seen from Bangladesh
seen from Sweden

seen from United States
seen from China
seen from China

seen from United Kingdom

seen from Russia

seen from Singapore

seen from United Kingdom

seen from Maldives
seen from China

seen from United Kingdom

seen from Maldives
seen from China
seen from China

seen from Malaysia

seen from Netherlands

seen from Malaysia
seen from Russia

seen from China
Diooooooos
Ilusión!!!! Siempre tengo una ilusión con todo lo que hago en la vida, como el niño que tengo por dentro. El niño que nunca creció porque siendo así es mucho más feliz. Mi abuela se marchó diciéndome, Danielido cuando vas a coger fundamento? Y mi respuesta fue, nunca mami, por así siempre soy más feliz. #amordeinfancia #luchaportuvida #luchaportussueños #cambiodevida #niño #disfrutalavida (en Lefties) https://www.instagram.com/p/CqDkk82Is37/?igshid=NGJjMDIxMWI=
The Y.
Tudo o que você precisa saber agora é que eu sempre fui a menina das histórias de amor. Seria mais fácil dizer “romântica”? Sim, mas acredito que o romance envolve outras coisas que talvez eu não me encaixe muito bem - inclusive, já terminaram comigo, porque eu não era “romântica”, mas já já a gente chega lá, calma -. Bom, essa sou eu, uma jovem promissora e cheia de histórias dramáticas para contar.
Tudo começou em meados de 2003. Black Eyed Peas, t.A.T.u, Sandy & Júnior, Evanescence, Christina Aguilera, Justin Timbarlake e vários outros artistas, eram o hit do momento. Provavelmente eu sempre irei mencionar músicas e artistas por aqui, porque esse é o jeito mais fácil que encontrei de saber em que época eu estava. Não tenho memória de como a manhã daquele dia ocorrera, mas lembro que era uma sábado, ou seja, muito provável que eu tivesse acordado de bom humor, pensando que aquele era o dia mais especial da semana. Esse era o dia que a minha mãe separava meu melhor vestido e eu ia de mãos dadas com meus pais para igreja. Esse era o dia que eu veria meus amigos, em especial a G, que era a tampa da minha panela. Depois iria pra escola sabatina, e com certeza, almoçaríamos na casa de alguma família de amigos, ou vice-versa. Achava incrível ficar cercada de pessoas mais velhas e as vezes ser a atração deles. Nesse dia, a igreja recebeu uma família que estava vindo de um outro estado. Por isso, algumas famílias resolveram fazer uma “festa” de boas-vindas na praia, com direito a vôlei de areia e um por-do-sol maravilhoso.
Eu sempre fui uma criança quieta. Pintar e brincar sozinha era o que eu fazia de melhor. Então, lembro desse dia a partir daqui: decidi andar sozinha pela beira da praia enquanto meus pais jogavam vôlei há uns metros de distancia de mim. Até que fui perturbada por um par de olhos da cor do sol. Ele era um pouco mais alto que eu e já chegou perguntando o que eu estava fazendo. Eu com toda educação do mundo respondi: não falo com estranhos. Y apontou para trás, na direção dos meus pais e disse: tá vendo aquele casal ali jogando com seus pais? Pois é, são meus pais. Então eu sorri. Naquele dia, achei uma companhia pra andar pela areia e conversar coisas que crianças conversam. Depois entramos no mar, depois ele se mudou pra minha escola, depois passávamos todos os sábados juntos, almoçávamos juntos, assistíamos desenhos, brincávamos, as vezes ele dormia lá em casa, e eu sempre colocava o DVD de Sandy & Júnior na TV (ele bufava de raiva, mas assistia mesmo assim, pois sabia que eu amava). Apesar de ser criança, toda vez que o Y estava por perto, tocava Hungry Heart do Bruce Springsteen tão alto na minha cabeça, que todo mundo conseguia escutar, tenho certeza. Eu sei que existe um certo tabu sobre isso, mas crianças se apaixonam sim. Obviamente, não como adolescentes ou adultos, mas se apaixonam de uma forma inocente, boba e pura.
Dois anos depois, minha mãe foi transferida para o interior do estado em que morávamos. Y foi a última pessoa que eu dei um abraço e disse adeus. Parecia que o meu coração tava derretendo com o resto do meu corpo. Eu era tão nova, não conseguia compreender que tipo de dor era aquela, mas doía. Doía mais que uma picada de abelha, mais que arranhão no joelho depois de correr um monte, mais do que cair do pé de manga da casa do vizinho, mais do que dividir minhas Pollys com outras crianças.
Em 2009 nos reencontramos, e lembro que o tio A (pai do Y), brincou na mesa de jantar, dizendo que nós dois éramos apaixonados desde sempre. Y olhou pro chão e eu fiquei toda vermelha. Até que em 2015, ele e seus pais passaram uns dias na minha atual cidade. No começo foi estranho, afinal, éramos dois estranhos. Era como o dia da praia, tínhamos algo especial, mas ainda era constrangedor de certa forma. Andamos pelos pontos turísticos da cidade até que a conversa começou a fluir, e de repente éramos duas crianças voltando no tempo, depois de um longo e adorável dia. Deitamos no chão do meu quarto escuro. Lembro que tinha umas luzes de natal na parede e só elas iluminavam aquele momento. Não sei como chegamos até ali, mas tocava Elephant Gun em looping infinito até que ele me puxou pra dançar. Nesse dia eu usava uma saia curta rodada e cheia de margaridas, lembro que ele havia elogiado mais cedo. A saia rodava junto comigo, e juro, parecia cena de filme adolescente, especialmente porque parecia que meu coração iria sair pela boca. Os olhos da cor do sol continuavam lá, seu cabelo sedoso também. Ele parecia o próprio James Dean e eu estava presa em um clipe da Taylor Swift. Y se aproximou e eu conseguia sentir a sua respiração na minha boca. Fechei os olhos e então… minha mãe gritou da cozinha: o jantar tá na mesa! Y e C, venham comer!
Não rolou o tão esperado beijo, mas um abraço de adeus como o de 10 anos atrás. E sinceramente? Eu amo o final dessa história, Jane Austin ficaria orgulhosa.
Pensei em escrever um texto e deixar nas entrelinhas essa história, mas entrelinhas n bastam é melhor contar.
Eu tinha 10 anos ele estava fazendo 07 anos (12 de novembro de 10 anos atrás) eu era só uma criança que tinha pavor da palavra "namoro" n via malícia em nada, sempre demorei um pouco mais que as pessoas que eu conheço pra me desenvolver tanto fisicamente como mentalmente e eu vou me adiantando logo ninguém pode me culpar por atitudes que tive com 10 anos.. mas voltando a história
Eu estava brincando no corredor perto da cozinha e ouvi quando a madrinha (mãe dele) falou: O "I" é apaixonado pela "C". eu fiquei furiosa por dentro, mas prometi pra mim mesma que finjiria não ter escutado nada ele era o meu primo e amigo elas não sabiam o que estavam falando.
A noite chegou e fui só eu e o meu pai pro aniversário do "I" ( sim o aniversário dele é 12 de novembro) e la estava eu feliz curtindo a festinha quando começaram a chamar a galera pra tirar foto e cantar parabéns (é claro que na época eu n usava essas gírias,mas na época eu n varias coisas) eu me sentei e desejei ser invisível pq imediatamente minha cabeça me deu um sinal " O "I" é apaixonado pela "C" " e eu continuei sentada até que me levaram para cantar os parabéns.
Ainda sinto o mesmo frio na barriga ao lembra mesmo após 10 anos, eu sai e fiquei em um cantinho da parede e ele tava la em uma cadeira atras da mesa todo envergonhado com aqueles olhos enormes que ele tinha e aquele cabelinho liso maravilhoso e eu pensei secretamente " A "C" gosta do cabelo do "I", até que começaram a cantar aquela merda daquele - com quem será- e falaram o meu nome e eu senti como se a minha imaturidade estivesse sendo ofendida e comecei a chorar feito louca e sai correndo.
Me escondi na sombra de uma moto e pasei o resto da noite ali, que estupida... a noite havia acabado para mim e para ele também as vezes me pego me culpando por o que houve.
E o pior é que hoje depois de 10 anos o que se escuta no corredor é: " A "C" é apaixonada pelo "I" " e eu pouco sei sobre o meu "I" aquele dia nos afastou criou feridas nele que talvez eu nunca entenda, mas como eu gostaria que ele tivesse escutando o meu lado da história e dessa vez pudéssemos escutar os dois do corredor " A "C" e o "I" estão apaixonados.
Quando ela é apaixonado desde pequena pelo @cruzeiro / @raposaooficial 💙💙 #amordeinfancia #cruzeiro #euemaisonze #amocruzeiro #parasemprecruzeirense #sangueazul💙
En ese momento cosas como la eternidad, corazón y alma, se hicieron claros para mi. Era como si entendiera todo lo que había sucedido en mi vida estos trece años. Por esa razón luego me puse realmente… triste. Su calor, su presencia ¿Como debo traerlos, como puedo traerlos? Pero hay algo que sabia. Que no podríamos estar juntos después de esto. Era un echo que vi claramente…
Três amores em um ❤️ #minhasvidas #amordeinfancia #prasempre #chabardatatyegu #djedcaom (em Taiaçu)