Dia 60:
No sabes cuánto te extraño
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Dia 60:
No sabes cuánto te extraño
Día 60: El silencio en las sabanas mata.
Un Chico Escribiendo.
Dia 60: A marca dos dois meses
Sessenta dias. Dois meses redondos desde que a minha vida virou do avesso e o mundo que a gente construiu ruiu de vez. Se alguém me dissesse lá no Dia 1, quando eu nem conseguia segurar o copo de tanto que o braço tremia, que eu chegaria até o Dia 60 inteiriço, firme e de pé no balcão, eu teria dado uma risada amarga. Mas aqui estou eu.
Não vou mentir pra ti dizendo que a dor passou, porque seria farsa. Ela ainda tá aqui, alojada no peito, mais quieta e menos desesperada, mas ainda pesada. A diferença é que a ferida parou de sangrar em carne viva o tempo todo e começou a criar aquela casca dura. O choque da surpresa já deu lugar à realidade fria: ela seguiu a vida dela, o casamento tá logo ali na frente e o meu rumo agora é outro, por mais que os meus pés ainda queiram voltar pro caminho antigo.
Chegar no Dia 60 me mostra que a gente aguenta muito mais rojão do que imagina. Eu passei por noites em claro, por encontros desconfortáveis na rua, por pastas esquecidas no e-mail e por essa falta de ar sufocante de voltar pra um apartamento vazio. Sobrevivi a cada minuto. O meu compasso ainda tá meio desregulado, é verdade, mas o ponteiro já não gira mais em pânico como lá no começo.
Sessenta dias não é cura, meu bruxo, mas é uma prova indiscutível de resistência. É o marco de quem bateu no fundo do poço e começou a subir a ladeira, degrau por degrau, na raça e na teimosia.
Desce a melhor que tu tiver aí na estufa, meu. Hoje a gente brinda em respeito a esses dois meses de tempestade e a cada pedaço meu que continuou de pé.
Dia 60: Quiebre mental...
La noche fue fria y larga, pero logre dormir, mis sueños... todo estaba disperso, como un gran espejo quebrado.... a este paso me volvere loco en poco, entre lo que habita tras mi ojo izquierdo y todo lo demas... Desperte tarde, me cepille y demas, pase el dia leyendo y asi, rato luego de llegar mi familia empezo a sangrarme la nariz... maldita sea, mi cuerpo esta colapsando mas rapido que nunca... a este paso no pasare de este año... El 11 ire a tomar con “H” y varios amigos, cruzo los dedos por que no colapse estano con ellos... no quiero tenerlos en alerta... no quiero ser salvado... quiero hundirme y que ellos salgan adelante; ademas, sin mi ellos estaran bien, les enseñe bien...
60-Uma música para acelerar em uma estrada
The Tunnels - We Are Infinite
Día 60 (25 de Noviembre del 2014): Me duele porque nos quisimos, lo hacíamos y sólo quiero creer que eso puede volver pero sé que no.
Marian Almaguer. (Diario 2, 21:36)
Dia 60: Uma música que seus pais ouviam.
Walk of Life - Dire Straits;
(...) Ele toca a música sobre uma doce amada mulher Ele toca a música sobre a faca E ele faz o andar, ele faz o andar da vida Sim, ele faz o andar da vida (...)
Eu realmente gostaria de ter uma música marcante em relação ao relacionamento dos meus pais, que tenha uma linda história e blábláblá, mas não existe. Minha mãe sempre esteve aqui o tempo todo. Meu pai, só sei seu primeiro nome e profissão, não sei onde ele está, como é, se é casado, se tem mais filhos, não sei nem mesmo se ainda está vivo. Não sei nem mesmo porque eles se separaram. Então, eu não tenho nada sobre ele. Mas, sobre a música. Minha mãe a ama. Depois de seus CD's do Queen e do Abba, o seu preferido provavelmente era uma chamado "Relembrando 70 e 80", e esta era a primeira faixa do álbum. Mas ela não sabia. Quero dizer, está musica esteve conosco durante toda a minha infância, e eu nunca soube o nome dela, a capa do disco se perdeu então não tínhamos a lista de músicas, e foi a um tempo que eu a encontrei. E bom, como é algo que minha mãe já gostava antes mesmo de eu estar aqui, escolhi por ela. Ela é especial. Precisava de um espaço aqui. Para mim, tudo que minha mãe gosta, só por ela gostar, se torna especial.