Cianeto
Amor de araque De aparência fina Recostado, à noite, Em qualquer esquina.
E tal canto torpe Narra um falso zelo Convoca-me a morte Com seu ávido apelo.
Desde a aurora até o poente Sem um trago de esperança Acometo-me, prepotente.
Ora, senhores, entrementes, Apesar desta desconfiança, Persisto em crer novamente.
Franceline Fogaça













