pairing: han jisung x leitora | gênero: headcanon + smut + fluff
avisos: jisung maridinho fiel, que faz tudo por você e te coloca sempre em primeiro lugar. creampie + breeding kink, tit sucking, oral (leitora recebendo)
moon notes: mais um dia e eu apaixonadinha pelo hanji 𑣲 leiam as notas de rodapé, é importante. 𝜗ৎ
masterlist
hubby!jisung que só goza segurando a sua mão. não importa a posição em que vocês estejam, ele sempre procura pela sua mão involuntariamente quando sabe que o orgasmo tá próximo.
a ponto de você já oferecer sua mão toda vez que sente o quadril dele fraquejar, ou os gemidos dele ficarem mais manhosos.
um dia você comenta isso com ele e ele nega, porque nunca havia notado que fazia isso, mas horas depois, quando ele tá fundo em você e pertinho de gozar, ele tateia a cama à procura da sua mão e se lembra do que você havia dito mais cedo, rindo com você em meio aos gemidos.
hubby!jisung que só mete em você depois de te dar, no mínimo, dois orgasmos com a boca dele primeiro;
hubby!jisung que planeja quantos filhos quer ter com você quando tá imerso no prazer, te enche de porra e depois manda um “será que dessa vez eu te engravidei?”
hubby!jisung que ama, ama, ama! seus peitos. pode passar horas os lambendo, chupando e mordiscando e é tudo o que ele precisa depois de um dia difícil e estressante. ficar com os lábios carnudinhos e babados envoltos nos seus mamilos sensíveis e inchados pelo excesso de estímulo.
mas também é obcecado por eles de uma forma não sexual, adentra as mãos grandes e quentinhas em sua blusinha de pijama e aperta seus seios enquanto estão assistindo algum filme ou quase pegando no sono.
hubby!jisung que te domina extremamente bem quando você pede, mas é sub na maior parte do tempo - e você adora. é um verdadeiro pillow princess, mas pode fazer todo o trabalho de bom grado, obedecendo à todas as suas ordens e se negligenciando para colocar o seu prazer em primeiro lugar, o que também é muito prazeroso pra ele.
obrigada por lerem até aqui!!! 𑣲
a ideia dele gozar segurando as mãos da leitora eu tirei de um drabble gringo que eu li a uns anos atrás, mas não lembro quem escreveu :(
não esqueçam de interagir com o post e tenham um ótimo final de semana! ⊹ ࣪ ˖
namorado!intak x leitora x colega de trabalho!keeho
4.4k
(!) contexto, relacionamento aberto, penetração desprotegida, sexo oral (f, m), sentada na cara, dirty talk, consumo de bebida alcoólica, switch!keeho
MENORES NÃO INTERAJAM.
parte 2
não revisei kk <3
Intak estava puto, no mínimo. Não havia outra palavra que pudesse descrever melhor. Seu sangue estava fervendo ao correr por suas veias. Nem precisa se olhar no espelho para saber que seus olhos estavam vermelhos, saltando com o ódio que o consumia a cada segundo pela cena patética que se desenrolava à sua frente.
Ele já sabia que hora ou outra isso aconteceria. Quando vocês decidiram abrir o relacionamento, tudo foi muito conversado. Os combinados eram muito claros, assim como as noites que antecederam aquela decisão — foi o período no qual tiveram as mais longas e profundas conversas desde que se conheceram.
Intak te conheceu na época da escola, foram crescendo juntos sem ter grande amizade. Foi na faculdade que desenvolveram uma relação, passaram para a mesma instituição e se mudaram para o interior do Rio Grande do Sul. Ao passar dos anos se aproximaram e, depois da formatura, começaram a namorar. Venceram os desafios da introdução à vida adulta juntos, construindo uma história de amor sólida, linda e digna de livros românticos.
Foi só ao voltar para São Paulo, para se aprofundarem nas carreiras, que perceberam as expectativas das famílias pesarem sobre o relacionamento. As perguntas sobre casamento e filhos não paravam de atormentar os dois, que não se sentiam preparados para o próximo passo. Estavam no auge da juventude e com a sensação de que lhes restava muito tempo antes de pôr alianças nos anelares.
Entre inúmeras reflexões, encontraram o x da questão: talvez fosse uma boa ideia explorar outros sentidos, já que passaram anos investindo nos estudos, e as festinhas universitárias cheias de entorpecentes não contaram muito. Assim, poderiam seguir juntos, mas também encontrar a si mesmos na vida presente, muito mais real do que a bolha anterior.
Tudo fluía muito bem no início. Os encontros com outros eram esporádicos e sempre dividiam as experiências entre si, algumas eram tão inacreditáveis que lhes causavam risadas. Ainda assim, foram aprendendo muito com essa nova realidade — comunicação fora essencial. Até que… ele entrou em cena.
Keeho.
Intak o odiou desde o primeiro instante que o viu, conseguia enxergar o quão sonso ele era à quilômetros de distância. Mas você era o completo oposto, ria das piadas de Keeho, o chamava de amigo e passou meses sem perceber as reais intenções dele. Ele se aproximava vagarosamente, mas o radar do seu namorado já havia identificado o que ele queria. E deu no que deu.
O barman fita o rosto de Intak e o oferece o quarto shot de tequila. O líquido não queima tanto quanto as lembranças que rondam sua mente. Será que ele deveria ter interrompido em algum momento? O problema foi que jamais pensou que Keeho seria mais do que só uma ficada aqui ou ali, como os outros foram. Ele deveria ter feito algo desde a primeira vez.
— a primeira vez —
“Amor, você não vai acreditar!” Você entra em casa esbaforida, tirando os sapatos de qualquer jeito e largando a bolsa em cima do sofá vazio. “Amor?”
Intak também chegara há pouco do trabalho e já adiantava a janta na cozinha. “Tô aqui dentro!” Ele grita para que você o encontre.
“A GENTE CONSEGUIU O ALVARÁ PRA CLÍNICA DE BÚZIOS!” Seus olhos brilham de emoção ao contar para o namorado.
“Não acredito!” Intak interrompe o que estava fazendo e te abraça forte, te tirando do chão e rodopiando no ar. “Sabia que você ia conseguir! Te disse!”
Tinha sido um longo processo, cheio de desafios, mas você e Keeho, o advogado da rede de clínicas veterinárias, trabalharam arduamente e contra o tempo para que tudo desse certo.
Antes que pudesse contar os detalhes para o namorado, ele deposita um beijo instigante nos seus lábios de surpresa. “E se a gente comemorar antes da janta?”
O sorrisinho tímido, mas cheio de intenções de Intak é o que você já conhece bem. “Eu ainda não ganhei uma recompensa, acho que você pode cuidar disso.” Você diz enquanto os beijos certeiros te entorpecem no pescoço.
Ele ri da sua fala, o ar quente está bem perto da sua orelha, onde ele deixa uma mordiscada. Estavam esperando por isso o dia inteiro.
“Posso, amor. ‘Cê sabe que eu cuido de você melhor do que ninguém.”
Intak te pressiona contra a parede do corredor, e só então você se dá conta que já estavam mais perto do quarto. O corpo dele contra o seu te enfraquece aos poucos, existem poucas coisas que você não faria por ele.
Uma das mãos masculinas guia a sua. Primeiro, ele te faz sentir o peitoral e abdômen malhados. Por fim, ele te faz apertar a dureza carente que estava à sua espera desde que se despediram antes do trabalho pela manhã.
“Fiquei o dia inteiro pensando em te comer.” Confessa num suspiro fraco. Sua mão começam os próprios movimentos, então ele apenas rebola contra sua direção e se apoia na parede atrás de você, bem em cima dos seus ombros.
Ele fecha os olhos em prazer, e você aproveita para beijá-lo outra vez. De imediato Intak usa a língua, o tesão aumenta e o faz ficar mais bagunçado. Sua outra mão aperta a bunda firme dele e conduz os movimentos com força. Ele geme contra sua boca.
“E de que jeito você quer me comer?”
“De quatro, com essa bunda bem empinada pra mim.”
“Pede.” Você interrompe os movimentos com a mão, e ele arregala os olhos.
“Deixa eu te comer de quatro, linda?”
O pedido beira o limite entre o dengo e a luxúria. Os dois sabem, no entanto, que isso não passa de um joguinho. Você já está com a calcinha encharcada e pronta para ser fodida pelo namorado. Mesmo assim ele joga, enche seu ego só para conseguir o que quer.
Não demora muito para a fantasia se tornar realidade. Era melhor ainda do que havia passado horas a fio pensando durante o expediente. Seu corpo brilhando de tesão e suor, a buceta bem exposta só para ele.
“Amor, mete. Vai.” É sua vez de pedir, porque Intak está brincando com sua resistência. Ele ri, apesar de reconhecer que está se segurando ao máximo.
Enfia a cabecinha, mas logo a tira. “Calma, amor. A gente tá só começando.”
Uma onda de prazer te faz revirar os olhos ao sentir o namorado bater a ereção nos seus lábios lambuzados, esperando por ele.
“Intak!”
Por fim, ele mete de uma vez. As paredes do seu canal engolem toda sua extensão e ele morde o lábio inferior, guardando um gemido para si só para ouvir o seu.
Aos poucos os quadris dele ganham velocidade, o barulho de pele na pele se juntam aos palavrões, às promessas de amor e às profanidades que são segredadas entre quatro paredes.
“Foda-se, quero te ver.” Ele diz mais para si mesmo, e então sai de dentro de você para te virar de frente para ele. Com pouca delicadeza levanta uma de suas pernas e a põe em cima de seu ombro. Assim, ele volta a te foder, prestando atenção em cada sinal de seu corpo.
Uma mão está sendo usada para apoio, a outra ele leva até seus lábios e você prontamente suga os dedos grandes do namorado. “Caralho, como você é safada.”
Satisfeito com o estado das próprias digitais, ele as remove de sua boca e começa a desenhar círculos lentos no seu clitóris inchado. Ele sente sua buceta apertando repetidas vezes, e você nem precisa avisar que está perto.
“Goza, amor. Goza no meu pau, vai.”
Com mais algumas estocadas, o seu corpo chega ao limite e o orgasmo lava seus sentidos, assim como a Intak, que não pára até atingir o próprio ápice, e logo você sente o peso sobre si.
Ele beija seus lábios e sua testa, e te envolve num abraço dengoso pós-foda, te ajudando a relaxar em seus braços. Entretanto, o celular que estava no bolso de sua calça — agora no chão — vibra contra a fivela do cinto e chama sua atenção.
Levantando-se para pegar, Intak também aproveita para ir ao banheiro e preparar o chuveiro para tomarem uma ducha antes da janta.
A mensagem que recebeu te arrancou um gritinho de felicidade.
“O que houve, amor?”
“O chefe deu uma viagem pra Búzios de presente pra gente por causa do lance do alvará.” O brilho do namorado se apaga parcialmente. “A gente vai passar esse final de semana lá!”
Ele força um sorriso e finge estar animado porque não quer ser essa pessoa. Mas a última coisa que gostaria de estar pensando depois de um sexo gostoso com a namorada é que a sua mulher faria uma viagem para outro estado na companhia de um colega de trabalho sonso feito Keeho.
…
“Acabamos de pousar, vida
Quando chegar no hotel te aviso”
Você manda a mensagem para avisar ao namorado e acaba checando o celular enquanto espera a bagagem despachada perto da esteira.
— Bem que dizem que no Rio só tem mulher bonita. — Keeho diz baixinho, por trás de você, para te assustar. E consegue.
— Keeho! Que susto, porra!
— Mal chegou e já tá falando carioquês. — ele ri da sua reação, pondo a mão no meio das suas costas e se aproximando. — Mas olha, a gente tá no Rio. A gente vai pra Búzios.
— Sim…?
— Me promete que você vai tentar se divertir e descansar. — Ele aponta para o aplicativo do e-mail corporativo aberto. — Às custas do chefe. Uma vez na vida.
Você sorri, sem jeito. Acaba cedendo e bloqueando a tela, guardando o telefone no bolso. — Prometo.
— Minha garota. — Ele lança outro sorriso canalha na sua direção e pega sua mala que havia acabado de sair. E, então, você repara que ele já estava com a dele desde o início.
“Cheguei no hotel
Pqp, é muito lindo”
Aproveita, vidaDepois me mostra td
Assim que envia uma foto da vista para o mar, alguém bate na porta do seu quarto.
— Sex on the beach pra começar a tarde? — Keeho estende o copo de vidro exibindo os tons de laranja se misturando. O canudo branco contrasta com as cores e o gelo no copo. E daí que são só 14:30?
Assim que o gosto de pêssego, laranja e vodka adocica sua língua você deixa um suspiro de gratidão escapar.
— Gostoso?
— Muito. Obrigada! — Você abre mais a porta. — Quer entrar?
Ele adentra o quarto e assobia para a vista impecável, murmurando algo sobre seu quarto ser melhor do que o dele.
— Me agradece fazendo um favor.
— Lá vem.
— Vai ter uma festa na piscina do hotel mais tarde. Open bar, DJ, comida… — ele se joga ao sentar na cama. — Já paguei nossa entrada.
— O que aconteceu com descansar? — Cruzando os braços, você segura um sorriso. Tinha adorado a ideia.
— Só depois de encher a cara. — Ele se levanta para ir até seu próprio quarto. — Vou passar aqui às dez. Esteja linda.
…
O despertador tocou bem à tempo de assistir o pôr-do-sol de Búzios. As cores adentraram o seu quarto e te inspiraram a arrumar o que tinha espalhado ao chegar, então aproveitou para separar o que precisaria para mais tarde. Maquiagem, sapato, roupa, perfume…
As palavras de Keeho ecoaram na sua cabeça “Me promete que você vai tentar se divertir e descansar. Às custas do chefe. Uma vez na vida.”
Ah, vale a pena.
Você troca de roupas e veste o roupão que estava pendurado no banheiro após colocar a banheira para encher com água pelando de quente. Enquanto aguarda, tenta ligar para o namorado de vídeo, mas ele recusa e manda uma mensagem “reunião de última hora depois te ligo amor”.
Logo após a resposta, leves batidas na porta são ouvidas. Checando a hora no relógio de pulso, constata que ainda falta muito para o horário combinado com Keeho.
— Serviço de quarto. — Uma moça jovem anuncia assim que você atende.
— Mas eu não…
— Foi o hóspede do 410 que fez o pedido. Aproveite! — Ela vira as costas ao te entregar a bandeja com um singelo drink e um bilhete.
“Mais um só pra esquentar. Até daqui a pouco, linda.”
…
Alguma playlist de R&B tocava enquanto você ajustava a sombra e o lápis de olho. Ainda faltavam cinco minutos para as dez quando Keeho chegou, estupidamente elegante. Seus olhos pararam na camisa de botão preta levemente apertada, e ele sorriu galanteador ao pigarrear para chamar sua atenção de volta.
— Ainda preciso de uns minutos. — Diz apreensiva e deixa a porta entreaberta para que ele pudesse ficar à vontade.
Ele entra e te vê retocar o batom perfeitamente delineado nos lábios. Sob a luz do luar e à meia luz do quarto, os músculos das suas costas parcialmente nuas brilham. Por fim, você põe os brincos dourados e põe o perfume de flor de cajueiro em pontos estratégicos.
A fragrância captura o olfato do outro, que estava praticamente babando com os seus trejeitos.
— Como estou? — Parte sua quis caçar elogios do homem que tem brincado com a sua atração recentemente. Logo ele que, há pouco tempo, achava ser só um amigo.
— Linda, cheirosa… — Ele se aproxima e te vira para o espelho novamente, repousando a mão em sua cintura — e combinando comigo.
Você sorri ao perceber que também estava toda de preto. — Até nisso a gente combina. — Flerta para ver a reação dele, que só morde o lábio inferior como quem guarda uma resposta.
…
A área da piscina já estava quase lotada. A festa, apesar de limitada, também era aberta para não-hóspedes, então uma variedade de pessoas comprou ingresso.
— Quer tomar alguma coisa primeiro? — Keeho se debruça para perguntar mais perto do seu ouvido, mas também usa como desculpa para te tocar. Desde que saíram do quarto não se desgrudaram, a tensão triplicou no elevador e a noite havia apenas começado.
Você apenas balança a cabeça, precisa de mais uns drinks para ganhar mais um pouco de coragem.
A piña colada é sempre uma boa escolha, especialmente na noite quente de Búzios, com a maresia inebriando seu olfato tanto quanto o perfume de Keeho, côco com abacaxi parecia ser o match perfeito. Keeho preferiu algo mais simples, um mojito caprichado no limão.
Ele te levou em direção ao mirante da área onde tinham menos pessoas e conseguiriam conversar sem gritar porque a música estava mais abafada. Apreciaram a vista por uns instantes, e depois Keeho recostou o quadril na mureta para te mirar.
— Deixa eu provar? — Você pede o drink dele, que estende o canudo em sua direção. — Hmm, nossa! Uma delícia, mas forte, né?
— Eu prefiro. Mas também gosto de alguns doces, tipo o seu.
— Quer provar?
Ele hesitou uns segundos.
— O drink eu já conheço. Quero provar uma coisa nova. — Foda-se, ele pensou. Já que ela tinha dado corda…
— Tipo o quê? — se fez de burra, queria ver se ele teria a pachorra de colocar em palavras o que os dois estavam pensando (ele, muito antes dessa viagem).
— Eu não sei se posso falar. — Ele disse, fazendo um charminho barato, mas muito gostoso. As mãos fortes te trouxeram para mais perto. Você mesma se colocou entre suas pernas. — Seu namorado não vai ficar com ciúmes? — O tom era perigoso, carregado de ironia.
— Acho que quem tá com ciúmes do meu namorado é você.
Você retira o drink da mão de Keeho e deixa os dois apoiados na mureta, bem ao lado dele. Aproveita as mãos livres para envolver os braços ao redor de seu pescoço. Ele repousa as suas na linha tênue entre sua cintura e seu quadril, colando os corpos.
— Talvez você esteja certa. — Admite baixinho, roçando o nariz no seu.
A proximidade fez seu coração errar algumas batidas, e a vontade misturada com o álcool foi o empurrãozinho que faltava. Você não resistiu e uniu os lábios que estavam implorando por esse beijo.
Keeho move o rosto para aprofundar o contato e abre a boca para deixar suas línguas se encontrarem. Ele parecia sedento, mas o ritmo era lento. Estavam aproveitando cada segundo. O aperto das mãos masculinas no seu tronco eram provocantes, assim como as mordiscadas que ajudavam os dois a respirar entre o beijo molhado.
As digitais de Keeho se entrelaçam nos fios do seu cabelo e puxam sua nuca para o lado com certa força. Um arrepio acalenta seu corpo, e você precisa abafar o som que queria sair de seus lábios. Ele beija sua mandíbula e explora seu pescoço com devoção.
— Tá tão cheirosa. — o sussurro te amolece, assim como os outros beijos que alcançam seu colo exposto.
Você espalma as mãos no peitoral musculoso de Keeho, acariciando a área com delicadeza. Ele volta a atenção para seus lábios, sendo surpreendido ao ter sua língua capturada com sugadas leves. A imaginação voa longe, e ele te pressiona contra si.
— Keeho…
Ele te vira de costas, colando sua bunda contra o quadril dele. Sem pudor, você rebola devagarinho. Se alguém olhasse de longe, nem perceberia o que estava acontecendo ali.
Dava para sentir o volume aumentando à medida que os movimentos ficam mais certeiros e mais beijos eram deixados no seu ombro e nuca.
Ele troca de posição de novo. Você sente a mureta atrás de si enquanto ele cobre toda sua figura com a própria, para que ninguém visse o que estava prestes a fazer.
Com muito cuidado, Keeho acaricia a parte interna da sua coxa com dois dedos. — Tudo bem se eu te tocar?
— Aqui?!
Uma mistura de adrenalina e vergonha ruborizam suas bochechas. Keeho prende sua boca num beijo demorado. Os dedos sobem mais um pouco e esbarram na sua calcinha, completamente arruinada, algumas vezes.
O fato de você estar tão excitada ao ponto de umedecer o pano mexe com o ego de Keeho, e ele decide brincar com a sua sanidade. Deixando apenas um selinho nos seus lábios, ele remove a mão da onde estava e pega o drink para bebericar.
— O que…?
Ele segura o riso, se fazendo de sonso. Mas não sabia com quem estava brincando.
Você fecha a cara, fingindo estar chateada. Atriz de primeira. Sai andando por entre as pessoas e vê Keeho vir atrás de você, preocupado e com semblante sério.
— Ei, espera. Era só brincadeira. — ele corre quando chegam ao lobby, te alcançando apenas na frente do elevador. — Me desculpa, eu também… também queria continuar.
Assim que as portas revelam o cubículo vazio, vocês entram e Keeho aperta o número 4 automaticamente. Ele se vira para pedir desculpas novamente, mas não dá tempo.
Você puxa o colarinho do mais alto com força, e ele precisa se apoiar no espelho para não cair por cima de você. O beijo que inicia é diferente, quase possessivo. O pau lateja dentro da cueca por causa da bagunça gostosa que as bocas criaram.
Já no quarto andar, Keeho cambaleia até o 410. O silêncio do quarto era cortado pelas respirações ofegantes, a tensão é tanta que ele apenas te encara. Ele estava bem no ponto onde você precisava.
— Deita na cama.
O seu tom de voz era normal, mas algo em você estava diferente. Ele não conseguia distinguir o quê exatamente, porém não achou boa ideia questionar nada. Apenas acatou a ordem e te assistiu tirar os sapatos. Seus olhos estavam fixos nele, em todo seu corpo trêmulo pelas expectativas.
Você engatinha até ele devagar. Cada centímetro da sua pele quente arde por ele. Botão após botão, você despe Keeho com dedos ágeis, deixando rastros do seu desejo com beijos molhados no torso tonificado. A blusa preta fica esquecida no chão.
Suas mãos apalpam suas coxas fortes desde a altura do joelho até chegar aos quadris. Ele levanta a parte debaixo do corpo automaticamente, procura algum tipo de alívio. O tesão controla seus movimentos.
— Ah. — estala a língua, inclinando o rosto para fingir pena. — Que ansiedade é essa?
Ele fez menção à resposta, mas você o cala com um chiado. — Guarda pra você, amor. — A fivela do cinto se abre e a calça faz companhia a blusa. — Agora você só vai falar, ou se mexer, quando eu deixar.
Ele apenas afirma com a cabeça.
— Muito bem.
Keeho revira os olhos ao sentir sua mão envolver a ereção gorda por cima da cueca. Não se mexer exige toda sua força, então ele aperta os lençóis como se sua vida dependesse disso.
O elástico da peça estava no seu caminho, por isso abaixa com cuidado até parte do pau latejante ser exposta. Um singelo beijo na cabecinha causa um tremor no homem, e você acha graça.
Você lambe o membro como uma gatinha sem tirar os olhos dele. Os lábios entreabertos denunciam seu fôlego descompassado e, sem querer perder o show, ele observa a cena atentamente.
Finalmente, se livra da última peça por completo. O brilho da pele morena te encanta, parecia que ele havia sido feito para estar assim, rendido ao prazer que você poderia dar.
Beija seus lábios outra vez, sendo correspondida imediatamente. O sabor do limão e do côco parecia ser viciante, mas ainda tinha muito trabalho a fazer. Você espalha beijos pelo maxilar, pescoço, ombro e peitoral da forma mais lenta que consegue a fim de saborear o corpo desnudo embaixo de si. Alguns gemidos escapam da boca do homem apesar de seu esforço em manter-se calado.
Fica muito mais difícil quando sente seus mamilos serem abocanhados com tanta dedicação. O pau se mexe sozinho pelo estímulo, e ele passa a ter medo de não segurar mais tanto tempo.
— Eu quero te ouvir, amor. — Pede ao pobre menino, ao se aproximar da dureza necessitada de seus toques. — Mas se você encostar em mim, a diversão acaba. Entendeu?
Ele assente, sem forças.
O tapa arde no seu rosto, e Keeho geme sem perceber.
— Responde, Keeho.
— Entendi.
E então, você enfia o pau na boca, pedaço por pedaço. Ele sente que poderia explodir. Recostando a cabeça na parede, deixa escapar um suspiro alto e pesado.
Volta para cima devagar, segurando a base com uma das mãos. Você cospe generosamente, e os dois assistem a lubrificação escorrer pelas veias pulsantes. Assim, passa a ordenhar devagarinho, mudando a posição da mão para brincar com ele como bem entendesse.
— ‘Tá gostoso, amor?
Ele não consegue responder, totalmente investido nas movimentações que o fazem ver pontos brancos atrás das pálpebras.
Leva a sua palma até o topo e massageia com vontade. Keeho não consegue controlar os espasmos que o fazem se contorcer sobre o colchão.
— Porra! Assim… Não, eu… Ah!
Você reveza entre sugadas e trabalho com as mãos, e ele parecia estar entorpecido. Não é capaz de dizer uma pequena frase coerente, apenas geme seu nome ou qualquer outro som que o corpo aguente.
Ele fecha as pernas quando você toca as bolas cheias, então precisa forçá-las a continuarem bem abertas, para que ele fique bem exposto só para você.
— ‘Tá tudo bem… shhh, você tá indo bem. — Keeho faz uma carinha de cachorrinho abandonado, mas assim que seus dedos alcançam seus lábios, ele os chupa como um safado.
Satisfeita, os leva para bem abaixo das bolas, desenhando círculos no buraco sensível dele. — Você gosta? Posso te dedar?
— Pode.
Assim que uma digital adentra, Keeho puxa seu pescoço para beijá-la. É um caos, mas é uma delícia.
— Mais um. — Você deveria ter o punido por ter falado sem sua permissão, mas ele estava tão lindo que não teve forças, apenas cedeu e adicionou mais um dedo. — Assim… hmmhm, vai.
Desce os lábios para o pau novamente, sugando para complementar a punheta barulhenta e a dedada que estavam acabando com ele.
— Goza pra mim, bem aqui na minha boca.
Não dava mais para aguentar. Assim que ouviu seu pedido, Keeho se entregou a sensação e sentiu seu pau vazar. Muito. Seu corpo inteiro colapsou, a sensação era muito forte e você não parava — bateu até que ele não tivesse mais nada para dar, um gemido alto saiu dele.
Demorou até que ele se recuperasse, mas quando voltou a si, a única coisa que desejava era te recompensar.
— Keeho, o que…
Parecia que um botão fora apertado na mente dele, e ele te pressionou contra a cama com o próprio corpo. Num movimento rápido, o vestido preto não estava mais em seu corpo, e ele perdeu o controle quando viu que…
— Você tava sem nada por baixo esse tempo todo?
Não conseguiu não rir. A reação dele tinha sido melhor do que pensou que seria.
— Gostou?
— Porra… — Aproveitando o momento, troca de posição e volta a ficar por cima. — Eu vou ficar maluco.
Ele iniciou outro beijo, cheio de vontade. Os dedos acariciam todo seu torso até se lambuzarem na sua coxa com os fluidos que vazavam da sua buceta completamente encharcada por ele.
— Senta na minha cara?
Ah. O pedido te pegou desprevenida, mas Keeho leu como se fosse hesitação.
— Só… me usa pra gozar. Por favor.
Você puxa o cabelo do homem e o guia para deitar na cama de novo, e então você se posiciona bem em cima do rosto dele. Tão logo assentou, ele abriu a boca e sentiu seu gosto com a língua, gemendo de satisfação contra sua carne.
— Keeho… — estava tão sensível e carente, o primeiro toque já lhe dera arrepios.
Ele segurou seus quadris com força para que esmagasse seu rosto, e você passou a rebolar contra o nariz, a língua e o queixo dele. Keeho acompanha seu ritmo, respira como dá e murmura contra sua buceta como se estivesse faminto por ela.
Pah! O tapa estala na sua bunda. Uma, duas, três vezes…
Que buceta gostosa… Me usa assim… Goza na minha boca…
— Bem aí, amor. Assim.
Keeho insistiu no que havia acabado de fazer, e seu ritmo ficou mais intenso. Ele sente água escorrer pelo pescoço, molhando tudo. Continuou sugando o clitóris inchado até que ele parasse de pulsar na sua língua, e só não continuou porque você levantou o quadril.
Ele já estava excitado outra vez, a cabeça do pau escorrendo por ter te chupado feito um louco.
A noite — e a viagem — seria longa, e agora entende porque, mesmo num relacionamento aberto, Intak sente ciúmes. Deveria mesmo, porque por meses a fio Keeho repetiria o mesmo cenário diversas vezes, sem nenhum pingo de vontade de se desgrudar do seu enlaço.
Intak não fez nenhuma questão de esconder o desgosto. Desde que soube que estavam tendo um casinho, porque você contou assim que voltou para São Paulo, ele demonstrou desaprovação. Mas quando um não quer, dois não brigam — Keeho prefere resolver problemas de outra forma.
Know more about Brewing Romance! (On my official wiki page)
Read the first chapter of the fanfic right now!
✦•┈๑⋅⋯ ⋯⋅๑┈•✦
I can't help but remember like it was yesterday... I've come to make art of these main gay bois for this special day because today is the day that Brewing Romance was born! (Or published-) by my dear friend @shygirl4991 our main writer!
Without this AU's existence nothing else that me and Shay had been would continue the things we were supposed to go. None of us both would have been in this state. This tells how much one inspiration of someone could change other people and also inspired other more as well!
We thank you for everyone who had showed their love for the arts and the written fics that me and shay (not only us but to other people-) made in brewing romance, you have no idea how much this means to me and Shay! (This brings out the other people who made several fanarts and showed their support on it)
We love to inspire other people who looked forward from not just the AUs but things that brings you spark! Have a happy holiday everyone ^^ 🎅🎄🎁
For the ending letter of this very post... "It's snowing..." :)
Teenager Michael (13-16. Whatever the age you give him in 83.) go to sleep in his room thinking about the prank he'll do at his brother's birthday tomorrow.
It would be the greatest one of a succession of small ones.
An epic climax to show the younger boy his fears are just in his head and there's nothing to be scared about normal robot animals. (Nothing like the one he saw at that fire.)
He wokes up the next day.
But he's not in his bedroom.
No. It seems he is now in an... office?
Not any kind of office.
This one is in a pitiful state. Like a fire had happened here.
He looks around and find a charred corpse.
(Or, at least, what's left of it.)
The view made him recoiled.
Which makes him notice the state he's in.
Wait. Is he NACKED!!??
(He doesn't notice the splotches of blue goo thing around him.)