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Italia Brilla como país anfitrión de Catad'Or Wine Awards 2024 con exclusivo Open Tasting de Vinos Italianos
Curso y Cata de Vinos de Italia. Pasaporte al Vino Italiano.
Pasaporte al Vino Italiano
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VINOS PERUANOS PREMIADOS EN CATAD'OR 2023
Los vinos peruanos buscan hacerse un lugar en el mercado internacional del vino y su creciente participación en concursos internacionales van abriendo este camino. Te invitamos a conocer los vinos peruanos que obtuvieron los más altos puntajes en CataD’or 2023 y a sus productores En los últimos años, el vino peruano ha experimentado un verdadero renacer. Nuevas generaciones de tradicionales…
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CataD'Or World Wine Awards 2023. Conoce los vinos ganadores en este concurso.
Con un record de muestras y una gran ceremonia de premiación finaliza la 28º edición de Catad’Or World Wine Awards y Catad’Or World Spirits Awards, el concurso internacional de vinos de mayor relevancia en América Latina. Mil ciento ochenta muestras de vinos y espirituosos de 350 bodegas distintas y procedentes de 19 países fueron las participantes en esta competición. Vinos, sakes, sidras,…
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Vuelve CATAD'OR world WINE AWARDS, el concurso de vinos más esperado.
VUELVE 28° CATAD’OR WORLD WINE AWARDS 2023! El concurso que evalúa los vinos en catas a ciegas ante a un panel internacional de expertos. CATAD’OR WORLD WINE AWARDS celebra este año su 28ª edición consecutiva desde su fundación en 1995, consolidándose como el evento internacional más relevante para la industria de los vinos y espirituosos en América Latina, con sede en Chile. Esta edición 2023,…
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A DESPEDIDA DE UM GIGANTE
A DESPEDIDA DE UM GIGANTE
Havíamos reaberto o ferro-velho há pouco tempo. A maior missão era reconquistar a freguesia.
Embora pouco antes do meu pai morrer, o Alex já havia tomado a frente, depois que o seu próprio faliu.
Ele havia aberto um com seu cunhado (na época) Fininho e um amigo dele.
Boa coisa não ia sair disso nunca…
Os últimos anos da vida do meu pai foram patéticos e tristes.
Um homem que sucumbiu totalmente à vida.
Lutou o quanto pôde contra o que lhe acontecia, mas de maneira errada. Ele achava que sua fé o salvaria.
Viciado em macumba, só conheceu picaretas. Uma vez até me falou que conversou com D. Aparecida num centro espírita. Disse que via espíritos do bem e ele decaindo cada vez mais.
Ele nunca foi um grande negociador ou investidor.
Não teve retorno nenhum nos imóveis que comprou.
E os dois filhos mais velhos, pioraram muito a sua desgraça.
Pouco a pouco as coisas foram retornando ao normal, ao menos o plano seria esse.
Fregueses voltando…
O que mais me marcou foi um jovem que deveria estar finalizando os seus vintes anos e iniciando seus trintas.
Ele vendeu sucata, material fino, ao receber, ficou uns segundos parado olhando para o carrinho.
Um carrinho improvisado, feito de caçamba de geladeira, madeira e roda de rolimã. Na frente um rosto desenhado.
_ Posso deixar o carrinho aqui.
_ Pode. A gente guarda pra você.
_ Não. Eu vou deixar aí com vocês.
_ Não quer mais o carrinho?
Olhou novamente o carrinho e depois se justificou:
_ Amanhã eu vou começar a trabalhar… Eu devo muita coisa a esse carrinho. Se não fosse por ele, eu morreria de fome, mas finalmente eu consegui um emprego e vou começar amanhã;
_ Que bom! Tudo bem, Deixa aí. A gente usa e empresta pra um catador, se ele pedir por um.
E partiu rapidamente.
Fiquei imaginando o turbilhão de emoções na cabeça do rapaz, que (talvez), no período mais complicado da vida dele, construir um carrinho com sucata de geladeira e madeira e foi à rua buscar seu sustento.
O fato de ele ter pintado um rosto no carrinho de mão, me faz pensar que por todo esse tempo, nesse momento em que amigos e familiares se afastam, o carrinho foi o seu único amigo confidente desse momento difícil, onde sua comida, roupa, talvez até aluguel, vinha do que ele poderia encontrar na rua pra catar e vender.
O amigo que não o abandonou, e ficou lado a lado o ajudando a sobreviver.
Porém…
Havia chegado a hora de virar a página.
Desconfio que o rapaz era crente ou frequentava alguma igreja.
Crentes catadores se vestem melhor. Calça, camisa de botão…
Ele era catador e não morador de rua.
Estava limpo, poderia se dizer que era até bonito.
Se o carrinho foi seu alicerce, talvez não o quisesse mais. Catar na rua é digno, mas não é bonito.
Conhecidos caçoam ou sentem pena.
Desconhecidos o ignoram.
Era a hora do carrinho mudar de dono. Deixar no ferro-velho. Lá ele teria uma sobrevida útil.
E teve mesmo.
Por muito tempo usamos o carrinho, que com o seu sorriso sério, ajudou a construir um bonito capítulo da minha vida.
Que também acabou de forma melancólica.
Mas essa é outra história…