Um cãodidato que vc pode confiar. #affonso #affonsocandidato #politica #dogsofinstagram #dogs #eleicao2018 (em Palácio Das Mangabeiras) https://www.instagram.com/p/Bn6ptpPlLAQ/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=aehc9k93wfht
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A abelhinha não quis brincar ☹️ #affonso #dog #instadog #dogsofinstagran
Olha eu aqui escrevendo incansavelmente na tentativa de confortar meu coração com algumas palavras bonitas de auto-consolo. É mais uma vez estou aqui tentando tornar minha dor algo invisível, eu poderia dizer que eu tenho maravilhosos amigos, e familiares, mas nessa interminável busca pela felicidade, es que surge do jeito mais atípico ele, com aquele jeito engraçado e sempre com um sorriso no rosto, parecia Deus mandado na terra pra me colocar no caminho e mostrar que nem tudo são flores, e que no caminho existem pedras, mas que com jeito vencemos as injustiças no mundo.
Greta oto, é assim que eu vejo o meu amor por ele, para quem conhece essa borboleta, sabe de sua beleza, assim como a greta meu amor é transparente, livre, mas começa la na lagarta, que espera tranquilamente em seu casulo, aguardando o momento certo para cada coisa se transformar, se formar e acontecer. A transparência em suas asas, é como os olhos dele, dizem quem ele é, o que ele quer ser, onde quer chegar. As asas em si, já dizem tudo, a sensação de leveza, a liberdade, e claro, se pensar nas asas é como pensar no amor, ele nos leva longe, a lugares bonitos, mas amores não são só coisas bonitas, leves, tranquilas, o mundo é injusto, nos leva a caminhos que exigem determinadas atitudes que as vezes nós levam a caminhos, e tempos ruins, desavenças, cara emburrada, raiva, mas no final existe o colo, o abraço forte, e claro a certeza, certeza que se ama, que se quer, que existe um longo caminho a percorrer, uma longa jornada para vencer o mundo, juntos, por você, por mim, por nós, por greta, pelo amor.
Seria ousadia dizer que te amo?
Amo a incerteza daquele olhar, as dúvidas ao meu respeito, a certeza do meu amor. Amo a perturbação em plena madrugada, quando liga e não diz nada, quando fica enciumada e até mesmo quando diz que não quer mais me ver. Amo quando veste minha roupa, quando grita e fica rouca, quando sonha e fica louca, quando beija minha boca, quando implora por meus beijos, quando beija minha face. Amo o desleixo puritano, a ideia solícita de cometer pecados, de se entregar aos prazeres, de loucuras infindas. Amo quando sacia seus desejos, quando deita em minha cama, quando se aninha entre meus braços, quando sussurra em meus ouvidos, quando passeia em meus pensamentos. Amo quando ameaça dizer que me ama, quando interrompe a fala, deixando a frase sem sentido. Amo quando diz que me odeia e insiste que eu não chegue perto, e então não te obedeço, me aproximo e te abraço, e logo você diz que eu não presto. Amo o seu cheiro que impregna o travesseiro, o batom que colore meu colarinho, ou toda marca ou sintoma de carinho. Amo seu jeito piegas emaranhado aos meus clichês, tão anos 80. Amo seus mistérios, suas mandingas, suas superstições, seus enigmas e segredos. Amo a timidez do seu enlace, as pernas torneadas, a confissão de ser amada. Amo as mentiras que não me dizem respeito, as façanhas, as facetas. Amo a ideia de que me tens, a proporção que isso me toma, a convicção de que jamais me abandona. Amo os impasses, as alegorias, os desfalques, as distâncias, as saudades, os suplícios, as corridas, enfim, amo o vocabulário ao lado teu. Amo tudo mais que possa me oferecer. Amo-te da madrugada ao amanhecer, ou até quando ainda puder me pertencer. Amo como quem ousa se deixar amar, sem medo, sem pressa, sem pudor, apenas pelo desfrute do que chamamos de verdadeiro amor.
Olha eu aqui escrevendo incansavelmente na tentativa de confortar meu coração com algumas palavras bonitas de auto-consolo. É mais uma vez estou aqui tentando tornar minha dor algo invisível, eu poderia dizer que eu tenho maravilhosos amigos, e familiares, mas nessa interminável busca pela felicidade, es que surge do jeito mais atípico ele, com aquele jeito engraçado e sempre com um sorriso no rosto, parecia Deus mandado na terra pra me colocar no caminho e mostrar que nem tudo são flores, e que no caminho existem pedras, mas que com jeito vencemos as injustiças no mundo.
Greta oto, é assim que eu vejo o meu amor por ele, para quem conhece essa borboleta, sabe de sua beleza, assim como a greta meu amor é transparente, livre, mas começa la na lagarta, que espera tranquilamente em seu casulo, aguardando o momento certo para cada coisa se transformar, se formar e acontecer. A transparência em suas asas, é como os olhos dele, dizem quem ele é, o que ele quer ser, onde quer chegar. As asas em si, já dizem tudo, a sensação de leveza, a liberdade, e claro, se pensar nas asas é como pensar no amor, ele nos leva longe, a lugares bonitos, mas amores não são só coisas bonitas, leves, tranquilas, o mundo é injusto, nos leva a caminhos que exigem determinadas atitudes que as vezes nós levam a caminhos, e tempos ruins, desavenças, cara emburrada, raiva, mas no final existe o colo, o abraço forte, e claro a certeza, certeza que se ama, que se quer, que existe um longo caminho a percorrer, uma longa jornada para vencer o mundo, juntos, por você, por mim, por nós, por greta, pelo amor.
O Duplo
"Debaixo de minha mesa tem sempre um cão faminto -que me alimenta a tristeza.
Debaixo de minha cama tem sempre um fantasma vivo -que perturba quem me ama.
Debaixo de minha pele alguém me olha esquisito -pensando que eu sou ele.
Debaixo de minha escrita há sangue em lugar de tinta -e alguém calado que grita." -- Affonso Romano de Sant'Anna
071. Affonso Eduardo Reidy /// Carmen Portinho Residence /// Bairro Jacarepaguá, Vale do Cuiabá, Rio de Janeiro, Brazil /// 1950
OfHouses guest curated by Jorn Konijn: "Affonso Reidy (1909 - 1964 ) is considered one of the pioneers in the introduction of modern architecture in Brazil. At a young age he was already part of the Le Corbusier-team to design the newly created Ministry of Education and Health, along with Oscar Niemeyer, Carlos Leão and Ernani Vasconcellos. Reidy was a civil servant all his professional carrier, working for the Municipality of Rio de Janeiro. He is therefore mostly known for his social housing projects and public buildings. One of his great masterpieces is the design for the Museum of Modern Art in Rio de Janeiro (1954). Reidy did not design many individual residencies. However, the residence in Jacarepaguá is his own house in which he lived the last 12 years of his life. The one floor dwelling is located on a plot in the middle of the forest on a sharp slope. It is a simple and beautiful house centred around a patio with tropical trees. The house has a magnificent view on the valley, the hills and the tropical forest. The architect designed all the wooden furniture inside."