Essa sentença me chama muito a atenção. De fato, a classe operária tem dois sexos. Mulheres e homens trabalhadores são explorados pelo capitalismo, chegam em casa, e a mulher continua sendo explorada pelo patriarcado.
E, mesmo no trabalho, enquanto a mulher é explorada pelo capitalismo, ela não deixa de ser explorada pelo patriarcado. Naquele ambiente de opressão da classe trabalhadora, ela continua recebendo menos que os homens, além de ser mais suscetível a assédio sexual, ter suas ideias e sua voz desprezadas, ser considerada menos capaz que os homens ali... Inclusive por seus colegas trabalhadores.
Enfim, não querer enxergar as particularidades da opressão feminina interessa a quem?












