todays bird
sheepfilms

JVL
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

No title available
Today's Document

Love Begins
cherry valley forever

ellievsbear
official daine visual archive
KIROKAZE
tumblr dot com

@theartofmadeline
Fai_Ryy
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
No title available

Discoholic 🪩
Sweet Seals For You, Always

Product Placement
almost home

seen from United States

seen from T1

seen from United States

seen from United States
seen from Singapore

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Chile
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Trinidad & Tobago
@summer-grimmes-blog
casa de lucy smith | natasha & summer
Após o toque da campainha e enquanto não eram atendidas, Natasha não pude deixar de pensar no quanto estava contente e agradecida por ter sido Summer a ficar como sua parceira naquela investigação. Não se podia dizer que as duas eram melhores amigas mas conheciam-se e davam-se bem, Natasha admirando o trabalho da outra enquanto profissional qualificada e a sua personalidade, que sempre lhe pareceu de alguém digna de se estimar. Para além disso, era sobrinha de Mitchell, o seu chefe e homem por quem Natasha tinha uma vasta consideração e respeito. A agência para qual trabalhava era um factor de extrema importância na vida da mulher; era o local onde finalmente se tinha sentido aceite e onde não era avaliada pelas suas descendências e sim pela sua prestação profissional, tudo o que ela sempre desejou. Talvez a sua dedicação à Primera só a fizesse querer resolver ainda mais aquele caso, dar o orgulho à agência e colegas que a tinham recebido de braços abertos.
A ansiedade percorreu-a como um arrepio assim que a porta foi aberta e a figura de um homem apareceu diante dos seus olhos. Por momentos, não conseguiu evitar sentir pena; mesmo que, no final, Lucy Smith não fosse a culpada, deveria ser desgastante para a família - que, até lhe provassem o contrário, a amava - vê-la ser investigada, todos os pormenores da sua vida pessoal trazidos à superfície e questionados com uma análise minuciosa. As consequências disso pareciam estar espalhadas pelo rosto cansado do homem, que condizia com o seu tom de voz triste. Natasha esboçou um meio sorriso, tentando continuar a manter-se profissional e não deixar transparecer os seus pensamentos. - Boa tarde, Senhor Smith. Sou a Natasha Pinnock e esta é a minha colega, Summer Grimmes. Trabalhamos para a Primera Intelligence Service. - dito isto, tirou do bolso do casaco a sua identificação e mostrou-a ao homem, voltando a guardá-la em seguida. - Se não for muito incomodo, gostaríamos de fazer-lhe algumas perguntas sobre o caso que está a decorrer. Certamente já sabe o que aconteceu na casa da patroa da sua mulher…
Com certeza aquela era uma das partes mais difíceis da primeira parte das investigações, interrogar os suspeitos e procurar pistas sobre a sua inocência – ou não – não eram apenas complicadas pela falta de colaboração dos mesmos, mas de ver as consequências que as acusações traziam para as pessoas ao redor dos suspeitos. Claro, elas não poderiam cortar Lucy das investigações só por ver como a sua família estava sofrendo com isso, mas Summer não conseguiu não sentir um certo aperto quando viu a expressão de tristeza espalhada pelo rosto daquele homem, até virando o olhar para a sua parceira, esperando ver a postura profissional mantida em seu rosto para conseguir manter a própria.
Levantou a carteira ao mesmo tempo que Natasha, como se tivessem combinado algo, mas só era parte da rotina das investigações, de tanto estarem acostumados com aquela fala, os agentes tinham um certo ritmo parecido quando chegava a hora. – Vocês podem entrar, nós não temos nada a esconder. Podem olhar a casa, o que for preciso... – Summer fez um movimento leve com a cabeça, entrando na casa quando o homem deu espaço para as duas antes de fechar a porta.
- Não vamos demorar, fique tranquilo. – Disse em uma voz calma, olhando para Natasha, como se perguntasse por onde iriam começar. Logo depois passou o olhar pelo cômodo onde estavam, tudo era bem humilde, e sabia que o resto seria da mesma forma.
- Eu sei o que as senhoritas devem fazer, podem procurar. Eu só acho que... São sempre os pobres que acabam pagando o preço. – O homem deu um leve suspiro ao sacudir os ombros.- Lucy é uma boa mulher... A casa é de vocês, agentes.
spectre is not allowed / small com os gatos da primera
Quando era apenas uma criança, Natasha não era propriamente forte. Nasceu franzina e com movimentos delicados, chegando a assemelhar-se a uma bonequinha frágil. Foi com apenas 8 anos que o seu pai lhe ensinou a defender-se e treinou-a para se tornar mais resistente. Não era como se o homem fosse um profissional mas a experiência que a vida lhe tinha oferecido já o fazia ser alguém merecedor de respeito e com um conhecimento que ele esperava puder passar à filha. No primeiro treino, Natasha, ganhando fôlego para completar mais um exercício, perguntou ao pai o motivo de estarem a fazer aquilo e a resposta que recebeu foi que deveria saber se defender das outras crianças. Não se queixou e acreditou plenamente em tais palavras já que coincidiam com os fatos da sua vida - alguns dos seus colegas de escola eram agressivos, puxando-lhe os cabelos ou pior, chamando-lhe de “macaca” entre outros insultos, mesmo que não houvesse motivo qualquer para tal. Porém, com o passar dos anos, as intenções do seu pai tornaram-se mais claras. Ele não queria prepará-la apenas para as crianças malvadas do jardim de infância mas sim abrir-lhe uma porta para o futuro. Haveriam sujeitos que lhe tentariam fariam bem pior do um simples puxão de cabelos e ela devia estar preparada para essas ocorrências.
Caminhou pelos corredores da Primera, uma mochila caída sobre o ombro esquerdo e os fones nos ouvidos a tocarem Fall Out Boy. Mesmo estando distraída nos seus próprios pensamentos, não deixou de cumprimentar os agentes por quem passava, até chegar à zona da Academia. Natasha não tinha previsto que encontraria tantos colegas àquela hora e não pode deixar de ficar surpreendida por instantes, antes de mostrar um largo sorriso. - Bom dia, colegas! - saudou com a sua típica animação, adentrando no local e cumprimentando com mais intimidade aqueles que conhecia melhor. Posou a mochila e tirou o casaco, mostrando o top branco que contrastava com as leggings pretas. Ao ouvir a pergunta de Adrian e a resposta de Caprice, abriu a boca para acrescentar: - Também podem usar o meu IPod, caso queiram. - dito isso, dirigiu-se até à cadeira extensora, iniciando o seu treino enquanto observa o que os outros faziam.
A primeira coisa que fez ao colocar os pés na agência foi ir procurar seu tio, sabia que a noite anterior havia sido exaustiva para todos os que estavam de plantão e para Mitchell, que não iria para casa sem ter tudo funcionando como a rotina mandava. Tinha uma imensa curiosidade em saber como os assuntos haviam sido resolvidos e sobre a saúde de Grimmes, Summer entendia o motivo da tamanha dedicação ao trabalho, ainda mais depois do incidente na família, mas também da fama de não enxergar seus próprios limites que Mitchell possuía. A personalidade do homem mudou bastante depois de receber o cargo de DNI. Porém, assuntos como os que ela gostaria de conversar com ele não eram para ser tocados na frente de todos os agentes e por isso, preferiu guardar para mais tarde, visto que seu tio estava com seus companheiros e com uma aparência não tão exausta quanto poderia estar.
Chegou perto do homem, sem esquecer de cumprimentar os que conhecia bem, como Thomas, um dos amigos de seu tio, e sorrindo para os que não, a Primera crescia cada vez mais e conhecer cada um de seus trabalhadores se tornava uma tarefa complicada para a garota, de qualquer forma, ela gostava de se empenhar em conhecer o mínimo dos seus colegas de trabalho. – O que vocês estão aprontando hoje? - Bateu no ombro de Mitchell como um bom dia, se virando e dando um sorriso na direção de Adrian. – Você prometeu treinar comigo. - Falou, mas fez um movimento com a mão para deixar claro que não precisava ser naquele momento.
Summer não parou por ali, na verdade, deu um leve aceno para o pequeno grupo de agentes e caminhou até as meninas que conhecia, um tanto animada por estarem todas lá ao mesmo tempo. Tomou isso como um pressentimento de que aquele seria um ótimo dia. – Finalmente vamos poder treinar todas juntas, huh?! O que acham?
Você e Thomas na sala do Mitchell, hein
Thomas é um dos que me vê como uma criança
Gata, suspende as fritas... O filé já chegou! SUA LINDA!
I know I'll never lose affection | Thomas/Summer
Se tinha algo que o agente estava sentindo naquele momento, só podia ser cansaço. Seu dia havia girado em torno de cena do crime, Primera, cena do crime, interrogatório… Sabia que devia ter recusado quando Mitchell apareceu na sua porta com mais um caso, mas nunca recusou trabalho na vida e dificilmente era agora que ia começar a fazer isso. Só que o cansaço era evidente em seu semblante, com olheiras profundas embaixo dos olhos claros que se fechavam involuntariamente enquanto se esforçava para ler uma mera folha de papel - que ele não fazia mais ideia do que vinha a ser. Aquela definitivamente era a hora de parar para tomar um café. Apesar de saber que há diferentes lugares dentro da agência onde ele poderia ir, não era interagindo com os outros colegas viciados em café que ele ia conseguir relaxar. Por mais que gostasse de trocar uma palavra ou outra durante o trabalho, não gostaria que os outros agentes ou estagiários vissem o estado deplorável em que ele se encontrava. Definitivamente não poderia ser considerado motivacional.
A parada mais próxima de todos os agentes da Primera era a Starbucks. Já havia encontrado e conhecido diferentes agentes por lá. Ele mesmo costumava frequentar o local, mas decidiu que seria uma boa ideia tentar um caminho diferente. Caminhava distraidamente pela calçada, buscando espairecer, quando avistou uma cafeteria que ainda não havia visitado. Resolveu entrar. Qual não foi sua surpresa ao encontrar Summer Grimmes, sobrinha do DNI e também agente da Primera, sentada próxima à janela? Apesar de seu plano inicial ter sido fugir de interagir com seus colegas, sabia que não podia deixar de cumprimentá-la. Thomas considerava Mitchell, tio de Summer, não apenas seu chefe, mas também seu amigo - e isso se estendia à pequena Summer. Vestiu seu melhor sorriso antes de aproximar-se dela. “Que surpresa agradável encontrá-la por aqui, senhorita Grimmes.”
Estava sentada mais uma vez no seu lugar favorito daquela cafeteria, que era pequena, mas Summer simplesmente tinha se apaixonado com o visual dela, que a fazia se sentir tão confortável quanto se sentia em casa ou em um bom momento entre amigos, o cheiro do café só ajuda a melhor o ambiente para a morena, que se deliciava com a bebida amarga e alguns cookies que estavam na mesa. Vir ali significava uma quebra na sua rotina, um momento de descanso da correria de seu dia-a-dia ou um tempo em que ela poderia fingir que seu trabalho não era mais estressante que o normal, que não tinha as mesmas preocupações que um cidadão comum de Londres teria.
A voz de Thomas cortou a sua linha de pensamento e a trouxe de volta para a sua realidade. Afastando o copo de café dos seus lábios, a garota passeou o olhar por todo o rosto do seu colega de trabalho enquanto abria um sorriso. Thomas até poderia tentar esconder, e obter sucesso nisso, o tamanho do cansaço que estava sentindo das outras pessoas, mas Summer sabia o quanto o homem trabalha e tinha mais noção disso pelas conversas que tinha com Mitchell, que sempre afirmava que Thomas nunca recusava um trabalho e que deveria ser tomado como exemplo. – Surpresa agradável é ver você fora da Primera, sabe? – Moveu o olhar para cadeira a sua frente e depois voltou a encarar Thomas. – Servido? – O tom de brincadeira em sua voz era clara, até veio acompanhado de uma risada. – Mitchell não te dá um descanso, hein?
Cloudy || Summer and Isabel
Por mais que os dias em Londres fossem comumente nublados, principalmente naquela época do ano, aquele dia em especial parecia estar ainda mais cinza. Isabel era uma grande fã do frio e dias chuvosos, mas ao mesmo tempo sentia falta da energia extra que tinha quando o dia estava mais ameno. O que fora uma grande mudança quando a moça se mudou da Austrália para Londres, coisa que ainda lutava para se acostumar. O dia chuvoso parecia estar refletindo o estado de Isabel, e não ajudava em nada o fato de que ela dormira pouquíssimas horas naquela noite devido à resolução de um caso. Ela se arrastava pela fila da cafeteria com o olhar um tanto vago, fazendo seu pedido de forma automática quando chegou sua vez. Depois do incidente com Nathan Pierce na Starbucks, ela duvidava que fosse permitida a entrar novamente no estabelecimento, por isso resolveu não arriscar e ir em outra cafeteria próxima a Primera. A morena soltou um bocejo que fez os seus olhos lacrimejarem, aceitando o copo de cappuccino e o croissant do atendente da cafeteria com um baixo “obrigada”. Ao se virar para procurar um lugar para sentar, registrou Summer Grimmes instalada em uma mesa perto da janela, com um laptop à sua frente. Mesmo daquela distância, Isabel podia ver que a agente parecia estar em um estado de humor melhor que o dela, sorrindo ao ver alguma coisa na tela do laptop. Isabel andou até Summer e jogou-se na cadeira em frente a dela sem muita cerimônia, a tempo de ouvi-la dizer algo para si mesma. - Eu não entendo como você consegue estar tão saltitante. É até insultante. - Exagerou com a voz arrastada, apoiando o cotovelo sore a mesa e a bochecha sobre o punho, antes de tomar um gole de seu copo. - O que é novidade? - Questionou à colega, sem ter conseguido registrar o tom irônico quando ela dissera aquilo.
Deu um pulo na cadeira quando Isabel se jogou, não esperava ninguém sentando com ela naquele dia e, mais ainda, ninguém do seu local de trabalho, os olhos arregalados e a boca um tanto aberta denunciavam esse pensamento da garota, porém um sorriso se abriu logo em seguida, mudando completamente a sua expressão e, por mais que ela estivesse claramente com o humor completamente oposto ao seu naquele dia, Summer não deixou de cumprimenta-la desse jeito. – Faz tempo que não te vejo. Quer dizer, fora dos corredores ou em reuniões sobre os casos. – Comentou.
Tomou mais alguns goles do café e olhou mais uma vez para o céu nublado atrás da janela, ela realmente gostava de como as cores e as paisagens ficavam naquele clima. – Talvez porque eu tenho o melhor emprego de todos na melhor agência de todas? – seu sorriso até aumentou, deixando lugar para um riso. – Sem puxar saco, meu tio nem está aqui. Na verdade, eu amo esse tempo, não entende como você está assim, chega a ser até insultante! – Repetiu a fala da outra, imitando tanto a voz como a entonação. - O que vai tomar hoje?
- Estava checando os meus e-mails, adivinha quem é que toma conta da minha caixa de mensagens? - Grimmes sabia que Isabel iria acertar, simplesmente sabia pois Mitchell tinha a mania chata de encher todo o pessoal com email, memorandos e afins.
casa de lucy smith | natasha & summer
O cérebro de Natasha trabalhava a mil, como sempre acontecia quando lidava com um novo caso e o mesmo lhe interessava. Mentalmente, ela tentava juntar as peças do puzzle, revendo todas as pistas, minuciosamente para ver se não lhe tinha escapado nenhum detalhe com relevância, montando um esquema imaginário onde ligava tudo e todos e construindo opiniões sobre suspeitos. Natasha não era do tipo de especular quem tinha cometido o crime, preferia esperar até ter uma boa quantidade de informações já filtradas e pensamentos formulados até começar a suspeitar verdadeiramente de alguém. Deduzir racionalmente e depois ver os resultados. Por isso, esperava que aquela visita a casa de Lucy Smith desse frutos. Conhecia minimamente o papel da emprega na trama; sabia que, segundo a mesma, tinha sido ela a trazer a encomenda com o ovo fatal para a casa e, posteriormente, encontrado o corpo. Porém, não tinha ainda formulado uma opinião sobre Lucy e o seu objectivo com aquela visita era esse. Opiniões eram importantes quando bem fundamentadas; e apesar de Natasha criá-las a partir de conversas com os próprios indivíduos, poder observar o ambiente em que cada vivia também ajudava. No seu ver, às vezes, o que rodeava cada pessoa era a base da sua verdadeira essência.
Foi despertada dos seus pensamentos quando, acidentalmente, sentiu o seu braço bater ligeiramente no de Summer, de uma forma tão leve que até se admirou de ter chegado a notar. Murmurou um “Desculpa” baixo, esboçando um sorriso leve para a sua parceira naquele caso. Continuou a avançar até à porta da modesta casa de Lucy Smith e parou junta à mesma, procurando o olhar de Summer para a avisar de que iria bater à porta. E assim o fez; duas batidas mais fortes e a ansiedade já a assaltava, voltando a fazer a sua mente fervilhar.
Estava animada com o caso, fazia tempo que seu tio não deixava Summer participar dos missões em campo, interrogar fora da agência ou ir procurar pistas em algum lugar. Por mais que fosse um dos arquivos com a marcação inicial de “baixa periculosidade”, ela podia sentir que era um caminho para casos maiores e mais complexos, por isso ficou o caminho todo com um sorriso largo no rosto ao lado de sua parceira, Natasha.
Quando o GPS do carro mostrou que as duas estavam próximas da residência de um dos principais suspeitos do crime, Summer pegou seu celular para rever as partes importantes do caso que Mitchell tinha enviado aos agentes selecionados para a primeira parte da missão, torcendo o nariz ao imaginar como o corpo tinha sido encontrado ao mencionar a bomba.
Ao chegar na casa, mal percebeu que Natasha tinha encostado em seu braço, dando um leve sorriso para o pedido de desculpas da mulher, como se não tivesse problema com isso. Focou na porta depois das batidas e esperou alguém vir atender, o que não demorou muito até um homem abrir a porta, ele tinha uma aparência super cansada, nada que não tivesse visto no rosto de seus colegas de trabalho, mas Grimmes podia observar a expressão triste em seu rosto, provavelmente pela grande atenção negativa que a família Smith havia ganhado nos últimos dias. Com a morte anunciada no jornal, Summer não esperava menos do usual “todos os vizinhos devem estar comentando sobre isso.”.
- Em que posso ajudá-las, senhoritas? – O homem disse, a voz arrastada, até um pouco triste, nada muito anormal pela situação em que sua família se encontrava, refletiu mais uma vez.
I miss my bestie <3
I miss you too! We still can talk, just... Not about work
Você é a mais bela das belas das flores, uma rosa. Quer florescer no meu jardim?
Com certeza é um dos garotos querendo implicar.
Cloudy || Summer and Isabel
Dias nublados já eram parte da sua rotina, mas de alguma forma, a garota apreciava esse clima e, diferente da maioria das pessoas, era quando acordava com uma animação maior para fazer as suas tarefas. Entrava na Primera com um sorriso maior no rosto e um pique maior, procurando os colegas de trabalho para continuar o que tinha deixado para terminar no dia anterior.
Como Summer estava fazendo um bom trabalho naquele dia, resolveu se presentear com um lanche na sua cafeteria favorita, não era muito longe de onde trabalhava, mas resolveu levar o laptop junto, para ler os e-mails que tinha recebido. Ao pegar o seu pedido, sentou em alguma mesa perto da janela para conseguir ter noção do passar do dia.
Passou os olhos pelos e-mails e viu que a maioria era de seu tio, Mitchell, deu um sorriso leve enquanto tomava alguns goles do café. – Que novidade!
vem me amar
Senta aqui no meu colo só pra testar
Eu estou bem aqui.