“Vamos falar de algo sério, preste bem atenção. O que tem acontecido contigo? Te vejo tantas vezes com o sorriso de canto a canto, entre cada um dos seus breves momentos de felicidade, porém, logo após vejo você cabisbaixo. Eu sei por onde tem andado. Eu sei com quem tem se assentado. Também sei que nada mais das coisas que faz te preenche. Portanto, onde eu quero chegar é ao seguinte ponto: onde é que você quer chegar com isso tudo? É tão difícil reconhecer, arrepender-se e recomeçar na minha presença? Não tenho eu a mão estendida para te resgatar quando por mim chamar? Olha, filho você pode até virar as costas, mas não olho nos seus olhos, em qualquer ângulo estarei olhando no seu mais íntimo, no profundo mais oculto e não vasculhável por homem algum. É hora de voltar!”
















