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É uma honra apresentar a genial Henrich S. Hooker, mas, permita-me lhe dizer que o investigador de 37 anos prefere ser tratado como Henrich pelos mais íntimos. Muitos dizem por aí que ele se parece com Benedict Cumberbatch, mas, ele prefere ser conhecido como The supermind.
“Eu não estou supondo que você vai fazer o que eu quero, estou dizendo que você vai.”
Era uma viagem de férias, casados há não muito tempo, risadas e risadas. Kayleigh Scott estava no seu sétimo mês de gravidez e Nathaniel Hooker pensava em como Londres parecia ainda mais bonita com a mulher ali. Eles estavam na London Eye, em seu passeio da tarde enquanto uma chuva fina caia na cidade. Foi quando a bolsa da mulher estourou e o susto feio de imediato. Os dois tiveram de sair as pressas, com a ajuda de algumas pessoas do local. Conseguiram um taxi e estavam a caminho do hospital, mas, não havia tempo o suficiente. Foi nesse momento que Nathaniel agradeceu aos céus por ser médico e conseguir, de modo quase milagroso, fazer o parto do primeiro filho, ainda em um taxi inglês. E foi ali, olhando aquela pequena coisinha em seus braços, todo sujo de sangue, que o homem se apaixonou perdidamente pela segunda vez.
Nathaniel estava tão bobo que ainda quando chegaram no hospital, ele mal piscava direito. A mulher foi levada para um quarto e seu filho, pré-maturo, para a incubadora, ficaria lá um tempo, então eles tiveram de planejar demorar mais na viagem. O nome foi escolhido em prol do seu significado. Henrich: Principe poderoso. Escolha de nome cujo a presunção só podia vir de Nathaniel. Foram algumas, na verdade, muitas semanas até o casal poder finalmente voltar para sua casa em New Jersey. Os primeiros meses foram empolgantes, apesar de Nate não saber exatamente o que fazer e se irritar com o choro do filho, ele odiava “aquele barulho maldito que os bebês fazem” mas, estava feliz em ver que agora tinha um vinculo com Kayleigh para toda a vida. Além disso, desde cedo, Henrich se mostrou um garoto muito esperto, ainda nos primeiros meses, gostava de brincar com joguinhos de montar e desmontar, coisa que não foi mudando muito ao longo do tempo. Mas, se você quer saber, houvera outra pessoa que acabara se apaixonando pelo pequeno Henrich também e era isso o que seu pai temia. O avô do garoto ficou tão maluco com a noticia de que teria um neto, que ignorou todas as desavenças com o filho simplesmente para poder ficar mais próximo ao menino. Convencido por Kayleigh a aprovar a aproximação do homem, Natheniel ficava incomodado toda vez que via o vinculo que estava sendo criado entre Henri e seu pai.
Então, o pequeno garotinho começou a crescer e mostrar a sua personalidade forte em todas as vezes que era contrariado. Inves de abrir um choro de horas, Henrich se emburrava e discutia, muitas vezes parecendo até gente grande quando fazia isso. A facilidade com que aprendera a falar fora surpreendedora. Nathaniel usava palavras difíceis, na intenção de ver se o garotinho repetiria ou não e surpreendentemente, ele fazia isso com precisão. O pai de Nathaniel também ficara admirado com o garoto e por isso, vez ou outra tentava conversar com os pais do menino, na tentativa de convencê-los a enviar o menino para um famoso colégio interno britânico, um dos melhoresdo mundo, no entanto, Kayleigh e Nate concordavam que Henrich era novo demais para algo assim. Porém, conforme os anos foram passando as habilidades do garoto foram ficando mais obvias. Henrich era alguém muito observador e inteligente, passava o dia quase todo em seu quarto, com jogos de montar, achar, até mesmo caça palavras, mas, um de seus favoritos era detetive,e ele adorava inverntar um culpado, as causas, as armas e nem sempre elas eram tão obvias assim.
Porém, foi também com o passar do tempo que a relação de Nate e seu primogênito foi se complicando, o nascimento da segunda filha só fez isso piorar. Nate agora tinha de dividir seu tempo e acabava implicando com algumas coisas que o filho fazia, no entanto, o garoto tinha um gênio forte, uma personalidade voltada para si, como se ele fosse um pequeno rei do mundo e assim ambos acabavam discutindo. As discursões foram ficando freqüentes antes mesmo de Henrich ter doze e sobre ter doze, foi nesse dia que seus pais e seu avô chegaram ao acordo de que o garoto decidiria entre ir e ficar. Para a infelicidade de Kayleigh, Henrich decidiu que queria ir estudar no lugar e argumentou que seria bom para ele estar em um lugar assim, prometendo que ligaria sempre. Kay ficara triste, mas, podia entender, era uma boa oportunidade, porém, tivera alguém que mesmo sem demonstrar ficara arrasado. Então uma discussão começara a maior que os dois tiveram desde que Henrich nasceu, coisas horríveis foram ditas de ambas as partes e quando o garoto fora embora no mês seguinte, os dois ainda nem se falavam direito.
O tempo que Henrich passou no internato não fora complicado. Ele era o que você pode chamar de numero um. De algum modo, parecia que o garoto era bom em tudo, bem, quase tudo, porque quando o assunto era lidar com pessoas, as coisas complicavam um pouco, tudo porque conforme os anos foram se passando o ego do garoto foi apenas crescendo, assim como sua inteligência, que para muitos era até assustadora. Ele ligava para casa vez ou outra e foi assim que ficara sabendo do nascimento de seus irmãos, além disso, seus pais vinham nas férias, ainda que vez ou outra, seu pai teimasse em vê-lo. Mas, foi no colégio interno que Henrich ganhou conhecimentos para se tornar um dos melhores alunos que qualquer professor teria a honra de ensinar. Além disso, era bom em esportes, tinha talento com a musica e em uma dança de casais, o rapaz conduzia como ninguém. Porém, o que não se sabia era que toda essa obsessão de Henrich para ser bom em tudo, não se baseava apenas no seu ego enorme, mas, na sua vontade de mostrar ao pai que ele era o melhor. Fora essa necessidade de provar ao pai que ele não tinha feito a escolha errada que em uma manha de março, quando estava em seu ultimo ano , que decidira contar aos pais que cursaria medicina. Seu pai estava tão alegre que quase abraçara o filho, não fosse o fato de o mesmo dizer que seria em Oxford. E novamente, a raiva de Nate surgiu.Por mais que não admitisse, ele odiava ter o filho longe e ainda que não soubesse, Henrich tambémodiava estar longe, mas, agora ele tinha de deixar seu filho decidir, novamente o que faria.
Na faculdade foi à mesma coisa, ego, notas enormes, prêmios e alguns casos, além de certas brigas desnecessárias, mas, no final das contas, Henrich acabara se tornando um dos melhores alunos da turma e isso não se dava ao fato de vez ou outra, ele transar com algumas professoras, que lhes pareciam atraentes, mas, que ele faia questão que fossem ainda mais severas com ele. No entanto, Henrich não fazia amizades, não entrava em relacionamentos, não fazia absolutamente nada que o tirasse do foco e fora assim até e mesmo depois da formatura. Com o fim da faculdade, o rapaz voltara para casa, enquanto esperava o resultado da sua especialização sair. Foi nesse verão que tivera o primeiro contato com a filha do meio de Richard e Trixie, Harmony. Fora quando notara os olhos admirados da garota sobre si. Ela devia ter uns treze anos na época, então não era nada que lhe interessasse muito.
Depois viera a especialização, ele escolhera engenharia genética porque queria entrar na área de pesquisas, que sempre lhe parecera muito mais interessantes do que qualquer outra. O garoto fora novamente o melhor de sua turma, só havia um problema, Henrich era frio demais com todas as coisas, apesar de sua carapuça de educação, todos sabiam que ele possuía um ego do tamanho do mundo. Novamente voltara a sua casa, aonde vira novamente a princesinha dos Howard, só que agora ela tinha ganhado atributos de mulher e então a visão de Henrich mudara um pouco. Acabou levando a garota para cama, sem saber que isso aconteceria vezes depois, afinal, ele estava voltando para Londres em poucos dias. O garoto começou a trabalhar como investigador criminal na Inglaterra, na área de pericia, enquanto iniciava uma faculdade de direito para melhorar em sua profissão, mais uma formatura, mais uma discussão com seu pai, dessa vez Henrich virava as costas para ele e lhe dizia que o problema dele era o fato de não aceitar que Henrich era melhor que ele, berrando isso em alto e bom tom, enquanto saia da limusine.
Dias depois, com a noticia do falecimento de seu avô, o homem voltara a New Jersey, pela primeira vez, alguém vira Henrich completamente arrasado. Ele simplesmente venerava o homem e todos podiam ver aquilo. Henrich não discursou no funeral do seu avô, ele dizia que era besteira fazer aquilo porque ele não estaria nem ouvindo, mas, dias depois, Natheniel acabou flagrando o garoto sentado no tumulo do homem com uma garrafa de Whisky nas mãos, enquanto falava o quanto o avô significava para ele. Mais uma volta a Londres, dessa vez, Henrich só retornara quando soubera da separação dos pais. Ver Nate abalado daquela maneira fez Henrich entender o quanto se importava com o pai e foi por isso que ele transferira tudo o que tinha para a cidade de Jersey, construindo uma casa na frente da de seus pais, por não querer admitir que tinha decidido se estabelecer só para apoiar o pai. Meses depois, quando sua mãe apareceu dizendo que se casaria novamente, foi um choque para todos, inclusive para ele. Mas, o mesmo tinha de apoiar a mulher, porque ela parecia animada quanto ao casamento, então ele simplesmente tentaria colocar as coisas em ordem para Nate.
Depois que as coisas se acalmaram em sua família, Henri voltou a sua vida normal como investigador, passando por diversas cidades até parar nos Hamptons com uma velha conhecida, Stelmarya. Afim de resolver um problema de família da garota. Mudou-se então para uma antiga propriedade sua.
i did for the longest time, but now i basically curse all the time. except f*ck for some reason. i just got too attached to the fillers for that in the interim, i guess!