✦ Nome do personagem: Choi Junho.
✦ Faceclaim e função: Ahn Hyo Seop - Ator
✦ Data de nascimento: 27/11/1995.
✦ Idade: 31 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Moradia: Tartaros.
✦ Ocupação: Proprietário do Athena's Temple e professor em uma escola internacional para meninos.
✦ Bluesky: @TT95CJ
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Junho é um condômino que costuma passar despercebido pelo olhar das pessoas. Ele é quieto, discreto e quase não é visto caminhando pelo condomínio. Sua personalidade também não seria nem de perto considerada cativante, ele é... simpático, nada mais do que isso.
Biografia:
Como informado em sua certidão, Choi Junho era filho adotivo de um casal de comerciantes idosinhos, nascido e criado em Busan. Os dois senhorzinhos sempre diziam que o menino era a mais perfeita definição de uma pessoa comum. Ele andava tão dentro do que era considerado mediano e normal — em todos os sentidos possíveis — que chegava a ser uma pessoa facilmente esquecível. Sua personalidade neutra dava a ele um ar do que nos jogos chamavam de NPC. Sim, Junho era como aquele personagem bobinho, irrelevante e criado única e exclusivamente para ocupar espaço, um figurante. Isso não era uma crítica ou um julgamento, ele tão pouco considerava ser uma característica ruim, o Choi preferia que fosse assim. Afinal, quem iria querer se aprofundar a respeito de alguém com uma vida absurdamente monótona e tediosa? E ele odiava falar sobre si mesmo, apenas porque era muito antissocial, claro.
Não tinha fotos de infância e adoeceu no dia em que tiraram as do álbum de formatura da escola. Ele afirmou que desde muito novo sentia um certo desconforto em aparecer nelas, estava sempre fugindo dos flashes como o diabo foge da cruz. Em sua defesa, se é que precisava de uma, ele sempre preferiu estar do outro lado, vendo o mundo por trás das lentes, ao invés de estar a frente delas. Fotografia era um hobby que o deixava feliz, mas não era bom o bastante para fazer disso sua profissão.
Junho tinha em seu currículo a formação em English Language and Literature. A escolha do curso não foi pensada visando o futuro e melhores oportunidades, foi muito menos complexa e ambiciosa do que deveria: ele gostava muito de ler e tinha um nível de inglês bom o bastante para isso. Por mais que achasse que a força de vontade e conexão com o curso bastasse, ele provavelmente teria pensado em desistir umas 5 vezes. E, mesmo com a conclusão do curso datada no ano de 2021, seu currículo não tinha outras coisas relevantes, nenhum histórico de contratações fixas, apenas algumas aulas particulares e poucos trabalhos como professor substituto em cursinhos quase desconhecidos. Uma vida pacata e sem muita ganância. Era como ele descrevia a forma que escolheu viver. Não era um fodido que estava sempre desempregado, mas também não parecia trilhar uma carreira profissional invejável. Estava apenas ali, sendo normal demais para se destacar.
Foi na metade de 2025 que Junho se mudou para Seoul após conseguir uma oferta boa de emprego para trabalhar em uma escola internacional para garotos. Não teve muito tempo para procurar por casas antes da sua mudança e foi por uma recomendação de um conhecido que encontrou o Acropolis Complex e aplicou para um dos apartamentos no Tartaros, que era onde o seu orçamento limitado o permitiria morar.
Era difícil entender como alguém como ele, que chegou latindo para economizar no cachorro, em um ano, estava assinando um contrato para ser o mais novo proprietário da adorável Athena’s Temple. Não era querendo desmerecer seu trabalho duro ou suas horas de dedicação, só parecia algo meio fora da realidade. Houveram alguns boatos que aquilo teria sido fruto de uma doação de algum pai influente de um de seus alunos ou que, talvez, ele estivesse tendo um caso com alguma milionária e recebeu o estabelecimento como um presentinho pouco discreto. As pessoas eram curiosas e muito fofoqueiras. Tempos depois, uma de suas vizinhas o ouviu dizer que investiu naquilo a herança de um tio solteiro e sem filhos que havia falecido há pouco. Bem, já não era mais uma fofoca interessante o bastante para se prestar muita atenção.
Choi Junho era apenas um simples professor que também dedicava seu tempo a cuidar com carinho dos seus preciosos livros. O que teria de estranho nisso?