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Indígena (+detalhes) 2021, Tinta acrílica em tela 70x70cm — www.estudiocreaty.com.br
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Lenda do girassol Indígena, Ianaã🌻🏹
Há muito tempo, havia uma tribo de índios conhecida como Ianomâmi, ao norte do Amazonas. O chefe religioso dos índios, também feiticeiro, sempre se reunia com os curumins em torno da fogueira, para contar velhas lendas da tribo. Uma dessas histórias, era a lenda do girassol. O pajé notava que as crianças adoravam essas histórias e quando eram contadas, percebia em seus rostos o brilho dos olhos, mostrando o interesse e participação nas vivências. A lenda conta que, certa vez nessa tribo indígena, nasceu uma indiazinha com cabelos claros, quase dourados. A tribo ficou agitada com a novidade, pois nunca haviam visto nada parecido. Assim, a menina foi chamada de Ianaã, que significava a deusa do Sol. Todos adoravam Ianaã, os mais fortes e belos guerreiros da tribo e da vizinhança não resistiam aos seus encantos. Porém, ela recusava seus cortejos, dizendo que ainda era muito cedo para assumir um compromisso.
Certo dia, a indiazinha estava brincando alegremente e nadando no rio, quando sentiu os raios de sol enviados a ela como se fossem dois grandes braços, acariciando sua pele dourada. Foi o momento em que o Sol tomou conhecimento daquela menininha tão linda e se apaixonou incondicionalmente por ela.
Ianaã também amava o Sol e todas as manhãs ela o esperava nascer com muita alegria. Ele aparecia aos poucos e o primeiro sorriso, assim como os raios dourados e morninhos, eram direcionados para ela. Era como se estivesse dizendo: – Bom dia, minha linda flor!
Não era só o Sol que gostava da indiazinha, ela era amiga da natureza. Por onde passava, os pássaros voavam e pousavam em seus ombros. Ela os chamava de amiguinhos e os beijava. Tragicamente, um dia a pequena índia ficou triste e adoeceu, quase não saia da choupana. O Sol, apaixonado e sentindo sua falta, fazia tudo para alegrá-la, mas não tinha nenhum resultado. Infelizmente, ela não resistiu e morreu. A mata ficou em silêncio total, o Sol não apareceu e toda a aldeia ficou triste. O povo da tribo se esvaiu em lágrimas e enterraram Ianaã próxima ao rio que ela tanto amava. O Sol derramou muitas lágrimas até que, certo dia, resolveu aparecer na terra onde a índia amada estava sepultada. Após muitos meses, nasceu uma planta verdinha, que cresceu e desabrochou uma linda flor redonda, com pétalas amarelas e o centro formado por sementes escuras. A flor ficava voltada para o Sol desde o amanhecer, até o crepúsculo vespertino. Durante a noite, ela se pendia para baixo, como se tivesse adormecido. No início do novo dia, acordava pronta para adorar o Sol e ser beijada e acariciada por seus raios. As sementes viraram alimento para seus amados amiguinhos. Essa linda flor, recebeu da tribo o nome de girassol.
Índios
https://flic.kr/p/stPzKd Soa à toa Ecos recorrentes de pungentes lamentos. Atento aos murmúrios da floresta? Choram a dor de perdas permanentes, insurgentes resíduos recicláveis. Macerados a cada avanço, triturados ao som de cantos, dons e saberes. A mata reclama a presença de seus protetores. Os Deuses não estão por perto. Quem pode ajudar? Persiste a batalha interminável. Cobiça,…
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John Hollow Horn Bear, Sioux, 1898
Capa para a fanfic "Boto cor de rosa" de shinazugawax em parceria com o Aniverse, projeto que possui o intuito de aumentar fanfics em fandons 2D, para o fandom de Boku no Hero Academia (com menção a lenda amazonense do boto cor de rosa <3).
Total crédito aos fanartistas!
Chuva é cantoria na aldeia dos mortos (2018). Dir. João Salaviza e Renée Nader Messora.