Ă© tĂŁo exaustivo viver querendo ser tudo que vocĂŞ nĂŁo Ă©.
— S.
Sade Olutola
Cosmic Funnies
Not today Justin
KIROKAZE
I'd rather be in outer space 🛸

shark vs the universe

No title available
art blog(derogatory)
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
No title available
d e v o n

Origami Around
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Show & Tell

pixel skylines

bliss lane
No title available
Noah Kahan
Monterey Bay Aquarium
untitled

seen from Vietnam
seen from United States
seen from United States
seen from United Arab Emirates

seen from Bangladesh

seen from Malaysia

seen from Ireland
seen from Bangladesh
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
@soulbrave
Ă© tĂŁo exaustivo viver querendo ser tudo que vocĂŞ nĂŁo Ă©.
— S.
Desde que desenvolvi meu hábito literário, desejei viver um romance tĂŁo belo e singelo quanto os dos livros que li. Desejei avidamente e de todo o coração dividir a minha alma e cada pedacinho de mim com alguĂ©m. AlguĂ©m esse que iria Sob a Montanha por mim, alguĂ©m esse que iria ao Tártaro por mim, que pensaria em mim ao conjurar um Patrono, que jogaria terra na minha comida (haha!), alguĂ©m que enfrentaria um terrĂvel dragĂŁo por mim ou que se ofereceria como tributo por mim… Depois de tantos anos consumindo páginas e mais páginas, percebi que o amor Ă© pura ficção e que na vida real nĂŁo funcionava daquele jeito. E, se caso o amor arrebatador existisse mesmo, jamais iria conhecĂŞ-lo. Mas hoje, aqui e agora, tendo vocĂŞ ao meu lado — apĂłs tantas desilusões amorosas — vocĂŞ me provou que o amor existe e que ele Ă© tĂŁo real e tĂŁo belo quanto um pĂ´r do sol em novembro. Essa “ficção literária” Ă© o que mais chega perto de definir tudo que eu sinto por ti. Poderia tentar escrever um livro explicando todo o meu amor por vocĂŞ e te dedicá-lo, mas como poderia te dedicar um simples livro se o que eu mais quero mesmo Ă© te dedicar toda a minha existĂŞncia? Cada pedacinho de mim te ama ardentemente, obrigada por me mostrar que o amor existe, obrigada por cuidar tĂŁo bem de mim. Espero ter a honra de dividir toda a minha vida com vocĂŞ!
— S.
tenho medo de nĂŁo aproveitar a minha vida e nem de fazĂŞ-la valer a pena. quando estiver prestes a morrer, desejo refletir sobre a minha existĂŞncia e nĂŁo sentir arrependimentos.
— S.
“As pessoas olham para você e veem o que querem ver… Porque nunca veem você como realmente é.”
— A Vida InvisĂvel de Addie LaRue, V.E. Schwab
“Como é que se explica que o meu maior medo seja exatamente em relação a ser? e no entanto, não há outro caminho. Como se explica que o meu maior medo seja exatamente o de ir vivendo o que for sendo? Como é que se explica que eu não tolere ver, só porque a vida não é o que eu pensava e sim outra como se antes eu tivesse sabido o que era! Por que é que ver é uma tal desorganização?”
— Clarice Lispector, A Paixão Segundo G.H.
lagoa do araçá, recife
dead poets society | moodboard.
Nas ruas, tudo lhe parecia triste. Estavam tristes os cocheiros, as casas, os transeuntes, as vendas. E essa dor, uma dor surda, abafada, que não cessava um segundo sequer, parecia receber, em consequência das palavras imprecisas do médico, um significado novo, mais sério. Ivan Ilitch prestava agora atenção a ela com um sentimento penoso diferente.
— TOLSTÓI, Lev. “A Morte de Ivan Ilitch”
Por enquanto estou inventando a tua presença, como um dia também não saberei me arriscar a morrer sozinha, morrer é do maior risco, não saberei passar para a morte e pôr o primeiro pé na primeira ausência de mim — também nessa hora última e tão primeira inventarei a tua presença desconhecida e contigo começarei a morrer até poder aprender sozinha a não existir, e então eu te libertarei.
— Clarice Lispector, A Paixão Segundo G.H.