Lo único que es seguro en este mundo cambiante que no tiene sentido en la realidad es esto: cuando no estás completamente en paz, o cuando experimentas cualquier clase de dolor, es que has percibido un pecado en tu hermano y te has regocijado por lo que creíste ver en él. Tu sensación de ser especial pareció estar a salvo a causa de ello. Y así, salvaste a lo que habías designado como tu salvador y crucificaste al que Dios te dio en su lugar. Y de este modo, estás en la misma encrucijada que él, pues sois un solo ser. Por lo tanto, el especialismo es su "enemigo" así como el tuyo. Libro de texto #UCDM💜#Cap24#entrenamientomental🧠#mundocambiante#percibir#pensamiento#causa#efectos#espescialismo#paz#verdad#liberación#🙏🏼💜♾📖🧠💬💞🙋🏻♀️ (at Barcelona, Catalunya, España) https://www.instagram.com/p/CeNkxiKNgk4/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Hacer comparaciones es necesariamente un mecanismo del ego, pues el amor nunca las hace. Creerse especial siempre conlleva hacer comparaciones. Pues establece al ver una falta en otro, y se perpetúa el buscar y mantener claramente a la vista cuanta falta se puede encontrar. Esto es lo que persigue el especialismo, y esto es lo que contempla. Y aquel a quien tu deseo de ser especial así rebaja, habría sido tu salvador si tú no hubieses elegido usarlo como un triste ejemplo de cuán especial eres tú. Frente a la pequeñez que ves en él, tú te yergues alto y señero, irreprochable y honesto, puro e inmaculado. No entiendes que al hacer eso es a ti mismo aquí en rebajas. Tratar de ser especial es siempre a costa de la paz. Libro de texto #UCDM💜#cap24#entrenamientomental🧠#comparar#ego#especialismo#pequeñez#vida💙#aquiyahora#🙏🏼💜♾📖🧠💬💞🙋🏻♀️ (en Barcelona, Catalunya, España) https://www.instagram.com/p/Cbb9-JKtFje/?utm_medium=tumblr
Quando cheguei ao primeiro andar com Alícia segurei firme na mão dela e a puxei em direção à cozinha, eu queria beber. Chegando lá fui logo preparando algo pra mim enquanto ela pegava uma cerveja no balde de gelo.
— Quer? – Perguntei a oferecendo um gole da minha bebida.
— Não, valeu. – Disse dando um sorriso fraco.
— Bebe um pouco, está gostoso.
— Não quero, Luna.
— Bebe, Alícia. Não me faça essa desfeita. – Sorri.
Ela revirou os olhos dando uma risadinha e enfim bebeu um pouco, fazendo uma cara feia em seguida, eu ri.
— Isso está forte demais, não acha não?
— Acho. E é disso que preciso. – Sorri.
Ela balançou a cabeça em reprovação e bebeu a cerveja dela. Ficamos ali por mais um tempo, era copo atrás de copo, não sei ao certo o quando eu bebi, mas foi o suficiente para ficar completamente bêbada, de um jeito que nunca havia ficado antes. E apesar de me sentir tontinha, aquilo era muito bom e eu estava bem feliz. Feliz o suficiente pra, após ver três amigos tirando foto juntos, me enfiar no meio deles e sair na foto também.
Eu nem sabia quem eles eram!
— Apesar de termos uma intrusa até que ficou da hora. – Disse um deles, rindo.
— Posta e me marca!!! – Falei. – E me sigam no insta!!! Qual o de vocês????
Após passar meu instagram e meu número para três caras completamente desconhecidos, voltei para junto da Alícia, que me olhava rindo.
— Tu não acha que é melhor parar não? – Perguntou.
— Não!!!!! Eu estou ótima, hahahaha!!!!
Alícia também bebeu bastante, mas não tanto quanto eu. Só sei que já estávamos na sala dançando juntas e quando começou a tocar um mix de músicas do Travis eu simplesmente enlouqueci. A música que tocava era Vans On e eu dançava enlouquecidamente, eu nem sabia mais o que eu estava fazendo.
— TRAVIS!!!!!!! – Gritei quando começou a tocar outra música dele. – Alícia! Sabia que eu amo ele? Eu sou tipo muito apaixonada por ele de verdade ele é lindo e eu sou louca por ele você sabia????? – Falei aquilo totalmente eufórica e sem pausas.
Enquanto dançava com as mãos pro alto e os olhos fechados acabei escorregando e indo de encontro ao chão, por sorte meu copo ficou intacto. Alícia me levantou e ficou dizendo algumas coisas que não prestei muita atenção. Ela tentou me tirar dali, mas eu não queria ir embora, estava tão bom, eu estava me divertindo tanto...
— Tu veio com quem? – Ela perguntou sem paciência enquanto me puxava pra longe das pessoas.
Olhei em volta e então vi Carol e Mariana vindo na minha direção, abri um sorriso ao vê-las.
— Com elas!!!!! – Gritei apontando para as duas.
Carol não estava com uma cara legal, mas eu nem prestei atenção no que ela falou com a Alícia por que estava ocupada me lembrando do beijo que eu havia dado nela e rindo da cena.
Não sei o que elas conversaram, mas Carol e Mariana foram embora e me deixaram com a Alícia, será que nós íamos ficar mais?
— Vem, vamos embora. – Alícia disse se aproximando.
— Eu não quero ir. – Fiz uma cara triste. – Está tão legal aqui.
— É, eu sei, mas tenho que te levar pra casa.
Ela passou meu braço pelo seu pescoço e segurou minha cintura, me levando dali. Entramos num táxi e ela deu o endereço, não prestei atenção, mas ela devia ter falado pro motorista.
Durante o percurso começou a tocar uma música muito animada da rádio, e eu comecei a cantar, eu gostava tanto dela. Alícia só ria e eu fui cantando uma música atrás da outra até o taxista parar o carro. Eu não sabia onde estávamos, mas entrei atrás da Alícia. Devia ser a casa dela.
Lo que uno hace por aburrimiento, aun me falta mucho por aprender QwQ, espero dibujar tan genial como mis heroínas del dibujo, poco a poco se ha dicho :3
Castiel e eu entramos no ônibus.
Lá dentro Castiel foi direto pro fundo.
Vi que tinha um lugar vago na frente com as meninas, e o lugar ao lado do Castiel, por um instante pensei em me sentar com as meninas, mas . . . Fui pro lado do Castiel.
Nos sentamos lá no fundo do ônibus, e conversamos pouco durante a viagem, ele parecia preocupado com a situação do Dajan pro lado dele.
Soltei algumas piadas pra descontrair, e funcionou.
O humor dele estava voltando a ser aquele irritante.
Ele zoou minha falta de olho, disse que provavelmente seria pega logo na floresta por enxergar menos que os outros.
Por fim ele me deu um canivete: "toma, caso você se afaste de mim por algum motivo usa isso em caso de emergência, nunca se sabe quando estupradores doidos ou animais selvagens podem aparecer e você com essa deficiência visual vai ser mais vulnerável a tudo isso."
Eu completei com: "ou um satanista maluco querendo fazer um ritual comigo pode aparecer também" nós dois rimos . . .
Serio, sou masoquista em ainda ter coragem sequer de falar com ele naturalmente depois de tudo que ele me fez passar.
Ele tem uns lapsos de sanidade que me confundem muito !
Chegamos no destino, todos saíram e só sobrou nós dois no ônibus.
Ele deu um sorriso maldoso e perguntou se eu não queria ficar mais um pouco dentro do ônibus e aproveitar que estávamos a sós enquanto me encostava contra janela do ônibus. Seu humor definitivamente voltou com tudo.
Eu sinceramente não sei se ele falou brincando ou sério, sei que puxei ele pra fora do ônibus.
Ele ficou resmungando, e também não sei se os resmungos eram brincadeiras ou sérios . . . Apesar de tudo, acredito de ser uma brincadeira com fundo de verdade, claro, pois estamos falando do Castiel, e provavelmente qualquer brecha que seja dada, ele vai tirar proveito.
Saímos e os professores entregaram as armas.
Deixei que o Castiel fosse pegar as armas, pois ele sabe melhor o que será melhor para nós dois, afinal, ele é acostumado com essa corrida e com . . . er . . . Assassinatos.
Nesse período aquele rolezeiro maldito da praia que me deu o meu primeiro beijo (infelizmente) surgiu . . .
Trocamos meia duzia de palavras pois evitei falar com ele o máximo possível.
Não suporto sua presença e muito menos quero que ele pense que estou dando corda pra ele.
Pelo que entendi ele é sobrinho daquele professor grandão que o Ken fez oral, o Boris.
Que mundo pequeno, não ?
Ele começou a se engraçar comigo quando o Castiel veio gritando e colocando a mão em torno do meu ombro.
Nunca fiquei tão feliz de ver o Castiel na vida ! Admito que abracei ele e me deixei agir de acordo com seus atos pra escapar das garras do "Dakelicia". Eu realmente defini que tenho mais medo do estuprador aí do que do satanista.
O "Dakelicia" saiu rosnando, com a mão onde ficava a arma ele levantou e olhou de forma provocativa pro Castiel, ele deu uma pequena parada, puxou na blusa pra cima mostrando a arma, e saiu andando com aquele sorriso horroroso dele usando aquele aparelho ostentação cyano.
Os dois não paravam de se encarar.
Castiel me puxou até o fundo da floresta.
Ele pegou um mapa, a lista com coisas que devíamos fazer e pegar na floresta e 2 armas, me mostrou tudo.
As armas, uma era uma pistola de paintball e a outra era um taco de baseball de material mais frágil que um taco de verdade . . . Agora entendo o significado de "armas não letais"
Castiel me deu uma breve explicação, que aqui devíamos trabalhar com astucia e criar boas armadilhas, mas que muitos grupos pegam pesado e da um ruim muito grande no fim.
O mapa apontava pra onde teria comidas, objetos uteis e etc.
A lista entregue tinha itens que poderíamos pegar dentro da floresta e como montar determinadas coisas pra nos ajudar a sobreviver.
Ele me entregou a pistola de paintball e fez uns ajustes, ela estava atirando pedras.
Começamos a andar e procurar os itens, ele não parava de segurar minha mão pra eu não me afastar.
Ele demonstrava imensa preocupação, quase não fixava seu olhar em mim.
As vezes soltava uma piada ou outra pra descontrair o clima tenso, mas eu sentia tensão até enquanto ele brincava.
Foi quando um dos itens que havia sido espalhado estava depois de um rio, só tinha como um dos dois passar por ali.
Ele colocou a mão no meu bolso, puxou o canivete e colocou na minha mão
"Não importa o que aconteça, não solte esse canivete, e na primeira oportunidade enfie em quem tentar te ferir entendeu ? Não tente descobrir se a arma do seu oponente é letal. Já volto, temos que pegar esse item antes que outra pessoa pegue na nossa frente e tenha vantagem sobre nós. Me espere aqui. Se você sumir vou acreditar que te aconteceu algo."
Ele foi pelo rio após falar isso . . . Achei tão . . .Heroico.
Bem mais do que pegar um coração e me dar num saco de lanchonete . . .
Sentei num tronco ali perto e esperei por ele.
Dava pra ver ele longe, mas não dava pra falar a menos que gritasse BEM alto.
Ouvi passos atrás de mim.
Era o Dake !
Ao me virar ele estava apontando uma pistola pra mim.
Ele me mandou levantar de vagar e seguir ele, caso contrario ele atiraria sem pena na minha cabeça.
Eu fiquei sem reação e lembrei das palavras do Castiel sobre usar o canivete . . . Mas era uma pistola e estava apontada pra minha cabeça !
Ele poderia atirar a qualquer reação minha, eu só o acompanhei.
Me levantei devagar e fui com ele.
Eu tentei dar uns tropeções no meio do caminho pra meio que "diferenciar" o solo, assim facilitando a busca do Castiel até mim.
Se é que ele vai me procurar mesmo né . . .
Dake me levou pra um lugar escuro na floresta.
Ele colocou a arma na minha cabeça e começou a me alisar falando que se eu reagisse ele ia me matar ali mesmo.
Falou coisas como eu dar uma chance pra ele, que ele era um cara bom, que tinha me achado "gatinha" . . .
Eu estava contendo o choro, juro.
Ele começou a se aproximar de mim como da outra vez, sem em nenhum momento tirar a arma da minha cabeça.
Então eu tomei coragem e falei: "como você quer que eu queira algo contigo me ameaçando de morte ?"
Ele só respondeu: "é minha garantia de ou vai ou racha"
Eu estava desesperada demais. . . Já passava pela minha cabeça reagir com o proposito de levar um tiro ali mesmo !
Preferia pensar em ser morta do que ter aquele "Dakelicia" encostando em mim de novo. Acredito que ele não iria se resumir a um beijo dessa vez.
Mas então eu vi, vi que Castiel me achou, ele estava atrás do Dake ! Parecia irritado por eu não ter usado o canivete.
Mas logo ele percebeu que eu estava sendo ameaçada de morte por uma arma.
Ele gritou o Dake, Dake olhou e os dois tiveram uma breve discussão.
Castiel insistiu nas ofensas e patadas até que Dake apontasse a arma pra ele e tirasse da minha direção.
Nesse momento , o Dake não pensou duas vezes, assim que apontou pro Castiel ele atirou.
Eu não contive o grito, com susto do disparo acompanhado com o panico da situação.
Mas Castiel já havia avançado sobre o Dake com o bastão de baseball , por sorte o tiro acertou seu ombro.
Castiel e Dake começaram a brigar e Dake já pensou em vir em cima de mim novamente, provavelmente me usar de refém.
Castiel gritava incansavelmente pra eu correr dali que ele me encontraria mais tarde. Ele chegava a perder a voz me mandando correr.
Eu me senti uma monstra em deixar ele pra trás, mas ali eu só seria um estorvo . . . Eu corri como ele disse. Castiel é mais experiente com esse tipo de situação.
Na minha cabeça eu só pensava em buscar ajuda. Pude ouvir mais tiros ao longe . . .
Una duda terrible me carcome. El capítulo anterior acabó con una visita de Gaara, ¿Qué pasó con eso? Jajajajaja
Y en otro aspecto, me parece un tris incoherente que durante el acto sexual Sasuke haya demostrado claras señas de ser un demonio, pero que luego Naruto se sienta triste porque no podrán estar juntos si Sasuke NO es un demonio. Pero... ¿No lo acaba de ver, acaso? Jaja
XXIV
Demostrando su amor
-Te atreviste a robar mi nombre- Quizás lo ideal hubiera sido que sus palabras sonaran como una pregunta, pero ambos sabían que estas solo eran una afirmación. -Yahiko…- Pronunció en advertencia.
-Lo siento- Se disculpó, quizás por una centésima vez ese día, y se acercó hasta su amigo hasta sentarme hombro con hombro, mirando a la ventana. -Estabas en una misión, y cuando vi a Kyuubi-sama no supe qué más hacer…
-A estas alturas ya no debe importar- El cielo se oscurecía a cada minuto, pronto empezaría la tormenta.
-Lo descubrieron, ¿Verdad?- No recibió respuesta. -¿Nagato?- El otro suspiró y tomó la mano ajena entre las propias, acariciando cada dedo; cada poro de su piel. -Le fallamos.
-Sí.
-Le fallamos a Itachi.
NS
Si bien jamás se ha considerado una persona sociable, eso no quería decir que no pudiera apreciar la buena compañía cuando esta estaba presente. El problema era que, en efecto, no le agradaba nada su compañía y el tipo ni siquiera se encontraba presente.
Sasuke observó tentativamente la sala de estar, recordando cómo hace unos pocos momentos ambos estaban disfrutando de un desayuno “relativamente” agradable, sin su padre a la vista; sin hermanos que no recordaba en los cuales pensar; sin malos recuerdos, sumergido tanto en su utopía que no pudo siquiera saborearla cuando esta se esfumó.
Ahora el rubio se encontraba sentado en el suelo, mirando distraídamente la ventana que ya estaba lo suficientemente cubierta de gotas de lluvia, demasiado perdido en sus pensamientos para notar la presencia de Sasuke.
Y eso el moreno no lo iba a permitir.
-¡Ah! ¿Sasuke?- Se sobresaltó apenas la mano del menor se posó en su pierna, pero quedo aún más desconcertado cuando el moreno se centró entre estas, apoyando la espalda contra su pecho, mirando hacia la misma dirección que hace poco él mismo se encontraba mirando; la ventana.
Ante el silencio del joven azabache, lo único que pudo hacer fue rodearlo con sus brazos y disfrutar ese instante, uno de sus últimos momentos juntos.
Nuevamente el rubio sufrió un sobresalto, cuando la pálida mano se posó en su mejilla, y al bajar la mirada, se topó a uno milímetros de la penetrante mirada carbón de Sasuke.
-Do… Naruto…- Se corrigió de inmediato, pronunciando como muy pocas veces lo hacía, el nombre de su esposo para dar énfasis a su preocupación, aunque su rostro no lo demostrara. El rubio solo suspiró y recargó la frente en el hombro de su joven pareja. A la vez, Sasuke no quería presionarlo, por más que su mente dijera que lo pateara hasta que confiese, pero no era el momento… no lo era. En cambio, llevó su mano derecha hasta las grandes y trabajadas manos que reposaban en su estómago, y la izquierda hasta los cabellos rubios, acariciándolos.
-¿Sabes… que te amo?
-Sí…
-¿Me amas también? – No pudo soportarlo, se volteó aún entre los brazos y el cuerpo del rubio, y tomó el canelo rostro entre sus manos.
-Sí…- Y lo besó, con todo el miedo y pasión que podía sentir en ese momento. El rubio, aprovechando las pocas oportunidades que tenía de que Sasuke tomara la iniciativa, se dispuso a tocar por debajo de las ropas toda esa piel nacarada que estaba a su disposición. -Hmmm- Gimió dentro del beso, pegando tanto como podía ambos cuerpos -Naruto… - Suspiró al separarse apenas.
-Te amo- Los ojos negros estaban fijos en los azules, como si traspasara su cuerpo, como si traspasara tan profundamente dentro de él que le provocaba dolor en el corazón. El moreno suspiró hacia dentro y tan rápido como su cuerpo lo permitió, se levantó llevando a rastras al rubio, subiendo la escalera hasta la habitación y llegar a la cama. -¿Estás seguro?- Sasuke sonrió.
-Jamás tuve la duda- Y tan pronto como pudo se subió a horcajadas sobre el demonio, sentándose arriba de su pelvis, sacándose la camisa de la escuela (Puesto que se suponía ese día ambos asistirían al instituto).
El corazón de Naruto empezó a latir más rápido de lo normal, tanto tiempo esperando poder pertenecer por completo al muchacho y que a su vez el moreno también le perteneciera… ¡Que no sabía cómo reaccionar!
Por segunda vez en toda su demoniaca vida, estaba nervioso.
-Sa…sasu…ke…mira, no te fu-fuerces si no quieres… yo… hmmm- Fue callado por los besos y las caricias del menor, haciéndolo gruñir.
El menor sonrió de lado mientras pasaba la lengua por su labio superior, buscando incitar al rubio -¿Acaso tienes miedo? ¿Gatito asustadizo?– Preguntó, al tiempo que juntó su nariz con la del contrario, en una caricia íntima, terminando de sacar a la bestia escondida en un cuerpo de hombre.
-No me provoques- Advirtió con la voz enronquecida, cambiando posición con el menor, quedando esta vez él mirando hacia abajo, hacia la mirada llena de deseo que le entregaba el moreno, con esa pose que lo incitaba a corromperlo hasta que la palabra indecente adquiriera su foto. Se lanzó a sus labios, acariciando los costados del moreno y su pálida espalda.
-Hmmm… Ah- Le encantaba coger aire en medio de los besos, eso lo hacía más caliente y seductor. Pronto la boca del demonio viajó hasta su mentón, clavícula y pecho; mordiendo y lamiendo sus pezones, tirándolos con los dientes -¡¡Ahh!! ¡Hmmm!- Cada gemido era una nueva corriente eléctrica lanzada directamente a su miembro, con el rubio mordiendo su piel hasta dejar marcas rojas, provocando que suspirara por más -¡Na…! Naruto…- El rubio levantó la mirada, su rostro se topó con el dulce gesto de la pálida mano en su mejilla -Más… gentil… sé más gentil… - ¡¿Cómo era posible que lo amara tanto?! Sasuke se inclinó un poco, acariciando la nuca, las orejas y los brazos ajenos mientras lo besaba, mientras separaba las piernas y acariciaba los costados del rubio con ellas.
-Sha…shuke- Habló entre el beso, llevando las manos hasta el borde del pantalón del menor, bajándolos para acariciar los glúteos.
-¡Oh!- El cuerpo del menor tembló de forma exquisita bajo su piel –Más...- Mordiéndose el labio inferior, Naruto levantó el trasero de Sasuke, haciendo chocar ambas erecciones mientras se removía de forma descarada y obscena -¡Ahhh!
-Sí… - Gruñó, tomando entre sus dientes el labio superior de Sasuke, chupando y lamiéndolo -¡Hmmm!- Gimió ronco la sentir la mano del menor, metiéndose entre sus pantalones para masajear su miembro, levantó la mirada, encontrando a un Sasuke con la boca entre abierta y la mirada desafiante y llena de deseo –Mierda... si sigo así no poder detenerme.
-Nunca… dije que quería detenerte…
-Eres mi perdición… maldito- Le bajó los pantalones y la ropa interior de un solo movimiento, inclinándose hasta el erecto pene del moreno, suspirando por encima de la punta, mirando como el pecho de Sasuke subía y bajaba erráticamente, mientras su rostro, sonrojado por la pasión, estaba iluminado por los rayos ocasionales que iluminaban la estancia.
-Hmmm- le gustaba escuchar los sonidos obscenos que salían de la boca del menor, y como poco a poco trazaba líneas imaginarias con sus uñas en toda su piel, levantando las caderas para tener más contacto con el demonio -Ahh… ¡Mío!- Gruñó Sasuke, enredando los brazos en el cuello del rubio, tirando un poco de su cabello y arañando un poco la espalda, besándolo hasta que a él mismo se le fuera el aliento.
-Hmmm- fue el turno de Naruto para gemir -¡Tuyo!- le dijo de vuelta, devorando los labios como si no hubiera un mañana. Diciendo adiós a las preliminares, quitó las prendas restantes en ambos, quedando completamente desnudos, sucumbiendo ante el placer de estar piel contra piel.
Sasuke amaba la sensación que le provocaba el mayor; estar atrapado entre el colchón y el duro cuerpo de Naruto. Bajó la mirada hasta el duro pedazo de carne que chocaba contra su estómago, relamiéndose los labios en el proceso; empezó a tocar ese largo y grueso pene, despertando en él sentimientos que jamás pensó experimentar en tan grande intensidad.
–Dime, Sasuke…- Susurraba con voz ronca, moviendo las caderas marcando un roce entre el miembro y la mano de Sasuke -¿Qué es lo que quieres?- Hipnotizado, solo podía abrir la boca para coger aire, con la pregunta incapaz de salirse de sus labios ante tan caliente espectáculo.
-Quiero… ¡Quiero…!- Naruto empezó a acelerar sus simuladas embestidas, moviendo el cuerpo del menor ante tan salvaje frenesí.
-¡Dímelo…! ¡Hmmm! ¡Lo que quieres! ¡Dímelo!- Exigió observando el rostro desfigurado de placer que mostró su presa ante el repentino orgasmo, llamándolo por su nombre sin dejar de presionar su mano contra su entrepierna.
-Juntos… - Suspiró aún en su estado post orgásmico.
-¿Qué?
-Juntos…- Lentamente se acercó a su hombre, sentándose sobre las piernas de un poco sorprendido rubio, sin importarle que su cuerpo estuviese sucio con su propio semen -Quiero que estemos… juntos- El beso que recibió fue tan abrumador como pasional; sintió las manos del rubio acariciando su cuerpo, sin dejar escapar ningún rastro de piel, masajeando su trasero, rozando con su dedo su contraída entrada por el placer.
-Te amo… hmmm… te amo, ¡Te amo!
-¡Ahhh!- Se contrajo ante el dolor de sentir un dedo dentro de su anatomía.
-Lo siento, bebe – El mayor retiró el dedo, repartiendo besos en el rostro sonrojado del menor.
-Haz… hazlo.- Susurró Sasuke, buscando sus labios para rozarlos dulcemente.
-Pero…
-Hazlo, Naruto- Afirmó, restregando su trasero contra el más que duro pene del rubio, sintiendo cómo su propio miembro se encontraba duro nuevamente, con un poco de pre semen ya saliendo de la punta.
-Como digas, se hará entonces- Y mientras se besaban, el rubio humedecía sus dedos con la saliva de ambos para luego llevar los dígitos hasta la entrada del azabache, nuevamente, causando un nuevo estremecimiento en su amante. Retorciéndose un poco, Sasuke se abrazó con más ímpetu de la espalda del rubio, sintiendo el primer dedo forcejear un poco con su interior. -Relájate…- Susurró el demonio.
-Mierda… es… fácil decirlo…- Poco a poco los besos volvieron al igual que las caricias en su cuello -¡Ah!- Pronto el dedo ajeno tocó un punto sensible que lo hizo delirar -¡¿Pero qué…?! ¡Ah!- El rubio sonrió, mostrando sus dientes de manera zorruna -¡Ah! ¡Espera! ¡Hmmm!– Otro dedo se unió al anterior, haciendo como tijeras golpeando más veces su punto G. -¡Ah! ¡Mierda! ¡Maldito!
-¡Ay! ¡Ay!- Sus cabellos rubios fueron jaloneados para conducir sus labios a la boca de cereza de Sasuke -¡Hmmm! ¡Shashuke!- Pronunció apenas, en medio del beso. Perdiéndose en la manera como Sasuke se separó unos milímetros para mirarlo con unos ojos cargados de amor.
-Te deseo, Oh Dios… te deseo tanto- Naruto dejó caer el cuerpo de ambos en la cama, sacando sus dedos del interior del moreno e introduciendo de golpe su miembro -¡Oh! ¡Hmmm!– Gimió fuerte, no creyendo que recibiría tanto placer al sentir tan gran pedazo de carne en su interior –Oh… - Suspiró -Se siente tan bueno.
Naruto empezó a moverse despacio, sacando ligeros gemidos de Sasuke, llevando las pálidas piernas hasta su cadera, enredándolas en su cuerpo. Una delgada capa de sudor ya cubría sus cuerpos y Sasuke pasó de dar pequeños gemidos a gritos cuando Naruto lo tomó de las caderas y aumentó la fuerza de las embestidas -¡Más! ¡Dame más!- Gritó con los ojos vidriosos de placer al sentir cómo Naruto se enterraba hasta los testículos dentro de su cuerpo, luchando con esas manos que limitaba a sus caderas, para moverlas y poder penetrarse contra el rubio.
-¡Olvidas que soy mayor!- Sonrió burlón, mordiendo hasta hacer sangrar el hombro de su pareja, haciéndole sentir más placer, si era posible.
-¡Muévete de una puta vez! ¡Maldita sea!– Mostró sus colmillos. Naruto salió hasta dejar solo la punta y meterse de golpe -¡Ah! ¡Sí!- Gruñó, complacido, sus ojos tomaron un tono rojizo y su suave lengua delineó la curva de unión entre el cuello y el hombro de su pareja.
-Mi teme quiere jugar- Empezó a lamer la herida que él mismo había dejado en el pálido cuello.
-Se siente tan bueno… - Las garras de Sasuke se alargaron hasta enterrarse en la dura carne de los bronceados omoplatos, dejando que lo finos hilos de sangre bajaran por entre sus cuerpos. Sus colmillos se alargaron, acariciando con coquetería la clavícula de Naruto. -¡Hmmm!
-¿Quieres… morder…me?- Levantó una de las pálidas piernas, penetrándolo más a fondo.
-¡Oh sí! ¡Así! ¡Así!
-¡Responde!
-¡Sí!– Otra estocada.
-¡¿Me quieres?!
-¡Oh! ¡Te amo!- Su estómago estaba dolorido ante las embestidas bestiales de Naruto.
-¡¿Qué deseas?!
-¡Hmmm! ¡Morderte! ¡Ah! ¡Marcarte!- Se miraban a los ojos retadoramente, mientras sus cuerpos no abandonaban el apasionado frenesí.
-¡Muérdeme!– Demandó Naruto y su pareja lo cumplió al instante, clavando sus dientes en la clavícula ajena, mientras Naruto lo levantaba de las nalgas, acelerando las embestidas y en cuanto el moreno sintió una nueva mordida por parte del rubio, no pudo aguantar más.
-¡Hmmm!– Se corrió nuevamente, manchando los cuerpos de ambos -¡Ahhh!– Una corriente eléctrica recorrió su espalda al sentir el semen caliente en sus entrañas, como si fuera lava ardiente que pronto haría explotar su interior.
-Oh, Sasuke…- Jadeó el otro en su oreja, cayendo ambos en la cama, con Naruto aún dentro del moreno, y el menor sosteniéndose del otro como si la vida se le fuera en ello, porque así se sentía, con la vida pendiendo únicamente de esas manos toscas y fuertes que lo sostenían, sin dejarlo escapar.
NS
¿Otra vez este lugar?
Se preguntó mientras caminaba en ese pasillo exageradamente largo, topándose con las mismas pantallas que mostraba sus momentos vividos con el rubio.
Ignorándolas, siguió su camino, sin saber dónde se dirigía, sin saber qué buscaba, solo sabía que debía seguir avanzando.
Era un sueño, de eso estaba seguro, uno de esos sueños donde sabes que estás dormido pero conoces todo lo que debes hacer dentro del sueño.
Caminó hasta ya no ver nada, cuando alzando la mirada se encontró con una banca que parecía echa de piedra.
Caminó sin despegar la vista de la banca, notando cómo esta descendía como si estuviera dentro de una esfera, hasta quedar frente a él. El moreno se sentó en ella y el agua empezó a cubrir sus dedos, trayendo pequeños destellos que asemejaban peces que se colaban entre sus pies. Al levantar la mirada se encontró con una versión pequeña de el mismo, rodeado de cajoneras infinitas hacia arriba y una cerradura en el corazón del pequeño.
-Hola, Sasuke- Saludó a su versión más joven, haciéndolo reír de manera infantil. El pequeño se acercó corriendo sobre el agua para extenderle los brazos.
-Ya hay que recordar- Dijo el pequeño, enredando sus bracitos en el cuello del moreno.
-De acuerdo- Y sonriendo, colocó una llave en la cerradura, empezando a sentir una calidez en su corazón.
El agua subió hasta cubrirle la cabeza.
NS
Naruto suspiró, apegando más su cuerpo al de Sasuke tanto como le fuera posible, acariciando las hebras oscuras, mientras la cabeza de su joven esposo reposaba en su trabajado pecho, y su pálido brazo le rodeaba.
No había dejado de pensar que era el más feliz y miserable ser sobre la tierra. Sasuke por fin le correspondía abiertamente, pero sin sus recuerdos, sin que fuera un demonio no podrían estar juntos.
Suspiró por cuarta vez quizás, se dio vuelta para abrazarlo y besarle la frente. Se sorbió un poco la nariz, evitando derramar lágrimas, pero…
-Sasuke…- No pudo contenerlas más -Te amo, te amo… T-Te necesito.
Sin esperarlo, la mano de Sasuke lo arañó repentinamente, y el rubio sintió cómo su respiración se aceleraba.
-¿Sasuke? ¡¿Sasuke?!- Se alarmó al observar cómo el moreno se levantaba de golpe, sosteniéndose la garganta y el corazón, mientras daba grandes bocanadas intentando coger aire.
-¡N-NO…! ¡Y-Y-YO!- Naruto rápidamente lo tomó de los hombros, evitando que se inclinara, y así pudiera respirar -¡NA-NARUTO!- En un movimiento inesperado, el azabache le tomó el rostro acanelado, mientras de sus ojos descendía un mar de lágrimas.
-¡Sasuke! ¡¿Qué pasa?!- El joven lo abrazó, ocultando en rostro en su cuello, recuperando poco a poco la respiración -¿Sasuke…?
-Naruto… Naruto… - Preocupado y asustado en cantidades iguales, Naruto solo pudo besarle la sien mientras le masajeaba con la yema de sus dedos pequeños círculos en la espalda, para calmarlo.
-Tranquilo, mi amor… Estoy aquí…
-Naruto… - Susurró, recostando su cabeza en el pecho de Naruto mientras el rubio lo acomodaba entre sus piernas para quedar en una posición más cómoda -Estás aquí…
-Sí… estoy aquí… mi Sasuke- Sin saber qué hacer, apoyó la espalda en el respaldo de la cama, manteniendo a raya el frenético latir de su corazón, que aún estaba aterrado por el extraño ataque nervioso de Sasuke, al tiempo que intentaba calmar al más joven.
Luego de unos momentos de silencio y ya sintiéndose más tranquilo, Sasuke levantó el rostro mirando al demonio, quien en ningún momento dejó de acariciarle la espalda y de estrecharlo entre sus brazos.
-Naruto…
-¿Hm?- Respondió este, abriendo apenas los ojos para mirar a su esposo.
-Es como esa vez… que apareciste en la playa… cuando caí al agua- Entonces Naruto se sentó de golpe, aún manteniendo a Sasuke contra su cuerpo -Estaba empapado y casi me ahogaba… fue cuando saltaste como si nada… y me sacaste… - El rubio sostenía la cabeza de Sasuke contra su pecho, sin terminar de sentirse impresionado, ¿Acaso…?
¿Sasuke recordaba?
-Sí…- Y el corazón de Naruto se detuvo para volver a latir con más prisa -Sí…- El menor se enderezó, tomando entre sus manos el rostro de Naruto, mirándolo con los ojos cristalinos -Recuerdo todo…
-¡Oh! ¡Y-Yo! Oh, Dios…- Escondió su rostro entre sus manos mientras el llanto se hacía presente, hipando y sorbiéndose la nariz como un niño pequeño -Dios… Dios…- No dejaba de repetir hasta que Sasuke lo envolvió en sus delgados brazos.
-Dobe… recuerdo todo… te recuerdo a ti…
-¿Es ver-verdad? ¿No estás jugando?- Sasuke fue quien esta vez empezó a acariciar el rubio cabello, como si fuera un chiquillo perdido.
-No podría con esto… Naruto- Entonces el rubio le rodeó la cintura con sus brazos, mientras lloraba en su pecho -Fue mucho tiempo…
-¡Oh, Sasuke! ¡Sasuke! ¡Sasuke!- Le repartió besos por todo el pecho y luego el rostro, sosteniéndolo de las mejillas, creyendo que ese maravilloso milagro se escurriría como arena de luna entre sus dedos.
-¡Sí!- Las lágrimas también corrían del rostro de Sasuke, mezclándose con las de Naruto cuando el Uchiha besaba los labios de su esposo –Naruto…
El susodicho no pudo evitar soltar una alegre carcajada. -¡Sasuke! – Y como un loco, las lágrimas se convirtieron en risas, mientras abrazaba al moreno y ambos caían hacia atrás, quedando el moreno sobre el duro cuerpo del demonio -Mi Sasuke, ¡Mi Sasuke!- Riendo aun, rozaba su nariz con la del joven, contagiándole la sonrisa, aunque la del último no tan demostrativa como la del mayor, aunque no por eso con menos sentimiento.
-Naruto… ¡Mi Dobe!- Pasó los brazos por el cuello del otro, repartiendo pequeños roses de labios para luego besarse con más pasión y amor.
-Tanto tiempo… Oh, Dios, Sasuke… por un momento creí que no querías recordarme y yo…
-Shh- Sonrió el aludido, mientras callaba a su esposo -Tenemos mucho tiempo por recuperar, Dobe- Y lo besó en la mejilla.
El mayor sonrió, pícaro, justo antes de empujar a su esposo contra el colchón.
A próxima parada seria o Empire State Building. Quase morri do coração ao pensar que Chuck Bass e Blair Waldorf estiveram ali tempos antes, até porque eu já estive ali tempos antes. E mais uma vez, tudo continuava da mesma maneira que eu havia deixado. Inclusive, meu quarto também continuava com a mesma bagunça que eu tinha deixado. As expectativas evidentes no rosto da sorridente eram exatamente iguais às minhas. E eu continuava pensando no cabeludinho do avião, era impossível não achá-lo numa cidade do tamanho de Tarrytown. Eu continuava pensando no motivo de eu ter largado minha vida no Brasil e vindo parar aqui. Alguma coisa tinha me levado até ali, e só precisava enxergar onde os “poréns” estavam.
A sorridente me deu um baita cutucão no braço que me tirou dos devaneios Empire State abaixo. “Tá vivendo em que mundo, doidinha? Vamos!”, pegou meu punho e saiu me puxando desenfreadamente. “Você tá maluca?!”, inevitavelmente estávamos chorando de rir dos olhares que eram lançados em nossa direção. “Tá pensando no cara do supermercado ainda? Porque se for, esquece! Até porque a última Coca-Cola do deserto sempre fica quente”. Entrei no ônibus e quando pisquei, ela continuava tagarelando e abrindo a porta para Nárnia. Ops, quarto! Eu quis dizer quarto. Fui dormir pensando que eu iria achar as respostas... Eu irei...