Quem é aquele NEUROCIRURGIÃO correndo por ali? Para estar com pressa assim, tenho certeza de que é ATENDENTE no GREY-SLOAN. Olhando assim, bem que parece JACOB SUTHERLAND, sabe quem é? Dizem que é bastante DETERMINADO E SINCERO, mas as más línguas dos corredores adoram dizer que é ORGULHOSO E INFLEXÍVEL. Enfim, pode ser só fofoca, não é? Igual aquela que contavam sobre se parecer muito com THEO JAMES. Seja como for, espero que tenha um ótimo plantão!
sobre jacob.
o relacionamento entre o primogênito dos sutherland e o pai nunca foi fácil. viveram em pé de guerra a vida inteira e, quando os demais familiares afirmasse que eram semelhantes em muitos aspectos, se era possível compreender que era justamente a razão de não conseguirem lidar um com o outro; os gênios fortes de ambos não permitiam que entendessem um o lado do outro e pudessem evitar suas discussões frequentes. sendo um nome tão importante e renomado na área da cirurgia plástica - com foco na parte de reconstrução -, patrick sutherland esperava somente o melhor de seus filhos, e tinha um plano tão bem traçado para cada um deles que mal havia espaço para respirar dentro de casa.
sempre foi óbvio que todos os filhos de patrick e nora encontrariam suas profissões na medicina e, em um futuro, se juntariam à clínica particular em nova york para a qual o homem dedicou os últimos vinte anos da vida e assumiriam o andamento de seu trabalho. entretanto, jacob sempre quis diferente, e não tinha planos de se associar ao pai pelo resto da vida. estudou pré-medicina na duke university por livre e espontânea pressão e para evitar ainda mais dor de cabeça, visto que era onde ambos os pais haviam se formado e não teve a opção de escolher outro caminho, e a faculdade de medicina foi realizada na columbia university. na hora de escolher a sua residência, não falou nada antes de se decidir pela neurocirurgia, o que ocasionou mais uma grande briga entre pai e filho: se já estava com a vida ganha na área pelo seu nome, era uma tremenda burrice querer inovar. não deu importância e, logo, começou a residência nessa área no barrow neurological institute, em phoenix, no arizona - propositalmente do outro lado do país.
com a mudança de jacob para o outro lado do país, pai e filho começaram a se falar cada vez menos. o contato normalmente acontecia quando a mãe ligava para ver como ele estava e obrigava o pai de jacob a mandar um oi pelo telefone, porém, não conseguiam conversar por menos de um minuto sem terem de chamá-la novamente para a ligação. como passou seus anos em maioria trabalhando no instituto pela residência ou viajando nas poucas férias que teve, quase nunca tiveram a chance de se esbarrar além dos feriados em que jacob era obrigado a retornar para casa pela mãe, que tentava agir como uma ponte entre ambos. o contato de ambos se resumia mais à indiretas que conversas de fato e, apesar dos esforços da mãe e das irmãs para acabarem com aquela idiotice, os dois se recusavam a ser a primeira pessoa a dar para trás.
quando terminou sua residência e decidiu aceitar a oferta de emprego no grey-sloan, em seattle, estavam se falando muito pouco e, quando a mãe e as irmãs vieram para seattle com a desculpa de acompanhar a mudança e o início do trabalho no grey-sloan, o homem não veio com uma desculpa de trabalho - e jacob deixou bem claro que não estava nem aí para isso, apesar de certa mágoa com a ausência do pai.
em alguns meses morando na cidade, acabou entrando em um relacionamento com uma enfermeira que conheceu no bar do joe, e ficou completamente apaixonado. a levou para conhecer sua família em nova york no feriado de ação de graças, sem imaginar que seria este o motivo do início da ruptura completa da pouca relação que ainda mantinha com o pai; o homem deixou bem claro para o filho que não tinha gostado nada dela e que não confiava em nada no bom senso dele. brigaram mais algumas vezes por conta da tal namorada, e jacob sempre a defendia, até que, em uma visita dos pais em seu apartamento de seattle - quando já estava morando com ela -, tiveram sua briga final sobre o assunto. depois disso, pararam de se falar, nenhum lado querendo ceder em seu argumento - e, como confiava completamente na namorada, ficou ultrajado de seu pai ousar questionar o caráter dela.
no entanto, tudo mudou quando, aos trinta e cinco anos de jacob, recebeu a notícia de que seu pai teve um ataque cardíaco e faleceu. embora não pudessem ser mais distantes um do outro, a morte dele ainda foi um baque para jacob, que não conseguiu lidar completamente com o remorso que o atingiu por não ter trocado uma única frase com o pai em mais de um ano. e o pior de tudo? acabou descobrindo que, na verdade, a namorada em quem tanto confiava o havia traído com um colega de trabalho dela e, no fundo, seu pai estava certo em tudo o que disse. o remorso o corroeu durante aquele ano, e continua em seu interior, afinal, mesmo que nunca tivessem insistindo em consertar a relação, agora nunca mais teriam a chance.
personalidade.
extremamente orgulhoso, fazer com que jacob mude de ideia sobre qualquer coisa é um desafio; não por nada que qualquer um que conviva muito com ele sabe que é a própria definição de cabeça dura, e que tende a manter rancor, apesar de estar trabalhando nisso pelas últimas circunstâncias. é bastante sincero - mesmo que o sutherland não seja a melhor pessoa na hora de se abrir - e um amigo que não vai maquiar as coisas para torná-las mais fáceis, porém, vai estar junto para ajudar a resolver o problema, ou pagar uma bebida no bar do joe para afogar as mágoas.
informações extras.
tem trinta e seis anos, nascido em quatro de agosto, e é do signo de leão. sua cidade natal é nova york.
estudou tanto pré-medicina quanto medicina na cidade de nova york; a primeira na duke university e a segunda na columbia university. já a sua residência foi em phoenix, no arizona, no barrow neurological institute, e está no grey-sloan desde a conclusão desta, aos trinta e três anos.
tem duas irmãs mais novas, harriet - que tem trinta e quatro anos - e ava - que tem vinte e nove anos -, que são, respectivamente, cirurgiã plástica e anestesista, na clínica particular que anteriormente pertencia ao pai dos três.
seu companheiro mais fiel é um pastor alemão idoso, chamado tommy - porque, enquanto estava na dúvida de como chamá-lo, a música livin' on a prayer tocou na rádio do carro e resolveu chamá-lo com o nome de um dos personagens da letra.
embora não goste muito de ser babá de residentes, se recusa a deixar qualquer um em sua área sendo conhecido como desleixado ou incapaz, e acredita que faz o seu melhor para tentar ajudar - embora a sua didática ainda precise dar uma melhorada em termos de paciência.
ideias de conexões (lista em eterna construção).
mik'ael é uma das únicas pessoas que consegue colocar algo na cabeça de jacob, e que consegue convencê-lo a mudar de ideia com uma facilidade surpreendente. a sua opinião é uma das que mais considera;
muse b e jacob se envolveram por uma noite e tiveram uma ótima conexão, mas - envolvido com os problemas recém adquiridos pelo término horrível -, ele acabou saindo de fininho de manhã cedo e não mandou mensagem ou ligou, o que deixou um clima estranho entre eles; (f)
hazel e jacob sempre saem pra beber no bar do joe juntos. não são tão próximos fora dali, mas naquele tempo em que estão ali, podem parecer até melhores amigos;
aylin e jacob simplesmente não se aguentam. toda vez que se encontram, acabam discutindo de algum jeito - e jacob é orgulhoso o suficiente para manter uma briga mesmo sem recordar o motivo que a fez ter início;
benjamin é residente de emergência, mas jacob enxergou o seu potencial no tempo em que está no hospital e, desde então, tenta convencê-lo a se bandear para a neurocirurgia;
rowan e jacob flertam ocasionalmente e orbitam um na volta do outro quando vão ao bar, mas, por algum motivo, nunca saem disso. (f)












