“Eu sou um fracasso total, caso não tenha reparado.”
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@supermegapauselouca
“Eu sou um fracasso total, caso não tenha reparado.”
—
I've been listening to the new soundtracks since they dropped (ATLA Book 3 soundtrack!! Ah! The memories!!) and with the movie and then the trailer for the show... all I can think about is 'where's Suki?!' rn (To be fair, I haven't read the comics, so maybe it's answered there or in that movie I haven't watched yet?)
Hey, Katara. Hey, Aang.
Katara took the pic
Support me on Patreon or Kofi
Feeling Down | Erling Haaland
you feeling down and you dont want Erling to see but you live together
Warnings: sad feelings, slight bit of angst
Note: according to my Google Translate (as my main Norwegian pal is no longer on here) Kjære = sweetheart
A/N: dedicated to the @horny-haaland-hoes
- - -
Erling was up and ready before you were, leaving the house before you’d even left the bed, so waking up alone didn’t help your mood. It was one of those days where you knew nothing was going to go right the moment you woke up, but you were hoping it was going to get better.
Of course it didn’t, though.
ok what about Haaland × singer! reader?? where reader's like Taylor Swift?? I mean, she has at least three songs that could fit into a cute fic with him. the alchemy (literally the whole song), so high school (you know how to ball I know aristotle) and end game (you and me we got big reputations) 😭😭 I'm dying to read something like this
END GAME - e. haaland
inwhich! the media keeps messing with your mind and making you overwhelmed about your relationship with star, erling haaland, and he shows up at your door to comfort you, leading you to then make a song about the situation.
frannytalks! i wasn’t sure if you wanted it to be you writing the song or a situation related to it sooo, i tried doing a mix of both. love the idea by the way! don’t forget to join my taglist(s) here!
Erling Haaland Dating Headcanons
~ Erling has such golden retriever energy. He always wants to be doing something and drags you out of the house for walks if he thinks you’ve been inside too long, loves visiting new places you’ve never been before, and likes to go on picnic dates/hiking dates when the weather is good. He also really loves to make jokes and does silly things to make you laugh, he just loves seeing you happy.
~ His biggest love language is physical touch. He always has to be touching you, whether it be holding your hand, a hand on your back or an arm around your shoulders while your walking somewhere, or just giving you random hugs and kisses throughout the day. At night when you’re getting ready for bed, he completely smothers you, long arms and legs wrapped around you to keep you close.
~ His second biggest love language though, is gift giving. He spoils you rotten. He buys you tons of birkin bags, pretty clothes he thinks you’ll like, and makeup. He also buys you your favorite flowers and foods/candy every chance he gets, he just wants to love on you and see you happy.
~ He loves teaching you Norwegian. Even if you’re bad at it and mess up a lot, he’s always very patient with you and loves sharing a piece of himself and his culture with you. He calls you lots of Norwegian pet names like snuppa (sweetie), min skatt (my treasure), and elskling (darling).
~ He really wants to get into whatever interests or hobbies you have. You’ve gotten into football for him, so it’s only fair he takes interest in what you love as well. He can listen to you talk for hours about any passions you have, and stares at you with a lovesick grin as he listens to you.
~ He is a gentleman through and through. He opens all your doors for you, pulls out your chair, and offers you his jacket if you’re cold. When you go out on dates, he always orders for you before saying what he wants, and he always asks if you want to try a bit of what he orders too.
~ Whenever Erling goes on trips for a game or something else, he always wants to take you with him. He misses you so much when he’s away from you and it makes him feel much better being able to have you with him. If he’s not able to bring you along because of your job or plans just don’t work out, he facetimes you every night to fill you in on what he’s doing and check on you. When he gets home from trips you don’t go on, the first thing he does is wrap you up in his arms and just holds you for a while, making up for the time he hasn’t been able to with you.
~ He really loves how you smell and uses your hair products, soaps and perfumes so he can smell like you. It makes him feel closer to you and comforts him.
Melhores Amigos?
Notas: Pensando sobre escrever uma pt.2 desse aqui.
Existem pessoas que entram na sua vida de forma tão natural que, depois de um tempo, você simplesmente esquece como era viver sem elas.
Erling era exatamente assim.
Não houve um grande momento, uma história emocionante ou um encontro digno de filme.
A amizade simplesmente aconteceu.
E ficou.
Às vezes eu tentava lembrar qual tinha sido a primeira conversa de verdade entre nós.
Não conseguia.
Lembrava de pequenos momentos.
Uma discussão boba sobre qual era a melhor pizzaria de Manchester.
Uma aposta que eu perdi e tive que usar a camisa da Noruega durante um dia inteiro.
Uma viagem com amigos em que ele passou três horas tentando me convencer de que tubarões eram "fofos".
Mas o início…
O início simplesmente não existia.
Em algum momento, deixamos de ser conhecidos e passamos a fazer parte da rotina um do outro.
Era tão automático que nem precisávamos combinar as coisas.
Ele aparecia no meu apartamento sem avisar.
Eu entrava na casa dele sem tocar a campainha.
Ele sabia minha senha do celular.
Eu sabia exatamente quando ele estava mentindo, porque ele sempre desviava o olhar para a esquerda antes de responder.
Era assim.
Simples.
Natural.
Talvez fosse justamente por isso que ninguém acreditava quando dizíamos que éramos apenas amigos.
Meu celular vibrou sobre a mesa de cabeceira.
Ainda de olhos fechados, estiquei o braço até encontrá-lo.
A tela iluminou o quarto.
Erling
"Acordada?"
Olhei para o relógio.
Sete e vinte e dois.
Suspirei antes de responder.
"Você tem algum problema com pessoas dormindo?"
Os três pontinhos apareceram quase imediatamente.
"Tenho."
Revirei os olhos.
"Vai procurar terapia."
"Olha pela janela."
Franzi a testa.
"Por quê?"
"Só olha."
Levantei da cama resmungando baixinho e caminhei até a janela.
Assim que afastei a cortina, encontrei a SUV preta dele estacionada bem em frente ao prédio.
Erling estava encostado na porta do motorista.
Usava um moletom cinza, calça preta e um tênis branco já um pouco sujo.
As mãos estavam nos bolsos.
Quando percebeu que eu finalmente tinha aparecido na janela, levantou a cabeça e abriu um sorriso.
Depois fez um gesto com a mão.
Anda logo.
Neguei com a cabeça.
Ele apenas deu de ombros, como se já esperasse aquela reação.
Peguei o celular outra vez.
"Você é inconveniente."
A resposta chegou segundos depois.
"Eu sei."
"Não vou descer."
"Vai."
"Não vou."
"Cinco minutos."
Sorri.
"Você é muito convencido."
"Também sei."
...
Exatamente sete minutos depois, atravessei a porta do prédio.
Erling sorriu assim que me viu.
— Sete minutos. — comentou o loiro, olhando rapidamente para o relógio no pulso.
— Achei que você ia demorar mais.
Fechei o casaco por causa do vento gelado.
— Eu estava dormindo.
— Percebi.
Parei na frente dele e cruzei os braços.
— Você apareceu sem avisar.
— Apareci.
— E isso parece normal para você?
— Bastante.
Soltei uma risada nasal.
— Você é impossível.
— Você continua sendo minha amiga.
— Infelizmente.
Ele levou a mão ao peito, fingindo indignação.
— Nossa…
— Você sobrevive.
— Isso foi cruel.
Passei por ele em direção ao carro.
Antes que eu pudesse abrir a porta, senti os dedos dele segurarem meu pulso.
Olhei para trás.
— O quê?
Sem responder, Erling ergueu a outra mão até meu rosto.
Fiquei completamente imóvel.
Os dedos dele prenderam delicadamente uma pequena folha seca que estava presa entre meus cabelos.
Ele a retirou com cuidado.
Depois a mostrou entre os dedos.
— Tinha isso aqui. — explicou, jogando a folha no chão.
Continuei olhando para ele por alguns segundos.
— Você podia simplesmente ter falado.
— Podia. — respondeu ele com um sorriso pequeno. — Mas foi mais rápido assim.
Balancei a cabeça.
— Você invade muito o espaço das pessoas.
— Só o seu.
A resposta saiu tão naturalmente que ele nem pareceu perceber o que tinha acabado de dizer.
Meu coração acelerou por um instante.
Desviei o olhar primeiro.
— Convencido.
Ele sorriu de lado.
— Você nunca reclamou antes.
Não respondi.
Abri a porta do carro e entrei.
Assim que sentei, encontrei um copo de café esperando por mim no porta-copos.
Peguei o copo ainda quente.
— Sem açúcar... — murmurei.
Erling entrou no carro pelo outro lado e ligou o motor.
— Uhum.
Observei o café por alguns segundos.
— Leite na quantidade certa.
— Sim.
Olhei para ele.
— Você pediu exatamente como eu gosto.
Ele tirou o carro da vaga antes de responder.
— Faz anos que você pede o mesmo café.
— Mesmo assim…
Ele deu um rápido sorriso.
— Eu presto atenção.
Não consegui responder.
Fiquei apenas observando o perfil dele enquanto dirigia.
As mãos grandes seguravam o volante com facilidade.
Os cabelos loiros estavam presos de qualquer jeito.
Ele parecia completamente concentrado na rua.
Como se lembrar de um detalhe tão pequeno fosse a coisa mais normal do mundo.
Talvez fosse.
Talvez, para ele, realmente fosse.
Porque Erling sempre lembrava.
Lembrava da data da minha prova mais importante.
Do nome da minha avó.
Da música que eu colocava para repetir quando estava triste.
Do meu pedido favorito em cada cafeteria.
Lembrava de tudo.
Menos de avisar quando aparecia na porta da minha casa às sete da manhã.
Depois de alguns minutos em silêncio, ele estendeu a mão sem tirar os olhos da estrada.
— Me dá um gole.
Afastei o copo imediatamente.
— Nem pensar.
Ele soltou uma risada.
— Egoísta.
— Você podia ter comprado o seu.
— Mas o seu é melhor.
— É literalmente igual.
— Não é.
— É.
— Não quando é seu.
Olhei para ele.
Erling continuava olhando para a rua, como se tivesse dito a coisa mais comum do mundo.
Sorri de canto.
— Você fala cada besteira…
— Funcionou.
— O quê?
Finalmente ele virou o rosto para mim.
Os olhos azuis encontraram os meus.
— Você sorriu.
E, por algum motivo, meu coração fez questão de perceber isso antes da minha cabeça.
— Você está muito observador hoje. — murmurei, tentando desviar a atenção.
Erling voltou os olhos para a estrada, mas o sorriso permaneceu no canto da boca.
— Hoje?
— Sim. Hoje.
— Então nos outros dias eu não sou?
Cruzei os braços, segurando o copo de café entre as mãos.
— Nos outros dias você só é irritante mesmo.
— Que bom. Fiquei preocupado que minha personalidade tivesse mudado.
Revirei os olhos, mas não consegui segurar o sorriso.
O silêncio que veio depois não era
desconfortável.
Nunca era com ele.
Era uma daquelas coisas que eu tinha aprendido sem perceber: com Erling, eu não precisava preencher cada segundo com palavras. Às vezes bastava estar ali.
A cidade passava pela janela enquanto ele dirigia pelas ruas ainda meio vazias de Manchester. Pessoas caminhavam apressadas pelas calçadas, algumas segurando copos de café, outras tentando se proteger do frio.
Era uma manhã comum.
E talvez fosse exatamente isso que tornava tudo tão especial.
— Você tem treino hoje? — perguntei.
— Tenho.
— Então por que está aqui?
Ele olhou rapidamente para mim.
— Porque eu quis te ver.
A resposta veio simples.
Sem brincadeira.
Sem aquele tom provocador que ele usava quando queria esconder alguma coisa.
Por alguns segundos, eu não soube o que dizer.
Então olhei pela janela.
— Você podia ter mandado mensagem.
— Podia.
— Ou ligado.
— Podia também.
— Então por que apareceu?
Ele demorou um pouco para responder.
O suficiente para eu perceber que, dessa vez, ele estava pensando de verdade.
— Porque às vezes uma mensagem não é a mesma coisa.
Meu olhar voltou para ele.
Erling mantinha os olhos na rua, mas sua expressão tinha mudado. Não era tristeza. Não exatamente.
Era algo mais difícil de entender.
Como se ele estivesse tentando dizer alguma coisa sem saber como.
— Você está estranho. — falei.
Ele soltou uma pequena risada.
— Eu estou sempre estranho.
— Não desse jeito.
Ele ficou em silêncio.
E eu conhecia aquele silêncio.
Conhecia porque era o mesmo que ele fazia quando algo realmente importava.
— Erling…
— Está tudo bem. — interrompeu, mas sem parecer irritado. — Só queria passar um tempo com você.
A forma como ele disse aquilo fez meu peito apertar levemente.
Porque era uma frase simples.
Mas vindo dele, parecia carregar muito mais.
O carro parou em um sinal vermelho.
Por alguns segundos, ficamos apenas olhando um para o outro.
Eu queria perguntar o que estava acontecendo.
Queria entender por que aquela manhã parecia diferente.
Mas antes que eu pudesse falar, ele desviou o olhar e o sinal abriu.
— Você ainda vai fingir que não gosta quando eu apareço? — perguntou, mudando completamente de assunto.
Soltei uma risada baixa.
— Eu gosto quando você aparece.
Ele ergueu uma sobrancelha.
— Gosta?
Percebi tarde demais o que tinha acabado de admitir.
— Não se acha.
— Tarde demais.
— Erling.
— Você acabou de dizer que gosta.
— Eu disse que gosto da sua companhia.
— É quase a mesma coisa.
— Não é.
Ele sorriu.
— Para mim é.
Balancei a cabeça, olhando para frente.
— Você está impossível hoje.
— E você continua aqui.
Aquilo me fez ficar em silêncio.
Porque ele tinha razão.
Eu continuava ali.
Sempre continuava.
Pouco tempo depois, ele estacionou em frente a uma cafeteria pequena que costumávamos ir quando queríamos fugir da movimentação da cidade.
Eu olhei para o lugar e depois para ele.
— Você trouxe meu café da manhã e agora quer outro?
— Esse é diferente.
— Como?
Ele desligou o carro.
— Esse eu tomo com você.
A resposta me pegou desprevenida.
Ele saiu do carro antes que eu pudesse responder, então apenas balancei a cabeça e saí também.
Entramos na cafeteria, e o cheiro de café recém-passado tomou conta do ambiente.
A atendente sorriu assim que nos viu e alguns clientes reconheceram Erling.
Ele sorriu, cumprimentou um senhor que pediu uma foto e conversou rapidamente com uma criança usando a camisa do City.
Enquanto esperava, fiquei observando de longe.
Nunca deixava de me impressionar a paciência que ele tinha com os fãs.
Mesmo quando parecia cansado.
Mesmo quando queria apenas tomar um café.
Ele sempre parava.
Sempre sorria.
Sempre fazia questão de conversar.
Quando terminou, caminhou até a mesa onde eu já estava sentada.
— Demorei?
— Uns cinco minutos.
— Foi mal.
Dei de ombros.
— Eu já esperava.
Ele se acomodou na cadeira à minha frente.
Antes que pudesse falar qualquer coisa, a garçonete apareceu.
Ela olhou primeiro para Erling.
Depois para mim.
Depois voltou a olhar para ele.
Sorriu.
— O de sempre para vocês?
Erling confirmou com a cabeça.
— Por favor.
Ela anotou o pedido e, antes de sair, perguntou casualmente:
— Sua namorada vai querer o brownie também?
O silêncio caiu sobre a mesa.
Eu arregalei os olhos.
— Ah... eu— fui interrompida, calmamente, por Haaland.
— Ela não é minha namorada. — respondeu Erling, educadamente.
— Somos só amigos. — completei, sorrindo para a garçonete.
— Ah, me desculpem. — disse ela, claramente sem acreditar. — É que vocês combinam muito.
Assim que ela foi embora, eu e Erling nos encaramos por um segundo.
Depois começamos a rir ao mesmo tempo.
— Toda semana isso. — falei, balançando a cabeça.
— Já perdi a conta.
— As pessoas simplesmente decidiram que a gente namora.
— E não tem como convencer ninguém do contrário.
Peguei um sachê de açúcar da mesa e joguei na direção dele.
— A culpa é sua.
Ele segurou o sachê no ar antes que acertasse seu peito.
— Minha?
— Você fica me olhando desse jeito estranho.
Ele franziu a testa.
— Que jeito?
— Esse jeito.
— Eu tenho um jeito?
— Tem.
Um sorriso divertido surgiu em seus lábios.
— Então me mostra.
Abri a boca para responder.
Mas não consegui.
Porque, naquele exato momento, ele estava me olhando exatamente do jeito que eu queria explicar.
Calmo.
Atento.
Como se, por alguns segundos, eu fosse a única pessoa dentro daquela cafeteria.
Erling percebeu que eu tinha parado de falar.
Claro que percebeu.
Ele sempre percebia.
— O quê? — perguntou, inclinando levemente a cabeça.
Desviei o olhar para a mesa, mexendo distraidamente nos sachês de açúcar.
— Nada.
— Você ia falar alguma coisa.
— Não ia.
— Ia sim.
— Você é muito convencido.
Ele sorriu.
— Você já usou essa frase hoje.
— Porque continua sendo verdade.
— Então você admite que eu sou consistente.
Soltei uma risada baixa, balançando a cabeça.
— Eu admito que você é irritante.
— Isso é quase um elogio vindo de você.
Antes que eu respondesse, nossos cafés chegaram.
A garçonete colocou as xícaras sobre a mesa e deixou o brownie entre nós, sorrindo de canto antes de sair.
Eu notei.
Erling também.
— Ela ainda acha que a gente namora. — falei.
Ele pegou a xícara e deu um gole antes de responder.
— Talvez ela tenha uma boa intuição.
Olhei para ele imediatamente.
— Erling.
Ele segurou o sorriso.
— O quê?
— Não começa.
— Eu não falei nada.
— Mas pensou.
— Talvez.
Revirei os olhos, mas acabei sorrindo.
Era sempre assim.
Ele conseguia transformar qualquer momento em algo leve.
Mesmo quando havia alguma coisa diferente no ar.
Mesmo quando eu sentia que ele estava escondendo algo.
Fiquei alguns segundos observando ele beber o café.
Era estranho como uma pessoa podia fazer parte da sua vida por tanto tempo e ainda assim conseguir surpreender você.
Eu conhecia Erling.
Conhecia os hábitos dele.
As manias.
Os silêncios.
O jeito como ele batia os dedos na mesa quando estava ansioso.
O jeito como passava a mão no cabelo quando não sabia o que dizer.
E naquele momento ele estava fazendo exatamente isso.
Batendo os dedos na madeira.
Devagar.
Distraído.
— Você está pensando demais. — falei.
Ele parou o movimento.
— Estou?
— Está.
— Como sabe?
— Porque você está batendo os dedos.
Ele olhou para a própria mão e soltou uma pequena risada.
— Você reparou nisso?
— Eu reparo em muitas coisas.
A resposta saiu antes que eu pudesse pensar.
Por um instante, o sorriso dele diminuiu.
Não desapareceu.
Só ficou mais suave.
— Eu sei.
A forma como ele disse aquilo me fez levantar os olhos.
— Sabe?
Ele assentiu.
— Você sempre reparou.
Ficamos em silêncio por alguns segundos.
Um silêncio diferente.
Não ruim.
Só mais cheio.
Como se existissem coisas demais sendo ditas sem ninguém falar.
Peguei um pedaço do brownie com o garfo e empurrei na direção dele.
— Come.
Ele olhou para o prato.
Depois para mim.
— Você está dividindo?
— Não se emociona.
— Isso é raro.
— Eu só não quero ouvir você reclamando que o meu é melhor.
Ele pegou o garfo.
— Mas é.
— Você nem provou.
— Não preciso.
— Como sabe?
Ele deu de ombros.
— É seu.
Parei por um segundo.
Novamente aquela sensação.
Aquela pequena coisa que ele dizia como se fosse normal.
Como se não tivesse nenhum peso.
Mas tinha.
Pelo menos para mim.
— Você tem noção de que fala umas coisas muito estranhas às vezes? — perguntei.
Ele mastigou o brownie e franziu a testa, fingindo pensar.
— Estranhas boas ou estranhas ruins?
— Não sei.
— Então provavelmente boas.
— Você sempre encontra uma forma de se elogiar.
— Alguém precisa fazer isso.
— Você tem milhões de fãs.
— Eles não me conhecem.
A resposta veio tão rápida que eu fiquei quieta.
Porque, dessa vez, não parecia uma brincadeira.
Ele olhou para a janela da cafeteria.
Lá fora, a cidade continuava.
Pessoas indo trabalhar.
Carros passando.
Uma manhã completamente normal.
Mas eu sabia que alguma coisa não estava normal.
— Erling.
Ele voltou a olhar para mim.
— Hm?
— O que está acontecendo?
Ele ficou parado.
— Nada. — ele disse, olhando rapidamente para a esquerda.
— Você mente olhando para a esquerda.
Um sorriso pequeno apareceu no rosto dele.
— Você ainda lembra disso?
— Eu acabei de falar que reparo nas coisas.
Ele respirou fundo.
Por alguns segundos, parecia escolher as palavras.
— Eu só…
Ele parou.
Esperou.
Tentou novamente.
— Eu só percebi que minha vida está mudando muito rápido.
Franzi a testa.
— Como assim?
Ele passou a mão pela nuca.
— Tudo acontece muito rápido. Jogos, viagens, entrevistas, pessoas novas o tempo todo.
Eu apenas escutava.
— E às vezes eu sinto que todo mundo conhece uma versão minha.
Ele fez uma pausa.
— Mas poucas pessoas conhecem quem eu sou quando não estou fazendo nada.
Meu peito apertou.
Porque eu sabia exatamente o que ele queria dizer.
— E você acha que eu conheço?
Ele olhou para mim.
Sem hesitar.
— Tenho certeza.
A resposta veio tão simples que quase doeu.
Eu abaixei os olhos para minha xícara.
— Erling…
— Eu não estou falando isso para deixar estranho.
— Eu sei.
— É só que…
Ele sorriu de leve.
Um sorriso diferente dos outros.
Mais vulnerável.
— Eu gosto de saber que posso simplesmente aparecer às sete da manhã e você vai reclamar, mas vai descer.
Não consegui evitar rir.
— Essa é sua forma de demonstrar carinho?
— Talvez.
— Aparecendo sem avisar?
— Funciona.
— Você é impossível.
— Mas você desceu.
Olhei para ele.
E, infelizmente, ele tinha razão.
Eu sempre descia.
Sempre atendia.
Sempre ficava.
Porque, de alguma forma, Erling tinha se tornado aquele tipo raro de pessoa.
Aquela que não precisava pedir espaço na sua vida.
Porque, quando você percebia, ela já estava lá.
A garçonete passou pela mesa e colocou a conta.
Erling pegou antes que eu pudesse alcançar.
— Eu pago.
— Nem pensar.
— Eu trouxe você.
— Eu tenho dinheiro.
— Eu sei.
— Então?
Ele levantou os olhos para mim.
— Então deixa eu fazer isso.
Simples.
Sem insistência.
Sem brincadeira.
Apenas um pedido.
E foi justamente isso que me fez aceitar.
— Você está estranho hoje.
Ele sorriu enquanto pegava a carteira.
— Você já falou isso.
— Porque continua sendo verdade.
— Talvez eu só esteja cansado.
— Talvez.
Ele olhou para mim.
— Talvez eu só tenha sentido sua falta.
E dessa vez não houve nenhuma piada depois.
Nenhum comentário para quebrar o momento.
Apenas aquelas palavras ficando entre nós.
E, pela milésima vez naquela manhã, eu não soube o que responder.
A frase ficou entre nós.
"Talvez eu só tenha sentido sua falta."
Simples.
Curta.
Mas completamente diferente de todas as outras coisas que Erling costumava dizer.
Ele percebeu que eu não tinha respondido e, como sempre fazia quando achava que tinha ido longe demais, tentou aliviar o momento.
— Você está me olhando como se eu tivesse confessado um crime.
Soltei uma pequena risada.
— Você acabou de admitir que acordou cedo em uma manhã fria de Manchester só porque sentiu minha falta.
Ele deu de ombros.
— Parece pior quando você fala assim.
— Porque é esquisito.
— Eu sou esquisito.
— Isso eu já sabia.
Ele sorriu, satisfeito por ter conseguido me fazer voltar ao normal.
Era uma das coisas que eu mais gostava nele.
Erling nunca forçava nada.
Mesmo quando o assunto ficava sério, ele sempre encontrava uma forma de deixar tudo mais fácil.
A conta já estava paga quando levantei da mesa.
Peguei meu casaco e coloquei os cabelos para trás.
— Então agora você vai finalmente me contar o motivo real de ter aparecido na minha casa às sete da manhã?
Ele pegou o próprio casaco na cadeira.
— Eu já contei.
— Não contou.
— Contei sim.
— Não, você falou que queria me ver. Isso não é uma explicação.
Ele abriu a porta da cafeteria para eu passar.
— Às vezes é.
Parei por um segundo.
Olhei para ele.
— Você percebe que fala umas coisas muito suspeitas, né?
Ele segurou a porta aberta, sorrindo.
— Você percebe que analisa tudo que eu falo, né?
— Porque você fala coisas analisáveis.
— Essa palavra existe?
— Agora existe.
Ele riu.
E era isso.
Era sempre isso.
Eu podia passar horas tentando entender Erling, mas no final ele sempre conseguia me fazer rir antes.
Caminhamos até o carro em silêncio.
Não um silêncio estranho.
Aquele silêncio que já era nosso.
O tipo que não precisava ser preenchido.
Quando chegamos ao carro, ele abriu a porta para mim.
Parei antes de entrar.
— Você está mesmo bem?
A pergunta saiu mais baixa dessa vez.
O sorriso dele diminuiu um pouco.
Não desapareceu.
Só ficou mais sincero.
— Estou.
Esperei.
Porque eu sabia que tinha mais.
Ele também sabia.
Mas, em vez de explicar, apenas completou:
— Só queria um dia normal.
Franzi a testa.
— Normal?
Ele assentiu.
— Sem câmeras. Sem entrevistas. Sem gente esperando alguma coisa de mim.
Olhei para ele.
— E você acha que passar a manhã comigo é normal?
Um sorriso apareceu no rosto dele.
— Para mim é.
E aquilo, de alguma forma, respondeu mais do que qualquer explicação.
Entrei no carro sem dizer nada.
Mas dessa vez não foi porque eu não tinha resposta.
Foi porque eu tinha respostas demais.
Erling fechou a porta do meu lado e deu a volta até o banco do motorista.
Assim que entrou, colocou o cinto e ligou o carro.
Por alguns minutos, nenhum dos dois falou.
Eu olhava pela janela, acompanhando as ruas de Manchester passarem lentamente.
Era estranho como uma manhã tão comum podia parecer diferente.
Nada tinha mudado de verdade.
Eu ainda estava sentada no carro dele.
Ainda ouvia ele cantarolar baixinho uma música qualquer enquanto dirigia.
Era tudo igual.
E, ao mesmo tempo, não era.
— Você está quieta. — ele comentou.
Continuei olhando para fora.
— Estou pensando.
— Isso nunca é bom.
Virei o rosto para ele.
— Por quê?
— Porque quando você pensa demais, começa a criar teorias.
— Minhas teorias geralmente estão certas.
— Infelizmente.
Sorri.
— Você admite?
— Contra minha vontade.
O sinal fechou e ele parou o carro.
Fiquei observando o movimento das ruas.
Uma senhora atravessando com um cachorro pequeno.
Um homem correndo atrasado segurando uma pasta.
Um casal rindo na calçada.
Coisas simples.
Coisas que quase ninguém prestava atenção.
Mas Erling sempre parecia gostar desses momentos.
Dos momentos em que ninguém esperava nada dele.
— Você sabe que pode falar comigo, né? — perguntei.
Ele não respondeu imediatamente.
Olhei para ele.
As mãos dele estavam no volante.
O olhar fixo no sinal vermelho.
— Eu sei.
— Então por que parece que você está tentando dizer alguma coisa desde que chegou?
Ele soltou uma risada baixa.
— Porque você me conhece demais.
— Esse é o problema?
O sinal abriu.
Ele voltou a dirigir.
— Às vezes.
A resposta me surpreendeu.
— Às vezes?
Ele assentiu.
— É estranho.
— O quê?
— Ter alguém que percebe quando você está diferente antes de você dizer o que está acontecendo.
Fiquei em silêncio.
Porque eu entendia.
Mais do que ele imaginava.
Erling era conhecido por milhões de pessoas.
Todo mundo sabia quando ele fazia um gol.
Quando ganhava um jogo.
Quando aparecia em uma entrevista.
Mas poucas pessoas sabiam quando ele estava cansado.
Quando precisava de um dia tranquilo.
Quando queria apenas sentar em algum lugar sem ser o Erling Haaland, jogador do Manchester City.
Apenas Erling.
— Você sabe que comigo você não precisa ser nada disso, né?
Ele olhou rapidamente para mim.
— Nada do quê?
— O cara que todo mundo espera que você seja.
Ele ficou quieto.
Um sorriso pequeno apareceu no canto da boca.
— Eu sei.
— Sabe mesmo?
— Sei.
— Então por que está me olhando assim?
— Porque você fala como se fosse fácil.
Cruzei os braços.
— Para mim é.
Ele me olhou por alguns segundos.
Depois voltou para a estrada.
E eu não sabia por que aquela resposta parecia ter significado mais do que deveria.
O carro parou em frente ao meu prédio.
Eu olhei para a entrada.
— Já?
Ele ergueu uma sobrancelha.
— Você queria que eu continuasse dirigindo sem destino?
— Talvez.
— Você odeia quando eu faço isso.
— Odeio.
— Então?
Dei de ombros.
— Hoje eu não sei.
Ele sorriu.
Um sorriso pequeno.
Mas que eu conhecia bem.
O sorriso de quando ele percebia alguma coisa.
— Você está estranha.
— Eu?
— Você.
— Impossível.
— Você acabou de dizer que queria continuar comigo sem destino.
— Não disse isso.
— Disse.
— Eu disse talvez.
— Que é pior.
Revirei os olhos e abri a porta do carro.
Mas antes que eu saísse, ouvi:
— Ei.
Olhei para trás.
Erling estava me olhando.
Aquele olhar atento de sempre.
O mesmo que tinha causado a pergunta da garçonete.
O mesmo que eu nunca sabia explicar.
— Obrigado.
Franzi a testa.
— Pelo quê?
Ele demorou um segundo.
— Por ser você.
Fiquei parada.
Porque, novamente, ele tinha essa habilidade irritante de dizer coisas importantes como se fossem simples.
Como se não soubesse o efeito que tinham.
— Você sabe que isso é uma frase muito dramática para alguém que só me trouxe para tomar café, né?
Ele riu.
— Eu sabia que você ia estragar o momento.
— Alguém precisa manter você humilde.
— Essa é sua missão?
— Desde que te conheci.
Ele balançou a cabeça, sorrindo.
Saí do carro e fechei a porta.
Caminhei alguns passos até a entrada do prédio.
Mas antes de entrar, olhei para trás.
Erling ainda estava ali.
Com a janela abaixada.
Me observando.
Como se ainda não tivesse pressa para ir embora.
Levantei a mão em um aceno.
Ele fez o mesmo.
Só depois ligou o carro e foi embora.
Subi até meu apartamento com uma sensação estranha no peito.
Não era tristeza.
Não era preocupação.
Era outra coisa.
Uma coisa que eu não queria nomear.
Porque algumas mudanças acontecem devagar.
Tão devagar que você só percebe quando já está no meio delas.
E talvez o problema fosse esse.
Eu e Erling sempre fomos bons em perceber tudo.
Menos aquilo que estava acontecendo entre nós.
NSFW Alphabet erling Haaland
NSFW Alphabet | Erling Haaland
Based on an request and because a lot of people asked for this , you shall recieve .
Tw : This is an NSFW Alphabet so obviously SMUT and fluff .
I hope you like it ; )
Enjoy < 3
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A = Aftercare ( What they're like after sex )
He is actually very romantic . His love language is physical touch . He will hug you and kiss you . Most of the times you fall asleep right after sex.
B = Body Part ( They're favorite body part of theirs and also their partners )
He likes to grab things , so his favorite body part of yours is your waist , boobs and your ass . He actually loves the sight of his big hands spread out on you . He was a size kink .
He is naturally so big and has a particular liking on his thighs that you apear to like a little too much .
C = Cum ( Anything to do with cum basically )
He dosn't like the mess so he prefers to just cum inside of you and since you apear to like it as much as he does , it's just the way to go . Although if you ask him to make a mess , he will gladly do it .
D = Dirty Secret ( A dirty secret of theirs )
Erling yould probably want you to dominate him in a way . What can we say ? He is a switch .
E = Experience ( How experienced are they ? )
He is actually very picky and dosn't have that much of an experience , but with you . . . we can say that he certainly is a pretty fast learner .
F = Favorite Position ( Pretty self explenatory )
He does everything in his power to show you how much power and strenght he has .
Any position where he can manhandle you actually .
SEX ON THE WALL SEX ON THE WALL SEX ON THE WALL
G = Goofy ( Are they more serious in the moment or not ? )
It depends on the situation . Most of times he just teases the life out of you and is pretty serious , but he can crack some jokes from now and then .
H = Hair ( How well groomed are they ? Does the carpet match the grapes ? )
There's not much to be said about this . He keeps himself preaty well groomed . And yes the carpet does much the grapes .
I = Intimacy ( How are they like during the moment ? The romantic aspect . )
You are his favorite person . He just can't take his hands away from and more importantly his eyes . As I said before his love language is physical touch . He always touches you with one way or another .
J = Jack Off ( How often do they masturbate ? )
He has a relly high sex drive so he does it almost every day , even though your with him and you have a sex a lot of times per week , he still does it . Sometimes you do it for him .
K = Kinks ( One or more of their kinks )
He is actually very possesive and just loves leaving marks all over your body - make sure the others know that you are his .
He has a size kink ( - obviously - )
Choking , grabing and body whorsip are some of his kinks .
SEX IN THE SHOWER SEX IN THE SHOWER phone sex
L = Location ( Favorite place to do the dead )
He'll just lay you down on any available surface of your shared home . Bed , kitchen counter you name it .
M = Motivation ( What makes them turn on and keeps them going )
Your whole being . Just you . Your existence makes him going . You doing literally anything .
N = No ( Something they woudn't do and turns them off )
Erling would never do anything without your consent . He is very thougtfull . Having your full consent before sex is his number one top priority .
O = Oral ( Prefernce in giving or receiving )
He likes both , but he loves giving you pleasure too . He just can't help it . He might not say this , but he loves recieving a little too much .
P = Pace ( Are they slow and sensual or fast and rough ? )
He can be slow and sensual , but most of the times he is fast and rough . Expect to not be able to use your legs for walking the next day .
Q = Quicky ( Their opinions on quickies )
He isn't a really big fan of quickies . Sure he has tried it many times with you to let some steam off , but he still dosn't prefers them .
R = Risk ( Do they take any risks ? )
Well he actually takes risks . He is risky so expect a lot of public teasing . You have done it a lot of times in the car too .
S = Stamina ( How many rounds can they go for ? )
He has a lot of stamina and when I say a lot , I mean a lot . He can go up as many rounds as you want him too . Your top is like 6 and more
T = Toys ( Do they own any ? )
No . He hates them . No . He despites them . He is actually very jealous of them . You both don't need any , because you have each other and that's just enough .
U = Unfair ( How much they tease ? )
He is a teaser . He likes teasing you until you beg for it . Loves overstimulating you all night long before he finally takes you .
V = Volume ( How loud are they and what sounds do they make ? )
He isn't particulary loud , but he is close to his orgasm or when you give him a blowjob he lets out some soft moans that only you can listen .
W = Wild Card ( A random headcanon for the character )
It is an understatement that he loves spending quality time with you . He just needs to be near you , hold you and talk to you about everything .
X = X - Ray ( Let's see what's going on under their clothes )
That behemoth of a man . . . is above average . Stands in 6,5 inches long . It is thick . It slightly bends upwards and a little bit on the right .
Y = Yearning ( How high is their sex drive ? )
Well . . . he has a really high sex drive especially when you are with him .
Z = Zzz ( How quickly do they fall asleep afterwards ? )
He has to hold you or he dosn't sleep . You are just like a pillow for him .
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@unimportantbabymilksharkte
Based on this request ;)
Request : Erling Braut Haaland - Size Kink NSFW + 18 MDNI
SO HEAR ME OUT . - He is 6 ft 4 and weights 207Ibs soooooooooooooooo . . . HE IS NOT JUST BIG HE IS MASSIVE .
I personally think that Erling enjoys the size difference between you and him. Of course if you are smaller than him , get ready because he is going to use it at his advantage.
Picking you up in every way possible , throwing you over his shoulders like you weight nothing , practically taking you with him everywhere.
He can actually hold you throughout the WHOLE day and it's nothing to him.
And in the sexy times ? !
MANHANDLING ? !
You are being manhandled ALL THE TIME ? !
Even if you have fucked a lot of times you still have trouble taking him all so he always find a way to make you even wetter for him.
Missionary ?
Doggy Style ?
He holds you up in the air not just because it helps you both because of the height difference , it also adds more pleasure - and of course he does it to flex his strong arms to you -
Matting Press and a tummy bulge ?
YES ! ! !
Every time he takes your hands and he places them on top of your lower tummy .
" Can you feel that love ? Hm ? " He asks you every time but you are just so drunk in pleasure that you can't even form a single word .
Or when every time he is about to cum he just crashes you with his body down , hitting the spots that makes you see stars.
In aftercare he makes sure to remind you of your size difference.
" You are so little . " He says to you while leaving kisses all over tour face .
It even applies on how you sleep.
You being tossed around like his teddy bear , waking up beneath him or with a strong arm on your waist.
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@unimportantbabymilksharkte
EXTRA TIME.
── synopsis .✦ your boyfriend, erling haaland, returns home broken-hearted after losing to england in the world cup. he's beating himself up over the conceded goal, so you do what you can to comfort him and help him to stop blaming himself for his country's loss.
── contains .✦ light angst, hurt/comfort, haaland gets a little vulnerable, fem!reader, soft!haaland, cuddling, clingy!haaland
── word count .✦ 1.8k!
The sound of the key scraping against the lock was the most terrifying thing you had heard in weeks.
You stood frozen in the middle of the living room, your hands clasped in front of you, knuckles white. The television was off, the curtains drawn. Oslo hummed quietly outside the window, oblivious to the earthquake that was about to step through your door.
The lock clicked, the handle turned, then the door pushed inward.
And there he was.
Erling Braut Haaland. The man who carried the hopes of a nation on his broad shoulders. The man who – just forty-eight hours ago – had been pushed into shoving another player, mistimed it completely, conceded a goal, and watched Norway's World Cup dream evaporate in a single, cruel moment against England.
feels good, doesn't it?" + cockwarming and sleepy sex Erling plssss
not my stomach turningggg
Minors DNI!!
Word Count: 285
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erling haaland giving reader a neck massage and him getting turned on when she moans , it doesn’t have to be a smut hahaha
erling haaland x reader
tw : implied smut but not really
stress reliever
“come here baby” your boyfriend erling called you.
“i can’t” you were currently laying on the floor, full of books and notes to study as you had your last exam in a couple of days. but you felt like your head was going to explode and you couldn’t take more reading but you knew you had to go through it.
“i’m serious baby, come here or i’m gonna get you in one way or another” erling said. he was laying on the bed scrolling through instagram but he definitely saw how tired and desperate you were and he knew he had to do something.
“okay…” you knew a 10 minutes break was more than needed so you gave up and laid next to erling.
it was nice finally lay on something warm and comfortable that wasn’t the bedroom floor.
“turn around…” erling said as he positioned himself between your legs.
“i’m not in the mood” you said. sex was the last thing on your mind.
“i know, i just want to help you relax a little” he didn’t even think about sex. he just saw how stresses you were that he wanted to help you release the tension a little.
his hands went to move your hair out of your neck and he gently lifted your t-shirt up. his movements were delicate and soft. he gently kissed your neck and your shoulders and he went to unclap your bra too.
“take a deep breath and relax for me baby, you’re too tense” he said as his hands began to work on your neck. he was massaging it, going between soft rubs and kisses. then his hands moved over your shoulders and he felt how rigid you were “take deep breaths baby” and you did as he told.
his hands gently worked on your shoulders and you couldn’t help but let out some soft whimpers. if someone had to ask you, this was much better than sex.
“you like this?” he asked amused by your reaction.
you simply nodded.
his hands went on your back and he found your soft spot because you moaned a little. you didn’t mean to but you were feeling to good. and he knew he had to work mainly on that spot.
so he massaged and gently stroked it, scratched it and rubbed it.
you moaned again and again and again.
there was nothing sexual in it but you were feeling too good.
erling was hard. he got hard by simply listening to you moaning.
“erling…” you called him.
“yes baby?”
“i can feel your dick in my ass” you laughed.
“shit…” he said and you couldn’t help laughing more. he was so hard it was almost painful but you were his first thought so he pretended he was fine and continued working on your shoulders and back.
eventually your moans stopped as you were falling asleep.
you felt erling moving from your body but you didn’t want him to leave.
“where are you going?” you asked as he carefully lifted a warm blanket over your body.
“uhm…im going to take care of this…” he said giving you a soft kiss on the lips and leaving for the bathroom.
with that embarrassing and funny imagine in your head you fell asleep, comforted by the warm blanket and erling’s perfume that was all over the bed.
Hey I have an idea for a story :) could u do a Erling Haaland smut, where he is kind of shy and careful to touch y/n‘s body, because how small and sensitive she is compared to him?
Sure! // I hope you like it <3
Minors DNI!!
Word Count: 385
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my friend — World Cup players summary: in which you attempt to prank them by calling them “my friend”. pairing: wc players x reader (jude bellingham, erling haaland, john stones, lamine yamal, & kylian mbappe) warnings: fluff + one minor hint of consensual activities but nothing in detail a/n: saw this trend on tik tok xx luv u all