seen from Spain
seen from Russia
seen from United States
seen from Türkiye
seen from Belgium

seen from Malaysia
seen from United States

seen from United States
seen from Netherlands

seen from United States
seen from United States
seen from Maldives

seen from United States
seen from India

seen from United States

seen from Mexico

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Germany
abraham1
abraham1 via Abraham Romero.
No tags for this post. from abraham1
abraham1
abraham1 via Abraham Romero.
No tags for this post. from abraham1
(flashback) Blackout — Achilles & Abraham
Um artifício do tempo é a ignorância do homem quanto aos eventos do futuro. O fato de que nada pode assegurá-los com certeza. Toda tentativa de prever o porvir lida com possibilidades, meras expectativas, e não com asserções absolutas. Enfim, a sorte da vida de um homem depende exclusivamente dele, portanto, não haveria porque não ser mutável. Poucas coisas são certas no universo, e uma delas é que ninguém conhece o futuro, como disse Eclesiastes. Adivinhação ou mancia alguma poderia sequer imaginar o que estava para acontecer. Se ambos soubessem o que o tempo os reservava talvez fizessem escolhas diferentes, mas Achilles, este não teria feito muito diferente. Era uma sexta-feira à noite, cada parte de seu corpo vibrava por diversão, e na companhia de Abraham, o cenário dificilmente seria outro. Reed e sua mente imatura e inconsequente, nem de longe pressentia o quanto tudo ia mudar. O som alto repercutia nos quatro cantos do pub e o cheiro de bebida se fundia ao ar. Achilles era quase obrigado a gritar para que o amigo o ouvisse e, é claro, que o detalhe de estar alterado pelo efeito do álcool em nada o detinha. — Eu não sei o que 'tô fazendo naquele lugar. Não suporto aquela vac... Ei. Ei. Duas. Por favor. — Pediu mais cerveja ao atendente, balançando uma garrafa vazia. O balcão estava lotado e eles ocupavam assentos localizados estrategicamente no centro. Com o paletó jogado no encosto da cadeira, as mangas de sua camisa social arregaçadas e a gravata frouxa em seu pescoço, qualquer sinal de seriedade fora deixado pra trás e ele não se importava. Depois de um dia um tanto estressante no escritório, precisava sentir-se livre de qualquer noção de responsabilidade. — Eu acho que vou pirar. Não ague... Espera. Esse riff. Wow. Ouve. You need cooling. Baby, I'm not fooling. I'm gonna send, yeah! You back to schooling. Way down inside! Honey, you need it!¹