my netrunner girl credo she makes me go
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my netrunner girl credo she makes me go
“Can’t sleep?” (daddie)
send me ‘can’t sleep?’ to have a tired conversation with my muse in the middle of the night.
Conseguia ouvir a voz de Addison reverberando por sua mente e talvez aquela fosse sua pior sina.
Era o sotaque, o tom de voz dócil e o jeito que ela conseguia desmanchá-la com pouquíssimas palavras, essas parecendo tomar nuances de preocupação. Mas Dominique sabia mais do que isso. A conhecia bem mais do que isso, e só por essa afirmação, tinha pleno conhecimento que ela provavelmente tinha bebido mais, pelo horário que o relógio mostrava. Que tinha sido tocada por outros, assim como ela própria fora. Sabia das confusões que provavelmente tentaram lhe envolver. Dominique sabia muita coisa, mas naquele momento, não parecia saber… nada.
Porque sua mente vazia, que só conseguia escutar a ex-namorada, não parecia preparada para sequer devanear, coisa que constantemente se pegava fazendo. Era inevitável, portanto, o maxilar travado, a respiração audível, o olhar fixo em sua bebida. A nova iorquina sequer piscava, aliás, porque estava presa naquele momento: por entre perguntas supérfluas de Addison e o agarrar forte no copo, encontrou forças para virar sua fronte, a fim de encará-la.
Linda. Óbvio.
Ela sempre foi linda, com os jeitinhos parecidos com os seus; igualmente femininas, mas marcadas pelo trabalho, pelas jaquetas de couro e os olhos inchados e marcados de olheiras. Dominique respirou fundo, arqueando uma das sobrancelhas, questionando-a. “Why do you care, again?” Seu tom era naturalmente ríspido, sem carinho, desafiador. Era uma forma pessoal da Hwang de se proteger, porque sua chateação era tanta que as palavras frias e claramente tristes lhe davam algum conforto: assim, Addison não conseguia machucá-la tanto. “Because, you see, Addison,” Enquanto falava, chamando atenção dos outros, a dona dos fios escuros levantou, ainda segurando o copo cheio de um conteúdo que ela não conseguia diferenciar. Ou degustar, realmente. “From what I fucking recall, I’m not a… what did you say? A friend. I’ve never been a friend. So it’s not like you even care if I’ve been sleeping or not, right?” Demandava respostas, e todas elas ríspidas, de queixo erguido. Queria que ela respondesse, queria brigar.
E o queria porque, bem, era assim que conseguia a atenção dela. Pelos gritos, por mensagens, por uma briga de ego. As expressões frias sequer ousaram em relaxar, mas não perdeu contato visual. Não iria o fazê-lo, não antes de Addison, por seu orgulho. “But for the record, no. There’s a person keeping me awake and, if you excuse me, I need to head back.” É claro que, por seu tom e jeitinho de agir, Dominique poderia se referir a um outro alguém, mas não. Quem a mantinha acordada era Addison, sempre Addison, não os outros que passavam por suas mãos e cama quando a solidão batia. Sempre foi Addison.
“And before I forget?” Entregou o copo pra ela ao passo que delineava o sorriso mais cínico, mas com fundos de nostalgia. Aproximou-se, ficando a poucos centímetros da ex-namorada, sentindo o corpo ferver por toques dela. Mesmo assim, manteve a distância. “Fuck you, Addie.” Terminou, afastando-se de costas.
Dominique não tinha sequer coragem de observar as feições bonitas em tristeza, porque sabia que era assim que ficaria. E foi embora, sem olhar, sem pensar, mas com a certeza que, mais uma vez, não pregaria os olhos de noite.
"Non ci credo...". E Cahill reagisce così...
Wimbledon, standing ovation sul centrale per Sinner Standing ovation del pubblico, ma anche dei suoi coach Cahill e Vagnozzi, in particolare nell’ultimo game della partita quando il numero uno del mondo ha annullato una palla break con uno splendido dritto a incorciare, un colpo con un livello di difficoltà estremo. Vukic è rimasto senza parole e questo è stato il commento in diretta dell’ex…
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At this point, just read Deadly Fortune instead of playing dmc4. What the hell
Per quanto ormai il grigio annichilisca la vita...tu credi agli unicorni sballonzolanti dagli arcobaleni?
Credo fortemente alla natura, agli animali, alle persone ricche dentro. A mia madre. Credo alla bontà d'animo, a due occhi che ti guardano con meraviglia, nei sorrisi che quasi quasi vorresti toccare; mani sul viso prima o dopo un bacio. Nella delicatezza, nella sensibilità eterna. Raccontatemi qualcosa di diverso, ma questa è solo una parte di quello a cui credo.
Ha la capacità di mancarmi anche quando non ci penso.
E' molto bello "Dai un appuntamento ad una ragazza che legge" di Rosemarie Urquico. Però credo che molti ragazzi da tutto quel papiro riescano a trarre un'unica conclusione: ad una ragazza che legge bisogna chiedere un appuntamento via sms.