ight i thought i’d hold off on sharing until i finish a full release, but fuck it, here’s a song i made. it’s a demo/pretty rough still but i like it anyway ♡♡♡

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Não é filme/série de terror se os personagens não forem assim 😐 😂 #Série: Disk Duny [1x02] + trechos da série #llla_diskduny | #diskduny
que asco escucharles hablar de esta manera, cualquiera que piense que fue en beneficio de venezuela vive en un termo
(Relatos de terror)
Café
— Não chore. Shiii... Sem alardes, por favor. Vamos apenas tomar nosso café. Tenho certeza de que não quer que ninguém nos interrompa, não é?
A mão calejada desliza pelo rosto da mulher que sente o arrepio da morte percorrer sua espinha. Onde ela está? Não se lembra de muita coisa. Os últimos flashs da mente foi do líquido preto sendo derramado, manchando o vestido perfeitamente engomado. Ela poderia responder ao homem de porte pequeno à sua frente, caso não estivesse amordaçada. No entanto ficou calada, engolindo a onda de pânico a cada movimento que o estranho dava na casa.
O cheiro de mofo imperava no recinto pequeno e apertado. À mesa, uma garrafa vermelha, duas xícaras e algo que mais parecia um bolo. O estranho sentou-se, fitou os olhos da vítima, como se quisesse ver por dentro da sua alma a certeza do que já iria perguntar.
— Vou desamarrá-la, mas nada de gritos, entendeu? — A voz sai como um sussurro carregado de ameaça, que ela sabia não ser um blefe.
A vítima assentiu com um leve movimento de cabeça. Ele chegou mais perto, se postou por detrás dela e a libertou das cordas grossas que lhe feriam os punhos. Um alívio. Seu corpo tremia. Os batimentos aceleraram, quanto sentiu as mãos do seu algoz por detrás da sua cabeça. Ele estava liberando sua boca, sua voz, seu único instrumento para pedir socorro. O cheiro dele era insosso, uma mistura de mato com graxa e farpas de madeiras. Ele retirou o tecido.
— Agora, prove o nosso café — pediu ele, em tom amigável, retornado à mesa.
Ela não poderia subestimá-lo. Sem hesitar levou a mão à xícara e percebeu o quanto estava tremendo pelo balançar do líquido no objeto. Ouviu-se um riso, ele estava gostando daquilo, de vê-la naquela situação. Sua mão parou diante dos lábios, quatro dedos, quando ela avistou a porta milímetros aberta. De fato ele nunca deixaria a casa aberta, talvez a tenha se enganado, quanto saiu para colher alguma coisa, que deduziu ela serem laranjas.
Um fio de esperança correu por seu corpo. Poderia fugir. Já não sabia quanto tempo estava ali, talvez horas ou dias. Não deixaria essa chance escapar. A tosse do homem do outro lado da mesa a fez voltar para o momento. Ele continuava a bebericar a xícara quando uma onda feroz de tosse o fez levantar e dirigir-se à cozinha. Foi então que sua chance se revelou. A mulher largou a xícara na mesa e o café derramou, pingou no piso encardido, descendo para o canto da mesa. Ela não estava preocupada com isso, só queria sair dali, no entanto, no momento em que se virou para dar adeus, o machado afiado lhe atravessou.
“Texto não revisado”
Breno Brasilleiro
(DE TERROR)
i don't make art for a screen
please check out miiii new song ♡