Era inevitável o olhar preconceituoso de algumas pessoas nos vendo de mãos dadas, eles realmente parecem estar recriminando a nossa atitude. Mas tentamos não dar bola, a necessidade de sentir Débora ao meu lado era bem maior. No meio do caminho, resolvemos passar em um supermercado e comprar alguns doces. Quando estávamos próximas de casa, Débora reclama de uma dorzinha abaixo do umbigo. Ao chegarmos, abro o portão, e Déb passa em minha frente, me deixando notar uma leve manchinha de sangue em sua calça. – Acho que descobri o porquê da sua dorzinha amor, isso se chama cólica. – Digo fechando o portão. – Eu não acredito nisso, jurava que era só daqui duas semanas. – Tadinha da minha princesa. Vamos ao meu quarto que te empresto uma roupa, é bom que fica mais a vontade. – Difícil me sentir confortável nesses dias. Abraço Déb por trás, massageando de leve sua barriga, seguindo em direção ao meu quarto. – Eu aproveito e já pego um remedinho pra ti, logo vai estar bem. – Senti Débora meio envergonhada com a situação. – Ah, obrigada meu amor, mas antes de remédio vem comigo pra achar o que vestir? – Juro que se não estivesse nesses dias falaria pra você ficar pelada, mas tudo bem. – rindo baixo, abro o guarda-roupa. – Vamos ver, acho que pode colocar esse short e essa blusinha, o que acha? – Digo entregando a roupa pra ela. – Pra mim está ótimo, vou ao banheiro me trocar ta? – Tudo bem, o pacotinho de absorvente está na gaveta do armarinho bebê. Vejo Débora seguindo para o banheiro, aproveito para me vestir também, escolho uma camiseta um pouco grande, coloco a mesma e faço um coque no cabelo, saio do quarto rumo a cozinha, procurando algo para o nosso almoço. Levanto um pouco os pés para pegar o bote de bolacha, sinto minha camiseta subir. – Você realmente vai ficar de calcinha Giovanna? Que vaca, não me provoca assim poxa. – Déb eu não to provocando. – voz de neném. – Sabe que não podemos deixar a bolacha aqui em baixo que a Flavinha come tudo. – faço biquinho. Débora se aproximando de mim passa a mão pela minha cintura e me puxando pra ela, praticamente ao mesmo tempo em que me pressiona contra o armário. Ela olhava fixo em meus olhos, e deixava sua boca quase na minha, quando disse: – Você fica uma delicia assim neném. – Assim como? – Falo fazendo um biquinho sexy. – Desse jeitinho dengoso e safado ao mesmo tempo. – Mordo o biquinho dela, puxando até se soltar. – É mocinha? Que ótimo saber disso, mas a gente não pode fazer nada né? Ta com dorzinha, não vou judiar de você. Viro meu corpo, mas continuo grudada nela. Levanto novamente os pés pra pegar o pode de bolacha deslizando minha bunda pela tua barriga. – Giovanna, disse que não ia judiar e deixa essa bunda grudada em mim? Sacanagem. – Solto um riso safado. – Larga dessa bolacha e vem cá princesinha. – Mas você não ta com fominha? – voz de neném. – Fominha de você meu amor. – Passo a mão pelo corpo de Giovana, o arranhando levemente. – Desse jeito você ta me fazendo estremecer, caralho não faz isso. – Digo inclinando a cabeça até deitar no seu ombro, solto um gemido baixo. – É meu amor? E se eu te contasse que prefiro você estremecendo na minha boquinha? – Mordo o pescoço dela, logo em seguida a seguro pela cintura, puxando entre passos para trás. Ao virar ela para mim seguro seu corpo com força, colocando o mesmo sobre a mesa. – Estou louca para matar essa vontade de você. – Fico entre suas pernas. Sento na mesa entrelaçando as pernas na cintura de Déb, olhando fixo para ela. – Meu coração vai sair pela boca desse jeito gatinha, sente. – Pego sua mão e ao invés de levar em direção ao meu coração, deixo a mesma em cima da minha calcinha, apertando de leve. Tiro a minha mão da dela e apoio na mesa, inclinando o corpo pra trás. Débora massageava meu clitóris por cima da calcinha, logo após deixando a mesma de lado. – Porra, que delicia Gi. – Ela passava seu dedinho na ponta de sua língua. Com a minha respiração ofegante, querendo ter ela toda só pra mim. Senti seu dedo umedecido passando pelo meu clitóris e descendo. – Como eu quero você Giovanna.
Débora e Giovanna (capítulo X).











