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#Repost @khyentsefoundation ・・・ Happy #Chokhor #Duchen! 🎉 . Today is one of the four major #Tibetan #Buddhist holidays that commemorates the day #Buddha #Shakyamuni first turned the Wheel of #Dharma at #Sarnath by teaching the Four Noble Truths. Many #Buddhists celebrate today by visiting holy places, performing life releases, and focusing on virtuous practices, as it is said that the #karmic results of positive activities on Chokhor Duchen are multiplied ten million times. 💫 . On this #auspicious day, we would like to invite you to join the meritorious effort by supporting Lighting the Mahabodhi (@lightingthemahabodhi) and the Kumarajiva Project (link in bio), two KF initiatives to uphold the dharma for generations to come. May all beings benefit! 🙏 . . . . #dzongsarkhyentserinpoche #djkr #chokhorduchen #wheelofdharma #buddhistteachings #buddhistholyday #buddhistholiday #kumarajivaproject https://www.instagram.com/p/B0uWB_uA8EpKWK_HEpQgQYNb2Awxss7YHmUJE80/?igshid=y74ffvik7fka
¡Feliz Chötrul Düchen 2019!
Un breve mensaje sobre esta festividad
Feliz #lhababduchen #lhabab #duchen (at Ciudad Autónoma de Buenos Aires)
Este jueves festejemos #Chokhor #Duchen https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10155513623559666&id=556224665 (at Ciudad Autónoma de Buenos Aires)
Um dedo pela bolacha (Ignácio de Loyola Brandão)
Era louco por bolachas. Aí, a mãe disse: “Cada vez que você quiser uma bolacha, dê uma martelada no dedo. Pode ser da mão ou do pé. Aí, então, eu te dou uma bolacha”. Logo depois, ele quis uma bolacha e pegou o martelo do pai e deu uma martelada no dedão do pé, esmagando todinho. E quando a mãe deu a bolacha, ele comeu com um pouco da carninha do dedo que tinha sanguinho. Mais tarde, quis outra bolacha, deu outra martelada no dedinho do pé e a mãe correu com a bolacha. E ele comeu a bolacha com a carne do dedinho e gostou mais ainda e deu logo com o martelo em mais um dedo e comeu a bolacha com o dedo amassado. No dia seguinte, deu cinco marteladas, comeu cinco bolachas e cinco dedos e ficou preocupado, porque agora só tinha dois dedos e ele estava louco para comê-los e estava com uma fome danada. E até percebeu que a mãe sorria e esperava, ali perto, com a caixa de bolachas aberta. Bolachas torradinhas, deliciosas, Aymoré, Duchen, Tostines, Água e Sal, Cream Crackers, Enroladinhos de Goiaba, Reno, Maria, Maizena, sanduíches. E a boca se encheu com uma aguarada. Tanto que ele martelou logo os dois últimos dedos dos pés. Engoliu a bolacha e a carne, estava ainda com fome, martelou os dedos da mão, pediu que a mãe martelasse os dedos da outra mão. E ficou desesperado, quando viu que não havia mais nenhum dedo e a mãe ali, com a caixa de bolachas. E quando ele, sem dedos olhou para ela, aflito, angustiado, esfomeado, a mãe disse: “A gula é uma coisa feia”.
Ignácio de Loyola Brandão. Cabeças de Segunda-Feira, Global, São Paulo, 1983.