Ar smaoinigh tú riamh cad a d'fhéadfaidís a ithe ar ais ag tús an 20ú haois agus sna blianta roimh an gcéad chogadh domhanda? Ansin, ní ionadh. Beidh roghchlár á tháirgeadh agam, le oidis, do gach lá den bhliain. Tá na biachláir agus na hoidis deartha lena n-úsáid i ngnáth-theaghlaigh * áit a mbeadh éagsúlacht bianna le chéile acu leis an ngeilleagar agus tá súil agam go spreagfaidh tú tú chun…
El rockstar, la gata y el back de la tapa del 20º aniversario de Rolling Stone
El rockstar, la gata y el back de la tapa del 20º aniversario de Rolling Stone
‘Un tipo que no da la vida por lo que hace no es un artista”, decía Charly García en la primera edición argentina de Rolling Stone, hace veinte años. “Lo que pasa es que estamos acostumbrados a artistejos de cuarta.” Revisando un ejemplar descuajeringado de aquella edición instantáneamente icónica, y antes de posar para la tapa de este 20º aniversario, Charly cuenta que le regaló una copia de la…
O evangelho segundo Robert Zimmerman conta que a The Band se chamava “The Hawks” e era uma mera banda de baile (destas que acompanham cantores) nascida no Canadá até trombar com Bob Dylan - que tinha acabado de conhecer os Beatles e trocado o violão por uma guitarra e um amplificador.
Na lista de serviços prestados à humanidade por Bob Dylan (e seu empresario Albert Grossman, né) deveria constar o 1º emprego com carteira assinada destes rapazes. Juntos e devidamente elétricos, Dylan e a The Band protagonizaram a cena antológica da historia da música pop em que um menino inglês chama Dylan de “Judas” por ter largado o folk e ele o responde com “like a rolling stone”.
Mas como o que nos interessa no momento é a The Band, falaremos disso uma outra hora. A parceria com Dylan rendeu alguns discos de estúdio ( entre eles o lendário “Blonde on Blonde” de 1966 e aquele que parece o “Alucinação” do Belchior, “Planet Waves”), um disco de sobras (“The Basement Tapes”) e várias gravações ao vivo que viraram discos e bootlegs.
Em 1967, enquanto Dilão inventava um acidente de moto pra ficar em casa e dar um tempo nos shows, na casa ao lado, Robbie Robertson, Rick Danko, Levon Helm, Richard Manuel e Garth Hudson estavam na melhor das fases criativas e dariam à luz à dois grandes clássicos da música analógica: “Music from Big Pink” (“Big pink” era o apelido carinhoso da casa cor de rosa ao lado da casa de Dylan na cidade de Woodstock) e o fabuloso “The Band”. Vale lembrar que “The Basement Tapes” também cobre está fase dos caras com o Dilão.
Todas as listas e top fives deste mundo colocam “Music from big pink” como o disco definitivo da The Band, eu acho que é um disco todo pintado de rouge e batom por causa da ligação direta à Bob Dylan e é realmente lindo, está na nossa coleção.
Ok, “big pink” é um grande disco, basta dizer que tem “The weight” e “I shall Be release” - as duas canções se tornaram mais famosas que a própria banda, aquele tipo de música que todo mundo conhece, mas ninguém sabe quem está tocando. Enfim, até a capa foi pintada por Dylan e tal, mas foi em “The Band” que eles chegaram ao auge como grupo criativo com todos os integrantes cantando e tocando uma lista enorme de instrumentos. E tem o fato de que todas as canções deste discos são hits em potencial - incluindo as demos. O curioso é que a nossa cópia de “the band” é uma amostra invendável em mono fabricado uma unica vez nos porões de São Bernardo do Campo, é da época em que parte da musica no Brasil era feita na cidade dos seus avós.
The Band “acabou” de mentirinha em 1976 (eles voltariam em 1983), creio que só para fazer valer a historia do roteiro de “the Last Waltz” – disco e filme realizado pelo cineasta Martin Scorsese - vendido aos brasileiros como “o ultimo concerto de rock”. No disco (e no filme) a nata artística dos anos 70 da nossa estante de discos (Dylan, Van Morrison, Joni Mitchell, Neil Young, etc) desfila seus clássicos – vários deles melhorados pela campanhia da The Band. No final todo mundo se abraça pra cantar “I Shall Be Released” e dali em diante estão todos liberados para seguir com suas vidas.