E de tudo lido, de tudo visto, de tudo percebido por todos os 5.783 anos, é que Deus e Jesus (há aproximados 2.022 anos) nada têm a ver com os problemas divisores do mundo. O Homem é o problema, se em Deus crê ou não crê, se aceitam Jesus ou não: o Homem ambiciona, cerca, usurpa, ataca, suprime, persegue, machuca, mata, engana, porque a sua natureza tem sido acompanhar os gananciosos, hoje, diríamos, os "coachings da vida de sucesso". Aqueles que querem ter dinheiro e poder a qualquer preço e os que descobriram que usar Deus é uma forma de atrair seguidores para os seus próprios interesses, onde Deus é apenas uma figura lendária. Os fabricantes de templos e irmandades do tipo pirâmide. Os chefes das igrejas que não querem pagar impostos, enquanto seus fiéis pagam. Negar a Deus é negar a própria existência. É negar o Universo. A capacidade intelectual. O Homem não surgiu do nada e à ele foi dada uma escolha. Ser bom ou ser mau. Uma grande parte escolheu a segunda opção. Por que eu digo grande parte e não a maioria? Porque se fosse a maioria, o mundo estaria insuportável, de tal maneira que seria para qualquer um respirar como um peixe fora d'água. O Big Bang pode ser uma bela teoria, mas de onde a possibilidade que teria gerado a vida, partiu? Da resposta que nenhum cientista pode afirmar com 100% de certeza. Não ataquem as pessoas que têm fé em Deus. Sabemos que Deus existe na arma de um nazista que falha três vezes ao tentar matar um judeu. Sabemos que Ele existe na cura de alguém que teve câncer. Sabemos que Ele existe quando alguém com HIV consegue estar vivo ainda hoje. Sabemos que Ele existe num resgate. Num sobrevivente de bomba. Sabemos que Ele existe na cena onde uma arma falha a 10 centímetros do rosto de Cristina Kirshner. Deus existe e nem Nietzsche conseguiu matá-lo. Aliás, é Nietzsche quem está morto.
Revista: Tá na cara, não vê quem não quer. 📢












