Two Capybaras Contemplating the Mysteries of the Crucifixion
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Two Capybaras Contemplating the Mysteries of the Crucifixion
ℒ𝒾𝓁 𝒷𝓊𝓃𝓃𝓎 🐇 1
🐇 🐇 🐇 Onde Tomlinson trabalha como profissional em body piercing em um estúdio reconhecido e recebe a visita de um coelhinho com as bochechas rosadinhas e um olhar de falsa inocência
Ltops/ Hbottom
Mistico/ mysticism
HarryInter/ Harry com bucetinha
Lemon gay.
Uso de ambos pronomes tanto quanto de ambas genitálias. (Na parte 2)
Powerbottom
🐰 ೄྀ࿐ ˊˎ- Pendurou a sair e desta vez decidi arriscar em algo que havia ainda não testado. Espero que tenha lido as tags. E lembrete gentil, Styles é um ser mistico, sim??! Ele tem o que quer e se transforma no que quer. Verao isso de forma crua na segunda parte. espero que aproveitem! Beijinhos, amo vocês! Mwa! Boa leitura 💋
ೄྀ🐰
– Tomlinson, fala sério, porra. – Liam explodiu em risadas mais uma vez, apertando os olhinhos e jogando a cabeça para trás ao olhar para o calendário pelo quem sabe a milésima vez no dia.
– Não enche, Payne. – o moreno revirou os olhos azuis com um sorriso ladino. Retirava as luvas de silicone azuis, buscando um esterelizate e cuidando da bancada de trabalho onde deixava posicionado seus materiais, jogando fora alguns pedaços plásticos e bolinhas de algodão sujos na pele já utilizados.
– Terceiro ano seguido que o coitadinho vai aparecer, Tommo. Igual a porra do papai ou mamãe Noel. - Tomlinson ri mais uma vez com um biquinho nos lábios ao se recordar da insistência do garoto, que talvez realmente aparecesse no estúdio pelo terceiro ano consecutivo se buscasse contabilizar, levando em consideração de que nunca estava ali nas páscoas.
– Do coelhinho da Páscoa, quer dizer?
– Exatamente! Esse garoto deve ter quantos anos já? Qual o problema em trabalhar na Páscoa, até eu trabalho.
– O problema é que o garoto que você diz vir toda Páscoa tem o ano inteiro para fazer uma perfuração. Porque aparecer no feriado em busca de um piercing? E nem vai poder comer chocolates depois.
– Sou eu que recepciono ele porque sou sozinho no estúdio, idiota. Talvez seja o único momento livre para ele fazer.
– Na manhã de Páscoa? Conta outra, Lee. – Riu novamente apertando os olhos azuis. Apesar da crescente curiosidade acerca do garoto em questão. Por nunca ter visto o rostinho dele ou ao menos entender o motivo de apenas aparecer esporadicamente no seu estúdio para agendar algo, o qual Liam diz ser uma perfuração muito particular para não conversar diretamente com o bodypiercing. Tomlinson.
Louis Tomlinson e Liam Payne haviam aberto um estúdio de tatuagem e piercing quando conseguiram dinheiro suficiente para completarem o curso e terem especialização na área. Desde vendendo docinhos que dona Jay os fazia quando estava terminando seu ensino médio, até retratos como caricaturas que Liam fazia por ser sempre um menino tão talentoso.
No entanto, a área de trabalho estava neste ponto superlotada, o que levou os dois amigos à necessidade de buscar especializações no campo para que se destacassem em modelos e estilos específicos e pouco feitos por ali. Uma maneira alternativa de não cair num limbo de um empreendimento falido e um sonho pela metade. Eles tentaram.
Não foi tão difícil, no entanto. Louis Tomlinson se deu conta de que apesar da certificação como tatuador, sua maior habilidade era realizando as perfurações. Muitas vezes chamadas pelas suas clientes de mãos de fada. Soava engraçadinho, mas era reconfortante saber que seu trabalho tem crescido pela eficiência, alem de ser um dos únicos da região que realizava perfurações íntimas. Payne lidava com tatuagens no estilo aquarela, um estilo que ainda estava crescendo na região e tinha um lucro relativamente alto. Tanto pelo estilo escasso dos tatuadores do Reino Unido, tanto quanto a estranheza que causa, mas definitivamente fascinante.
E então, desde os 17 anos havia sido apenas os dois. O que não tornou-se problema durante estes longos 7 anos. O estúdio era muito bem valorizado e trabalhavam apenas com agendamentos. Intercalavam entre os trabalhos e já discutiram de talvez, futuramente, contratar alguém que fizesse um estilo destoante de tatuagem ali.
O moreno coçou a barba quando terminou de retirar o antigo tecido descartável da maca, limpar a sala e lavar devidamente as mãos. Se deu o luxo de espreguiçar e estalar as costas fortes um pouquinho, estalando e alongando as palmas das mãos juntas pra cima e expondo um pouquinho dos pelinhos ruivos que seguiam seu caminho até o cox da boxer e um spoiler do umbigo e da barriga magrinha.
–Amanhã está tão cheio assim? – Louis encostou do lado do amigo, observando a pequena planilha com os agendamentos e o calendário de abril ao seu lado para observar os trabalhos a serem feitos.
– Tenho um trabalho de 3 cm às 9 horas da manhã. Um trabalho maior de 8 cm na costela, e um não definido para as 17 horas da tarde, provavelmente divido em duas seções porque será free hand nas costas.
– Por quê colocou a maior tatuagem e que irá ganhar mais por último invés de faze-la inteira e aproveitar a Páscoa?
– Buddy, você precisa entender que aquele é o homem mais bonito que já vi na minha vida. Se eu fizer toda em um único dia, não vou o ver de novo. – Apertou os lábios finos num biquinho, arrancando um bufo baixinho do amigo que buscou o mouse para olhar as sugestões de clientes para ele atender que ainda não haviam sido confirmados. – Vai atender na Páscoa, Tommo? O que aconteceu com você?
– Eu não sei. Eu não sei para as duas respostas, entendeu? Você poderia ver quais os possíveis trabalhos para mim?
– Piercings na orelha, clássicos, dois pares de piercing nos mamilos. Duas perfurações íntimas, um umbigo. No total são 12 perfurações agendadas, Louis. Na porra de um feriado. Você vai tirar grana pra caralho.
Tomlinson ficou quietinho por um instante, repensando a ideia agora que sabia da dimensão, o simples pensamento se tornara tentador. Mas Payne continuou a falar.
– Olhe quem está nos agendamentos, Tommo. – Apontou com a pontinha do dedo para um dos contatos que aparecia na tela com sus foto de perfil reluzente. Um conjunto perfeito da blusa de seda rosinha que deixava suas clavículas a mostra, as covinhas e os cachos chocolate junto com o sorriso que cobria os dentinhos. –O coelhinho.
– Coelhinho?
– Verá os dentinhos dele. – Empurrou o ombro do amigo, ajeitando o casaco no cabideiro próximo à porta e piscando mais uma vez para o melhor amigo, enquanto o outro batia a pontinha dos dedos na mesinha pensando sobre.
Liam pendurou o cachecol junto, já moreninho na grande sala para iniciar a organização para seu primeiro atendimento.
– Quase oitocentas libras por um dia, tommo boy.
– Eu não estou pobre, porra.
– E o coelhinho.
O azulado se deu por vencido, respirando fundo e sorrindo ladino mais uma vez desde que não deixava os olhos de fixarem a tela com a foto do garoto.
Quem sabe uma perfuração em seu umbigo ou um pequeno brinquinho. Parecia combinar com o rostinho da foto.
•
A manhã de Páscoa havia se iniciado de maneira leve. Tomlinson morava sozinho e apesar de soar deprimente passar feriados sozinho, era algo que você se habitua. E o moreno estava acostumado com isto há algum tempo. Ainda que se lembrasse das tentativas de esconder os ovos de Páscoa que tem certeza que mamãe fazia, mas o pequeno garotinho sempre a pegava de cantinho com os dedos enrugados de tinta replicando as patinas de um animal, se lembrava com carinho.
E desta vez, realizaria aquele trabalho durante o feriado de para enviar muitos presentes e doces para as garotinhas e a mamãe que ainda não tiveram a oportunidade de se mudar para a capital.
Louis continuaria no seu interiorzinho também se isso não significasse desistir do que quis desde pequeno.
•
O m0letom que o homem usava se parecia mais como um cardigan fininho num tom verde militar e com sua gola alta para lidar com o ambiente climatizado do estúdio, junto com sua calça jeans um pouquinho mais larga e com um girassol bordado no ponto externo de um dos bolsos.
O sininho da porta tocou, quando puxou as mangas para dar maior liberdade em seus movimentos e sussurrando um pequeno "bom dia" com um biquinho sonolento para Payne, que o recebeu com um sorriso convencido.
Louis passou a pontinha dos dedos tatuados bagunçando um pouco os fios castanhos e parando no meio do caminho que fazia para sua própria sala buscando seu tablet para iniciar e pensar em como organizaria o primeiro atendimento.
Apesar de depender unicamente do cliente, sempre fazia o básico da higiene e limpeza preparatoria. Olhou para Liam, apertando os olhos azuis e formando ruguinhas como um cardigan um semblance desacreditado.
— Você está usando uma tiara de coelho ou estou sonhando ainda? Me diga que é a segunda opção, por favor.
—Tomlinson, eu sempre faço isso — Apontou para o par de orelhas branquinhas em cima da cabeça. — Para combinar com nossos clientes e descontrair. Você quem nunca viu porque nunca trabalhou em uma Páscoa, querido.
– Quem viria com orelhas de coelho, Payne?
– O coelhinho? Pense direito, Louis.
Tomlinson riu grande com o diálogo um pouco desacreditado daquele teatro todinho. Talvez aquele fosse seu sinal dos tempos para última Páscoa que se daria o privilégio de trabalhar.
Estalando os dedos um pouco caleijados, conseguiu finalmente chegar à sua sala com porta protegida, a encostando. Se sentou no sofa de couro no cantinho do estúdio observando os primeiros agendamentos do dia, listados apenas como um conjunto de helix, conch e trágus para um único cliente as nove horas da manhã.
Olhou o cantinho da tela notando que seria dali trinta minutos, iniciando a preparação higiênica da maca, enquanto escutava alguma musica de Guns N' Roses que ressoava baixinho pela sala.
O dia pareceria passar rápido na sua visão. Apesar de não trabalhar em um feriado como este, pois não sentia necessidade financeira, feriados costumavam passar rápido e está decidido em terminar todos os trampos que precisa realizar o mais ágil possível. Sorri pequenininho e gentil para a primeira garota de cabelo azul que entrou em seu estúdio junto com o sininho da porta ressoando.
Ela possuía cabelos curtos e o tom de azul tão clarinho como reflexo em uma piscina cristalina, os olhos castanhos curiosos que estavam buscando por Tomlinson para iniciar suas perfurações.
Mas a garota sentiu o medo ir embora rápido ao olhar o outro homem de porte musculoso à frente com a orelha de coelho em uma tiara. Louis instantaneamente decidiu que aquela fora uma ideia muito boa.
A garota foi muito gentil e se entrosou rápido com o homem mais velho, aparentemente. Louis era charmoso naturalmente e ainda que não estivesse tentando a encantar ou ser paquerador com a mais jovem, qualquer um com Tomlinson falando tão pertinho do seu ouvido ainda que a situação em questão era o azulado com luvas de silicone e um cateter enfiado em sua cartilagem, talvez, este fosse o segredo do homem em ser tão bom em tudo que fazia. Costumava distrair tanto os clientes, que estes mal sentiam qualquer dorzinha adjacente dos furinhos feitos, independente do lugar.
—Irei apenas passar a última jóia agora, sim? Respire fundo e aperte a bolinha anti estresse que te entreguei caso precise de apoio. Passar a jóia tende a ser um pouco mais doloroso.
A garota apertou a boca em um biquinho e murmurou algo que fez Louis fingir não ter escutado um "sim, senhor", decidido que levaria aquilo apenas como um apelido respeitoso. Não pareceria qualquer outro tom em nenhuma circunstância saindo da boca da menina nova.
—Rápido, não é? – Sorriu reconfortante para a garota, lhe apontando um espelho para olhar suas joias com delicadeza.
O dia passaria rápido, de todo modo.
•
O sorriso do rosto de Tomlinson se dissipou rápidamente quando escutou o sonzinho do sino ao que o outro cliente entrava. A porta da sua sala estava ainda fechada e os materiais devidamente higienizados.
A vozinha delicada e ainda masculina ressoava por coma da música baixinha que tocava entre as parades escuras do estúdio.
Tomlinson riu baixinho com a animação que a voz do garoto transbordava ao falar animadamente com Liam da parede. Mas, antes que pudesse interromper a conversa animada dos dois homens do lado de fora ou checar o horário do seu próximo cliente no tablet, ouviu batidas ritmadas na porta e ela abrindo devagarinho.
– O coelhinho está aqui. Posso manda-lo entrar?
Louis se mexeu intrigado, se sentando direito no pequeno sofá, coçando a barba ralinha a e ruiva com a ponta dos dedos e assentindo em um murmuro distraído ao que tentava lembrar se o horário do garoto era tão cedo desta forma ou ele não havia dado atenção o suficiente a sua agenda, apesar de ser algo inusitado, levando em consideração o profissionalismo do moreno com seu trabalho. De qualquer forma, ele provavelmente colocaria sua falta de atenção no feriado.
– Bom dia, senhor Tomlinson. – A voz baixinha e doce demais para seus ouvidos soou quando a porta abriu. Louis não teve tanto tempo para que pudesse se importar com o tom que ele julgaria ser sedutor.
Sejamos honestos, Tomlinson não é um homem que costuma chamar pouca atenção por onde passava, e com seus anos de experiência no ramo, ele tinha completo discernimento que muito dos seus clientes não vinham até seu estúdio apenas por ser ótimo no que fazia.
Seu rosto simétrico com os ossos zigomáticos afiados, o maxilar bem mercadinho e a barba ralinha em volta dos lábios deliciosos, era algo que definitivamente não passariam despercebidos por qualquer um.
Louis poderia dizer que tem certa fama, mesmo que não admita isso em voz alta. Egocentrismo não é sua praia, mas não há como deixar de ter o ego massageado com os diversos gêneros que o olhavam de maneira desinibida e davam em cima de si sem qualquer pudor.
Mas ao ouvir a voz melodiosa que agraciaram seus ouvidos, o fez virar um pouquinho a cabeça para o lado como um cachorrinho intrigado, interessado naquilo como se houvesse lançado um feitiço no moreno apenas com o jeitinho de falar, ele virou-se para a porta.
E foi quando o mundo de Louis talvez tenha despencado junto com seu estômago. Tão sorrateiro que não notou os passos levinhos do garoto ao entrar no cantinho do estúdio e encostar a porta novamente, estalando baixinho ao fecha-la completamente. O garoto apertava os nós dos dedos branquinhos em frente do corpo ao olhar com os olhinhos verdes brilhantes para o mais velho.
Mas Tomlinson pode dizer com todas palavras que sua visão embaçou e fez seu estado declinar drasticamente quando se deparou com um par de covinhas e os dentinhos de coelho. O garoto usava orelhinhas de coelho cinzas por cima dos cachinhos chocolates e sorria doce enquanto esperava qualquer resposta do profissional. Um sorrisinho que soava sapeca. Harry sabia exatamente o que estava fazendo.
Ele havia combinado com Liam de usar orelhas falsas também ou se tornou costume?
–Você é o coelhinho, então? -Louis perguntou com a voz doce e abrindo um sorriso gentil finalmente ao que passou a pontinha da língua nos lábios.
– Deve ser o Harry. Prazer, sou Louis. — Entendeu a mão para o garoto, gentil, apesar de um pouco perdido pela mordidinha de lábio na boca carnudinha que o cacheado deu para ele ao que retribuía o ato de modo meigo, que contradizia completamente os sentimentos que Tomlinson sentiu há alguns segundos atrás.
– Styles. – Piscou um dos olhos verdes para o outro, deviando um pouco o olhar do homem bonito à sua frente enquanto Tomlinson travava a mandibula intrigado. – Abriu sua agenda essa Páscoa ou sou sua excessão, senhor Tomlinson?
– Eu abri minha agenda hoje. Acho que não está ansioso para colocar seu brinco, já que vem ao studio uma vez ao ano. – Sorriu ladino, continuando a clara provocação do cacheadinho, divertido e confortável com a forma que o cacheado retribuía com bom humor.
– Para ser sincero, estava à procura de um lugar na sua agenda em meu dia de folga. – Enrolou a ponta dos dedos nos cachos que caiam em seu pescoço branquinho e exposto apesar do cardigan azul que cobria seu peitoral e a calça de um tecido grosso, mas que caiam direitinho em seu quadril bonito e gordinho.
Mas algo a mais o chamou atenção.
Talvez fosse o jeitinho que Harry machucava o lábio inferior com o dentinho de coelho repetidamente, ou o olhar lascivo que desciam do seu pescoço bronzeado e passavam pelo seu peitoral coberto até o contorno do seu membro na calça de tecido grosso, que apesar de tudo não o escondia, com fome.
Tomlinson tem certeza que algo mecheu com a química do seu cérebro e o fez ver uma das orelhas cinzas da sua fantasia movimentando um pouquinho, como um maldito coelho de verdade.
O mais velho, de toda forma, estava encantado em como ele conseguia ser bonito fazendo nada.
– Mhm, certo. – Limpou a garganta, se dirigindo a pia higienica para lavar as mãos e ante-braços. – O que faremos hoje? Perdão, estava prestes a olhar sua agenda mas não tive tempo. A maca já está higienizada, só irei terminar a minha higienização, mas pode escolher sua jóia na bancada de vidro em baixo da cortina. Tem plaquinhas para as jóias específicas para cada perfuração e os brincos também! Imagino que seja um brinco. Eles estão no canto inferior direito. Ha algumas joias diferentes e elas são um pouquinho mais caras também. O local para se deitar já está limpo. Vou apenas-
– Onde estão as jóias para perfuração íntima?
Louis espera não ter tossido tão alto quando limpou a garganta para a pergunta do garoto. Não o leve a mal, mas Harry tinha uma aparência tão inocente e simplória que a ideia de um piercing íntimo o fez sentir um pequeno arrepio percorrendo seu corpo. Aliás, o moreno está acostumado com tal tipo de perfuração, no entanto, não agir como um maldito virgem que era se tornava quase impossível com qualquer coisa que Harry havia lançado nele. Qualquer magia de coelho ou algo assim.
Notou pelo cantinho do olho o garoto voltando para onde a maca com o tecido rosinha descartável estava, como se não estivesse realmente escolhido a jóia, se sentando na pontinha dela e balançando as pernas junto com as orelhas ao observar Louis calçar as luvas cirúrgicas nas mãos e andar mais pertinho de si. As costas largas, apesar do cardigan verde do mais velho aparentes ao que ele buscava as pedrinhas, murmurando baixinho ainda de costas para o coelhinho e desconcentrado.
– Para a primeira perfuração, fazemos sempre com a jóia padrão. Infelizmente, não há muito como escapar dela. Usamos a Barbell curvo de titânio por ser mais seguro a cicatrização. Ainda se tratando de uma região muito delicada como a pele da glande. – Se virou mostrando a jóia curva com bolinhas opacas nas pontas na intenção de mostrar ao garoto. – Em todo processo da perfuração eu vou te deixar ciente das etapas e o que estou fazendo para não assusta-lo, sim?
– Vai doer muito? – A voz bonitinha ressoou como música para seus ouvidos novamente. Algo que definitivamente não combinou com a cena que se deparou a seguir.
Harry havia se despido completamente para ficar em cima da maca, ao menos quase completamente.
Com os cachinhos chocolates espalhados pela elevação do acolchoado que simulavam um travesseiro, as orelhinhas descansando juntamente que quase pareciam ser reais aquele ponto. O cardigan estava levantado o suficiente para que pudesse expor a jóia de coração rosinha em seu umbigo, mas ainda tampando os seios em baixo, e a parte mais avassaladora.
Sua calça clarinha estava completamente jogada no chão, juntamente com uma calcinha de renda cinza, como um maldito garoto que saiu de uma revista da playboy, expondo sua bucetinha com os lábios inchadinhos pelas pernas abertas que mal escondiam sua vulva e seu clitoris pequenininho, apenas com alguns pelinhos aparados que faziam um caminho delicioso por toda sua intimidade.
– Acha que essa jóia vai dar? – Harry perguntou travesso. Desta vez, expondo completamente o tom que Louis poderia julgar como sedutor e não ser apenas coisa da sua imaginação fértil e corpo virgem alucinado pelo menino bonito e sedutor.
Tomando liberdade de retribuir as olhadas de Tomlinson para ele. Styles nunca se enganava quando se certificava de ter entrega da mesma forma que se entregava. E os olhares pecaminosos que Tomlinson lançava para si, mesmo que inconscientemente, não negavam isso.
Louis arregalou os olhos surpreso. Os olhos azuis brilhando e deixando suas pupilas dilatadas mais do que já esteve, se sentindo envergonhado imediatamente pela reação tão descarada ao olhar o corpo bonito e estirado ali e os olhos verdinhos brilhantes em sua direção com as covinhas mais fundas que já esteve, sorrindo sapeca para o azulado.
– Eu- certo. Me perdoe. – Engoliu em seco. – Nesse caso, há mais de uma perfuração que podemos fazer, veio com alguma em mente?
– Eu pesquisei um pouquinho durante esse tempo e pensei que gostaria de colocar um no meu clítoris, um vertical, mas não tenho certeza se tenho a anatomia pro piercing. O senhor pode dar uma olhadinha para mim?– Fez um biquinho que quase, quase se assemelharia com uma tentativa falha de expor inocência, mas que desviava da sua intenção descarada quando se juntava com a mordidinha nos lábios gordinhos do garoto e o olhar devorador por todo o corpo que o cacheado o dava.
Um sorrisinho malicioso surgindo nos lábios já vermelhinhos por serem tão maltratados ao olhar a protuberância grossa e longa marcadinha para a esquerda, ainda não completamente duro, o fazendo imaginar o tamanho que seria quando estivesse com o cacete completamente durinho na sua mão e pensar se a glande seria vermelhinha e grossa na pontinha da sua língua.
—A jóia continua a mesma se a perfuração for mesmo essa. Ou podemos colocar alguma outra se não rolar. Mas acredito que dê, é a mais comum. — Caminhou em direção do coelhinho, parado ao lado do lugarzinho que ele estava deitado e posicionando a pequena jóia junto com o cateter e os outros utensílios na mesa devidamente protegida e higiênica para que pudesse olhar mais de pertinho.
— Quer que eu abra para você? —O cacheado perguntou delicadinho, movimentando as orelhas delicadamente e balançando os pelinhos em torno dela todinha.
Antes que Louis pudesse responder com veemência sobre poder fazer aquilo por conta própria, o garoto estava prontamente com os dedos das suas duas mãos abrindo os lábios gordos da bucetinha para Louis, devagarinho e observando cada mínimo gesto de Tomlinson para seu próprio que poderia ser considerado depravado naquele ponto.
As pontas dos dedos mal conseguiam segurar os lados da sua bucetinha daquela forma, fazendo um pouquinho mais de esforço para mantê-las separadas e deixar sua vulva e os pequenos lábios expostos, com o clitoris ainda pequenininho mas um pouco menos escondidinho ali.
—Consegue ver, senhor?
Louis torceu o nariz, ajeitando um pouquinho mais as penas e não querendo de maneira alguma que Harry o achasse um pervertido se estivesse prestando atenção o suficiente nas suas ações ou na glande grossinha que aparentava mais firme e molhava a pontinha da calça, apesar de ter um tecido grosso. Não gostaria que o garoto o levasse como um assediador, mesmo que as intenções de Harry fossem completamente claras e objetivas. Louis era apenas muito profissional para isso.
– Vou usar a pinça de perfuração para levantar um pouquinho o clítoris e talvez você sinta muita sensibilidade, mas é normal, sim? – Manuseou o objeto com os dedos enluvados, ainda respirando fundo ao que apertava o clítoris e puxava para cima, observando um pouquinho mais de perto a bucetinha rosada em um tom forte dentro dos pequenos lábios e o pontinho sensível esticadinho. – É bonito.
—Você acha? — Harry deu uma risadinha sapeca pela fala do outro, se apoiando nos ante-braços para conseguir ver mais de pertinho.
—N-não, eu quero dizer que a anatomia é bonita. E boa pra fazer esse piercing. — Tirou a pinça com cuidado, apesar de a deixar ainda em um dos dedos. —Quero dizer, é bonita sim, não quis dizer que não seja, eu s-só, merda. —Respirou fundo apertando os olhos envergonhado por ter se embolado com o jeitinho malicioso que Harry direciona para si. —Pode abrir um pouquinho mais para começarmos.
—Eu abro um pouquinho mais minha bucetinha pra você, senhor. — Apoiou um dos pés no estofado para que pudesse ficar mais visível, deixando o canal vaginal a mostra. Soltando pinguinhos da sua lubrificação no tecido rosinha, que escorriam por seu cuzinho e sua xotinha brilhosinha.
Louis tem certeza que perderia a cabeça com a visão deliciosa do garoto aberto e praticamente a sua mercê enquanto fazia seu trabalho, fazendo o que supostamente deveria fazer.
O caralho completamente durinho e grosso em baixo da boxer, pingando como uma torneira mal fechada, expondo toda sua vulgaridade pela mancha deliciosa no tecido e como sua glande grossa se mostrava maior perto do cós da calça.
A pinça cirúrgica apertou a pontinha do clítoris novamente, o puxando um pouquinho para cima e manuseando perfeitamente com uma mão só ao que apertava um pouquinho mais. Styles soltou um muxoxo manhoso pelo aperto delicioso e a dor gostosinha que se alastrava por todo seu corpinho sensível.
—Vou fazer a perfuração agora. Preciso que você respire fundo, tudo bem?
—Eu não me importo com a dor, senhor Tomlinson. – sorriu.
Tomlinson buscou o catéter, posicionando entre o buraquinho da pinça, e perfurando de uma vez. No entanto, qualquer resquícios de sanidade que houvera no corpo do moreno se dissipou rapidamente assim que ele escutou um gemido delicioso e escandal0so, junto com a bucetinha expelindo mais lubrificação e deixando seu buraquinho encharcado. As orelhinhas se mechendo agitadinhas e a boquinha pecaminosa em um ‘o’ perfeito. As pontinhas dos dedos se apertando em volta dos lábios que Harry puxava da bucetinha, machucando um pouquinho com a pontinha das unhas e a deixando mais vermelha do que já esteve.
Tomlinson observava a cena anestesiado enquanto passava rapidamente a jóia e rosqueava direitinho para que não se desprendesse com a fricção.
Com uma respiração profunda e observando as reações do cacheado, que ainda revirava os olhinhos, e tremendo de prazer pela dorzinha deliciosa que sentia, quando finalmente notou.
Notou as orelhinhas mexendo de uma maneira que não parecia ser algo artificial naquele ponto.
—A porra de um coelho.
—Nunca viu um coelhinho de verdade, Lou? – Sorriu sapeca, se levantando um pouco mais, e desta vez, apoiando as mãos no acolchoado, ainda com as coxas abertas para o homem que estava agora posicionado na sua frente.
—A porra de um coelho de verdade. —Louis sentiu o queixo prestes a cair. Eram simplesmente muitas situações para lidar de uma vez apenas. O garoto delicioso na sua frente, a bucetinha com a joia perfeita e gordinha pingando em frente dos seus olhos faziam o caralho grosso latejante em baixo do tecido de Tomlinson completamente dolorido como o maldito virgem que era.
—Primeira vez vendo um ser místico, Loulou? Deveria saber que minha cicatrização é muito boa, sabia? —Levou o dedo indicador para o seu buraquinho, recolhendo o líquido docinho e subindo para cima da jóia agora colocada, enquanto observava os olhos azuis brilhantes de Tomlinson o acompanhando com a garganta em movimento, ao que aparentemente engolia em seco.
A pontinha do dedo rodeou o clítoris de uma forma deliciosa por um tempinho, ainda sentindo a dor do furo recente e gemendo mais altinho enquanto mantinha contato, para que o mais velho soubesse que estava assim apenas por ele. Levou a pontinha do indicador para a pontinha da língua ao que a colocou para fora, enfiando e esfregando o seu melzinho para sentir o próprio gosto delicioso e delirando de prazer com tão pouquinho e sendo sensível do jeitinho que era.
—Por que não faz nada, Lou. Não quer? —Formou um biquinho quase persuasivo. — Não me achou bonito?
—Porra, não, e-eu — Passou o punho na testa, recolhendo um pouquinho do suor. —Não acho que isso seja adequado, Harry. Na verdade, nada adequado, que porra eu estou fazendo…
—Não acha ser adequado ou não sabe o que fazer, meu bem? — Mordeu novamente o lábio inferior com os dentinhos de coelho, a ponto de que suspeitava começar a machucar de tanto fazia para não se tornar mais escandaloso. —Vem aqui, vem. — O puxou com o mesmo dedinho molhado, fazendo com que Tomlinson encostasse as coxas na ponta de onde o coelhinho estava deitado, deixando o quadril acima da marcação.
Tomlinson o seguia como um maldito cachorrinho, obedecendo suas ordens e ele faria qualquer coisa que o coelhinho pedisse para fazer.
— E-eu nunca fiz. —Suspirou envergonhado.
— Um virgenzinho, meu amor? Eu te dou um gostinho, gatinho, mhm? — Dedilhou o cós da calça juntamente da boxer do moreno, sentindo o pré-gozo da glande inchadinha molhar sua ponta do dedo e misturar junto com a saliva do mesmo indicador que já estava esguichando. Em outra situação, Harry teria certeza que o moreno estaria gozando com o tanto que ele estava pingando para ele. Somente para Harry.
O coelhinho se sentou mais na pontinha da maca, aproximando ambos quadris e descendo os dois tecidos em conjunto deliciosamente, deixando apenas a pontinha do cacete grosso para fora.
A glande rubra e tão grossa que parecia a ponto de explodir fazia a boquinha gostosa de Harry salivar e babar um pouquinho escorrendo pelo seu queixo e descendo pelo pescoço. A pontinha de fora estava molhadinha e num tom vermelho escuro. A pré-porra escapava aos montes e fazia Harry querer tanto todo aquele caralho dentro do seu cuzinho por horas a fio depois de gozar apenas para se sentir cheinho e continuar pingando com a grossura quente dentro de si.
Recolheu um pouquinho mais da lubrificação da sua bucetinha com o polegar, levando na fenda ensopada do mais velho enquanto enquanto fazia movimentos circulares delicadinhos e observava a respiração descompassada dele, soltando gemidos timidozinhos naquele ponto.
A pontinha do dedo fazia uma massagem deliciosa, recolhendo todo pré-gozo e apertando a cabecinha deliciosa entre os dedos. Sabia pelas reações de Tomlinson e por ele ser virgem que não duraria tanto tempo, mas ainda teriam o dia seguinte para prosseguir com aquilo.
–Harry, caralho – Tomlinson respirou entre-cortado com a pressão deliciosa e extremamente tímido por não conseguir se segurar por tanto tempo. – M-me desculpa, eu- Oh – Revirou os olhos azuis, ainda que mantivesse contato visual. – Eu não vou durar muito, m-me desculpa. Me desculpa, p-por favor, oh, cacete.
– Não tem problema, gatinho. Vem aqui mais pertinho, vem. – O puxou com a outra mão livre pela barra da boxer que estava um pouquinho mais baixa, o deixando mais pertinho da sua bucetinha e trazendo o caralho grosso e extremamente avermelhado para pertinho da sua bucetinha.
Esfregando a cabecinha inchada nos lábios grandes primeiro, a deixando completamente molhadinha e então abrindo toda sua bucetinha para esfregar a fenda que jorrava na jóia recém feita, em cima do clítoris do coelhinho. Arrancando um gemido alto e manhosinho de Harry ao sentir a dorzinha enquanto sorria safado observando as expressões do moreno.
Mesclava entre manusear a cabecinha do pênis que segurava para passar entre seu buraquinho, esfregando com mais força em cima do clítoris em movimentos circulares.
–Esporra na minha bucetinha toda, Lou. Me deixa melado com a sua porra gostosa, por favor. – Fez um biquinho manhoso, apertando a cabecinha rubra na pontinha dos dedos e dedilhando ao esfregar mais forte em cima do seu clítoris durinho e fazendo barulhinhos molhados soarem pela lubrificação dos dois garotos juntos.
E, porra, Louis amou sentir aquela dorzinha o arranhando em um ponto tão sensível como aquele. Revirando os olhinhos azuis e sentindo esporrar em toda bucetinha bonita e gostosa. Tão rápido e desesperado de maneira vergonhosa, não parava de gozar com o jeitinho que Harry falava com ele e o dominava completamente mesmo com seu cacete grosso na mão. Tomlinson quem estava sendo dominado pelo coelhinho.
E ele adorava isso.
–Caralho, coelhinho. – O moreno gemia enquanto gozava o que parecia horas a fio, sem parar. Intercalando entre observar o jeitinho que Harry abria a boca lindamente e gemia alto o suficiente para o estúdio inteiro escutar.
Quando sentiu a sua porra parar de esguichar com tanto afinco, perdeu o ar novamente observado o cacheadinho gozar lindamente e levar toda a porra de Tomlinson para dentro da sua bucetinha com a ponta do dedo, manhosinho e sensível.
–Seu caralho é tão gostoso, Lou. Eu quero você me comendo o tempo todinho e me deixando tão cheio de porra que eu vou vazar por tanto tempo. – Disse enquanto continuava enfiando a pontinha do dedo dentro da bucetinha e levando as últimas gotinhas brancas de gozo que respingaram na sua xoxotinha, com um sorriso travesso.
Com a mesma mão, ainda satisfeito vendo o estado que Louis se encontrava, praticamente acabado como se tivessem fodido horas seguidas, o cacheadinho guardou o membro de Tomlinson dentro da calça novamente, se levantando com um Tomlinson acabado ao seu lado, que respirava descompassado e tinha as mãos ainda enluvadas penduradas ao lado do seu corpo, com um pouquinho de suor escorrendo por sua testa bronzeada e grudando um pouquinho dos fios castanhos, Styles sorriu ladino se vestindo com a calcinha novamente, se virando de costas para o moreno e empinando bem o bumbum, expondo o fio fininho da renda que estava enfiado na sua bucetinha gorda enquanto fazia com as costas curvadas, para então vestir sua calça.
– Espero que tenha outro horário pro’ seu coelhinho, senhor Tomlinson. – Balançou as orelhinhas de coelho novamente e parando um pouquinho mais perto dele.
Levando o dedo com o gostinho dos dois para delinear os lábios fininhos de Louis e se aproximando para deixar uma mordidinha no lábio inferior. Sentia a barba ralinha raspar seu rosto lisinho enquanto lambia seus gostinhos juntos na boquinha bonita. –Espero também que não se importe com o que eu tiver entre as pernas na próxima sessão.
O coelhinho então piscou um dos olhinhos verdes, sapeca.
– Bate uma pra mim enquanto sente meu gostinho na sua boca, Lou. Se for bonzinho, amanhã tem mais. – E saiu da sala tão devagarinho e charmoso como entrou.
Louis estava fodido.
Mas, porra, cancelaria todos agendamentos do dia seguinte se significasse ficar a mercê do que o cacheadinho quisesse fazer consigo. Qualquer coisa.
🐰
.... Parte 2…
Gostaria de ressaltar aqui. Faria dessa uma "one", mas dado que eu gostaria de deixar maior e entregar um smut com ambas genitálias para o harry, decidi fazer uma parte dois onde o harry terá um pênis, afinal, um coelhinho é um ser místico, sim? E esta one contará com:
Humiliation kink; Bellybulge + creampie; Masoquismo; Edging; Dirty talk, como em todas minhas obras ;)
🐰 ೄྀ࿐ ˊˎ-Espero que tenham gostado! Aceito sempre críticas construtivas e ideias para novas ones ou long fics no wattpad ;) amo vocês, beijinhos, mwa!
愛 easter headers
Easter week is here and I'm swamped with college exams agsjafskdjs may not be active in the coming weeks soooooo happy early Easter to y'all beautiful people!!🐰🎉
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Páscoa
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Lovers vegebul ❤️