—- Hum, fogo primeiro, resposta depois.
-- Se é o que você quer... -- sorriu, dando dois passos pra trás e assim fazendo o corpo inteiro pegar fogo. -- E ai, eu não brinco se for pra impressionar alguém.
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—- Hum, fogo primeiro, resposta depois.
-- Se é o que você quer... -- sorriu, dando dois passos pra trás e assim fazendo o corpo inteiro pegar fogo. -- E ai, eu não brinco se for pra impressionar alguém.
—- Eu não faço a mínima ideia, não entendo muito bem minha cabeça. Improvisa alguma coisa aí.
-- Se eu produzir fogo sem isqueiro ou fósforo você sai comigo ?
—- Nada convincente. A resposta ainda é não.
-- Mas que droga, então o que eu posso fazer pra você mudar de ideia ?
" Acredite, você não é o meu tipo." Um sorriso meio sardônico se formou em seus lábios. " Deve ser por que está nos Estados Unidos da América… A probabilidade de encontrar-se com um americano é maior."
-- Eu fico mais aliviado em ouvir isso, não sou tão boa companhia também. -- respondeu, retribuindo o sorriso pra garota. -- Eu sei, mas eu estava na esperança de encontrar alguém do mesmo jeito que eu... Sinto meio que falta do meu país e estou meio que proibido de voltar pra lá.
" Valeu a pena as bochechas doloridas acredite." Desligou a câmera e colocou dentro de sua mochila. ” Nova York.”
-- Se você diz, mas não vá tirar fotos e depois acabar tendo um sonho comigo. -- comentou, se levantando e ficando próximo a garota. -- Cada lugar que vou só conheço americano, nenhum canadense.
"✔" {Mariana, aquela linda}
—- Isso é jogo sujo, Rogers. Até pra mim. — Ela sorriu de canto, desviando os olhos dos dele. —- Não sabia que é rude tentar matar a garota antes de beijar ela?
—- É claro. Porque faz todo o sentido do mundo os filhos de Hipnos saberem de algo sobre você. —- Ela riu, cruzando os braços numa careta.
—- Hm… Pra mim tanto faz… Tem certeza de que não quer se enfiar num buraco e ficar o dia todo lá trabalhando?
-- Bom, talvez eles estejam sonhando com algo assim mas, é bom não pensar tanto. -- comentou enquanto descruzava os braços. -- Tenho certeza absoluta ladra, agora vamos indo.
"✔" {Mariana, aquela linda}
—- Isso é jogo sujo, Rogers. Até pra mim. — Ela sorriu de canto, desviando os olhos dos dele. —- Não sabia que é rude tentar matar a garota antes de beijar ela?
Ela fez uma careta, revirando os olhos. —- É mesmo, Rogers? Quem nesse Acampamento, a não ser o Quíron sabe de algo sobre você?
-- Eu não sei, talvez os filhos de Hipnos que só sabem dormir e também, alguns dos meus irmãos que só ficam no bunker. -- sorriu, piscando um dos olhos pra morena. -- Então, já que estamos de trégua hoje. Quer dar uma volta ou ficar parada aqui ?
" Ok." Tirou a foto rapidamente e olhou para a imagem. " Ficou ótimo na foto."
-- Ótimo, eu já estava com dores na bochecha por tentar fazer o melhor sorriso que tinha. -- respondeu, colocando a mochila nas costas. -- Você é de qual cidade ?
" Você não me conhece para sabe disso. Eu guardo todos os tipos de foto que tiro e olha que são muitas."
" Só uma foto, por favor."
-- Bom... Se for assim, eu posso fazer um esforço pra você por ter quebrado a sua câmera... Mas, fique pronta porque o meu sorriso não dura pra sempre.
" Você deveria ganhar um premio." Riu ainda sem abaixar a câmera. " Ora vamos, uma foto não mata ninguém gatinho."
-- Prêmio até que sim, mas fotos não. -- fitou-a nos olhos e guardou as ferramentas na mochila. -- Pra que ? Você não vai guardar essa foto pra sempre.
" M-mas como..?" Pegou a câmera e a ligou. " Funciona!" Colocou o objeto no olho. " Olha a foto para a prosperidade."
-- Eu... Só sou bom em consertar coisas, nada demais. -- comentou sem jeito. -- E por favor, nada de fotos.
" Tá ai." Entregou a câmera para o outro. " Boa sorte."
Pegou algumas ferramentas da mochila e logo depois a câmera, e não demorou muito pra que acabasse consertando o que havia quebrado. -- Olha... Não foi como em um segundo, mas ligue.
" Duvido que consiga consertar minha câmera agora, mas desculpas aceitas."
-- Garota, eu amo quando alguém diz que dúvida de mim pra consertar algo. Me dê a câmera, arrumo em um segundo.
Acabou por gargalhar alto, balançando a cabeça de forma negativa. Tudo isso se devia ao fato de ter imaginado a si mesa careca e com várias setas azuis espalhadas pelo corpo. Não havia ficado assim tão digno quanto ela achou que ficaria sendo o equilíbrio entre o mundo humano e espiritual. —- Cara, você não tem noção do que acabou de passar pela minha cabeça. Mas, digamos que eu prefiro continuar com a minha aparência normal de Elena Buckingham. —- Falou, e depois arqueou as sobrancelhas. —- Ok, isso é definitivamente um nível de desastre bem… elevado. Empatamos. Ah, normal. Quer dizer, nada normal, mas ao mesmo tempo normal pra mim. Uma vez eu fiz uma árvore nascer no meio do asfalto e quase, hã, não acho que “atropelar” seja a palavra, mas ela nasceu a poucos cm de uma pessoa e —- Parou no instante em que o cãozinho ainda ali começou a latir. Virou-se para trás e abaixou-se, balançando a cabeça. —- O que? Hum, acho que tudo bem. —- Falou, e depois voltou sua atenção para o rapaz. —- É o seguinte: esse animalzinho aqui na verdade tem uma casa, mas ele foi idiota o suficiente pra se afastar da dona e sumir. O único jeito de voltar é passando por uma rua onde tem uns cães valentões. Ele quer que eu converse com eles e resolva isso. E sim, eu sei o quanto essa conversa está estranha. Você vem?
Depois de tantos dias andando por ai e ficando em completo silêncio, Stephen se animou um pouco por estar ao lado da loira e principalmente por fazer alguém rir sobre um comentário que havia feito, fora completamente inútil aquilo mas soara engraçado até pra si mesmo. -- Que assim seja, porque ter setas no corpo não seria legal, imagine alguém falando pra qual lugar quer ir e a pessoa se confunde com as setas ? Seria horrível. -- disse, mas assim foi ouvindo o que ela estava dizendo sobre os seus poderes, no máximo aquilo era de certo ponto normal pra ele, menos fazer algo brotar dentre a estrada e fazer até sabe-se lá um carro ou um caminhão bater. -- Isso é meio estranho mas por um lado divertido também, ou perigoso... Depende da velocidade de que o ser está dirigindo a ponto de não ver e acabar até mesmo provocando um acidente. -- logo olhou pro cachorro em baixo e ouviu o que a garota tinha lhe informado, no mesmo instante em que ela perguntou se ele iria, acenou com um sim com a cabeça e assim colocou dois dedos no canto da boca e assim assobiando, que em questão de segundos foi surgindo uma coruja mecânica. -- Vamos indo, e lhe apresento a minha coruja, ela fica por ai mas sempre que assovio, aparece. Agora vamos levar o cachorro pra casa.
s-- Não foi por mal... Se quiser, eu posso conserta-lo.