''The Last Centaur'' por Tim Conrad.
(Epic Magazine, Diciembre 1981).
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''The Last Centaur'' por Tim Conrad.
(Epic Magazine, Diciembre 1981).
¿Si se acuerdan de ella?... una Sra. mexicana ¡con unas IMPRESIONANTES CHAPARRERAS, era un centauro🐎! Dios quiera y pronto sufra una recaída, recupere su estado natural.
La A debería ser.
despues subo el color lol
@stinasadventure ❤️
what type of dimensional merge was that
Esse dia, 14 de fevereiro, 3 dias antes do aniversário do meu avô que já não está mais aqui, eu recomeço esse pedaço de mente que será esse diário público.
Eu não tenho organização, eu não tenho comprometimento em escrever todos os dias, não tenho responsabilidade o bastante pra cuidar da minha saúde mental como uma pessoa normal, e muitas vezes fico obcecada por algo que preciso fazer no momento e não paro até terminar, isso envolve o trabalho, um estudo ou um hobbie. As vezes me dou demais para coisas sem valor tentando fazer água se tornar vinho, mas me esqueço de que não sou Jesus Cristo, estou longe disso. Não dou muito crédito para as pessoas, mas às vezes me apego e passo a acreditar nelas, admirar, mas sempre busco manter uma distância de segurança porque elas não são controláveis e podem quebrar a expectativa que coloquei sobre elas.
Elas não têm culpa, eu tenho.
Mas também não tenho toda, não é apenas o coração quem manda, mas minha mente, meu coração deve ser mais racional do que minhas memórias bagunçadas e minha intuição. Esse é outro ponto, não sei onde acaba a intuição, não sei quando ela se torna projeção, ou então teorias da conspiração, e problemáticas além do normal que meu universo próprio cria por meio de milhares, bilhares, de combinações com cenas que podem ser reais em outra dimensão, para onde vou em meus sonhos.
Conheci um jovem em um sonho uma vez. Ele tocava violino e estava no meio de uma floresta de folhas amareladas que forravam o chão, era outono e eu sabia exatamente disso por conta da brisa que passava por meio das copas das árvores e arrastava folhas secas, eu sabia pelo cheiro de terra seca subindo, eu sabia por conta do farfalhar das folhas raspando umas nas outras, eu sabia porque alguma coisa me dizia que era. Eu não queria sair de lá. O garoto tocava violino. Era algum tipo de ser humano do passado, era outra vida e disso eu tinha certeza. Eu o encontrei e ele não me disse nada, apenas parou de tocar e me olhou. Um homem apareceu acompanhado de mais pessoas e falou "vi que a conheceu, isso é bom, realmente bom". Disse então que precisavam ir. De alguma forma eu sabia que aquele homem era o tutor dele e o rapaz precisaria tocar em algum espetáculo. "Você sabia que Clara é o apelido do espaço vago entre as moléculas?", foi o que o homem falou antes de partir.
Eu tentei voltar. Tentei retornar ao sonho, tentei reencontra-lo, mas nada funcionou. É o espaço vago entre as moléculas. Lembro do rosto do jovem com algumas nebulosas em minha frente, lembro de como o homem era e sua pele negra, lembro do cabelo ondulado do garoto caído sobre sua testa e do violino brilhante combinando com a paleta de cor daquela floresta, lembro das roupas de tons pastéis do tutor e sua pose ereta e imponente, lembro da camisa fina do jovem, lembro de olhos castanhos e cabelos castanhos, lembro do chão da floresta, lembro da floresta, lembro que havia mais coisas, havia algo a mais para ver e talvez eu tenha perdido, com certeza eu perdi, mas ainda me lembro. Como a minha infância, como minha adolescência, eu perdi tantas memórias, mas ainda me lembro de algumas e ainda tenho fotos para reproduzi-las, recria-las. Mas aquele sonho, eu não tenho registro algum além desse texto que escrevo. E eu, logo eu, quem sempre tive uma câmera carregando debaixo do braço, não pude fotografar uma outra vida que visitei, que fui levada para tal mundo sem saber o porquê. Acredito que era um tempo anterior à fotografia. Não tenho registro além da frase que não entendi, e que talvez descubra com o tempo, com os sentimentos, mas talvez nunca descubra.
O espaço vago entre as moléculas.
Meu nome seria o espaço vago entre as moléculas.
Talvez isso seja o vazio? Talvez seja esse o motivo de algo parecer faltar em mim? Sempre soube que algo faltava, mas quando meu avô se foi, o espaço vago aumento. Quando poderei completar esse espaço vago entre as moléculas? Ou então me tornarei apenas um grande vazio? Talvez eu não completarei. Talvez ele tenha tentado me explicar que eu sou o espaço vago.
O espaço precisa existir, lugar algum precisa existir, alguém precisa ser o espaço vago na vida ou o herdeiro do rei de lugar nenhum, talvez seja eu.
La quiero viva FERA, Centauros i Elektra Insogna en concert a Unyas y Dientes <3