repente? No começo é. Mas você logo começa a curtir as pedras do poço. O limo do poço. A umidade do poço. A água do poço. A terra do poço. O cheiro do poço. O poço do poço.”
— Caio Fernando Abreu.
“Você não merece que eu te olhe desse jeito carinhoso que eu inventei de te olhar.”
— Gabito Nunes.
“No primeiro dia você checa o telefone, a caixa de entrada, a campainha, todas essas coisas, a cada dois minutos. No dia seguinte, de cinco em cinco. Na terceira data, você passa a conferir tudo somente a cada meia-hora. Uma semana depois e você está olhando seu e-mail apenas duas vezes ao dia, uma bem cedo e outra antes de deitar mentalmente cansado. Passado um mês inteiro e você se flagra que permaneceu todo esse tempo escorado na sua poltrona feito um pudim, assistindo a vídeos, bebendo cervejas e esperando a vida dar na mesma. A parte boa é que você se dá conta que sobreviveu, conseguiu se arrastar até o outro lado do pântano e nem foi tão difícil assim, algo impensável no início de tudo. E agora está pronto pra ir a qualquer lugar, sair com quem ainda quiser sair contigo.”
— Gabito Nunes.
“Estou começando a acreditar; que ninguém combina comigo.”
— Caim, relatos.
““Sou tímido. Eu não choro. Não discuto. Me lembro de coisas que você já esqueceu. Observo tudo minuciosamente. E sempre vou deixar tudo pra lá.””
— Caim, relatos.
“Achar é pouco. Talvez também. Sei lá e tanto faz, não faz. Mais ou menos, é menos.”
— Caim, relatos.
“A minha simbologia a parte, é um fato extraordinário. Eu tenho o que fazer mas prefiro pensar nas teorias. Viver de teoria cansa, agir de formar pratica para desacostumar o ser. A simbologia iludida, você vive porque acredita viver. Viver simbologia é voltar para arrumar aquela velha opinião antiga, para conciliar com novos conceitos e preconceitos. Uma figura abstrata e seu significado você vive, do teu modo enquadrado, doente. Uma garota você quer para casar, prioridade simbológica, aparência importa para a auto-estima. O eu simbologia forma de escrever, aromas, visual, sentidos. Simbologia alcorão. Invente e acredite, use e abuse. Apure, simbologia é capricho desacreditar nas pessoas incapazes de grandes especiarias. Simbologia é ser ilusão bonita em uma imagem diminutiva de si mesmo. Acredite, pense, simbologia é ilusão.”
— Caim, simbologias.
“Por um tempo, minha consciência ficou insensível a qualquer sentimento de culpa.”
— Caim, relatos.
“Eu corri tão lentamente, que por um segundo achei graça. Cair devagarinho, enquanto segurei tudo junto ao meu corpo para não perder o único instante. Tudo que ouvir foram pensamentos, em um momento fútil de sorte, entre a coragem e o perigo. Respirei o gosto de sangue em minhas narinas. Meu inconsciente, uma maquina perfeita, quando ausente minha razão estiver, em sanidade de seu próprio fardo e leveza. Meu suor, foi a vergonha que não existiu de minha roupa clara, suja. Em perigo, não penses para onde fugir, apenas, corra. Sem chamar a atenção. A voz some, a torce chega, seca, e as moscam ti sobrevoam como se tua pele fosse o couro de um carneiro.”
— Caim, relatos.
“O mundo já é muito triste para as pessoas ficarem falando de dor.”
— Caim, relatos.
A falta de amor, nos deixa perto de ser um psicopata.
“Mas antes em segredo, que ir contra a verdade.”
— Caim, relatos.