“eu lembro claramente quando você me disse que NÃO nos encontramos no momento errado e que podemos fazer qualquer momento ser o certo para nós, eu lembro que você me fez acreditar nisso, eu lembro que eu QUIS acreditar nisso. eu lembro quando nos conhecemos e eu disse que tudo na vida termina, a coisa sendo boa ou não, sempre termina, sempre há um prazo de validade... você me fez colocar meus pensamentos sobre isso de lado e começar a acreditar/desejar que fôssemos para sempre e eu acreditei, eu te juro... mas não fomos. Tá sendo duro às vezes, eu sinto falta de você, da facilidade que me fazia sorrir, do teu jeito estressado comigo, da forma que você vivia de gracinha e me irritando, quando você ficava fofo com ciúmes e eu rindo de ti enquanto você falava “to vendo graça nenhuma”... obrigada, por ter feito eu querer lembrar de tudo isso, obrigada por ter sido o maior motivo de eu ter parado de tomar meus remédios, obrigada por ter sido uma parte boa do meu ano, por ter segurado a minha mão, por ter andado de mãos dadas comigo, por ter cantado pagode pra mim no meio da multidão, por ter enxugado as minhas lágrimas, obrigada por ter me feito chorar de felicidade, por ter feito eu acreditar que eu tenho potencial e que devo viver. Dói saber que terminamos assim, que REALMENTE nos encontramos no momento errado, eu deixei tu ir e tu se foi, seja livre, viva sua vida... Se for pra realmente ficarmos juntos, iremos ficar! mas se não for, meu bem, tá tudo bem!” - Mais uma de mil cartas que nunca serão lindas (@amoradiante)

















