#phm#ryland grace#rocky the eridian#project hail mary spoilers





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Thought of an upsell the other day "how much does a milkyway? About 3 musketeers"....... anyways mars brand candy bars are 2for$6 at Circle K
Sourced from a friend.
“This place is a bomb!”
This is my first time buying food from Circle K, I have only been in one once to grab a bottled drink and I was excited to finally try thei
O Santo Padroeiro das Conveniências (ou: Como ser Honesto por 10 Dólares)
Diz o ditado que a ocasião faz o ladrão, mas no Arizona, a ocasião fez o Filantropo do Mês. Robert Gawlitza, gerente da Circle K e homem de princípios inabaláveis, acaba de nos dar uma lição de ética que deveria ser ensinada em Harvard: se sabes que um pedaço de papel vale 12,8 milhões de dólares, nunca — mas nunca mesmo — o leves sem pagar o preço de tabela.
A história é de uma pureza comovente. Um cliente, claramente confuso com a matemática ou com o destino, deixa 25 bilhetes "The Pick" no balcão. Robert, num momento de iluminação quase divina, descobre que um deles é a chave para uma vida de iates e reformas antecipadas. O que faria um homem ganancioso? Pegaria no bilhete premiado, metia-o no bolso e fugia pela porta dos fundos.
A Magnanimidade dos 900% de Lucro
Mas Robert não. Robert é um homem de sistemas. Ele esperou, terminou o turno, tirou o uniforme (porque a ética começa no vestuário) e, num gesto de uma generosidade atroz, não comprou apenas o bilhete premiado. Ele comprou dez.
"Para quê gastar apenas 1 dólar e ficar com 12,8 milhões, quando posso gastar 10 dólares e ficar com os mesmos 12,8 milhões e ainda nove papéis inúteis?" — terá pensado Robert, provavelmente enquanto visualizava o seu busto em mármore à entrada da loja.
Ao pagar 10 dólares por algo que ele sabia valer milhões, Robert não estava a ser um oportunista; estava a ser o melhor cliente que a Circle K alguma vez teve. Ele deu à empresa um lucro de 900% sobre o investimento dele! Se isso não é lealdade corporativa, não sei o que será. Ele podia ter sido "forreta" e levado só o prémio, mas insistiu em levar o lixo todo. É quase ecológico.
A Batalha dos Titãs da Ética
Agora, a Circle K, movida por esse sentimento tão nobre que é o "isto tecnicamente é meu porque as regras do Arizona dizem que lixo deixado no balcão é património da empresa", decidiu processá-lo. É um duelo fascinante:
De um lado: Uma multinacional que defende que bilhetes abandonados são propriedade sagrada do retalhista.
Do outro: Um ex-gerente que acredita que a transição de "funcionário" para "cliente" é um sacramento que limpa todos os pecados e informações privilegiadas.
Robert assinou o verso do bilhete. É o toque final de quem dorme de consciência tranquila. Ele não roubou; ele "investiu" dez notas de um dólar num ativo de alto rendimento que, por mera coincidência, ele já sabia que ia valorizar 128.000.000%.
Conclusão
No final do dia, Robert Gawlitza é o herói que não merecemos. Ele provou que a diferença entre um crime e um negócio é apenas o ato de bater o ponto e passar o cartão de crédito. Se o juiz decidir a seu favor, Robert será o homem que comprou a felicidade com um desconto de 99,9999%, mas que, acima de tudo, teve a decência de não ser ganancioso: pagou dez vezes mais do que o estritamente necessário para ser multimilionário.
Que a sua "honestidade" nos sirva de guia. Da próxima vez que encontrar uma mala de dinheiro na rua, não a leve apenas: deixe uma moeda de 50 cêntimos no chão pelo aluguer do passeio. É o que o Robert faria.
Circle K Sues Store Manager Robert Gawlitza Over $12.8 Million Lottery Ticket He Allegedly Bought from His Own Store
A legal dispute in Scottsdale, Arizona, has drawn widespread attention after a Circle K store manager allegedly purchased a multimillion-dollar lottery ticket from his own workplace — but only after confirming that it was the winning one. The controversy centers on a $12.8 million jackpot from an Arizona Lottery drawing and raises complex questions about ownership, employee conduct, and the…