oi lindezass, sou a drê, player do scott prontíssima para iniciar <3

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oi lindezass, sou a drê, player do scott prontíssima para iniciar <3
Desde que Scott decidira terminar os benefícios de sua amizade, Allison já não era a mesma. Parecia que eles estavam terminando um relacionamento de verdade, e não algo apenas para se beneficiarem durante um tempo. Mas o que ela poderia dizer? O que começara como algo inocente e pervertido - de certo modo - acabara por fazer com que a morena percebesse seus reais sentimentos para com o melhor amigo. Podia até mesmo escutar Lydia dizendo um “eu te disse que isso aconteceria” no fundo de sua mente, mas ela tratou de limpar sua mente. Kira era a razão pela qual ele havia terminado tudo. E Allison se perguntava o quão profundo deveria ser seus sentimentos pela nova garota. Estaria mentindo se falasse que não estava enciumada. Porque agora outra pessoa tocaria em Scott, provaria de seus lábios e seria o alvo de prazer do moreno. ”Stop with that!”. Ela grunhiu, apertando o travesseiro contra seu rosto. Ela não iria chorar. Havia prometido isto. Deveria estar feliz pelo melhor amigo e não daquela maneira. Foi quando escutara a porta de seu quarto sendo aberta que percebera não estar sozinha. Primeiro acreditou ser seu pai, mas quando sentou-se na cama, percebera que era apenas Scott. “It depends on what you’re talking about." A morena forçara um sorriso, levantando-se e ficando um pouco distante do rapaz, seria mais seguro deste jeito. Desviara o olhar, incapaz de fitar o amigo naquele momento. "I love you too." Ela dissera num tom baixo, mas ainda evitando fitar o moreno. "But I can’t do anything about it." Não poderia dizer porque você está me perdendo, que tipo de amiga seria ela? “But you know I’ll be always here." Allison tentara sorrir, mas fora em vão. "But I hope you know that, now you have a girlfriend or whatever, we can’t keep everything the way it was. No girl or boyfriend would like that." Ela estava apenas encontrando um meio para evitá-lo, sabia muito bem disso. Apenas esperava que ele não percebesse. "That’s why I’m kepping some… distance.”
Scott suspirava, afoito consigo mesmo. Odiaria-se se soubesse em algum momento que fizera Allison sofrer. Não sabia dos sentimentos da amigo em questão dos benefícios de sua amizade. Os seus, embora muito confusos, deixando claro a proporção exagerada que tomaram. Ainda temia o fato de assustar a morena com tamanha vontade sentida de estar com ela pelo resto de suas vidas. Amava-a. Não tinha como negar isso; estava explicitado na cara angustiada do rapaz. "Stop it." Dissera num tom suplicativo, em seguida soltando uma risada nervosa. Céus, como pudera ser tão estúpido? "We're not together." Falou, como se isso pudesse finalmente resolver aquela discussão. "We were never together." Ainda tentava explicar sua relação com Kira, porém não conseguia encontrar as palavras. "Tell me what I should do." Tinha medo de dar o próximo passo e ir para o caminho errado, como recém acontecera.
Seria uma grande mentira se dissesse que não estava se divertindo com a situação. Aos poucos, ele virava a conversa para um rumo, e desta vez, fora apenas para brincar um pouco com a irmã mais nova. “What? You can talk about Finn’s dick, I don’t care." Dissera com um sorriso maroto, porém era pura mentira e sabia que Octavia detectaria com facilidade. Não pudera deixar de rir levemente quando a morena virava-se no saco de dormir e logo, Bellamy passou seus braços pela cintura da garota, a puxando para si. "You prefer that I talk about your books?" Perguntara então num tom provocativo, baixo no ouvido da garota.
Por mais que gostasse da risada do irmão, aquele estava sendo um péssimo momento para ouvi-la. Bellamy havia conseguido deixar Octavia furiosa e quando isso acontecia, era um sinal ruim. Afinal, quando estava irritada, a morena passava a ser competitiva. Como a ocasião não lhe serviria de nada seu jeito competitivo, Octavia transformaria-se numa pessoa provocativa. Por um lado seria bom. Bellamy finalmente poderia sentir na pele como é desagradável ouvir elogios sobre os outros. Não pôde deixar de arrepiar-se com os braços do irmão envoltos em sua cintura. Deixou-se levar, finalmente encarando seu rosto brincalhão. "Oh, it's a big dick." comentou, por mais que nunca tivesse tido uma relação sexual com Finn - ainda. "I mean, his dick isn't that big. But it's still Finn's dick and I'll still like to touch it whenever I have the opportunity." proferiu, num tom levemente sério, imitando a frase anterior do irmão. A conversa não estava nem um pouco perto de ser finalizada; sabia o quanto os Blakes adoravam se provocar e isso estava apenas deixando Octavia ansiosa para o desfecho.
Palavras gentis eram apenas o que o rapaz podia dizer. Odiava-se por isto, mas era o único jeito de demonstrar o que sentia de forma encoberta, de modo que Octavia jamais descobriria a verdade. Era melhor assim, não queria que ela descobrisse o quão nojento era seu irmão, por desejá-la de um modo que jamais poderia ter. Sabia que tinha de se afastar, não permitir-se mais ajudá-la nos banhos, não dormirem na mesma tenda. Nada disso ajudava-o a esquecer de tal sentimento. Por Deus, como ele poderia se afastar dela? A pequena Blake era a única pessoa da qual Bellamy jamais conseguiria se afastar. Não novamente. Não após tudo o que eles haviam passado. “I’ll always love you, my little O." Chamá-la de little sister não lhe parecia mais apropriado, por isto ele adaptara o apelido. Seus braços estavam em volta do corpo da morena, puxando-a mais para si. "What… What do you mean with ‘resist anymore’, O?" Ele afastara-se um pouco, de modo a poder encarar a menina.
Ainda tentava ao máximo conseguir lutar contra os sentimentos tão errados dentro de seu peito. Era em vão. Quanto mais tempo ficava na presença de Bellamy, mais conseguia sentir a demasia dor que era amá-lo. Por outro lado, era impossível permitir-se afastar do mais velho. Não poderia jamais perdoasse se algum dia tentasse tal façanha. Por Deus, ele era seu irmão. E por mais errado que fossem as aparências de seus sentimentos, Octavia não permitiria que os mesmos estragassem seu relacionamento fraterno com Bellamy. "I'm sorry, Bell." Em seus pensamentos, sua única vontade era poder ter audácia suficiente para beijá-lo, para tê-lo como seu homem, para finalmente matar a sua vontade de ter o corpo do rapaz somente para si. No entanto, era errado, céus, como errado era tudo o que sentia! "I can't take it anymore." Era tudo o que conseguia falar. Deitou sua cabeça no peito do rapaz, como se o abraça do mais velho fosse capaz de lhe curar.
A garota sequer se lembrava de quando havia saído da casa de Lydia e ido para a casa de Scott, mas isto realmente não importava. Ela havia bebido um pouco na casa da amiga, ia haver uma festinha do pijama com algumas outras garotas que Allison sinceramente não gostava, então após a chegada da terceira, ela simplesmente saíra. Mas havia bebido antes. Ainda bem que havia ido para a casa de McCall, não a sua própria ou seu pai teria a matado sem sombra de dúvidas. A morena fizera beicinho, fitando o melhor amigo e franzindo sua testa. “But I want nachos!" Dissera com a voz manhosa, tocando levemente na bochecha dele, como se fosse algo desconhecido. Logo, ela estava pressionando, como se fosse um botão, fazendo isto repetidas vezes. "Is it supposed to do that?" Perguntara mais uma vez, franzindo a testa, porém logo ela sorrira. "I know that, because I’m your other half." Allison não tinha dúvida alguma disso. "And because I’m awesome.”
Era engraçado ver Allison levemente embriagada, mesmo sabendo de que ela não teria tomado mais do que uns três copos. Conhecia a melhor amiga de uma forma inexplicável; com isso, tinha pleno conhecimento de que a mesma era um tanto quanto fraca quando o assunto era álcool. Permaneceu imóvel em sua cama, sentindo as leves cutucas de Allison em sua bochecha. Deveria estar dormindo, afinal, a madrugada não era uma boa amiga de Scott e sempre deixava-o frustrado. Nem mesmo quando Stiles o chamava para alguma aventura o rapaz ousava levantar de sua cama. No entanto, por Allison, o moreno era capaz de qualquer coisa. "I agree with everything you said." finalmente dissera, elogiando a amiga de uma maneira mais indireta. "And if you allow me, I would add saying that you are the best person I ever met." proferiu, esperando alguma reação engraçada da morena. Apesar disso, levantou-se de súbito, pegando em sua mão. "Come. Let's see if we can find some nachos for you."
A loira se arrependera automaticamente do tom que usara com Madison. As duas haviam se tornado bastante íntimas em tão pouco tempo… Mas Zoe sabia que aquilo era errado, mesmo que não importasse. Ela queria ter a outra novamente em seus braços, fazê-la ter prazer e ser feliz, sentir-se querida mais uma vez. Mas sentia-se suja, pois havia cometido um ato terrível. “I… I killed your rapist." A mais alta sussurrara, fechando os olhos com força, incapaz de olhar para a outra garota. "I… I went to his fraternity house and…" Ela era incapaz de prosseguir. Sabia que se continuasse, acabaria contando o segredo. O segredo de como havia descoberto seus poderes, de como seu namorado havia morrido, e como o estuprador de Madison havia morrido.
Por mais que estivessem no meio de um clima pesado e cheio de amargura, Madison não hesitou em liberar um de seus sorrisos satisfatórios. Ter conhecimento sobre a morte de seus estuprador era algo que realmente a deixara feliz; afinal, este fora um de seus pensamentos desde o ato repulsivo do delinquente. No entanto, sentia-se mal por Zoe, porque estava mais que visível a pouca afinidade da garota em cometer tais tipos de delitos. Madison já havia matado algumas pessoas, não por prazer, obviamente. Foram pessoas merecedores de seus esforços. No momento sentia uma vontade imensa de poder abraçar Zoe e livrá-la de qualquer sentimento de culpa dentro de si. Conhecia-os e estavam longe de serem agradáveis. "It's okay, Zoey." proferiu; seu tom de voz tornou-se amena, até porque a outra precisava de mais atenção agora. "He deserved to die." tentava confortá-la. "I would have done the same." comentou num breve entusiamo, como se fosse algo realmente esperado - e, de fato, era.
Dizer que estava 100% da luta contra os grounders seria uma grande mentira, se não fosse por Finn, seria provável que ele teria sido acertado ao menos duas vezes. Sua maior preocupação era a irmã mais nova, não queria que a mesma se machucasse, mesmo tendo consciência da mulher forte que ela era. Quando por fim parecia acabado, ele fora até a tenda da irmã e se surpreendera ao ver sangue. Malditos grounders, pensara irritado. Com certeza mataria mais alguns futuramente apenas por pensar tocarem em Octavia. Porém, tais pensamentos sumiram de sua mente assim que percebera a irmã tirando a roupa melada de sangue, exibindo aquelas belas curvas. Por Deus, Octavia, ele pensara, mas manteve-se neutro, não permitindo que ela visse suas emoções. “Yeah, sure." Ele disse com um dar de ombros. "I’ll bring some water, okay?”
Ainda retirava o restante das peças de suas roupas quando ouvira a fala do irmão. Revirou os olhos, numa vontade absurda de avançar-lhe no pescoço. Como Bellamy poderia não perceber suas indiretas? Como ele poderia resistir ao ver o seu corpo totalmente despido? Era visível o quanto ela era a única na relação a manter sentimentos inapropriados. Sentira-se uma completa idiota por pensar que o mais velho seria audacioso o suficiente para tocar em si. Avistou uma toalha velha próximo de si e enrolou-se na mesma. Sentou-se no local mais próximo a ser encontrado e sem virar para o irmão, falou: "Sure." de fato, não queria ver o rapaz saindo de sua tenda; tudo o que Octavia mais queria naquele momento era ter Bellamy o mais próximo possível. "Just don't take so much time, please. Or I'll have to find someone else." proferiu, quase num sussurro, enrolando-se ainda mais em sua toalha.
Sabe… É que é ruim pra mim falar sobre você. As pessoas mais próximas de mim já entenderam pela expressão do meu rosto que isso é amor, não tenho mais como esconder ou desmentir algo que seja perguntado a mim em relação a nós dois. Todos sabem que existe alguma coisa, todos sabem que existe uma dedicação minha exclusiva a você. Eu sei de tudo cara. Sei a hora que sai do trabalho, que chega em casa, que fica por ai jogando conversa fora ou entra nas redes sociais. Eu sei que isso é errado, é até falta de privacidade pra você, mas não resisto. Eu me obriguei a fazer isso, a saber sobre a sua vida, porque é uma necessidade que eu tenho de você que eu não consigo saciar, que eu não consigo controlar. Você pode me chamar de louca, ou até de iludida ao ponto de achar que qualquer coisa que foi dito entre nós foi sólido e não parte de uma simples ilusão, mas é que eu acreditei que pudesse ser verdadeiro, que pudesse acontecer algo entre nós, eu te amei antes de saber se era recíproco e isso me destrói a cada dia. Te ver de longe, sem sentir de corpo, seu cheiro, seu beijo… Talvez sendo só mais uma na sua vida. Na boa, você não sabe o quanto é difícil ver as pessoas perguntando sobre você e não saber dizer nada a respeito, não sabe o que é saber que todos sabem sobre nós e nós mesmos não sabemos nada sobre o que somos ou sentimos. Mais difícil ainda é sentir tanta coisa e não poder demostrar nem a metade. Eu não consigo mais esconder todo esse sentimento, os meus olhos revelam e dizem tudo o que eu nunca tive coragem de dizer ou ao menos, entender. Está difícil conversar com alguém, sem notar o brilhos dos meus olhos quando tocam no assunto: você. Sinceramente, eu queria poder saber o que falar sobre você, queria poder entender o que tem entre a gente, o que a gente realmente sente e principalmente o que me faz ser assim, tão fissurada em você, tão dependente desse teu sorriso que me leva a loucura e que faz com que cada dia, esse amor cresça mais dentro de mim. Se eu te falasse que é você a primeira pessoa que vem na minha cabeça quando acordo e a ultima antes de dormir? se eu te falasse que é com você que eu faço planos? que é com você que eu imagino todo o meu futuro? e se eu lê todos os meus textos sobre você? você ficaria aqui? você falaria que sente o mesmo por mim? Não é possível que você não sente, você não me enganaria com os ‘eu te amo’, mesmo eles sendo discretos eu os percebo, desde o primeiro eu me lembro, e me embobo toda. É tão difícil assumir alguma coisa? A gente está dando voltas e voltas com isso, daqui a pouco acaba em nó, e não sou boa, já está enrolado demais pro meu gosto. Afinal, o que você sente por mim? Eu não sei bem explicar, mas sei que você é importante demais pra mim, isso nos leva a alguma coisa não é? Mas tá cansando sabe, eu queria te ter ao meu lado sempre, dizer que somos bem mais que amigos. Com você, mesmo estando assim do jeito que estamos, eu consigo dizer que achei a metade da minha laranja, e metade que faltava pra eu ser feliz, e como você me faz feliz, só desse jeito que estamos, mas eu queria mais, eu queria você como meu. Eu tento demonstrar, mas tenho medo de entender errado as coisas, tenho medo de ser a boba da história, mas eu já me declaro pra ti a tempos, meus textos, é a única maneira que sei de por pra fora esse sentimento, e sei que você lê, só queria a resposta pra tudo isso. Tu sentes ou não o mesmo que eu sinto? E o que é isso que eu sinto? Me ajuda a entender? Por favor. Eu sei que é complicado, mas que tal tentarmos entender tudo isso juntos? Que tal ficarmos juntos e ver que estes são realmente pensamentos errados? Vem logo, porque te ver assim e não poder fazer nada acaba comigo.
By: Andressa, Nicole, Paula and Ludmilla written in imperfeita-s