Aido Hanabusa Headcanons
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Aido Hanabusa Headcanons
Vampire knight x male reader
So context
Reader has no like relationship with the other vampires
Yuuki is just human
And I removed all the incest shit from it
I'm rewriting my teenage fic series and making it make sense and not cringe lol
🩷☁️🩷☁️🩷☁️🩷☁️🩷☁️🩷☁️🩷☁️🩷☁️🩷☁️🩷
(name)s memories were always hazy, like it was just beyond a curtain.
(Name) looked confused as he stood in a courtyard, he was just with Ichigo walking to class... How did he get here?
Crouching (name) pulled out (candy) from his pocket and began snacking on it, He was told if he got separated to just wait till he was collected by the others. (Name) never really ventured around the school, often he stuck close to the others as they herded him away from anything they deemed unworthy. (Name) was curious as he glanced around his surroundings and took in the landscape before wandering to a fountain and remembered a human thing Senri taught him and pulled a coin from his pocket and chucked it in said fountain.
Now what?
(Name) stared at the fountain confused as he waited for something to happen but nothing did.
Dang he wished something did happen, humans were weird.
Sketchbook (Aidou Hanabusa x leitora)
desafio: pássaros, caderno/agenda *
As linhas do rosto perfeitamente desenhadas, os olhos lindos olhos azuis e os cabelos da cor do sol. Ela mordeu o lábio inferior. Perfeito. O jeito como o uniforme branco da Academia Cross se ajustava em seu corpo era incrível, o sorriso dele fazia seu coração derreter. Era como uma canção, capaz de hipnotiza-la e tirar o melhor dela. (s/n) não pôde resistir a esse encontro, ele já havia levado o melhor dela. Bastou umas palavras e ele fez mais do que ela podia imaginar. Os únicos sons eram do farfalhar dos galhos de árvore, os pássaros cantando sua doce melodia e o lápis sendo pressionado contra a folha do caderno. Mais alguns traços, sua parte favorita, o sorriso! Imaginou o sorriso branco de Aido Hanabusa em sua mente e sentiu o coração acelerar, o sangue ferveu nas veias e a respiração mudou de ritmo. Que adrenalina era essa? Ah, sim, ela já sabia. A figura vestida de branco com um belo sorriso surgiu do meio das árvores. — Ei, (s/n), não deveria ficar sozinha aqui. — ele se aproximou. (s/n) sentiu as bochechas corarem e fechou o caderno. — Aqui é seguro. — E como tem tanta certeza? — ele se abaixou e apoiou as mãos nos joelhos de (s/n). — E-eu… — ela gaguejou; a proximidade fazia com que perdesse o ar. — Hum? — ele arqueou uma sobrancelha. — Me diga. Ela desviou o olhar, respirou fundo e tentou se concentrar. Por que agia como uma boba quando estava perto dele? — Ainda estou esperando, (s/n). — ele lembrou-a. Olhou para suas mãos e viu o pequeno carderno. — O que é isso? — Nada! — apertou o caderno contra o peito acelerado. — Nada? — É… — Então me deixe ver. — ele pediu. — Não! — ela corou profundamente. Hanabusa sorriu e tirou os braços de (s/n) do peito, pegou o caderno e começou a folhar as páginas, ela queria sair correndo e entrar na caverna mais próxima e nunca sair dela. — Você é muito talentosa… — ele observou os desenhos. — Gostei bastante desse. — ele virou o caderno para que ela pudesse ver, era um desenho onde os dois estavam juntos e Aido beijava sua mão. — E-eu…. Obrigada. — ela falava coisas desconexas. — Se você queria que eu fizesse isso, por que não pediu? — ele perguntou, olhando em seus olhos. — É só um desenho. — respondeu. — Mas parece tão real. — ele segurou sua mão, então levou até seus lábios e beijou-a. (s/n) congelou. — Diga alguma coisa, por favor. — ele sorriu. — Devo me desculpar? — Não, está tudo bem. — ela sorriu, feliz. — Sabe, tem um desenho que eu senti falta… — ele pôs a mão no queixo, pensativo. — Qual? — ela perguntou. Ele nunca tinha visto seu caderno antes, então como saberia se algum desenho estivesse faltando? — Eu posso fazê-lo. Ele assentiu, segurou seu rosto próximo ao dele e beijou seus lábios rapidamente. — Desenhe isso, (s/n). — ele se levantou. — Hanabusa-senpai… — tocou os lábios com a ponta dos dedos. — Era esse que estava faltando. — ele ofereceu a mão para ajudá-la.