Oiii tu poderia escrever como você acha que seria ter uma relação de "inimigos que fodem" com os meninos do 127
nct 127 – enemies to fuckers
tw: linguagem vulgar; extremamente sugestivo; leitora é chamada de "putinha", "cachorra", "burrinha".
n/a: olá! desculpe a demora, alguns desses cenários foram bem difíceis de elaborar. Não sei se era isso que você queria, mas espero que goste :D
queria agradecer também a @moonarchiv pela ajuda no hc do Mark, muito obrigada luazinha <3
Taeil: Taeil sempre foi alguém muito respeitoso e cordial, mas quando você insistia em diminuí-lo na frente dos amigos, com um sorrisinho sapeca nos lábios, não conseguia conter o sangue fervendo de raiva.
“Olha só, sua mimada, que tal eu foder um pouco de bons modos nessa sua cabecinha vazia?”
Johnny: Vocês pagavam a mesma cadeira durante a faculdade, e enquanto você sentava lá na frente pra tentar prestar atenção no conteúdo, Johnny era da galera do fundão, sempre fazendo barulho durante as explicações, e você tinha ódio (lê-se tesão reprimido) dele por isso. Você frequentemente chamava a atenção dele e do grupinho de amigos pedindo para que saíssem da sala já que não contribuiam com a aula.
“Engraçado… você não 'tava com essa atitude toda quando implorou pra me chupar, será que é só assim que você consegue ficar quieta?”
Taeyong: De início ele não entendia porque você não tinha simpatizado com ele - poxa, ele era tão educado com todo mundo, o que ele te fez? - mas numa noite em que já não estava tão sóbria assim, se jogou nos braços do Lee e dizendo como ele tinha cara de quem pegava gostoso.
“Você paga de bravinha dizendo por aí que não vai com a minha cara, mas não passa de uma putinha barata vindo se oferecer pra mim. 'Tô errado, sua cachorra?”
Yuta: Ele tinha ouvido pelos corredores da faculdade que você não gostava dele pelo modo que se vestia. Dizia que as roupas eram diferentonas, unhas pintadas e o cabelão não eram o seu estilo, que era coisa de gente que queria aparecer demais e conquistar mais mulheres. Qual não foi a surpresa dele, quando depois do último horário de aula ele te encontra sozinha na sala e ele te confronta.
"Tô sabendo que você não vai muito com a minha cara, né gatinha? que tal a gente fazer o seguinte… Eu te pego gostosinho e te mostro quem realmente quer aparecer aqui, hm?”
Doyoung: Doyoung sempre foi um cara na dele, curtindo a vida com os amigos e cuidando do próprio nariz. Porém, quando você chega nele e no seu grupinho querendo mandar em tudo, ele não tem muita escolha a não ser te colocar no seu devido lugar.
“'Pra quem tá chegando agora, acho que 'tá se achando demais né não? Ajoelha aí que eu te mostro quem é que manda aqui, burrinha.”
Jaehyun: Apesar da aparência intimidadora, a gente sabe que o Jaehyun é um amor de pessoa, mas não pra você que se deixa levar pela aparência de fuckboy. Então, quando ele chega em você em uma festa, você se arma inteira, pronta pra detonar ele. Mesmo que no fim quem acabe detonada é você.
“Quer tanto que eu te trate como um brinquedinho de foda? tudo bem, eu trato.”
Jungwoo: Ele é seu vizinho do andar de cima que sempre faz festas até horários terríveis pro seu sono, isso quando ele não chama alguém pra casa e tudo que você consegue ouvir são os gemidos da parceira dele. Quando você bate na porta pra pedir pra ele baixar o volume, não esperava que iria acabar como as outras que já passaram pelo apartamento
“Se você queria uma desculpa ‘pra eu te comer também, não precisava demorar tanto”
Mark: Você e Mark viviam em pé de guerra nas aulas da faculdade, sempre peitando um ao outro na sala de aula. Porém, quando em uma das festas da instituição vocês acabam ficando um pouco mais altinhos, ele faz questão de mostrar como as discussões são muito mais gostosas quando ele tá metendo fundo em você.
“Você geme tão manhosinha quando eu meto, nem parece a mesma menina que pede pra eu calar a boca na sala…”
Haechan: Desde que vocês se conheceram, Donghyuck vivia enchendo seu saco. O que era comum da natureza dele, parecia ser mais acentuado quando se tratava de você. Então, sempre se reuniam no grupo em comum de amigos, após a trocação de farpas e xingamentos direcionados um ao outro, Haechan chega sorrateiramente atrás de você, te chamando pra uma rapidinha quando saíssem.
“Que tal minha putinha marrenta desfazer essa cara fechada e ficar de quatro pra mim, hm?”
Contém: Johnny e leitora papais, breeding, linguagem vulgar, Johnny pai de menina babão;
N/A: levei só dois meses pra escrever essa graças ao meu cérebro de TDAH, mas valeu a pena pq pude falar sobre johnny pai de menina;
A risadaria vinda da sala te tomou a atenção que antes estava voltada a lavar os pratos do jantar para observar Hwayoung, sua filha, montar nas costas de Johnny para brincar de cavalinho. John estava de quatro no tapete da sala, indo a “passos” lentos para perto da cozinha.
- Upa upa cavalinho! Vamos até a mamãe pegar mais biscoitos! - bateu os pézinhos no tronco do pai, como se de fato o guiasse até sua direção.
- Nananinanão mocinha, lembra do que a gente conversou sobre lanchinhos perto da hora de dormir?
- Mas mamãe! o cavalinho disse que eu ‘pode comer biscoito
- Disse, foi? - Ergueu uma sobrancelha para Johnny, acusatória. No mesmo instante o "cavalo" relinchou e balançou a cabeça negativamente.
Enquanto a baixinha reclamava do cavalinho traidor, retirou-a das costas do marido e segurou-a em seu colo - Tá na hora de dormir meu amor, vamos escovar os dentinhos e amanhã você dá uma bronca nesse cavalinho malvado, que tal? - Hwayoung sorriu e comemorou, balançando as perninhas no ar. Ajudou a filha a escovar bem os dentinhos - não te deixando esquecer do dentinho da frente mole e comentar que estava ansiosa pra visita da fada do dente - e vestir seu pijama. Quando se certificou que ela dormia profundamente após a historinha de ninar, saiu do quarto dando de cara com o marido.
- Eu sei que você adora mimar ela, mas assim você vai estragar a rotina noturna dela John.
- Ô meu amor, me desculpe de verdade… Mas é que ela me pediu com aqueles olhinhos de cachorro abandonado, ‘cê sabe que eu não aguento - Você suspirou fundo e abraçou John, aproveitando do cheiro da colônia amadeirada que usava - Mas se quer saber, o cavalinho queria mesmo é que outra pessoa cavalgasse nele…
- Johnny! - exclamou envergonhada. Se afastou do abraço com as bochechas ruborizadas.
- Mas é sério amor, eu tava pensando esses dias… A Hwayoung já tá ficando velhinha, bem que uma irmãzinha poderia ser uma boa companhia pra ela, não acha? - Yeongho aproximou o rosto da curva do seu pescoço, falando baixinho e dando beijinhos molhados naquela sua zona erógena.
- John, ela só tem quatro anos.
- Já é o suficiente pra eu me sentir velho - as mãos grandes se apossaram da sua cintura, onde apertou com força e você suspirou baixinho - Sem contar que parece que faz um século desde a última vez que essa sua bucetinha gostosa tirou toda a porra do meu pau, ou já se esqueceu de como foi a noite que a gente fez a Hwayoung?
Seu corpo inteiro parecia pegar fogo por dentro, seu peito, o baixo ventre, onde as mãos e boca de Johnny tocavam… As pernas quase cederam com a recordação, se apoiando nos ombros do esposo para melhor sustentação - O que me diz gatinha? Eu sei que você gosta quando eu gozo dentro nas rapidinhas, e vai ser até melhor porque eu não vou desperdiçar nenhuma gotinha.
Sem mais uma palavra, levou-o para a suíte master do apartamento, unindo-se a ele após trancar a porta. Johnny sabia exatamente onde tocar e como fazer para te deixar molinha nos braços dele. Foi uma mera questão de tempo até ambos estarem despidos e jogados na cama de casal, parando para apreciar os pequenos detalhes dos corpos um do outro - tatuagens, pintinhas, cicatrizes - e sorrirem como bobos apaixonados.
Yeongho aproximou-se da sua orelha, dando um beijo molhado e mordendo o lóbulo da área sensível - Eu te amo tanto, tanto… E vou amar mais ainda quando levar mais um filhinho nosso aqui - acariciou o baixo ventre com a ponta dos dedos da mão direita, serpenteando logo em seguida para o clitóris. Gemeu baixinho com o resvalar de dedos no seu pontinho. Por reflexo, abriu mais as pernas para dar a Johnny mais espaço para trabalhar em você.
Quando somente um dedo te invadiu, gemeu descontente, pedindo mais logo de cara. Johnny sorriu sacana, movimentando aquele único dígito só pra te provocar.
- Pra quem tava tão doido pra me foder, parece que arranjou tempo pra me encher a paciência.
- Engano seu, minha princesa, porque o que eu vou encher vai ser outra coisa - mal teve tempo de responder a tirada safada do Seo que mais um dedo foi inserido, suprindo a sua carência.
Procurava com devoção o seu ponto mais sensível internamente, descendo mais o corpo para encarar sua buceta molhada e completamente ao dispor dele. Sugou o clitóris inchado com devoção, que te fez segurar um grito na garganta. Lágrimas se formam nos seus olhinhos e segura os fios castanhos dele com força pela sensação arrebatadora que te causa.
- Chora agora não meu amor… Guarda suas lágrimas ‘pra quando ‘tiver lotada de pica.
Foi tentando medir o seu tom de voz para clamar por John que você chegou ao seu ápice, cobrindo a boca para regular a respiração. Enquanto se recompunha do estado em que seu marido te deixou, ele se punha de joelhos sobre o colchão e roçava a cabeça do pau na sua área sensível te deixando afetada, gemendo fino e com manha.
Quando finalmente adentrou na buceta, sugou o ar entre os dentes pelo aperto inconcebível ao redor do pau. Grunhiu baixinho com a pressão na cabeça avermelhada - Puta que pariu amor… Como que depois de tantas fodas tu continua apertada? - deixou o corpo cair para unir a testa na sua, apertando a cintura com possessividade - Gostosa do caralho, e ainda por cima é toda minha.
Se sentia entre o céu e o inferno, o calor daquele corpo sob o seu e as sensação que ele o trazia só podiam ter origem em outro plano. Logo sentiu Johnny levantar-se e se colocar sob seus joelhos, sem sair de dentro de você nem por um segundo sequer. Ao retornar com os movimentos, esses eram lentos e extremamente profundos, sentia como se fosse lhe faltar ar a cada estocada e foi apenas com um toque do mesmo em seu seio que sentiu sua respiração falhar.
- Eu tô’ louquinho pra ver esses peitinhos cheios de leite… - Aproximou os lábios carnudos do seu peito, sugando com devoção o biquinho esquerdo enquanto estimulava o outro com a mão
- Jo-John… Bom, é bom demais - sua fala contribuiu para que o ego dele aumentasse, ganhando um ritmo acelerado as estocadas e rebolando o quadril, sempre alcançando os pontos mais profundos do seu ser.
- Minha princesinha gosta de quando eu judio dela é? - prendeu o bico entre os dentes, te fazendo gemer num tom mais alto do que o apropriado.
Foi uma questão de poucos minutos para que o segundo orgasmo viesse pela maestria em que o homem te manejava. Foi chorando o nome dele e apertando com mais força o pau do marido que chegava ao ápice da loucura.
- Oh, shi-fuck, fuck… I'm gonna cum, i'm gonna- Ah! - quanto mais se aproximava de gozar, mais Yeongho não segurava a língua, sua mente se tornando um emaranhado de informações sendo postas de lado pela onda de prazer que inundava o corpo e alma.
O quentinho da porra de Johnny te saciou por alguns minutos, tempo suficiente para as pernas pararem de tremelicar e se perder nos olhinhos brilhantes do Suh, colocando as madeixas que interropiam a conexão para atrás da orelha dele. Quando ia se retirar do seu interior, mal deu tempo necessário e pôs aquele homem gigante deitado na cama, montando por cima dele e colocando o pau meia-bomba para dentro novamente.
- Sabe, resolvi considerar a proposta de cavalgar no meu cavalinho… Ainda está de pé?
— contém: Yeonjun carente e manhoso, uma citação de leve a sexo, beijinhos;
— palavras: 553
— na: Aproveitei que vocês gostaram de Just the two of us e decidi fazer uma continuação no mesmo universo, espero que gostem!
- Yeonjun, tá me desconcentrando.
- A culpa não é minha que você é fofa quando tá focada, parece um coelhinho.
Eu precisava terminar aquele arquivo do trabalho da faculdade com urgência, tinha esquecido completamente da existência dele. Então cá estava eu, as quase duas da manhã terminando de editá-lo. Mas, como o bom namorado que Yeonjun é, decidiu ajudar a me manter acordada.
O problema é que ele fazia do jeito mais estranho possível, me encarando quase que sem piscar.
- Eu tô falando sério… Isso tem que ‘tá pronto pra amanhã e você não tá ajudando - Desvio o olhar do computador para encará-lo. O cabelo preto bagunçado e a regata uns bons números maior que ele fizeram meu coração disparar por alguns segundos, antes de se recompor com a visão - ‘Cê tá fazendo isso de propósito, né?
- O que? - Ele puxa o banquinho para mais perto e beija repetidas vezes a pele do meu ombro - ‘Tu é muito chata, sabia? Não posso nem apreciar a beleza da minha namorada que eu sou o malvado, “tá me desconcentrando amor!” - imita minha voz de modo cômico, enquanto faz uma careta.
- Eu não falo assim! - Agarro a gola de sua regata e o aproximo mais de mim, não resistindo e beijando seus lábios cheinhos - ‘Tu tá parecendo o Beomgyu, é a convivência né?
Ele puxa o ar de maneira dramática, pousando uma mão no peito.
- Você nunca me ofendeu tanto na vida me comparando com aquele peste.
Eu sorrio entre um beijo, mordendo o lábio dele em provocação.
- Você tá descontando em mim de quando eu fico até tarde contigo no estúdio? É isso? - Questiono, passando meus braços sob os ombros dele, nossos rostos bem próximos.
- Talvez sim, talvez não… Talvez eu só queira beijar a minha própria namorada e passar a noite fazendo amor com ela, mas como ela só não esquece a cabeça porque tá colada no corpo - ele dá um peteleco na minha testa - E eu fico aqui, jogado na sarjeta, esperando como um cão abandonado por você pra cuidar de mim. Nem me chama de amor mais, oque aconteceu com Jjuni? Agora é só Yeonjun pra lá, Yeonjun pra cá, parece minha mãe!
Reviro os olhos com o seu drama, e fecho o notebook na mesa ao nosso lado. Eu poderia terminar a revisão bem cedinho antes de sair, né?
Me levanto da cadeira e sento no seu colo, minhas pernas o prendendo no assento - Tá bom pra você agora? - Ele assente com um sorriso de orelha a orelha, como se tivesse recebido seu presente favorito
- Só tá faltando uma coisa… - Ele prende os braços na minha cintura, me fixando no lugar e fazendo um biquinho, pedindo beijo. Eu rio soltando o ar pelo nariz e dou mais um selinho em sua boca junto com mais alguns beijinhos carinhosos ao redor do seu rosto - Ô Jjuni, me desculpa amorzinho, eu não sabia que ‘cê tava carente… - faço uma voz manhosa entre os beijos, afastando meu rosto brevemente para analisá-lo - tá melhor?
Ele acena veementemente com um sorriso sapeca e esconde o rosto na curva do meu pescoço.
- Agora eu sei que se eu quiser sua atenção, é só ficar te encarando até você ficar com vergonha - diz ele ainda escondendo o rosto, e eu rio constatando que de fato seu plano tinha dado certo no fim.
— contém: conteúdo sugestivo, Yeonjun dando beijinho no pescoço, meu humor quebrado;
— wc: 472;
— an: Oi meus amores! Faz tempo que eu não posto nada, eu sei, mas a faculdade tava determinada a acabar com a minha raça. Mas se tudo der certo eu entro de férias esse mês e eu volto a ser mais ativa aqui! O final disso aqui ficou meio xoxo mas eu tô tentando pegar a prática de novo, me perdoem :[
- Branco… O teto é branco…
Digo jogada no chão do estúdio de prática. Yeonjun tinha inventado de ficar até mais tarde na sala de dança para aperfeiçoar alguns passos e continuar a criação da coreografia. O problema é que nós tínhamos combinado um encontro naquela noite, que obviamente não iria mais acontecer.
- Eu sei que você tá entediada gatinha, mas eu sinto que 'tô chegando lá
- Não vou nem comentar que você disse isso a uma hora e meia atrás, porque já perdeu a graça - Apoio minhas pernas na parede e permaneço encarando o teto, tentando me ocupar com qualquer pensamento besta pra me distrair.
- Vem cá - chama, pausando a nova música do TXT que ensaiava.
- Que foi agora? - mesmo sem receber uma resposta, me levanto com certa preguiça do chão e caminho até ele. Yeonjun mexe um pouco no celular e o guarda no bolso, agarrando minha cintura com carinho.
- 'Tu tá todo suado, Junnie - faço birra, brincando de me afastar de seu corpo úmido.
- Você não reclamou disso ontem quando eu te comi gostosinho - Ele sorri, sacana. Eu me limito a bater em seu peito pela sem vergonhice.
- Idiota… - rodeio minhas mão sobre sua nuca, colando nossos corpos. Quando me dou conta, ‘just the two of us’ ressoa nas caixas de som da sala, e estamos dançando agarradinhos com a música. Junni deixa um beijo carinhoso na curva de meu pescoço, enquanto nos movemos com lentidão.
- Eu queria te agradecer, linda… Não conheço nenhuma pessoa que ficaria a essa hora aqui comigo só pra me fazer companhia e me ver todo melado de suor.
- Que bom que você sabe - Eu rio da sua cara de frustração, e selo nossos lábios num selinho carinhoso - brincadeira amor. Eu viraria a madrugada aqui contigo se fosse necessário, e não iria me importar nem um pouquinho - levo uma das minhas mãos ao seu queixo e acaricio, achando adorável a forma com que ele fecha os olhos e descansa o rosto em minha palma, parecendo até mesmo um gatinho.
Ficamos num silêncio confortável, a música nos embalando enquanto nos encaramos apaixonados e nos beijamos.
- Mas você ainda vai me pagar um jantar bem gostoso pelo date que a gente perdeu.
Ele ri soltando o ar pelo nariz, o sorriso branquinho tomando conta de seus lábios - Posso fazer algo bem mais gostoso que um jantar… - Aperta minha cintura com mais força, conseguindo sabe-se lá como colar mais ainda nossos quadris. Eu sorrio com a forma que o seu fogo nunca parecia apagar.
- Eu adoraria ver, Choi Yeonjun.
Sorri sacana, daquele jeitinho que só ele sabia fazer, passando a língua pelos lábios para morder logo em seguida.
Por mais que todo o tédio me consumisse nessas noites, sempre valia a pena fazer companhia para ele, onde só restavam nós dois no nosso mundinho particular. Só nós dois.
Contém: conteúdo sugestivo, consumo de álcool, Doyoung e leitora super boiolas um pelo outro;
N/A: Essa coisa linda foi escrita em conjunto com a @helixnebula, minha linda bestie gigi (pra não dizer que ela fez tudo e eu só fiz o beta)
Você terminava de colocar seus acessórios em frente ao espelho do quarto que dividia com Doyoung, conferiu sua aparência no espelho antes de pegar sua bolsa que se encontrava em cima da cama e estava pronta. Você e Doyoung estavam de férias por alguns dias em Paris e estavam se preparando para sair para jantar no L’atelier de Joël Robuchon, restaurante duas estrelas Michelin que vocês sempre quiseram conhecer, mas devido as agendas sempre lotadas, nunca tiveram a oportunidade.
Ao passar pela porta, pode encontrar o Kim de pé no meio da sala do quarto do hotel no qual estavam hospedados, sua presença e o barulho de seus saltos contra o piso de madeira chamaram a atenção do mais velho que logo levou o olhar até sua figura, analisando cada detalhe de sua aparência e sorrindo como um bobo.
– As vezes eu desconfio que devo ter salvado um país na outra vida pra ter você na atual. - Se aproximou, segurando seu queixo delicadamente com uma mão e depositando um selar demorado em seus lábios. – Você está espetacular, mon amour.
Não pode evitar que uma risada leve saísse ao ouvir ele te chamar dessa forma. – ‘Tô pensando seriamente em passar mais tempo na França se isso significar que você vai me chamar assim mais vezes. – Então o Kim sussurrou em seu ouvido dessa vez “mon amour” e sentiu seu coração dar piruetas, era fraca demais por ele. – Vamos logo, linda.
Ao tocar na maçaneta do quarto do hotel, ouviram um barulho estrondoso vindo do lado de fora, era um trovão. Começara a chover em Paris. Não conseguiu esconder a decepção que tomou conta de seu rosto, vocês passaram tanto tempo planejando esses encontros na cidade luz e logo quando estavam prestes a sair um temporal assola a região.
– Eu não acredito nisso! – Diz voltando seu corpo para a varanda do quarto, olhando a paisagem do lado de fora tornar-se cada vez mais molhada. – Não acredito que me arrumei à toa! Vamos perder a reserva do hotel e nem vai dar pra passear após o jantar. – A decepção era clara em sua voz, estava tão animada para aquela noite que não imaginou que seus planos seriam estragados dessa forma.
– Ei, ‘tá tudo bem. – Doyoung passou as mãos pela sua cintura, apoiando a cabeça em seu ombro, deixando ali um selar reconfortante enquanto também olhava para o lado de fora do hotel. – Você está linda demais para não aproveitar, o que acha de fazermos algo aqui no quarto mesmo?
– O que tem em mente? – Não podia evitar soar frustrada, mas ao menos estava junto de Doyoung, por mais que seus planos iniciais tenham sido levados água abaixo, literalmente.
– Podemos abrir a garrafa de Chablis que compramos ontem e cortar aquela peça de brie que encontramos no mercado outro dia, o que me diz? – Sentiu o aperto do mesmo aumentar, não negaria que o convite te interessava muito. Poder passar um momento mais íntimo com o Kim apreciando um bom vinho era algo que nunca recusaria. Portanto, acenou positivamente com a cabeça, virando o corpo para depositar um beijo singelo na bochecha do mais velho – Então, meu bem, pode se acomodar na varanda que já trago nosso vinho e queijo.
Com isso o Kim foi em direção ao frigobar pegar o que havia prometido e você abriu a porta da varanda da sala do hotel, fez questão de arrumar a posição da pequena mesa que havia no lugar para que ela ficasse em frente ao sofá de canto presente no local, para que pudessem apoiar as taças, a garrafa e a tábua. Ao terminar, sentou-se em um dos lugares do sofá e aguardou a chegada de Doyoung enquanto assistia a chuva que caía lá fora, a qual não lhe atingia devido a proteção de vidro da sacada.
Poucos instantes depois o Kim chega equilibrando o vinho, as taças e uma tábua com o queijo que haviam comprado perfeitamente cortado, não pode evitar em se sentir realizada ao notar o capricho com o qual o outro havia preparado aquilo, por mais simples que fosse. – Não poderia desperdiçar você tão linda assim com qualquer coisa, então fiz questão de preparar como se fosse algo que um chef faria, espero que tenha gostado.
Não tardou em se virar para o mais velho, que agora encontrava-se sentado ao seu lado, e acariciar sua bochecha com sua mão direita, podia ver nos seus olhos o quanto ele esperava sua genuína aprovação sobre seu esforço e então lhe deu a resposta mais sincera que encontrou no momento. Depositou um beijo demorado e leve em seus lábios, ocasionando num sorriso logo em seguida. – Eu adorei tudo, meu amor.
Após mais alguns selares, se serviram com o vinho e passaram a conversar sobre diversos assuntos cotidianos, sobre sua viagem até então enquanto assistiam os pingos de chuva caírem furiosamente sobre as ruas e molhar a paisagem parisiense. Após algumas taças de vinho, pode notar que Doyoung já se encontrava um pouco mais “alegre”, era nítido que o álcool estava surtindo efeito e você não podia não o achar adorável e extremamente atraente. A forma como já se encontrava sem seu blazer devido ao calor que a bebida o havia proporcionado e o rosto levemente avermelhado eram seu atual interesse, não conseguindo desvencilhar seus olhos da figura masculina ao seu lado.
De repente, o Kim levantou-se do sofá e ofereceu uma mão a você, fazendo menção para que a segurasse e se levantasse. – Dança comigo? – O pedido a pegou de surpresa, culpava a bebida pela súbita animação do outro, mas nunca recusaria um pedido para dançar com Kim Doyoung.
Então ele deu play em seu celular, que havia conectado a caixa de som que havia do outro lado da varanda, então as primeiras notas de All I Got tomaram conta do ambiente. Sentiu um dos braços do mais velho te puxar para mais perto, colando seus corpos, levou seus braços até seu pescoço e os deixou ali, então passaram a se movimentar lentamente pela varanda.
Queria culpar o álcool, mas não podia evitar sentir seu corpo cada vez mais quente. O som da chuva caindo lá fora, a música que invadia seus ouvidos, o calor do corpo de Doyoung colado ao seu e te guiando da forma mais sensual e elegante possível, tinha certeza que estava fantasiando demais, devia ser o vinho. Entretanto, ao abrir os olhos, pegou Doyoung no pulo lhe encarando com os olhinhos puxados reluzentes e se sentiu acanhada por um segundo, sabia que seu rosto havia ficado tão rubro quanto a bebida que tomavam.
– Você ‘tá tão linda. – O Kim disse enquanto acariciava seus cabelos, colocando uma mecha atrás de sua orelha e deixando um beijo singelo em sua bochecha. – Eu quase não consigo aguentar. – sentiu o nariz percorrer a lateral de seu rosto e seu maxilar, deixando ali um beijo. Você sentiu seu corpo todo entrar em combustão com apenas aquele inocente gesto, mais uma vez culpando o álcool que, cá entre nós, não tinha um papel tão relevante assim no seu estado atual, seu motivo era muito mais físico.
Se aproximou da orelha de Doyoung, não sem antes deixar um selar em sua bochecha que o fez sorrir, e não se conteve em sussurrar: – Então não aguente. – E com essas palavras, sentiu o aperto em sua cintura aumentar e seu corpo ser guiado em direção ao parapeito e vidro da varanda, logo tendo suas costas chocadas levemente contra a estrutura. Então encarou o mais velho novamente e pode ver um sorriso sugestivo surgir em seus lábios ao mesmo tempo que trouxe seu quadril de encontro ao dele com mais força. – Você ainda vai me enlouquecer, mon amour. – Ao ouvir o apelido francês, cravou suas unhas nos ombros largos enquanto sentia o choque dos lábios macios contra os seus em um beijo fervoroso, tinha certeza que quem enlouqueceria ali era você se ele continuasse te chamando dessa forma, mas não queria que aquilo parasse.
– Repete. – Doyoung cessou o beijo, deixando uma mordida leve em seu lábio inferior, para encarar seu rosto e ter certeza do que havia acabado de ouvir. E como se te desafiasse a falar novamente, levantou uma sobrancelha e com uma expressão brincalhona esperou que você implorasse. – Por favor, amor, fala de novo.
– Gosta quando te chamo assim? – Te prensou ainda mais contra a estrutura da varanda, colando-se ao seu corpo que fervia em antecipação e paixão. – Mon amour. – Então sussurrou em seu ouvido, com o melhor sotaque francês que poderia adquirir no momento. Foi aí que você sentiu como se suas pernas viraram gelatina. Não se conteve em fechar os olhos e se deleitar na forma como o apelido soava saindo dos lábios bonitos e agora inchados devido ao beijo.
Não resistiu em puxá-lo novamente para um beijo quente, dessa vez perdeu seus dígitos entre os cabelos escuros porque não conseguia encontrar formas suficientes para expressar como estava se sentindo. O leve gosto de álcool que o beijo de vocês tinha lhe entorpecia, as mãos compridas passeando pelo seu corpo era como brasa queimando. Doyoung trazia à você o calor do inferno em meio ao torpor do paraíso e você nunca se cansaria disso.
– Prefere terminar essa noite no quarto? – Ele perguntou ao cessar os beijos e continuar com as carícias pelo seu corpo, lhe encarando com as íris transbordando luxúria e a pele quente como se estivesse prestes a entrar em combustão.
– Eu estive pensando e… – Você então aproximou seus lábios da orelha do Kim, sussurrando inebriada pela tensão. – Quero que ela termine aqui. – Não pode evitar em soltar um riso leve ao notar o aperto em sua cintura se intensificar e as orbes escuras lhe encararem espantadas, sentimento que logo foi substituído por pura lascívia.
Então vocês continuaram a noite ali, naquela varanda, com a cidade luz como paisagem e a lua testemunha de sua paixão.
Conteúdo: sub!Jihyo, dom!leitora, breast e nipple play, meio que Jihyo pillow princess, praise
N/A: gostaria de culpar meu período fértil a isso aqui e pq a Jihyo é muito linda queria muito carinhos dela :(
- Hyo… - você clama, com a doçura escorrendo quase que de modo palpável da sua boca - Deixa eu te fazer carinho?
- Hm? - desvia os olhos do celular para te encarar de soslaio. Estava jogada na cama após um dia cansativo de trabalho, só queria um pouco de descanso digno e passar um tempo na sua presença - Claro amor, vem cá.
Num piscar de olhos, uniu-se a ela no colchão. Jihyo voltou a atenção a tela do aparelho conferindo suas redes sociais e respondendo mensagens no KakaoTalk. Enquanto estava distraída, deitou-se de ladinho serpenteando os braços ao redor da cintura moldada da namorada e encaixa o rosto na curva de seu pescoço, inalando o cheirinho do sabonete floral que usara no banho. A respiração fraca perto de seu ouvido a fez arrepiar, rindo da sensação.
- Assim faz cócegas, amor - ajeitou-se melhor para a nova posição que você decidiu tomar, passando o braço esquerdo por trás de sua cabeça, unindo mais ainda os corpos. As unhas bem feitas se perderam nos fios do seu cabelo, massageando o couro cabeludo como gesto de afeição. No entanto, por mais que a sensação do cafuné da Park fosse deliciosa, havia outro gesto de carinho que você estava interessada e se encontrava a milímetros do seu rosto.
Sabia da constante hiper-sexualização que Jihyo sofria na indústria. O corpo lindo ao seu ver sendo vendido como nada mais que um produto, sempre tendo estranhos mundo afora cobiçando as curvas da sua amada; Era um incômodo para ambas, ser vista constantemente com olhares luxuriosos em especial para o busto da Park. Porém, era impossível negar o quanto aquela área em específico também te atraía tanto.
Se sentia parcialmente culpada, às vezes até comparado-se àqueles que nutriam pensamentos pervertidos relacionados a sua parceira, mas sabia que o sentimento não era igualável, pois você nutria um amor e devoção genuíno a tudo que envolvesse Jihyo. A forma como o peito subia e descia após um orgasmo intenso, como pareciam atraentes daquele ângulo e a forma de como a blusa de pijama não parecia contribuir para esconder os seios te levava à loucura pouco a pouco.
Sua mão que descansava na barriga de Hyo foi ganhando vida aos poucos, brincando de forma aparentemente inocente com a barra da blusa, ocasionando num sorriso adorável por parte da mais velha com seus toques suaves. Qual não foi a surpresa quando os dedos atrevidos adentraram de vez a roupa, acariciando com cuidado as auréolas e os biquinhos.
- Amor… - chamou baixinho, a concentração no celular indo embora pouco a pouco com o carinho indecente. Você sabia como Jihyo ficava mole mole com a atenção naquela área, e estava determinada a demonstrar que a namorada poderia até mesmo gozar intocada, tendo único estímulo seus beijos e apertos nos seios voluptuosos.
- Que foi? Tô dando teu carinho - pagou de desentendida, beliscando o bico do seio esquerdo enquanto selares molhados eram depositados no pescoço. Jihyo não conseguia se conter, arqueando a coluna em direção às suas mãos e soltando murmúrios baixinhos.
- Mais… Por favor, mais - implorou, jogando o celular bloqueado para atrás dos travesseiros, te encarando com aqueles olhos pidões que te derretiam toda.
- Como minha menina é obediente - por mais que lhe doesse quase que fisicamente se separar do corpo quentinho de Jihyo, teve de fazê-lo por uma boa causa. Tirou as mãos de seu busto e cintura para sentar-se sob o quadril da líder, expondo com cuidado os seios para fora do pijama e suspirando com a visão - Tão linda minha Hyo, a mais linda de todas - deu beijinhos suaves no vale entre os peitos antes da boca apossar-se do mamilo esquerdo, sugando, mordendo enquanto o outro era acariciado com todo cuidado do mundo, demonstrando por atos o amor que transbordava em seu ser. Park afundou as mãos em seus fios aproximando mais - se é que era possível - seu rosto de sua zona erógena.
Os gemidinhos sôfregos eram música para teus ouvidos, deliciando-se com o cheiro da pele macia e delicada e em como conseguia fazer com que Jihyo ficasse entrega em poucos toques. Perdeu a noção de tempo enquanto se divertia sugando alternadamente os peitos da namorada, a ponto de que chegaram numa coloração rubra visível de longe. Foi ficando mais e mais bruta com os selares e beliscões, proporcionais com o tom das lamúrias da mulher - S-se continuar assim, eu acho que… Acho que vou- Hm! - foi pega de surpresa por uma mordida certeira no seu bico.
- Então vem, princesa, geme bem gostosinho pra mostrar como minha mulher é sensível - desgrudou momentaneamente os lábios da pele, mas continuava a torturar os biquinhos inchados. Foi em meio aos elogios carinhosos que derramava sobre ela, que Jihyo gozou.
Enquanto recompunha-se, saiu de cima do corpo curvilíneo observando a mancha úmida que atravessou os tecidos da calcinha e do short do pijama que usava. Deslizou as mãos pelo local, dedilhando os grandes lábios ainda por cima da roupa.
Taeil: Eu tenho a impressão de que ele seria o maior apoiador dos seus cachinhos, sempre comprando toucas de seda ou os produtinhos que você quisesse, até porque a coisa mais importante pra ele é que você se sinta confortável consigo mesma;
Johnny: Não muito diferente do Taeil, ficaria horas contigo enquanto escolhe os xampus e condicionadores corretos pro seu tipo de cabelo. Por mais que seja um pouco confuso pra ele com tantos termos e funcionalidades (já que ele tem um cabelo bem liso) ele sempre te faz companhia;
Taeyong: *tópico sensível* O ty seria APAIXONADO pelos seus cachos. Pediria pra ensinar como fazer cafuné sem estragar o day after, quando tomam banho pede pra aplicar alguns dos produtos em você. Ele entende que é cansativo ter todo um cuidado com os cachos, e que eles te fazem quem você é, então sempre tentaria ajudar o máximo possível;
Yuta: Definitivamente o neo que mais entende o seu cuidado com o cabelo. Como a gente bem sabe, o yuta AMA o cabelão dele e muito provavelmente já ouviu uma penca de comentário desagradável pela escolha dele, então se alguém OUSA criticar o seu cabelo (que não penteia, não lava, ficaria muito mais bonito alisado) ele vai com tudo pra cima da pessoa;
Doyoung: Eu imagino que ele vá ficar bem curioso em como o processo de cuidar dos cachos funciona já que não é normal encontrar cacheadas naturais na Coreia, então ele sempre pesquisa videos de finalizações ou recomendação de produtinhos pra umectação e te mandar;
Jaehyun: Um pouco similar com o Dodo. Ele já tá mais habituado a ver cacheadas por aí, então te ajuda no processo de finalização ou outra etapa da sua rotina capilar (mas ainda assim é muito curioso e fica com receio de fazer alguma besteira);
Jungwoo: Eu aposto todas as minhas fichas que o Jungwoo seria fascinado pelos seus cachos, sempre que tivesse a oportunidade ficaria encarando com uma cara de cachorrinho abandonado, apreciando a forma que as ondas se formam do seu couro cabeludo as pontas e o passatempo favorito dele é brincar com as pontas do seu cabelo enquanto estão de conchinha;
Mark: Consigo imaginar perfeitamente ele te observar durante sua rotina capilar e analisando seus produtos “então tipo… Teu cabelo tem alzheimer?” “Como é que é, Mark?” “É que tu tem um tal de ‘memorizador de cachos’, pra que isso funciona?”. Por mais que você explique pra ele oque cada produto faz, ele sempre vai esquecer algo ou se confundir;
Haechan: Eu genuinamente acho que ele ia pedir pra toda vez que você molhar o cabelo para pentear, ia se oferecer pra ajudar só pra sentir a textura dos seus fios (e principalmente se você tiver um cabelão) e acha super divertido fazer dedoliss/amassar os cachos pra espalhar melhor o creme.