zine "no toques el timbre" buenos aires, outoño, 2024

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zine "no toques el timbre" buenos aires, outoño, 2024
Saudade já - 25/02/20 #carnaval #direitoacidade #sarnavalsp #urbanphotography #streetphotography #sampa #streetclassics #street_vison #streetdreamsmag #streetphotographerscommunity #streetsgrammer #streets_storytelling #spjstreets #myspc #life_is_street #rawurbanshots #cityscape (em Pátio do Colégio) https://www.instagram.com/p/B9HmaRpHnz4/?igshid=16plnq212p3uy
23/06/19 #saopaulo #sp #sampa #saopaulocity #saopaulowalk #spdagaroa #splovers #sousampa #amorpaulista #urbana #urbanphotography #nikon #citylights #cityscape #rua #streetphotography #niemeyer #archsp #direitoacidade #lgbt (em Parada do Orgulho LGBT de São Paulo - APOGLBT) https://www.instagram.com/p/Bzg_aNAnmBG/?igshid=p6kz95cwm1fl
26/07/19 #saopaulo #sp #sampa #saopaulocity #saopaulowalk #spdagaroa #splovers #sousampa #amorpaulista #urbana #urbanphotography #nikon #citylights #cityscape #rua #streetphotography #copan #niemeyer #archsp #direitoacidade #lgbt (em Instituto Pólis) https://www.instagram.com/p/BzQoH2Tna34/?igshid=as930f5gsavb
“Amar e existir sem medo” - 19/06/19 #pride #lgbt #institutopolis #direitoacidade #copan #saopaulo #paradalgbt (em Instituto Pólis) https://www.instagram.com/p/BzDq66on3Oo/?igshid=23h14unrf537
O Direito à Cidade em Tempos de Eleições
Aprofundamentos 1: Ocupação e Direito à Cidade
A notícia traz uma proposta de instrumento para mitigar o planejamento da pobreza no Brasil, a Rede de Inclusão e Direito à Cidade. Ela abrange o abandono e a exclusão promovidas pelo Estado, que mesmo propondo políticas públicas, essas ainda são insuficientes para atender a população periférica, de zona rural e pessoas em situação de rua, e que reforçam ainda mais a exclusão social. Ao mesmo mesmo tempo ela apresenta possíveis soluções para o problema. Os pontos mais relevantes são: a abrangência do conceito de periferia, incluindo pessoas vulneráveis ou que vivem nas ruas, desassociando o direito à cidade com o vínculo a terra, o rompimento da mentalidade excludente que predomina nas ações estatais, a participação ativa da comunidade e a necessidade de garantia dos direitos fundamentais para essa população.
Essa população, vive a maior parte do tempo tentando provar ao poder público da sua existência, lutando contra remoções violentas e o desprezo das ações do estado. Deste modo, em Natal, surge uma proposta inspirada em Darcy Ribeiro e Paulo Freire: com 0,5% do orçamento municipal e planejamento territorial participativo, é possível enfrentar segregação das periferias, no acesso a políticas públicas e aos equipamentos urbanos.
Uma das propostas está relacionada a ocupação da terra; “Portanto, é necessário sublinhar a discussão da garantia e segurança do acesso à terra, bem como a permanência das comunidades nos territórios pós-planejamento e inserção dos equipamentos aqui propostos, os quais certamente ganharão valor de mercado, em detrimento de seu status anterior.” Outra exige a implantação de infraestrutura pública, garantindo direitos básicos como saneamento e dispositivos de drenagem sustentável. De equipamentos de cultura e lazer, tão importantes para a formação das pessoas, espaços livres, equipamentos de utilidade pública como velórios, hortas comunitárias e ateliês, e por fim equipamentos de interesse ambiental como parques, museus e educação ambiental.
De modo a alertar o poder público - principalmente municipal - e abranger as populações afetadas, propõe-se um Planejamento que resulte na pactuação de um calendário de implantação dos equipamentos coletivos e políticas resultantes desse instrumento. A Rede de Inclusão e Direito à Cidade é composta de equipamentos, políticas, ações e infraestruturas que serão objeto da construção de cada comunidade num processo democrático de Planejamento Territorial Participativo que deverá enunciar as necessidades e demandas prioritárias para cada comunidade e suas soluções.
O grupo entende a complexidade do planejamento urbano e a variedade de atores envolvidos, que se fazem necessários para a garantia da qualidade de vida e o desenvolvimento da cidadania. Por isso, se faz necessário uma mudança de paradigma no processo de formação da cidade e um predomínio de processos colaborativos entre poder público, privado e popular, como acontece com a Rede de Inclusão e Direito à Cidade.
Centro Sócio Pastoral Nossa Senhora da Conceição, Mãe Luiza, Natal RN, A Rede Inclusão e Direito à Cidade, Natal, 2020, (disponível em: Documentos BR CIDADES)
Link da notícia: https://outraspalavras.net/cidadesemtranse/rede-inclusao-o-direito-a-cidade-em-tempos-de-eleicoes/
Acesso em: 25/09/2020
Grupo: Ana Beatriz Braga, Ana Flávia Basílio, Arthur Araújo, Caroline Alves, Danúbia Rodrigues
Deficientes físicos reclamam da falta de acessibilidade em Juiz de Fora.
A reportagem “Deficientes físicos reclamam da falta de acessibilidade em Juiz de Fora” apresenta as dificuldades enfrentadas por cerca de 40 mil deficientes físicos ou pessoas com mobilidade reduzida, de acordo com o último censo do IBGE, moradores da cidade de Juiz de Fora. As dificuldades de acesso e uso da cidade variam desde a utilização de banheiros públicos até a ausência de rampas de acesso em grandes avenidas da cidade. Apesar dos os problemas encontrados, a Legislação do município é bastante atualizada e não difere da Federal e de outros municípios. O decreto municipal nº 11.342/2012 apresenta toda a normatização exigida para que Juiz de Fora consiga ser uma cidade acessível.
Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina e da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da UFMG e da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), buscou compreender o desempenho ocupacional de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida em Belo Horizonte. O estudo tem o objetivo de compreender os fatores que influenciam a participação e a restrição nas atividades cotidianas das pessoas com deficiência visual, auditiva e motora, totais e parciais. Para isso, serão avaliadas três áreas ocupacionais: autocuidado, lazer e trabalho. A ideia da pesquisa é jogar luz sobre questões que mascaram o universo no qual estão inseridas. “Muitas pessoas com deficiências restringem sua vida a ir a uma unidade de saúde e voltar para casa, muitas vezes acompanhadas da mãe. Queremos saber por que isso acontece, ou se acontecem outras coisas, e se eles conseguem solucionar problemas que nós desconhecemos”, explica a professora do Departamento de Terapia Ocupacional da EEFFTO Cristiane Miryam Drumond de Brito.
O direito de ir e vir de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida muitas vezes é negligenciado na cidade, por conta de condições insatisfatórias de mobilidade. Com arquitetos, devemos, cada vez mais, buscar estruturas urbanas que permitam a todos seus cidadãos acesso e utilização igualitária, devemos nos propor a enxergá-las de forma completa, sistêmica e dinâmica.
Link reportagem 1: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/10/27/deficientes-fisicos-reclamam-da-falta-de-acessibilidade-em-juiz-de-fora.ghtml
Link reportagem 2: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/estudo-busca-compreender-insercao-de-pessoas-com-deficiencia-em-bh
Aprofundamentos 3 - A cidade inteligente: Tecnologia, infraestrutura, meio ambiente e mobilidade urbana.
Postado por: Alberto Horta, Felipe Pádua, Leonardo Melo, Mila Palma e Thaís Comarella
MORADIA DE QUALIDADE EM TEMPOS DE CORONAVIRUS
Em tempos de coronavírus escutamos o tempo todo mandarem todos lavarem as mãos, passarem álcool em gel, ficar a dois metros de distância uns dos outros e usar máscaras. Porém, e quem não possui água potável em casa? Que mora com muitas pessoas? Que precisa enfrentar aglomerações para pegar comida e água, e quem não consegue deixar o espaço que vive limpo? Estamos falando de moradores de rua, refugiados, pessoas que vivem em favelas, e todas as outras pessoas que são deixadas às margens da sociedade e privados da moradia digna. Trazemos para discussão uma notícia e um vídeo, a notícia fala das favelas do rio, as formas que eles estão tentando evitar o coronavírus sem ajuda do poder público (como avisos sobre o vírus e placas em casas que têm idosos) e as suas exigências para o governo, entre elas, a suspensão dos despejos judiciais, distribuição de água e cesta básica. O vídeo fala da situação dos refugiados em Lesbos na Grécia onde os mesmos moram em barracas, não tem acesso a água potável e vivem 6 vezes mais pessoas do que o projetado para, alguns deles estão fazendo mascaras para tentar evitar a contaminação das pessoas no local.
Essas pessoas, apesar de viverem em uma situação precária, estão fazendo o que podem para tentarem evitar a propagação do vírus, porém apesar de todas as indicações de nos mantermos em casa, nosso presidente ainda sim tende a priorizar a economia acima da vida das pessoas, o Brasil tem uma tendência a sempre visar o crescimento econômico a frente de tudo, como nos rompimentos de barragens, desmatamentos, queimadas e desapropriação de terras indígenas.
Link da reportagem: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52032709
Link Vídeo: https://www.bbc.com/news/av/world-52095552/coronavirus-protecting-yourself-in-a-migrant-camp
Aprofundamentos 1 - Ocupações e Direito à Cidade
Postado por: Ana Luiza Correa, Bruna Daldegan, Caroline Amormino, Jéssica Torres e Marcela Aquino.