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@simpforcarina
oi, eu me chamo juliana e eu escrevo umas coisinhas (principalmente de ordem paranormal!)
★ eu sei bem do que cê gosta.
thiago x leitora.
avisos: smut, -18 não interajam!
contador de palavras: 1.7k
prometo que eu tenho bastante coisa guardada pra postar agora!!!!
eu dei uma sumidinha né 👀
★ você chorou na frente deles.
headcanons dos personagens de natal macabro (parte 1)
oii gente, me digam que personagens de ordem vcs querem ver imagines <3
★ o amor não deu certo pra gente.
thiago fritz x leitora
o bar estava lotado, as luzes piscando em tons de roxo e azul enquanto a música preenchia o ar com uma batida envolvente. thiago fritz encostou-se no balcão, um sorriso de canto brincando em seus lábios enquanto girava o copo de uísque na mão. o brilho nos olhos dele denunciava que ele já tinha visto você. ou talvez nunca tivesse parado de olhar.
você fingiu que não notou quando ele se aproximou, deslizando ao seu lado com a facilidade de quem sabia que sempre seria bem-vindo. mas ele sabia que, por mais que você tentasse ignorá-lo, já estava prestando atenção em cada palavra, em cada movimento. ele se inclinou um pouco, voz baixa e carregada de provocação.
“achei que não fosse te ver aqui hoje. estava tentando me evitar?”
você riu, mas não respondeu de imediato. pegou seu próprio copo e tomou um gole, sentindo o olhar dele queimar sua pele.
“e se estivesse?” você provocou de volta, arqueando uma sobrancelha. thiago sorriu, aquela expressão confiante que sempre te deixava sem saída.
“não ia adiantar. você sempre acaba voltando para mim.”
thiago tinha essa coisa de nunca dizer exatamente o que queria, mas fazer com que cada frase ficasse presa na sua cabeça por dias. ele gostava de te testar, de te fazer adivinhar se era só charme ou se havia algo mais.
a música mudou, e você sentiu a vibração da batida no peito. thiago estendeu a mão, um convite silencioso.
“uma dança?” ele sugeriu, mas não esperou sua resposta antes de te puxar para perto.
o calor do corpo dele contrastava com o frio do copo que ainda estava na sua mão. a maneira como ele segurava sua cintura era natural demais, como se já soubesse exatamente onde tocar. o sorriso em seu rosto dizia que ele sabia exatamente o efeito que tinha sobre você.
“você acha que pode me enrolar para sempre, fritz?” você sussurrou contra a orelha dele.
ele riu baixinho, os lábios roçando de leve a sua pele. “eu não preciso te enrolar. você já tá presa aqui.”
★ eu te amo
kaiser x leitora
a chuva fina batia no vidro da janela, iluminada pelos postes da rua vazia. dentro do apartamento pequeno, só o abajur ao lado do sofá projetava uma luz amarela suave, suficiente para revelar kaiser sentado ali.
★ brigadeiro
jae x leitora
a brisa quente da noite de natal passava pelas janelas abertas da cabana. você estava sentada no sofá, de chinelos e short, observando jae preparar um brigadeiro na cozinha.
I love Agatha volkomenn
★ noite de filmes
leandro x leitora
o apartamento de leandro estava iluminado apenas pela luz fraca da tv e do pisca-pisca antigo que ele insistia em manter pendurado na parede, mesmo depois do natal. o sofá estava coberto com cobertores bagunçados e uma tigela de pipoca esquecida no meio das almofadas.
★ você me ensina a fumar?
kaiser x leitora
a noite estava quente e abafada, o cheiro da cidade suja se misturando ao perfume amargo do cigarro que kaiser segurava entre os dedos. ele não falava nada, apenas olhava para frente, o olhar perdido na rua.
★ é natal!
leandro x leitora
o calor da véspera de natal grudava na pele, o cheiro de churrasco se misturava com o perfume da rabanada, e a música tocava alta na casa cheia. mas para leandro, nada daquilo fazia diferença. ele estava sentado na sacada do apartamento, uma cerveja quente ao lado, o olhar fixo no horizonte, como se a noite lá fora fosse mais interessante do que a festa acontecendo dentro.
você o encontrou ali, claro. sempre encontrava.
“você sabe que é um saco em festas, né?” disse, encostando-se ao parapeito.
leandro nem se deu ao trabalho de olhar para você. “e você sabe que eu não ligo, né?”
você revirou os olhos, já acostumada com o jeito dele. leandro era sempre assim—grosso, distante, fechado. mas você o conhecia bem o suficiente para não cair na armadilha de achar que ele não se importava.
“vim te trazer isso” você ergueu um copo de refrigerante. “porque cerveja quente é nojento.”
ele bufou, mas pegou o copo. “fazendo caridade natalina agora?”
“só não quero que você morra intoxicado antes de me dar meu presente.”
isso fez leandro finalmente virar o rosto para encará-la, uma sobrancelha arqueada. “desde quando eu te dou presente?”
você sorriu. “desde que eu te aguento o ano inteiro.”
ele revirou os olhos, mas havia um brilho leve ali, um que você aprendeu a reconhecer como o máximo de diversão que ele demonstrava.
lá dentro, a festa continuava. crianças corriam pelo apartamento, alguém ria alto, o cheiro de comida aumentava a fome. era o tipo de bagunça calorosa que leandro fingia desprezar, mas que você sabia que, no fundo, ele gostava.
“o que você pediu de natal?” ele perguntou de repente.
“não sei. acho que nada.”
“mentira.”
você riu. “tá bom, talvez eu tenha um pedido.”
ele tomou um gole do refrigerante. “manda.”
você hesitou, mas apenas por um segundo. “quero que você passe o natal comigo.”
leandro franziu a testa. “eu já tô aqui.”
“não assim.” você se virou para ele, encostando os cotovelos no parapeito. “quero que você esteja aqui mesmo. sem fugir, sem se esconder. pelo menos hoje.”
Leandro olhou para o copo em suas mãos, como se tentasse encontrar uma resposta ali. você sabia que ele não gostava de multidões, de conversas forçadas, da obrigação de sorrir só porque era natal. mas também sabia que ele nunca dizia não para você.
ele suspirou. “você é irritante.”
“e você me adora.”
leandro resmungou algo inaudível, mas se levantou.
“vamos antes que alguém resolva fazer amigo secreto.”
você sorriu, e quando ele passou por você, deixou sua mão roçar a dele por um instante. só um segundo, rápido o bastante para ser casual, mas demorado o suficiente para que leandro percebesse. ele não recuou.
talvez fosse o espírito natalino. ou talvez fosse só você. de qualquer forma, naquela noite quente de natal, leandro ficou e isso já era um milagre.
★ cigarros e whiskey
lizago one-shot
liz já tinha perdido a conta de quantos copos de whiskey já tinha bebido. arthur, cesar, joui, chris e thiago já tinham voltado pro hotel fazem horas mas ela continuava ali no suvaco seco, virando seu copo de um lado pro outro e vendo o líquido se movimentar como se fosse a coisa mais interessante que já tinha visto. ivete observava liz do outro lado do balcão, com um olhar carinhoso e quase que triste.
“liz, já tá tarde” ivete diz com a voz soando cansada.
“tá tudo bem, ivete” liz responde com um sorriso no canto do rosto e levantando seu copo “só mais um copo e eu vou embora”
“você já disse isso faz dois drinques”
liz bufou e virou o resto de whiskey que estava no seu copo “eu aguento mais um”
“eu sei que aguenta. mas isso não quer dizer que deveria” ivete fala pacientemente. “vai pra casa, liz. eu não vou te servir mais nada”
liz suspirou e passou as mãos pelo rosto cansado. sabia que não adiantava discutir com a mulher a sua frente, nada a faria mudar de ideia. “tá bom, tá bom. boa noite, ivete”
“boa noite, liz. se cuida”
assim que liz saiu pra rua, o ar gelado colidiu com seu corpo quente, as ruas de carpazinha num completo silêncio enquanto ela caminhava de volta ao hotel.
a entrada do hotel estava mal iluminada, mas a silhueta sentada na escada era impossível de não reconhecer. thiago estava sentado com um cigarro entre os dedos, fumaça voando perto dele. liz tentou passar sem falar nada, ela sabia que sua cabeça não estava no lugar pra fazer decisões certas naquele momento. mas a voz de thiago a atingiu enquanto subia os primeiros degraus da escada.
“já tá tarde” a voz dele era calma e, mesmo que não conseguisse ver seu rosto completamente, liz sabia que thiago estava com um pequeno sorriso.
“não sabia que a gente tinha toque de recolher agora” liz subiu as escadas até ficar de frente a ele.
thiago finalmente conseguiu ver o rosto de liz e notar que suas bochechas e lábios estavam vermelhos. “você tava bebendo” ele constata.
“é” liz deu de ombros, então se sentou do lado dele. por vários segundos ninguém disse nada, até thiago desviar o olhar e liz sentir o olhar dele sobre si. “você vai ficar me dar sermão ou ficar parado ai me olhando com essa cara de quem tá puto?”
thiago sorriu pretensiosamente em direção a ela “você ainda tá cheirando a whiskey”
liz da uma risada leve, que faz seu ombro roçar no ombro de thiago, e finalmente encontra o olhar dele “e você ainda tá cheirando a cigarro” de todas as coisas que ela poderia ter dito, que estavam guardadas no seu peito e que, de alguma forma quase que mágica entre eles, thiago sabia exatamente o que era. e além disso, ele também pensava sobre.
antes deles mesmo perceberem, eles já conseguiam sentir a respiração quente um do outro em seus próprios rostos. “você devia ir dormir, minha querida” thiago diz, mas nenhum dos dois faz nenhum movimento pra sair dali.
“que se foda”
finalmente, liz puxa a gola da camiseta de thiago o puxando pra si. a mão de thiago deslizou pra cintura dela, buscando mais proximidade. o beijo tinha gosto de álcool e nicotina misturados com frustração e tensão.
nenhum dos dois parou pra pensar. eles nunca paravam pra pensar quando se tratava disso.