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Wendy, Lucy, Natsu, Erza and Gray - Chapter 3
-These faces will always kill me with laughter, so I had to color them, it's always common in Lucy or Wendy, but those expressions in the other 3 are great XD Until I finished them XD I think Erza finally fit me :D Natsu still does not convince me if color, but it was passable XD I hope you like it n.n -Estas caras siempre me matarán de risa, así que debía colorearlos, siempre es común en Lucy o Wendy, pero esas expresiones en los otros 3 son geniales XD Hasta que los terminé XD Creo que por fin Erza me quedó bien :D Natsu sigue sin convencerme si color, pero quedó pasable XD Espero les guste n.n
Viaje inesperado
Llegar a un lugar el cual no conoces y relacionarte con gente que tienen otras intenciones que no son ayudarte, eso es lo que sintió Elisa al llegar a Tilcara, por suerte para ella, se hizo un compañero de viaje por el cual empezó a sentir otras cosas relacionadas con amor.
Extraño, descuidado, peligroso, algunos de los tantos adjetivos que describen el lugar donde se hospedaba Elisa.
Mosca, Miguel, Orestes, Nerio, Moris personas que no inspiran confianza, desde que aparecieron, se notaba que tramaban algo. Elisa siendo la única mujer en la casa, se notaba que tenía un poco de miedo, no estaba tranquila... Después de todo, va a volver a Santa Fe.
•Ojos que no ven, corazón que no siente•
Es muy fácil decir que haríamos frente a distintas situaciones. Pensar "Él no sabe nada, yo lo mato", "Olvídate, si estaba conmigo no le pasaba nada" si nos cuentan que un conocido fue robado mientras caminaba. Tan sencillo es imaginar nuestras respuestas si algo nos pasará, pero ¿Serian las mismas reacciones las que tendríamos si le pasará algo a otra persona? ¿Si tuviéramos que actuar por el otro?.
En una sociedad donde esta mas naturalizado el "No te metas, no es tu problema" si vemos a una persona pegándole a otra en frente nuestro y no el "Para flaco! Deja de pegarle, voy a llamar a la policía". ¿Porque la ayuda muchas veces esta mal vista? ¿Desde cuando querer ayudar es malo? No se entiende.
Seguir la corriente. En eso se basa todo en estos tiempos, seguir la moda, estar en todas las redes sociales habidas y por haber. No actuar, porque nadie actúa. ¿Y sí fueras vos? ¿Si fuera un amigo o un familiar? ¿Te gustaría recibir ayuda?
Un grito de la nada, un llamado a la policía, una alerta inesperada, eso es lo que hay que hacer. Saber cuando actuar. Ser mas observadores ante la realidad que nos rodea, porque un paso en falso puede desatar un infierno (Nuestro o de otros).
Puede no servir, puede ser que nos equivoquemos muchas veces, pero lo intentamos. Es preferible que nos digan "Pensaste cualquiera acá no pasaba nada" a escuchar en el noticiero al otro día "Otra mujer asesinada por su marido, la mató a golpes en su departamento. Nadie llamó a la policía a pesar de los gritos" Si presentimos el peligro, sea cual sea hay que alertarlo. No callar. Mejor irse a dormir con la conciencia limpia sabiendo que lo que hicimos fue por intentar evitar una desgracia, a irse a dormir dolido sabiendo que ni siquiera nos importo.
CAPITULO 03
O Nevoeiro se aproxima.
Após Kitzu sumir no nevoeiro e as pessoas ficarem impressionadas com seu poder e com seu comportamento violento que nunca ficou evidente, seu Pai chega e vê aquela destruição toda então nota que Higan está morto e todos ao redor aos prantos chorando.
Enayame - O que aconteceu?
Ele olhava para o lado e via muito sangue e a completa destruição e alguns homens mortos com partes do corpo decepadas.
Enayame – O que houve Amako? O que aconteceu aqui?
Amako – É uma longa historia, mas esses homens mataram Higan e estavam fazendo mal a nós, mas ...
Enayame - Mas o que Amako?
Amako – Mas Kitzu apareceu e matou todos eles.
Enayam - Ki...tzu fez isso? Onde está meu filho?
Amako – Ele saiu sem dizer para onde ia, apenas disse que voltaria o mais rápido possível mas fique tranquilo, ele estava bem!
Os homens de Nashihara calmamente se aproximam e reunem os corpo dos inimigos e colocam em sacos. Passando um tempo Kitzu chega no seu destino e encontra Ikiwa que o olha e fica assustado com o que vê.
Ikiwa – Meu amigo, onde você se meteu que chegou todo sujo assim? Pensei que tinha ido ver seu Pai, não me diga que você fez algo com o velho.
Kitzu – Não, jamais. Fique tranquilo meu Pai está bem, tive um pequeno entrave com alguns homens de Toki.
Ikiwa – Cara, eu nem quero saber o que você aprontou, Rum! Está bem, bom ali está sua casinha nova...hahahah
Kitzu – Ikiwa o seu humor as vezes me assusta, mesmo te conhecendo a anos. O que devo fazer?
Ikiwa – É bem simples, você vai entrar e vai colocar esse liquido em todo seu corpo e também na espada e aguardar a natureza fazer sua parte. Está realmente certo disso?
Kitzu – Rum! Não temos tempo para dúvidas agora, eu estou certo do que quero, estou pronto!
Ikiwa – Espera! Antes quero dar algo a você, este pingente com o símbolo da grande águia real, que sempre foi símbolo de nosso clã e que infelizmente nossos inimigos tentam apagar e saiba de uma coisa, independentemente de qualquer coisa você é um vencedor e meu amigo, único amigo.
Kitzu – Rum! Obrigado Ikiwa, deixe esse sentimentalismo para depois, temos que fazer isso logo, tenho que retornar o mais rápido possível a muita coisa a fazer, não é.…amigo!
Ikiwa olha com seus olhos meio que lacrimejando e dá um leve sorriso e Kitzu coloca o pingente e vai em direção a casa de rochas em busca do seu destino e Ikiwa grita de longe.
Ikiwa – Kitzu, tem comida e água no fundo da casa de rocha, esqueci de dizer, mais isso pode demorar dias ou semanas e até meses, dependemos do tempo e da intensidade da chuva.
Kitzu – E agora você me avisa isso? Droga Ikiwa.
Kitzu então entra e assim passa o primeiro dia e o tempo fecha e começa a chover bastante mas os raios e trovões são bem poucos e bem leves, enquanto isso Ikiwa fica do lado de fora e embaixo de uma arvore gigantesca, com um tenda montada observando de longe e fazendo suas anotações. Já Kitzu se banha com o líquido que Ikiwa lhe deu e também banha sua espada por completa e calmamente enquanto a olha seu rosto é refletido na espada e assim se passa três dias e nada. Kitzu come e se senta e coloca suas vestes e fica olhando para fora. Já em Nashihara as coisas não andaram como devia o boato do que houve correu mais rápido do que o normal. Após uns dias alguns homens de Toki chegam a cidade a procura dos três homens assassinados por Kitzu, ele é um general chamado Tomashiro e mais 5 guerreiros o acompanham e então eles entram num bar e se sentam e todos ali ficam apreensivos.
Então o serviçal o atende.
Senhor Tomashiro, tudo bem? O que deseja?
Tomashiro era baixo, porém forte e careca e tinha um bigode enorme que vinha até seu peito, ele tinha uma trança de cabelo no centro da cabeça como um rabo de cavalo que também ficavam na mesma altura do seu bigode, como se fosse algo cimetricamente bem calculado, obtinha sua espada mas tinha na parte da frente amarrado em um pequeno cinto um machado pintado de cor vermelha. Tomashiro vestia uma armadura preta e vermelha e tinha voz grossa.
Tomashiro - Sirva somente meus homens, mas antes quero saber algo.
Neste momento o serviçal começou a suar e engoliu seco, demonstrando que estava assustado.
Tomashiro - três dos meus homens estiveram aqui em Nashihara, mas não voltaram para casa e eu quero notícias deles, sabe algo sobre eles?
O Homem que ali servia engole seco novamente e fica confuso se conta a verdade ou mente.
Eles estiveram aqui realmente, mas já partiram senhor, Tomashiro.
Tomashiro – Haha partiram? Eu entendi desgraçado, uma piada?
O garçon olha assustado pois não entendeu onde sua fala se encaixava como uma piada, mas em questão de segundos entendeu, ele sabia do que houve, sabia que Kitzu tinha “partido” todos os seus soldados e com um humor doentio presumiu que ele estava de alguma forma fazendo uma sátira com o ocorrido.
Tomashiro olha para seus homens e todos começam a rir junto com ele.
Tomashiro – Rum! Quem é esse homem que faz você ter mais medo dele do que de mim? Fazendo com que minta para mim, para o proteger. Acha mesmo que já não chegou aos meus ouvidos o que houve aqui?
O serviçal simplesmente treme e deixa os copos caírem e vai caindo para trás e cai no chão. Tomashiro se levanta e vai em sua direção.
Tomashiro – Diga! Onde está esse homem do qual me disseram ter um poder absurdo e que causou humilhação aos meus soldados e ainda ameaçou meu País e meu povo?
Eu não sei, ele simplesmente saiu para fora do vilarejo e disse que retornaria o mais breve possível.
Tomashiro tira sua espada e aponta para ele.
Tomashiro – Queria que tivesse dito isso antes, ai eu não precisaria te matar.
Tomashiro ergue sua espada e uma mulher fala.
Amako – Eu não o mataria se fosse você.
Tomashiro refreia o golpe que ia dar e olha para trás e a vê.
Tomashiro – Acho que não entendi. Como disse?
Amako – Acho que o senhor não entendeu nada desde que entrou nesse bar.
Um dos soldados aponta a espada para Amako.
Porque não controla sua língua, antes que a arranque.
Amako – Se eu fosse você soldado tomaria mais cuidado com o que fala, nós somos Kitamuras antes de escravos, não esqueça disso.
Então um homem Kitamura joga o sacos com os corpos do seus aliados .
Amako - Aí esta o que você esta procurando.
Então é jogado três sacos, mas aparentemente os corpos foram todos decepados, pois não tem formato de um corpo humano mais. Um dos soldados de Tomashiro se aproxima e abre e nota que é os soldados que eles estavam procurando e começa a cuspir no chão, pois já fedia muito.
Tomashiro - mas eu realmente não entendi o que está acontecendo aqui...Quem é esta mulher que ousa falar assim comigo?
(Olhando em volta do bar)
Amako – Eu me chamo Amako Kitamura e ordeno saia agora com seus soldados de nossas terras.
Tomashiro – Hahaha acho que isso é um sonho, não é?
De repente entra diversos soldados com as vestes de batalha dos Kitamuras, que é um quimono azul que tem uma águia prateada nas costas e Tomashiro observa que no bar ele e seus soldados estão cercados. Então entra pela porta Enayame Kitamura, e se aproxima e o encara nos olhos e depois ajuda o rapaz do bar a se levantar.
Enayame – Tomashiro, o homem que você se refere é meu filho Kitzu.
Tomashiro – Que bom! E onde ele está?
Enayame – Ele foi embora.
Tomashiro o encara friamente e observa que está totalmente cercado.
Enayame - Quero que saiam daqui e entendam que nós não vamos aceitar qualquer que sejam as os tratados impostos por você de Toki ou de Idoshia.
Com uma risada irônica Tomashiro continua:
Tomashuro – Rum, tudo bem, tudo bem...
Tomashiro guarda a espada e manda seus homens guardar a espadas e sai com as mãos levantadas em tom de ironia. Quando ele olha para fora diversos homens estão com suas espadas e ele nota que está completamente cercado e o povo tem fogo no olhar.
Tomashiro – Rum, eu não sei quem é o homem que inflamou isso em vocês, mas se eu quisesse eu poderia matar todos vocês agora sem nenhum problema, entretanto eu preciso primeiro falar com o Imperador, que após decidir o que deve ser feito, assim o faremos.
Enayame – Porque não vai embora logo seu desgraçado.
Enayame cospe no chão e quando olha, Tomashiro está o olhando friamente, então ele monta em seu cavalo e sai rindo alto.
Tomashiro – Haha sinceramente? Eu sempre esperei por esse momento.
Então faz o seu cavalo sair rapidamente com seus soldados montados em seus cavalos logo atrás enquanto todos os Kitamuras observam sua ida.
Enayame entra no bar e cai nas cadeiras.
Amako – Senhor Enayame, tudo bem?
Enayame – O que fizemos Amako? Onde será que Kitzu foi? Ele precisa voltar, Amako vá até Moitaka, ele tem muitos homens que vinham se preparando a anos par uma possivel revolução é muito pouco, mas é o que temos, sendo a hora certa ou não esse é o momento e eu ja o avisei apenas o mande o avisar para preparar os homens o mais rapido possivel, o ataque aos homens restante de Toki e Idoshia está autorizado, não pode haver nenhum deles nas proximidades do vilarejo, ninguem entra nem sai.
Enquanto isso lá na casa de pedra Kitzu aguarda e grita lá de dentro.
Kitzu – Mas que droga em Ikiwa, tem certeza que vai chover mesmo?
Ikiwa – Cale a boca como ousa questionar um cientista renomado como eu?
Kitzu – Renomado? Hahaha só eu te conheço, o resto acha que você é louco.
De repente uma fumaça enorme sobe e gritos podem ser ouvido, das terras de Komodo aparentemente uma grande batalha acontecia ali.
Kitzu – O que está acontecendo?
Ikiwa – Eu não sei, mas o tempo está fechado e aparentemente vai chover.
Kitzu – Rum! Não sei se crio expectativas mais.
Ikiwa – Cala a boca e confie em mim e se prepare.
E aos poucos se inicia uma chuva fraca só que vai ficando mais fortes e os raios vão se fortalecendo e trovões e as trovoadas vão ficando fortes.
Ikiwa – Kitzu se prepare.
Kitzu somente ouve, fecha os olhos e se concentra e seu cho pode ser sentido e as pedras são tomadas pelo brilho do seu cho e a chuva aumenta e os trovões mais ainda e de repente atingem a casa de pedra fortemente, mas os raio não são disperso, ele se conecta a pedra por um período de tempo e os gritos de Kitzu podem ser ouvidos de longe e ele grita incansavelmente e os raios somem e os trovões continuam batendo e batendo na pedra e os gritos dele continuam.
Ikiwa – Acho que já foi o bastante.
Ikiwa – Ikiwa lança uma espada com força, porém os raios e trovões se tornam intensos, atraídos pela grande quantidade de pedras Fulgurito, então ele se vê obrigado a chegar próximo e queimar seu cho e atingir as pedras as destruindo e os escombros acabam caindo encima de Kitzu no entanto os raios e trovões cessaram então Ikiwa se aproximou com mais calma e foi tirando as pedras e procurando, até que encontrou sua cabeça.
Ikiwa – Já não bastava mudanças genéticas e agora raios e trovões e o bonitão agora é coberto por pedras, era o que nos faltava...
Ikiwa segura e sente que ele está vivo e Kitzu conciente dá um leve sorriso para ele.
Ikiwa – Ah seu desgraçado, você está bem, preciso te levar para a tenda para cuidar de você.
Ikiwa então começa a tirar Kitzu dos escombros e o coloca em suas costas e o arrasta até a tenda em que ele tinha ficado esperando, então ele volta e pega sua espada.
Ikiwa – É pelo jeito a espada não fez muito diferença. Precisamos te aquecer, você precisa de repouso e alimento para se recuperar. Beba esse liquido, ele contém formulas de vitaminas.
Ikiwa o cobre e deixa a fogueira acessa para aquece-lo.
Ikiwa – Rum, você vai ficar bem.
Kitzu aperta sua mão e Ikiwa aperta a sua e então Kitzu acabam dormindo. Já em Toki um imperio enorme com muros e portões altos, Tomashiro passa e informa a um homem que só se inclina que precisa de uma reunião urgente com o Imperador e os generais e então ele dá a notícias aos seu imperador e Generais e em uma sala se encontra o general Tomashiro o general Eiken e o general Toniak e seu Imperador Ibanzo em uma reunião.
Eiken – Uma punição terrível deve ocorrer com eles, a resposta deve ser dura! Se não daremos margem para outros locais que conquistamos acharem que podem fazer algo.
Toniak – E esse homem deve ser pego vivo e feito como exemplo.
Tomashiro – Ele inflamou o povo novamente, devemos dar o exemplo do que acontece se tentarem fazer algo contra nós.
Ibanzo – Precisamos primeiro falar com os Idoshis, afinal é tudo uma questão de negócios e nós temos lucros e eles também e isso pode até causar uma guerra entre nós e não isso que eu quero. Mas isso deve ser apenas mais um motinho sem muita relevancia, nós temos que falar com os Idoshi antes de qualquer decisão. Por enquanto está encerrada, eu mesmo viajarei pessoalmente amanhã de manhã para Idoshia para falar com o Imperador Tatsumi. Mande um mensageiro hoje para lá, para avisá-lo.
Eiken – Senhor, me perdoa a ousadia, mas queria pedir permissão para levar comigo pelo menos Mil homens, para procurar o tal homem e reprimir essa rebelião, prometo não fazer um massacre antes da sua ordem, mas temo que se não dermos uma resposta imediata, pode ser que tanto os Kitamura achem que não somos tão poderosos como os Idoshis achem que estamos submissos as ordens deles, afinal foram nossos homens que foram atacados. Precisamos de uma mensagem.
Ibanzo – Rum! Muito bem Eiken, bem pensado, faça isso leve os 1000 homens já o dobro da população do vilarejo Kitamura.
Eiken – Sim senhor.
Eiken se vira e dá um leve sorriso e sai pela porta. Após três dias nas colinas próxima a Tyres, Kitzu acorda e consegue comer e falar.
Ikiwa – Não faça tanta força, como está?
Kitzu – Me sinto melhor, mas não senti mudança em meu corpo. pareço estar do mesmo jeito, será que você me fez tomar raios e trovões atoa?
Ikiwa – Como você é linguarudo, era melhor quando dormia.
Kitzu – hahaha.
Ikiwa – Mas saiba de uma coisa isto aqui é seu DNA, tomei a liberdade de tirar um pouco de sangue de você, e você precisa ver...
Ikiwa coloca o sangue no chão e ele aparenta ter ondas de choque e energia.
Ikiwa – Isso é seu sangue e ai ainda acha que não modificou nada? Você não é o mesmo. Mas precisa descansar mais, quem sabe daqui uns dias podemos voltar a cidade.
Kitzu – Não ficou sabendo de notícias?
Ikiwa – Somente que o povo se organizou e retirou todas os homens dos Idoshis e dos Toki e só. Como sabe eu entro e saio e as pessoas não dão a mínima pra mim, foi bom não sairmos juntos, ninguém suspeita que eu sei do seu paradeiro.
Kitzu – Rum, tirou proveito de ser renomado, né? Hahaha
Ikiwa – Cala a boca.
Em Keijiwan, ambos os generais batem levemente na porta do quarto de Eiken e ele responde autorizando a entrada e ambos entram calmamente nós aposentos de Eiken e ele esta se banhando e é possível ver apenas ele se levantando por trás da cortina iluminada por algumas velas e então ele amarra um pano em suas partes íntimas e os generais observam que seu corpo é cheio de cicatrizes e ferimentos de batalhas, mas seu rosto está intacto e delicadamente perfeito.
Eiken - O que querem?
Se vira de costas e tira sua roupa ficando completamente nu, então põe seu sobretudo e amarra.
Toniak – Cuidado, o Homem que vai enfrentar pode não ser tão fraco quanto pensamos, pelos boatos ele domina o Cho, algo que ninguém de lá deveria se quer despertar, houve uma falha dos espiões nesse sentido. Os Kitamuras era o lar de guerreiros poderosos, quem garante que este rapaz não uma especie de o “Ultimo guerreiro”?
Eiken dá um leve sorriso e revira os olhos em tom de deboche com as palavras de Toniak.
Eiken – Rum, bom, para ser sincero, eu realmente espero que ele seja esse ultimo guerreiro. Finalmente um pouco de diversão, grandes homens sempre fizeram grandes feitos por isso se tornarão grandes, estar sendo comandado por um covarde como Ibanzo não é minha meta de vida para sempre.
Tomashiro - Corajoso em falar isso nessa altura e na nossa frente não é?
Eiken – Como se vocês não pensassem como eu.
Tomashiro – E o que pretende fazer?
Eiken - Pretendo cuidar do problema. Estão preocupados com eles ou comigo?
Toniak - Na verdade com o que você pode fazer com eles, lembre se que temos um acordo com Idoshia, qualquer movimento muito maior do que o necessário pode destravar mágoas antigas.
Eiken - Vocês me lembram um história que meu Pai me contou uma vez, um pequeno grupo Kitamuras travaram uma guerra violenta e tremenda contra os Azzuras de Ogaimo, os Ogaimo eram poderosos, tinham um grupo maior e formidável e derrotaram aquele grupo de 6 Kitamuras que estavam proximos a Ogaimo, o clã Kitamuras em si se encontrava em guerra contra os Sogopam como sempre. Após eles conseguirem derrotar os 5 homens, notaram que o 6 era apenas uma criança, um homem de Ogaimo viu que era ainda uma criança indefesa e pediu ao seu líder para cria-la, na epoca esssa criança tinha apenas 9 anos e essa criança foi criada da melhor forma possível e então passou 6 anos e ela era como parte deles, porém essa criança um dia sumiu e todos achavam que ela tinha sido sequestrada ou morta.
Tomashiro e Eiken observam atentamente.
Eiken - A criança voltou como Crizão Kitamura, com seu enorme clã de guerreiros poderosos e massacraram todos ali e as pessoas se perguntavam porque o menino fez aquilo, quando questionado, ele disse - “ Como pode alguém me tirar o que é meu e ainda me ofender ao me dar algo que não é meu?” Todos aqueles anos Crizão nunca esqueceu da sua família e nunca pretendeu conviver ali ou ser grato por ter sido poupado, porque você nunca fere um leão e depois convive com ele, o menino sempre sonhou em voltar para seu clã e trazer a vingança sobre os de seus sangue, o fato deles terem lhe dado uma nova chance o ofendia e o humilhava constantemente ao invés de o cativar e se sentir grato por ter sido poupado. E ele era uma criança quando foi pego. Esses são os Kitamura, se uma criança que mal lembrava o que tinha ocorrido conseguiu guardar odio e raiva todo esse tempo e depois buscar sua vingança, acha mesmo que esse povo vai esquecer o que foi feito com eles? Serem escravos, pagarem impostos e terem jovens assassinados constantemente como forma de controle para eles não formarem uma classe guerreira novemente? Vocês ouviram detalhes de como foi a batalha deste homem contra nossos homens? Ele emanava ódio, raiva.
Tomashiro se levantou e Toniak também partiu calado foi partindo em direção a porta.
Eiken – Vão embora na melhor parte? Na grande guerra contra eles sabe quem matou Crizao? meu Pai…E sabe qual foi as últimas palavras dele pro meu Pai? De maneira fervoroza ele fez uma metafora engraçada, mas meu pai enxergou como uma profecia, ele disse “Como presas dominariam as predadores? Mas cedo ou mais tarde nós nos levantaremos novamente por meio de alguém, como sempre foi e sempre será.”
Tomashiro – Rum! Por isso você sempre foi contra o acordo feito entre nós e os Idoshi, sempre teve a ideia de exterminar os Kitamuras e Sogopam.
Eiken - A fraqueza de nossos líderes podem custar caro, querendo ou não a linhagem deles é de guerreiros formidáveis, porque ferir um leão e depois conviver com ele? O Leão com certeza nos devoraria quando tivesse a chance..
Tomashiro - E o que você pretende fazer mesmo?
Eiken - Pretendo não deixar os Kitamuras ascender nenhuma chama, pretendo destruir esse tal Kitzu, pretendo mostrar quem é o predador e quem é a presa.
E ele olha com um sorriso amendrontador.
Ambos saem da sala e Tomashiro e Toniak conversam no corredor.
Toniak - Enviaremos um cara cheio de problemas pessoais contra os Kitamuras em uma missão que deveria ser de perseguição individual.
Tomashiro - Nunca quis saber se as histórias que contavam dos Kitamuras e Sogopam eram verdade? Se eram tão poderosos mesmo?
Toniak sai andando.
Toniak - Temos que ter cuidado com o que pedimos...
. . .
Mi cabello, enredado y empapado en sal. Divino y terrible a partes iguales.
Yo no estaba bien y tampoco tenía que estarlo. ¿Y qué si esta noche me descontrolaba? Las estrellas guardan bien los secretos. El único escándalo será saber que se me ha corrido el maquillaje al salir.
Según los libros, la norma general dicta que si algo malo te sucede debes de retirarte a una esquina a llorar. Yo, emperatriz de mi propia fantasía, dicto que debes de escabullirte a donde se supone que no puedes estar.
Al fondo del mar. Al peligro. Al encanto de lo desconocido.
Impulsada por el aura de la noche, me sumergí completa en el manto negro que era el mar a estas horas.
~Hecho con besos y hechizos por Caelyssia. Fragmento “Somos bestia y corazón.”
💋
Capítulo 3: Revelações – Parte 1
Pov de Min-ji
Sete meses haviam se passado e eu estava levando a vida como dava, trabalhando, estudando, não gosto de depender dos outros pra nada, isso inclui meus pais. Pensar que agora serei mãe é assustador, pois não tenho quem eu amo ao meu lado, mas está sendo um desafio maravilhoso.
Eu ainda mantenho contato com os meninos, sempre mando foto, os mantendo informados sobre a gravides, pois eles vivem no meu pé. Minho vive me dizendo pra parar de trabalhar, pois minha barriga está enorme. Bin diz que eu a criança não passaríamos necessidade porque eles se dizem tios, mas eu não dou ouvidos, quero poder proporcionar tudo o que eu não tive para os bebês.
Nunca pergunto sobre o Chan, mas sempre acabo sabendo pela mídia que a cada noite ele anda com uma mulher diferente, sinal de que ele me esqueceu e não está nem aí comigo ou com os bebês. Sim, bebês, pois estou grávida de gêmeos, mas não quis saber o sexo e muito menos contei pra eles, pois se não eles iriam surtar.
Estou em casa, pois não estava bem, eu estava com um pouco de dor, então preferi me deitar e me assusto com o celular tocando e logo atendo.
_ Fala bundudo! – Digo tentando parecer normal.
_ O que foi Min-ji, porque essa voz cansada? – Ele diz um pouco preocupado.
_ Não é nada, meu anjo. Só estou um pouco cansada. Não é fácil carregar essas crianças. – Digo sem prestar muita atenção no que dizia por causa da dor.
_ O QUE?! CRIANÇAS?! – Ele praticamente gritou do outro lado. – Porque você não nos disse isso Min-ji?! Meu Deus! E você aí morando sozinha! Você está ficando louca, baixinha?! Como seus pais deixaram você ficar sozinha?!
_ Calma Minho, não é pra tanto. Eu não disse porque sabia que você iria surtar. – Digo tentando me sentar. –Ai. – Eu disse sentindo uma pontada.
_ Que foi Min-ji?! – Ele disse histérico.
_ Não foi nada Minho, eu estava deitada e me levantei e acabei sentindo uma pontada.
_ Eu sabia que não deveria ter deixado você ir embora!
_ Não exagera Minho, mas você ligou pra que?
_ Pra saber como você está, mas diante das novidades terei que tomar minhas providencias.
_ Que providencias Minho?!
_ Amanhã você fica sabendo.
Nisso ele desliga.
_ Mas o que essa criatura está aprontando? – Digo pensativa. – Em se tratando dele, posso esperar qualquer loucura.
Logo me levanto e vou tomar um banho, pois eu realmente não estava bem, e depois fui pra cama descansar.
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