"Quem sabe um dia, nos encontremos em algum bar, numa festa qualquer, ou caminhando aleatoriamente em um parque. E então, talvez tenhamos coragem de puxar conversa, dizer 'Oi, quanto tempo.' Quem sabe o coração até acelere ao lembrar que, no passado, quisemos muito um ao outro, mas não o suficiente para fazer dar certo. Quem sabe, nesse dia, engatemos uma conversa, coloquemos os 'pingos nos is', e esclareçamos tantos porquês. Quem sabe, entre sorrisos, cheguemos à conclusão de que podemos tentar novamente, que ainda existe sentimento suficiente. Mas quem sabe, esse seja apenas o meu desejo que clama a sua ausência. Quem sabe um dia, nos encontremos em um lugar qualquer e você mude de lado da rua, fingindo que não me viu…"
vez ou outra, escrevo.














