Koffee with Karan Se 6 Cap i #7 Ajay Devgan & Kajol

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Koffee with Karan Se 6 Cap i #7 Ajay Devgan & Kajol
Koffee with Karan Se 6 Cap i #7 Ajay Devgan & Kajol
Koffee with Karan Se 6 Cap i #3 Aamir Khan
Koffee with Karan Se 6 Cap i #3 Aamir Khan
2 Videos in 2 Weeks: Cap Luke is on a mission.
2 vids in 2 weeks. No sleep for Cap Luke Lauren. Check out "Cap I/Cool".
Last week Cap Luke released a video for his single “Slew”directed by Joseph Rodriguez at Resonate Media. This week Luke returns with his second video from his upcoming project Souls of Mischief. The visual for the track “Cap I”/“Cool” was directed by Cristian Costello of Costello Films.…
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Festa na Moita (Cap. I)
Três dias depois. 04:00p.m. Quinta-feira.
Vitória estava à flor da pele. Eram muita coisa para serem resolvidas, muitos números a serem (ainda) discados e fora isso tudo, ainda tinha seus pais. Ah, seus pais. Os pais de todo mundo, na verdade. Vitória, a “Comandante”, ficara encarregada de um bando de coisas. Inclusive de lidar com algumas ligações preocupadas, furiosas e curiosas de pais que não conseguiam falar com seus filhos. O fato é que ninguém queria atender o celular. Nem ela. Para os outros também não estava mais fácil. Não era a raiva dos pais e sim dos próprios balaclavos. Quem fazia o quê, quem queria o quê (ou quem…), quem cozinha o quê e ainda tinha a festa! Cada um fora ordenado e obrigado a cumprir uma tarefa para aquela festa, menos Agnes. Todo mundo tinha concordado em deixá-la de fora, era sua festa de despedida e queriam que fosse uma surpresa. Ou pelo menos desejavam que houvesse uma meia surpresa. Voltando à Vitória, ela estava quase a ponto de arrancar seus próprios cabelos e ninguém aparecia para ajudá-la.
- Pode deixar. Desculpa por isso, farei com que carregue o celular agora mesmo. Não! Não! Não tem motivos para que ele vá embora, confie em mim. - Vick andava em círculo pela sala falando com mais um responsável do grupo e esperava que fosse o último do dia. - Ok, vou passar o recado. Novamente desculpa por tudo isso. Tchau. Um beijo, senhora.
Um suspiro de alívio escapou de sua boca quando finalmente pode encerrar a ligação. Anotou mentalmente para nunca mais deixar nenhum telefone descarregado, nem que isso a fizesse tomar medidas drásticas. Mas também não era para tanto, ela mesma estava cogitando a possibilidade de deixar que a bateria de seu celular acabasse de vez. Conversar com pais nervosos é quase o mesmo que tentar domar um leão. Pegou seu bloquinho de notas e caminhou em direção ao jardim onde todos estavam reunidos. Precisavam de vez arrumar os últimos detalhes e ver quem já havia conseguido fazer o que. Julia e Pamela ficaram encarregadas de por todos na linha e mais diversas coisas. Vitória ainda estava imaginando como conseguiram aguentar isso tudo por quase uma semana.
- Rapidinho. - a garota aproximou-se mais do grupo pedindo atenção. - Hora dos recados diários. Bond: sua mãe pediu para lembrá-lo de por suas cuecas para lavar, assim como as meias. Diz ela que costumam ficar com um cheiro horrível. Aos demais: Coloquem as porcarias dos seus celulares para carregar! - praticamente gritou a última frase antes de se jogar em uma cadeira ao lado de Ana. - Bom, continuando… - disse Pam depois de rir do pequeno surto. - Precisamos saber quem já fechou as tarefas. - Eu, Jon e Pam já compramos parte das bebidas. As quentes estão no armário e as geladas… Bom, não tem espaço na geladeira então teremos que alugar gelo. - Julia inteirou a fala de Pamela para incentivar todos. - No armário? Qual o seu problema Julha? - Bond entoou o seu famoso tom de deboche. - Sim, no armário, trancadas. Não confio na capacidade de vocês e… - Está bom! Chega! Não temos tempo pra discutir esses detalhes. - Vick respondeu abanando os braços como se afastasse um mosquito imaginário. - Parte das bebidas? A festa é amanhã! Vocês tem que comprar mais. E quem é o keeper dos gelos?! Aninha meu amor… É gelo! - diz, e em meio a todo esse estresse, eles riem. No final das contas a moita nunca perde o estilo.
Quase no fim da tarde, a reunião estava terminada. O resultado era completamente desesperador pois metade das tarefas estavam incompletas. O que esperar de um grupo de jovens que só querem se divertir nessas férias? Ah, podemos classificá-los como bando de lambe ko.
Estavam todos amontoados na sala assistindo à um filme duvidoso escolhido por Pam. O chão estava completamente coberto por uma maravilhosa refeição nutritiva e que todos amam: pizzas. Laura estava pegando mais uma fatia quando o telefone de Agnes começa a tocar e faz com que a garota pule desesperada. Mas quando prestou mais atenção, observou que era uma música no mínimo, peculiar: “I DON’T CARE, I SHIPP IT!”
- Ei Google! Eu quero prestar atenção. - Calma Ana! Eu to atendendo o… - mal havia terminado a frase quando pode escutar a morena gritando no telefone. Péssima mania, tinha que entender que a pessoa doutro lado da linha não é surdo. Pode ser tudo, menos isso. - Alô? O que? Italo? - Italo? Oh Deus! Me passa o telefone! - Acalma os pelos, Amanda. - Jonathan disse. - Ei Italo, é o Bond. - Bruno quase esmagou Agnes para poder berrar perto do celular e recebeu vários tapas como resposta. - Gente, abram a porta por favor. Ele não sabe achar a campainha. - por fim Olivo pode dizer.
No mesmo instante que proferiu essas palavras mágicas, Amanda pula do sofá e corre para a porta. Mas segundos antes de conseguir alcançar, Jonathan entrou na frente. Como de birra, a loira fez seu bico clássico e voltou para perto de Agnes que a recebeu com um abraço e uma gargalhada escandalosa. Nesse meio tempo, Jon havia aberto a porta e se deparado com uma das cenas mais bizarras vistas até agora.
- Hm, acho que vocês vão querer ver isso. - disse enquando chamava o pessoal para a parte de fora da casa. - Então sabemos o motivo dele não conseguir achar a campainha. - Kawan falou um pouco antes de ser atropelado por uma savana descabelada. - Opa. Pare aí mocinha. - Lia ordenou. - Venha cá. - Porque? O que houve? - perguntou passando as mãos freneticamente pelos cabelos e pelo moletom antigo que havia virado seu pijama. Mas se aproximou da ruiva que a chamava. - Esqueceu de tranças os cabelos? - riu enquando o fazia pela garota. - Pronto. Mil vezes melhor. - Argh, que demora. Italo! - Bond gritou chamando atenção do amigo. - Bruno Per… - Nem começa, muita enrolação. - cortou a fala de Agnes e voltou-se para a sedução de regata que procurava uma campainha numa casa em construção.
(Nota rápida das autoras: Exatamente isso. Vosso amigo confundiu a casa da deusa com uma em construção que possuía exatas três paredes. Típico.)
- Nem começa vírgula, bunda marrom. Vamos por esse traste para dentro, Ags. - Giulia agarrou a orelha do garoto e o como se ele fosse um saco de peso morto, o arrastou de volta para a sala. - Ai! Ta doendo. - reclamou pela última vez e quando viu que não surtira efeito algum, apenas deixou-se levar.
E assim seguiu-se a noite. Italo tentando se explicar, Amanda sendo compreensiva mesmo tendo uma parte dela completamente incrédula com o que tinha acontecido e a maioria dos outros rindo. Como de costume, ao olharem uma última vez para o relógio e esse mostrar ser quase quatro da manhã, todos se ajeitam para o momento de hibernação. Agnes com seu amável cobertor e o resto apenas babando de balbuciando durante a noite. Compreensível já que daqui há umas horas se inicia o dia da grande festa.
Resta a nós torcer para que tudo ocorra bem.
Kurt: "It's the start of something really, really great?" Blaine: "It's going to be incredible"
Um Romance de Lembranças
CHAY - Quer ter você assim pra sempre. Pra sempre ao meu lado, me fazendo feliz. MEL - Se depender de mim, seremos um só daqui pra frente. E selaram essa promessa com um beijo. Não um só, mas vários que iam se aprofundando, pedindo ao corpo que continuasse essas demonstrações de amor. MEL - Chay, você tá maluco? Alguém pode ver a gente. CHAY - Princesinha, você realmente acha que vai aparecer alguém aqui a essa hora? Quem seria o louco de subir isso tudo ness... MEL - Ei, eu sempre subo aqui, tá? E é uma ótima maneira de manter a forma, estar conectado com a natureza, curtir um... CHAY - Melanie, cala a boquinha, vai. E pra não deixá-la fechada não fazendo nada, me dá um beijinho. MEL - hahaha Seu bobo! A paixão entre eles se inflamou. Chay pousou os lábios no pescoço de Mel e passou a percorrer uma trilha de fogo, descendo pelos seus seios, detendo-se nos mamilos que ele sugou até que ela se contorcesse e retesasse. E ele prosseguiu a sua jornada, passando pelo seu estômago, seu ventre e parando no triângulo onde os pêlos ocultavam a sua feminilidade. - Abra suas pernas para mim, Mel - ele ordenou e sorria para ela de modo provocante, malicioso... E Melanie não pôde recusar. Ela desuniu as coxas, fornecendo a ele o acesso que ele exigia. Então Chay mergulhou entre suas pernas, sua língua molhada passando a mover-se para frente e para trás, ao mesmo tempo em que lambia toda a sua intimidade. - Oh, oh... céus... - ela arquejou. - O que você está fazendo? - Eu posso fazer você chegar ao paraíso deste jeito. - Nós não devíamos... nós não podemos... Alguém pode... - Ela não podia pôr em palavras todas as razões pelas quais eles não deviam fazer algo assim naquele lugar. Era bom demais para não ser proibido! - É demais... demais... - Demais o que? – disse ele, dando uma pausa para seu tormento. - Incrível demais? Pervertido demais? - Sim... - Eu sabia que você ia adorar. Você tem todo esse jeito doce por fora, mas por dentro arde como uma pimenta. - Não, eu não! - Ela se viu compelida a insistir, mas ele recomeçou tudo novamente, e qualquer protesto adicional já não fazia mais sentido. Ele estendeu seus braços por baixo das pernas de Mel, a fim de tomar-lhe os seios nas mãos. Depois, envolveu-os e passou a massagear os seus mamilos, prendendo-os entre os dedos, em uma carícia arrebatadora. Era fácil lançá-la ao precipício. Um mínimo esforço da parte dele seria o suficiente para que ela se fizesse em pedaços minúsculos. Ela sentia-se nas alturas, fora de controle. Deliciada, achou que gritava seu deleite em alto e bom som, mas não sabia afirmar ao certo. Ondas de prazer se sucediam, cada vez mais intensas, cada uma superando a outra. E foram diminuindo, assim que Chay passou a correr os lábios e a língua pelas curvas arredondadas de Melanie. Mordiscou-lhe o umbigo e aninhou-se entre a curva de seus seios. E ela lamentou que tivesse terminado tão depressa. -FLASHBACK- Ps: cena adaptada do livro "Além da Paixão" da autora Cheryl Holt.