Título: A Menina que Visionou os Dragões de Seu Sustentáculo Nankin sobre Papel Nankin on Paper 29,7↔ x 21↕ cm

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Título: A Menina que Visionou os Dragões de Seu Sustentáculo Nankin sobre Papel Nankin on Paper 29,7↔ x 21↕ cm
Headcanos que tenho agora que terminei de assistir Merlin.
Se Merlin tivesse criado Aithusa desde o início ele teria tentado mentir da forma mais idiota possível sobre o q ela era.
Arthur: Merlin, o que é isso?
Merlin: Um pássaro, Sir.
*aithusa claramente cuspindo fogo*
Arthur: tem escamas e cospe fogo, Merlin, ela é um dragão!
Merlin: besteira, ela é só uma espécie rara de passaro.
E a partir daí todos apenas fingiriam q ela era um pássaro e deixariam Uther maluco pq 'Claro q o animalzinho de Merlin é apenas um pássaro, Sir, você não pode ver as penas nascendo?'
Série: Game of Thrones
Ano: 2011 - 2019
Onde assistir: HBO Max
Mãe dos dragões por Ian Kirkipatrick
"Estou respirando de forma ofegante. Meus ombros doem depois de uma batalha cansativa e sangrenta. Estou com um ferimento na perna. Está doendo.
Entro na minha cabana, os dragões estão vigiando os arredores. Lá está! O alguém que sempre me espera depois de uma batalha para me fazer feliz. O seu abraço é acolhedor e reconfortante e sinto vontade de dormir tranquilamente. Sua voz é um calmante natural que me faz acreditar que estou no paraíso. De fato estou!
Suas mãos percorrem meu corpo durante o banho e cuida para que nada passe despercebido. Seus olhos me acalmam enquanto custura minha ferida. Uma bebida amarga e quente me faz dormir.
Ao acordar, já é noite e vejo a fogueira dos dragões do lado de fora. Lá está o ser que me faz acreditar que ainda vele a pena viver. Toco seus cabelos por trás e então, sem saber como, estamos enrolados um no outro na cama. Sentimos um ao outro de todas as formas e então nos unimos em um nível transcendental de consciência, corpo e alma. Somos feitos um para o outro.
O dia chega e um dos dragões anuncia que está na hora de lutar a próxima batalha. Dessa vez, não sou eu. E então choro ao ver o meu amor partir sem saber se retornará.
Entre mútuas lágrimas, dizemos juntos em voz alta "Eu te amo!"."
Uma novidade... Melkior!
Oi gente, tudo bem? Eu sou um escritor amador, muito fã de escritores de ficção, como Tolkien e JK, não sou bom como os dois, mas eu faço o que gosto e publico os meus textos, fiz um conto de um universo novo, parecido com o que os dois criaram, aqui vai o primeiro conto, estou trabalhando nesse mundo e pretendo desenvolvê-lo muito mais, aceito críticas, espero que gostem:
Introdução: O fim ou o início de um lugar?
Na quinta lua cheia do ano da estrela Kirimund, que fortalece toda a magia presente na terra, um dia comum percorre no vilarejo de Harald, sol batendo, roupas no varal, ferreiros martelando, casais brigando, crianças brincando, aldeões sobrevivendo, nobres e ladrões roubando a população, tudo ocorrendo forma extremamente corriqueira. E no meio da vila, uma casa de barro saudável, viva, cheia de cores, janelas redondas e grandes, telhado da mais fina palha, quadros, esculturas, poltronas e sofás espalhados por todo canto, muitas criadas, umas 7, e como donos desse lugar magnifico um nobre escritor com o nome de Ubah e uma médica grávida, também nobre, com o nome de Leiah, o parto estava próximo, o marido está a tomar chá na sala de estar, enquanto a mulher, lendo um livro perto da janela da cozinha, calma e serena, até uma voz grossa, mas amigável, interrompe seu silêncio:
— Bom dia Leiah! Quando será o parto? — Era o rei, que muito querido por seus súditos, passeia pela vila para saudar os moradores, ou pelo menos fingir que saudava.
— Se tudo ocorrer bem, mês que vem o parto está marcado, mas há um problema...— antes da médica terminar, o rei se distrai com um macaco fazendo graça no ombro de um comerciante, perto da taverna e desaparece da janela de Leiah — Esse rei, as vezes é difícil de compreende-lo.
Leiah volta a ler seu livro” O caso de um Wiorick com frio”, o livro era bem caro, visto que somente nobres poderiam compra-lo, apesar disso, Leiah estava achando o livro bem tedioso, o sono invadiu e ela adormeceu em cima da mesa da cozinha. Enquanto isso Ubah terminara seu chá, magnificissimo, se levanta, passa por um corredor cheio de cabides e segue rumo a cozinha para deixar a xícara suja, quando vê sua esposa adormecida, o homem fica encantado, ansioso para o nascimento do filho, tem devaneios de como sua família será feliz quando essa criança nascer, o nome, ele deixará para a esposa escolher, que tem um gosto muito melhor que o dele. Ubah se volta para as criadas e diz: — Minhas queridas, podem tomar o resto do dia de folga hoje, vou curtir a noite com minha esposa a sós, tomar um hidromel e fumar cachimbo, até logo! Entre risadinhas responderam em coral —Claro mestre, boa noite. Ubah vai até a varanda, onde pode ver as montanhas, pássaros e um enorme rio congelado, refletindo a luz do sol e retira de um seus bolsos um cachimbo longo, de outro bolso o nobre retira uma erva verde-esmeralda, com uma faca começa a esmigalha-la e colocar no cachimbo, e com uma pedra, ele produz faíscas para acender e fumar. Ubah começou a ter devaneios, e ficou assim até o sol desaparecer e a lua assumir seu lugar no céu, quando ouve um barulho forte la de dentro, um grito de dor. Ubah corre para dentro da casa e vê sua esposa inconsciente, sangue entre suas pernas, pega no rosto da esposa e diz seu nome afim de reanima-la:
— Leiah, por favor, Leiah...
— Meu amor, salve nossa criança, o parto tem que ser feito agora! O homem fez uma expressão de arrependimento, pois mandou as criadas embora, mas mesmo assim decidiu acatar oque seria provavelmente o último desejo de sua amada, as pressas, arregaçou as mangas, puxou a toalha da mesa e colocou na boca da esposa, para ela aguentar a dor, com as mãos puxou a cabeça do bebê devagar, a esposa murmurando cada vez mais alto e mordendo mais forte a toalha, provavelmente dor era inimaginável, “não poderia ser um simples recém-nascido”, pensou Ubah, quando de repente percebeu suas mãos estavam queimando de dor, o homem parou o trabalho de parto para olhar as mãos, que agora estavam em carne viva, mas Leiah interrompeu com a voz carregada de sofrimento
— Ubah... nosso bebê. — O escritor, agora também parteiro, continuou seu trabalho até o fim, quando finalmente retirou a criança de dentro da mãe, um clarão devastador tomou conta do ambiente...
Nasce um humano, com poderes mágicos tão fortes quanto ao de uma fada, seus olhos faiscavam magia, a dor do nascimento provocava uma tempestade de fogo e raios em volta, magos da área tentaram criar uma barreira repentina, mas foram incapazes de conter os estragos feito pela criança, infelizmente somente o rei, cujo nome era Baldo, sobreviveu, pois, além de rei era um excelente mago...
Muito ferido e jogado ao chão no meio de toda a destruição, um ódio enorme passou pelas veias de Baldo, estourado, exclamou:— Raios! Amaldiçoado seja o dia que essa criança nasceu – o rei pega seu cajado de metal, todo enfeitado com diamantes e ouro, na ponta do cajado, uma pedra, aprisionando uma alma de Nisse (criatura mágica), que transformara o cajado simples em um cajado mágico e então parte pra cima da criança, agora adormecida por causa da explosão de poder, mas quando o rei olha para o chão vê apenas um bebê, sem nenhum tom ameaçador, olhos fechados, pele rosada, cabelos lisos e ruivos, dedo polegar perto dos lábios e soltando pequenos roncos, mostrando a dificuldade de respirar naquela fumaça, imediatamente o ódio vira compaixão, pega a criança no colo e a olha fixamente, não se sabe ainda se foi um feitiço involuntário do bebe ou se foi o rei que se apaixonou, Baldo o adotou como filho nesse instante, muda para seu tom de voz raivoso e exclamativo para um discreto e firme, mas ao mesmo tempo amável, olhando para o bebê o murmurou :
— A partir de hoje morre o destrutor da cidade e nasce legado dela, a criança que levará a diante a herança de todos os cidadãos que jazem mortos e a essência da vila, seu nome não poderá ser outro, a não ser Harald!