A fé palpável Afável ao toque Palatável ao beijo Paupérrima ao termômetro Em teus olhos o rebanho passional Pronto para mudar de filo e fazer-te líder da colmeia Satisfaça a sátira com teu bis Arlequim Antevendo as tempestades de camurça Teu calcanhar é o almoço O amor admirável de gado O novo calmante calcificado Terá tarefas amenas e meia dúzia de trabalhos A maçã de plástico lhe intimida Por dever juras parceladas À serpente bélica cristã A própria superstição de cajado Desintoxicação do alívio Conforto, formol aldeído Idolatrando o mantra à paredes Cárcere santo ao mundano do cortejo de todos... Primal messias, Rogando espadas aos não contribuintes Corte seco cegara a própria paz pálida A miragem migra à língua de hidra O roxo ao sol era prova de amor O sal selva e caminhos diluídos Exposto, era esposo de meninas dos olhos Clama por pele incandescente de presença Force a prece ao teu amor Amaldiçoando-o com o maldizer pueril O corte aberto de bibelô era convite Venham cear da veia artística exibida...
Toxicodependência, Pierrot Ruivo




















