Fazia um frio extremo e, entre um gole de vodka e outro, um vapor de respiração quente abandonava os lábios do russo, que aparentava não se importar com o clima inóspito.
Foi com leve surpresa que avistou o britânico aproximar-se e sorriu de forma inocente. - Há quanto tempo, Arthur... o que o traz por estes lados? - Mostrou a garrafa e balançou-a. - Aceita um gole?... Ajuda a esquentar o corpo Da!
The only reason Ethan was still awake was the vast amount of coffee he consumed. He had pulled an all-nighter to finish work and prepare for today's meeting with England.
"Sorry I'm late," he apologized, as he stepped into the Brit's office. "There was bad traffic."
Pra Babi, pelo amigo secreto do Natal (!). Pedindo mil desculpas pelo atraso, juro que não faço de proposito.
Então negan, você pediu algo fofo entre Bélgica e Romano, com o negan tendo dificuldades de se expressar. Espero que satisfaça ;). BTW, como não tinha nenhum aviso contra, isso é um Human AU. Anna = Bélgica. E se não notou ainda, isso não é uma one-shot - pela demora, eu achei que devia algo mais elaborado, uns 5 capítulos no máximo, um por semana.
Peço desculpas pela qualidade, faz um bom tempo que não escrevo - mas quem sabe com a prática de volta, eu consiga melhorar de novo e os próximos capítulos saiam melhores. E talvez eu volte aqui pra editar isso.
Existem momentos escondidos na vida em que uma decisão ou uma palavra, podem fazer toda a diferença e mudar todo o rumo da história de alguém. Momentos aparentemente pequenos e quase imperceptíveis, mas com um poder tão complexo e imenso que são capazes de mudar toda uma vida com apenas uma palavra, um gesto, ou um olhar, deixando rastros profundos de uma força invisível que passa sem que nem se saiba da oportunidade perdida.
PRIMEIRO CONTATO
Lovino nunca fora a mais sagaz das pessoas, ou a mais perceptiva. Não era de sua natureza a empatia, e era conhecido pela introspecção. Mas, para alguém considerado egocentrico, Lovino conseguia contar desde pequeno todos esses momentos. Pois, no cerne de todos eles, sempre estava Anna, a garota loira cujos olhos verdes e sorriso cativante marcaram a vida do italianinho desde a primeira vez em que se viram.
Tal vez aconteceu logo após o nascimento de Feliciano - irmão mais novo de Lovino. A adição de mais um membro à já enorme família não deixara de ser um furor, e uma semana após o nascimento do pequeno, a família já estava em casa pronta para recebendo os parentes da enorme família Vargas que vinham conhecer o novo bebezinho.
Para Lovino, foi uma semana de inferno. Ainda estava ressentido pelo bebê ter “decidido” nascer no seu aniversário e arruinado a festa de Homem-Aranha que ele tanto esperara, e de nada ajudava que quase todos os ignorassem. E o “quase” foi um detalhe importantíssimo, crucial e invisível: a atenção indesejada do primo Antônio (moleque pentelho, insistia em fazer o pobre Lovino de donzela em perigo em suas brincadeiras) fez com que o italianinho fugisse para se esconder nos jardins da casa, se escondendo atrás do canteiro de tulipas bem a tempo de ver um carro estacionar à frente de sua casa. Mais parentes para ver o bebê, pensou amuado.
Mas, ao invés dos rostos familiares de cabelos escuros típicos de sua família, desceu um homem loiro, de cabelos compridos - que, mais tarde, seria introduzido a Lovino como o “amigo especial” do vovô Augustus (levou algum tempo para que Lovino entendesse exatamente o que significava aquele “amigo especial”, e mais tempo ainda para entender como um homem como Augustus Vargas, que fora casado pelo menos duas vezes desde que Lovino nascera e muitas outras antes, encontrara agora, aos seus 55 anos, um “amigo especial”. Mas como o pequeno Feliciano lhe explicaria, anos mais tarde, talvez os inúmeros casamentos do vovô tivessem fracassado exatamente por nenhuma das “vovós” serem “vovôs”).
Atrás do mesmo, Lovino observou cara um que saiu do carro: primeiro dois garotos - um albino, aparentando a idade de Antônio - talvez quem sabe ele pudesse distrair Antônio, já que o primo Francis, entrando na puberdade, não parecia mais interessado em brincar com os pequenos - e um menino muito pequeno, loiro, talvez da idade de Lovino, usando um terninho com muita seriedade, tentando esconder o nervosismo que sentia ao apertar a mão do albino por segurança. Saiu mais um garoto, também loiro, muito parecido com o outro até na altura, mas extremamente carrancudo.
Por último, saiu ela. Loirinha, saltou de dentro do carro para a calçada com um risinho gostoso, fazendo com que os cachinhos dourados que emolduravam seu rosto dançassem e se bagunçassem, apesar da fita que os prendia. O garoto carrancudo prontamente adiantou-se a arrumar seus cabelos e vestido, oferecendo-lhe a mão da mesma forma que os outros dois seguravam, e juntos adrentaram o jardim.
Lovino acompanhou cada passo da pequena de seu esconderijo, o olhar curioso atraído pela imagem daquela menina que saltitava através de seu jardim. Quem era ela? Quem quer que fosse, emanava uma sensação muito gostosa, de felicidade, e, ao mesmo tempo, causava um friozinho no estômago de Lovino que o impedia de sair de seu esconderijo e falar com ela. Isso, ou talvez os três garotos e o homem que estavam com ela.
E como se não fosse mais um capricho do destino que ele escolhesse aquele determinado canteiro para se esconder, a menina deu um gritinho de felicidade e correu para o canteiro de tulipas atrás do qual estava Lovino, as mãozinhas prontas para agarrar uma flor e descobrir o esconderijo do italiano. Por um momento, Lovino jurou que seu coração fosse parar no peito, ou pular para fora.
- Anna! Não mexa nas flores da Sra. Vargas! - o menino carrancudo chamou-a de volta, e Lovino podia perceber o balão de felicidade da menina - Anna - murchando, e naquele momento, decidiu que não gostava daquele menino.
- Mas mano… Olha, são tulipas! Eu ia pegar uma pra você também! - argumentou a pequena, e a vozinha de menina saiu suave, diferente das garotas irritantes e tagarelas da escolhinha.
- É, mas o vovô vai brigar com a gente se você arrancar as flores da Sra. Vargas.
Tal argumento teve o efeito desejado, e a loirinha desviou seu caminho de volta para a casa, mais amuada, mas definitivamente não menos encantadora aos olhos do garotinho que ficou pra tras, escondido entre as tulipas com os olhos arregalados e o coração pulando no peito.
Anna. O nome dela era Anna.
Naquele instante, Lovino sentiu que deixou algo muito importante escapar, uma sensação de perda e uma raiva incontrolável de si mesmo por deixar ela ir. Mais do que rapidamente, o menino pulou de tras do canteiro para correr de volta para a casa, uma flor em mãos. Não hesitou para entrar em casa - ao inferno com Antônio. Ele ia pentelhar, isso era certo, mas talvez, pela oportunidade de falar com Anna, isso não fosse tão ruim assim.
A realy good character. The best personification of Brazil. A good son that Lúcia have and also the best crack rps are with this little guy mulato, se me permite a palavra Q
How they play them:
Flawlessly. Luciano is a fun character but also have his problems and you mixed this in a perfect combination
The Mun:
A cool girl that don't talk to me anymore ç3ç
Do I:
RP with them: I used to when I was on Lucia, but I can't rp in her anymore. At least not now. Jane needs more attention for now.
Want to RP with them:
Of fucking course! Even here, I could imagine this american teenage lost in Brazil with the hot sun because she'll never come to, like, Paraná or Rio Grande do Sul... but I'll try to back on Lucia.
What is my;
Overall Opinion: I love him. My favourite rp is when he went to Luiz' house and drew a moustache on him Q foi com o Luiz né? Interpretei com tantos Male!Portugal...